Notas iniciais
YAY, sentiram nossa falta? Foi meio que um castiguinho não postamos ontem porque tem muita gente lendo e não deixando review, então colaborem conosco (ainda mais nesse cap que estará perfeito, e grande!) Decidimos postar hoje então e esperamos que vocês aproveitem muuuuito esse capítulo que deu muito trabalho mas foi bem gostoso de fazer, surpresas, revelações, sexo, e muito mais vocês conferem abaixo! Aquele beijo, Paulete. Olá,como estão? Bom,não deu pra postar o capítulo ontem,porque estava tudo muito corrido demais,mas valeu a pena e vocês não irão se decepcionar! O capítulo de hoje está demais e lindo! Chorem junto conosco *-* haha' Ficamos tristes por o capítulo de quinta não ter tido muitos reviews e vocês mereciam castigo u_u haha Enfim,corram ler e não esqueçam de comentar! Bjs. Bruna.

Edward POV

Depois do nascimento de Louis, Sophia voltou à clínica e tudo parecia correr bem, inclusive na empresa, onde teríamos uma conferência para falar sobre o aumento de vendas e apresentar os novos produtos The Cullen.

– Estamos muito surpresos com a porcentagem de aumento de vendas, já que, nos últimos meses vínhamos em grande destaque de escândalo público. Mas, parece que aparecendo como bom ou ruim pela mídia, o ibope sempre aumenta de algum jeito, é realmente muito estranho. — respondi aos entrevistadores.

Estávamos todos sentados atrás de uma grande mesa, enquanto os entrevistadores e repórteres nos enchiam de perguntas.

– Alice Cullen, parece que sua parceria com Paulo tem dado certo. Pelos novos produtos, parece que a química entre vocês foi realmente boa. — disse uma entrevistadora simpática de pele morena e cabelo preso num coque fazendo jus ao social.

– Sim, eu e Paulo estamos muito satisfeitos com nosso trabalho. Logo de início, já tivemos uma ótima química e senti que seria fácil trabalhar com ele, e realmente foi. Paulo tem uma mente brilhante e ideias inovadoras, eu nunca mais o largarei. – ela o olhou e os dois sorriram depois que ele a mandou um beijo.

O sorriso de Alice demonstrava o quanto ela estava satisfeita. Paulo, ao seu lado, apesar de tentar conter a sua alegria aos repórteres, não conseguiu conter suas caras e bocas e soltar suas pérolas. Ele, como sempre, conseguia deixar o clima mais leve.

– A nova coleção traz o vivo nesta estação, porque a escolha de não apostar nas cores neutras? – outra pergunta agora dirigida a ele.

– Personalidade. Esse foi o nosso foco, essa coleção precisará da imagem de quem usará, um complemento. Deixamos o tal bege pras lingeries de Mary. – ele a olhou de lado e todos riram encarando-a também. Vi o salto dela fincar em seu pé, ele retorceu a expressão numa reprovação e lhe deu as costas.

– E Isabella? Como está o seu affair com a copeira? — Outro entrevistador perguntou repentinamente soltando um riso irônico ao me olhar.

Todos ficaram em silêncio, na expectativa da minha resposta, a tensão dominava o ambiente.

Olhei para as pessoas ao meu redor e todos pareciam iguais com as mesmas expressões de ansiedade nos rostos. Então encontrei uma dentre elas que mais se destacava e que sempre iria se destacar. Bella — que acompanhava tudo atrás da parede dos bastidores longe da visão dos entrevistadores — me olhava confiante. Sorri para ela e lhe estendi a mão me levantando, ela veio ao meu encontro, abracei-a e os flashes começaram a nos pôr em foco.

– Primeiro, eu não estou tendo um affair com a copeira. — eu disse pegando o microfone e olhando duramente para todos que nos focavam. — O nome dela é Isabella Swan, e em breve Cullen também, e esta mulher divina logo se tornará a minha esposa e irá me conceber um filho. Eu estou extremamente feliz por tê-la em minha vida e... O café dela é ótimo, você deveria provar, mas não hoje, a conferência está encerrada. — terminei dando uma piscadela para o tal entrevistador e fazendo alguns rirem. Olhei para Bella em meus braços, uma mão em minha cintura e a outra envolvendo sua barriga, ela me olhava calorosamente e mesmo sem as palavras saírem de sua boca, sabia o que ela queria me dizer.

Segurei seu rosto entre minhas mãos e a beijei, demonstrando o mesmo que ela: amor.

***

Nove meses de gestação.

Bella pov.

– Edward! — chamei e ri como uma perfeita boba.

– Amor? — perguntou ele aparecendo na sala rapidamente de olhos arregalados. – Algo errado?

– Não, calma... É só que temos um bebê bastante agitado aqui. Está chutando absurdamente!

A expressão tensa de Edward se suavizou no mesmo instante, ele sorriu calorosamente e largou algum documento em cima da mesa, vindo deitar-se ao meu lado em cima do tapete da grande sala.

Suas mãos deslizaram por minha barriga exposta.

Em casa eu preferia usar apenas tops e algum short confortável, os empregados já haviam se acostumado e Edward amava.

– Nossa! Está ativo hoje... — murmurou e sorriu.

Aproximou o rosto do meu ventre e beijou repetidamente, logo depois começou a cantar uma cantiga de ninar que eu desconhecia.

Involuntariamente meus dedos voaram para seus cabelos, deslizando entre os fios calmamente enquanto ele cantava para o nosso bebê. Sua voz doce e calma tomou conta do ambiente e ri ao notar que o bebê chutava com mais entusiasmo. Sempre que Edward estava perto, era assim.

Meus olhos se encheram de lágrimas e antes que pudesse controlar, elas já escorriam.

Estava tudo tão perfeito!

– Não chore... — Edward agora olhava pra mim e sorria torto.

– Só estou feliz... — murmurei.

Ele se aproximou lentamente até juntar nossos lábios.

– Eu também.

Continuamos ali em nossa bolha particular durante longos minutos, ou talvez fossem horas. Eu já não sabia.

– Estou com fome. — resmunguei.

– O que quer comer? – ele levantou os olhos para mim e por alguns segundos me perdi no verde ali.

– Promete não fazer careta? — perguntei séria.

– Algo me diz que é um novo desejo... Vamos lá, diga-me o que você quer. – ele me estimulou a falar.

Olhei para ele desconfiada e levantei as sobrancelhas.

– Quero panquecas de chocolate... – assentiu. – Com café moído em cima, e também um pouco de queijo.

Edward arregalou os olhos e uma grande careta se formou em seu rosto.

– Isso é sério? – ele perguntou com um sorriso.

– Isso é um desejo, por mais estranhos que desejos possam parecer eles são sérios, eu preciso. Por favor... Você prometeu não fazer careta! – resmunguei ao ver seu nariz entortar.

– Não prometi. – ele levantou as mãos pro alto. – Mas... Tudo que minha noiva quiser. Posso conseguir isso. E assim beijou-me demoradamente nos lábios e se levantou, indo pegar as chaves do carro.

– TEM QUE SER DO ‘YOU ARE. YOU EAT’! – gritei.

Ouvi sua risada ao longe e logo ele estava na sala novamente.

– Muito bem, é tarde da noite e minha esposa teve um desejo... Pelo menos eu ainda estava acordado.

– Bobo. Sorte sua...

– Ficará bem aqui sozinha?! – perguntou preocupado.

– Sim. Dirija com cuidado!

– Sim senhora. – ele riu e levou a mão direita estendida à testa num gesto de continência.

Deu-me mais um beijo e saiu porta a fora.

Relaxei sobre o tapete macio e acariciei meu ventre.

A gravidez estava sendo tão tranquila, é claro que as dores pelo corpo estavam presentes, os estresses e surtos de choros inesperados. Ás vezes admirava a paciência de Edward.

A imagem das panquecas que pedi a Edward nublou minha mente, eu podia sentir o gosto! Levantei-me cuidadosamente, apoiando-me na mesa de centro e suspirei aliviada quando fiquei de pé. Eu sentia que se cometesse um deslize, poderia rolar pelo tamanho que minha barriga estava.

Ri de meus pensamentos e caminhei para a cozinha, comeria uma fruta até Edward voltar com as minhas panquecas. Estranhamente, o meu sono havia sumido. Peguei uma maçã na fruteira e xinguei em voz alta quando ela caiu de minhas mãos. Com dificuldade me abaixei e peguei a fruta, lavando-a e a comendo em seguida.

Sentei no sofá da enorme sala enquanto comia. Senti algo molhado em baixo de mim e resmunguei. Será que xana teria feito xixi enquanto não vimos?

– Merda... — Sussurrei notando que minhas coxas estavam molhadas. O líquido era transparente e de cheiro forte. Foi então que me dei conta de que minha bolsa havia estourado. — Ok Bella, fique calma. — eu disse a mim mesma tentando não me desesperar.

Andei devagar até o telefone e disquei o número de Paulete.

– Ai Isadorapinto você sabe que horas são? Não podia esperar até amanhecer não? — Sua voz de sono quase me fez rir se uma contração não me fizesse gemer de dor. — Bella, o que foi?

– Minha bolsa estourou, Edward saiu, por favor venha pra cá, rápido. Preciso de ajuda.

– AI MEU DEUS. – ele gritou do outro lado da linha. — ESTOU INDO, ESTOU INDO. — sorri levemente e desliguei.

Meu médico havia me orientado quanto ao que deveria ser feito. E pela coloração do líquido estar transparente eu poderia ir com calma.

Paulete abriu a porta da cozinha com um estrondo que me fez pular de susto.

– Ai me desculpe, vamos lá. Vou te levar pro banho!

Eu ri e aceitei seus braços de apoio de bom grado.

– Ligue pro Edward... – eu pedi.

– Jacob já está fazendo isso. Vamos logo. – ele me disse.

Outra contração veio subitamente e respirei fundo, andamos até o banheiro de visitas do primeiro andar e Paulete me deixou sozinha no box, por alguns segundos para pegar alguma roupa para mim e toalhas secas.

Tomei o banho calmamente sem fazer movimentos bruscos e tentando controlar as contrações.

– Estou pronta! — gritei para Paulete que me esperava do lado de fora do box.

– Venha com calma... Vou te ajudar a se vestir.

Quando pronta, ele me levou para o carro e Jacob apareceu com duas bolsas grandes. Uma minha e outra do bebê.

– Avisei Edward, o mandei ir para o hospital direto, poupará tempo. – ele disse.

As contrações já estavam impossíveis de se controlar e eu soltava gritinhos assustados.

Era agora... Finalmente meu bebê iria nascer.

***

Eu mal tinha consciência de alguma coisa, eu sentia a dor forte das contrações o tempo todo e pelo bebê ser muito grande e eu pequena, seria uma cesariana.

Edward e eu optamos por só descobrir o sexo da criança na hora do nascimento. Eu apenas queria que nascesse logo...

Fui levada para a sala de cirurgia e Edward já estava ao meu lado.

Seus dedos estavam sendo esmagados e meus lábios maltratados, tudo para segurar os gritos.

A dor foi parando e fui informada que a anestesia tinha sido aplicada, porém não o suficiente para que eu dormisse.

– Edward... Está tudo bem? – perguntei depois de alguns minutos, os médicos trabalhavam rapidamente e eu podia ouvir o barulho dos instrumentos cirúrgicos.

– Shhhhh. Está tudo bem...

Fiquei fitando seus olhos e segurando firme sua mão, e então ouvi um choro alto.

Meus olhos encheram-se de lágrimas e eu mal sentia minhas mãos para secá-las.

– Parabéns! Vocês tem uma linda garotinha... — O médico disse e chamou Edward para cortar o cordão umbilical.

Edward se aproximou com uma manta azul escuro, trazendo um bebê grande e meio roxo. E ao mesmo tempo tão lindo...

– Agnes... — sussurrei. – Pura e virtuosa, Agnes.

Olhei para Edward, observei as lágrimas escorrerem por seu rosto e irem descendo até seu sorriso estonteante, então ele deu um beijo em sua testa e nossa filha cessou o choro.

Quatro meses depois.

Os cabelos loirinhos de Agnes se recusavam a ficar no lugar certo e isso só me fazia rir. Ela parecia uma princesinha em seus quatro meses, com um vestidinho branco com bolinhas pretas e um laço também preto envolvendo sua cintura. Suas orbes verdes me dominam, assim como as do pai. Ela era tão parecida com ele! Pele branquinha, olhos verdes, cabelos lisos na raiz e encaracolados nas pontas e lábios rosinhas.

– Minha princesinha está pronta? — Alice entrou no quarto sorrindo e estendendo os braços para pegar Agnes de mim. — Você ainda não está pronta? Bella! Vai se atrasar mais que o premeditado...

– Estava arrumando essa mocinha linda... — Resmunguei e beijei a bochecha da minha bebê calmamente, ela espalmou as mãos em meu rosto e ri.

– Vamos, vou botá-la no carrinho e te ajudo com o vestido.

Hoje era o dia. O meu dia. O meu e de Edward. O dia do casamento.

Eu estava radiante, tudo tão maravilhoso...

Aceitei a ajuda de Alice e logo estava me olhando no espelho.

– Ficou maravilhoso! Paulete mandou tão bem! — Alice disse animada e ajeitou o véu em minha cabeça.

– Sempre gostei dos vestidos que ele faz... Esse então! É o vestido de noiva mais perfeito que já vi! – Olhei-me no espelho mais uma vez, contive as lágrimas para não estragar a maquiagem que Alice havia me feito, o reflexo a minha frente me agradava. Chegava a ser surreal, sempre sonhei com esse dia desde pequena e cheguei a pensar que ele nunca chegaria.

– Estou tão feliz! Você fez um bem enorme a nossa família... — ela disse e podia ver lágrimas se formando em seus olhos.

– Estou em êxtase! Sou tão abençoada por ter vocês. – eu disse lhe abraçando.

– Chega de enrolar, está na hora. – ela me disse dando palminhas para me apressar.

Respirei fundo e agradeci mentalmente por estar menos nervosa do que eu previa.

Olhei-me mais uma vez no espelho e sorri, satisfeita.

Um lindo vestido de noiva, sapatos de salto alto branco, pele branca e lisa como sempre, grandes olhos chocolates, lábios avermelhados e cabelos castanhos até a cintura, que hoje estavam em cachos perfeitos presos acima da nuca e uma tiara de brilhantes me coroando.

– Bella! – ouvi o grito de Paulete.

Alice já estava saindo do quarto com Agnes no colo. Ela insistiu para que mesmo sendo madrinha do casamento, ficasse no altar segurando a minha filha.

Sorri olhando as duas e andei calmamente em direção as escadas, onde Paulete me esperava para irmos para o local do casamento. O problema era que eu não sabia onde seria todo esse tempo em que planejaram não me deixaram saber, Edward me disse que seria uma surpresa, mas que eu não iria me decepcionar. Do lado de fora da casa um Land Rover branco me esperava.

Os vidros do carro eram escuros e não me permitiam ter uma visão, andamos por alguns minutos e depois percebi que paramos, meu coração se acelerou.

– Onde estamos? Eu exijo saber. – virei-me perguntando a Paulo.

– Agora já posso te dizer. Não surte. – ele segurou minha mão. – Central Park, Edward acha que é um lugar que marcou a história de vocês dois, não me diga como, mas ele conseguiu fazer com que tudo isso acontecesse aqui.

Minha mente processava a informação e um arrepio correu meu corpo ao lembrar dos meus momentos ali com ele, nosso primeiro beijo, o pedido de casamento, quando lhe contei que estava grávida, era a escolha perfeita, o que me fez ficar nervosa e começar a tremer, Paulete segurou minhas mãos mais forte.

– Precisamos descer, estão todos te esperando, seu noivo te espera. – as palavras dele inundavam minha mente. – Pronta?

Respirei fundo incontáveis vezes.

– Pronta! – eu lhe afirmei e balancei a cabeça.

Ele desceu pela porta esquerda e eu ouvi um som baixo ao longe, ele veio até minha porta e a abriu, me ajudando a sair, senti meus saltos pisarem no gramado ralo, encaixei meu braço no dele e me pus ereta, soltando um sorriso radiante ao olhar em minha frente. Prendi a respiração ao notar o número de pessoas que havia ali, curiosos, além dos fotógrafos e paparazzis.

– Tudo bem, apenas vá com calma para não tropeçar nesse lindo vestido e vai dar tudo certo! — Paulete disse. Ele estava nervoso e esse fato me fez rir.

Por ser órfã eu poderia escolher qualquer homem para me levar ao altar e não existia outro alguém melhor para isso, tinha que ser ele.

– Estou calma e você deveria ficar também. – eu ri. – Nada mais pode dar errado.

– Eu espero que você esteja certa, vamos, há alguém te esperando.

O central Park estava iluminado pelo sol caloroso e completamente enfeitado para um dos maiores casamentos do século. Esperamos alguns minutos até que todas as madrinhas e os padrinhos estivessem em seus lugares e atravessamos uma linda ponte para chegar ao local.

Comecei a caminhar lentamente analisando tudo em minha volta, os bancos postos enfeitados com grandes fitas de tecido branco levando em cada ponta um arranjo de rosas brancas e vermelhas, os convidados me encaravam sorrindo e eu tentava retribuir através do nervosismo que começava a me dominar a partir de cada passo que eu dava acima do grande tapete vermelho posto ali, havia um altar improvisado, nele os padrinhos e Agnes, e ali, posto ao lado padre estava ele, Edward, ao lado de seu pai e em frente ao padre, as mãos cruzadas na frente do corpo me olhando com um sorriso estonteante. Senti as lágrimas inundarem meus olhos e um sorriso se abriu bobamente.

Um piano soava alto e lindamente. A música era calma e emocionante.

Paulete me segurou firme quando ameacei tropeçar e agradeci mentalmente por isso. Suspirei aliviada e ri. Em um gesto antigo, ele depositou a minha mão por cima da de Edward.

– Cuide bem dela, ou eu mato você.

Edward riu e apertou minha mão.

– Eu cuidarei como se fosse a minha vida.

– Ótimo. – ele beijou minha testa e pôs-se ao lado de Jacob.

Dali em diante perdi a linha do raciocínio, eu só conseguia olhar para Edward e suas lindas feições, a forma como sorria e tentava controlar sua emoção, o amor e admiração que emanavam dele.

Olhava para minha filha que se contorcia um pouco nos braços da minha cunhada e sorria.

– Podem dizer os votos. — O padre interrompeu meus devaneios.

– Isabella, minha vida mudou desde o dia que te vi, me senti completo, mais feliz e pronto para novas fases. Aprecio cada detalhe da sua personalidade, da sua beleza, de você toda, e quero que aceite essa aliança como prova do meu amor e da minha fidelidade eterna.

Estendi minha mão esquerda e segurei a vontade súbita que tive de beijá-lo.

Ele deslizou o aro de ouro por meu dedo e o beijou em seguida.

– Edward, nunca imaginei que alguém como você entraria em minha vida, alguém doce, sincero, romântico e humilde. A proporção do meu amor por você se tornou absurda e só tenho a agradecer por tê-lo. Quero que aceite essa aliança como prova da minha fidelidade e do meu amor eterno.

Ele estendeu a mão esquerda e deslizei o aro dourado por seu dedo anelar. Beijando sua mão, assim como ele fez comigo.

– Na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza. Na saudade e na doença. Para sempre em nossas vidas, e até que a morte una nossas almas de novo em um novo horizonte. – dissemos juntos.

Olhamos nossas mãos juntas por alguns segundos, às lindas alianças ali.

– O que Deus uniu, nenhum homem separa. Eu os declaro marido e mulher. Pode beijar a noiva. — o padre disse e depois sorriu, e assim fizemos.

Edward deslizou as mãos por minha cintura e se aproximou.

Meu corpo estremeceu e respirei fundo.

Será que algum dia iria me acostumar em ter esse homem só para mim?

Imagine — John Lennon

Seus lábios se juntaram aos meus e esqueci-me de todos que estavam ali presente.

Os barulhos dos aplausos encheram meus ouvidos e eu podia sentir o calor que emanava de Edward.

Sua língua dançando e massageando a minha, seus lábios macios esmagando os meus. Suas mãos apertando minha cintura. Seu gosto doce tomando conta de todo o meu paladar.

O calor se espalhava por todo o meu corpo. E eu me sentia completa.

Mãe, esposa, melhor amiga, secretária e principalmente... Uma mulher feliz e amada.

E então centenas de balões brancos se soltaram indo em direção ao céu azul de Nova Iorque.

Seguimos andando sob o extenso tapete vermelho, nossos sorrisos agora cumprimentando as pessoas que ali nos olhavam, retribuindo sorrisos e com lágrimas nos olhos.

– Tenho uma surpresa pra você. – ele cochichou em meu ouvido e eu o encarei. Ele apontou o dedo para a esquerda, posta ao lado de uma árvore havia um cavalo branco a frente de uma carruagem, eu o encarei boquiaberta, fomos em direção a ela, o gramado até lá se misturava com pétalas e mais pétalas. O cocheiro ajudou-me a subir e Edward se pôs ao meu lado, passando o braço protetoramente em meus ombros.

Tudo parecia surreal demais, eu tinha medo de acordar e me dar conta de aquilo não era real, mas um beijo em meus lábios me fez sair dos meus pensamentos e ter a certeza de que era um sonho, um sonho que eu esperei muito para viver. Olhei as paisagens em nossa volta e pouco tempo depois paramos, ele me ajudou a descer e caminhamos alguns metros à frente, ele parou e me dei conta de que estávamos em cima do grande círculo “Imagine” que havia ali, eu visitei aquele local algumas vezes e era um dos meus locais favoritos ali, me lembrava dos meus pais, um violinista que nos aguardava no banco começou a tocar a melodia da música, meu olhos se encheram de lágrimas novamente, Edward segurou minha mão e colocou a outra em minha cintura, fazendo lentos movimentos, dançando ali.

– Eu te amo. – ele me disse.

– Eu te amo tanto... – eu disse retribuindo-lhe com mais um beijo.

– Você pode me dizer que eu sou um sonhador, mas eu não sou o único. – ele começou a sussurrar a letra junto à melodia enquanto minhas lágrimas se multiplicavam. – Eu tinha a esperança de que um dia você se juntaria a mim, e o mundo viveria como um só. – ele me olhou no fundo dos olhos. – E isso aconteceu.

E num salto me joguei em seus braços, ele me levantou e senti meus pés saírem do chão, ele me virou e rimos juntos, a música terminou e ele segurou firme minha mão, fomos de volta à carruagem e seguimos até que chegássemos ao carro.

Matt Nathanson — All We Are

O sol da tarde ia se pondo para dar lugar ao início da noite, então chegamos à casa dos pais dele, onde seria a nossa festa, quando descemos os convidados já nos esperavam e nos receberam com palmas, acenamos, a grande casa parecia pequena com tanta gente, o jardim tomado por mesas e enfeites seguindo o mesmo padrão do branco, vermelho e prata, completamente perfeito e bem arrumado, todos pareciam bem e satisfeitos ali, o buffet maravilhoso. Carlisle e Esme nos deram seus votos de felicidades e o abraço do pai dele fez me sentir da família, finalmente sua aceitação, sua mãe me elogiava e falava de como eu estava perfeita vestida de noiva, eu agradeci os dois e fomos então falar com os outros convidados.

Outras luzes se ligaram iluminando mais o local, a grande piscina e os altos coqueiros que havia ali, então após o uma breve pausa, dançamos uma música acompanhados de outros casais a nossa volta, Edward selou meus lábios com um beijo.

As horas passaram depressa, todos estavam bem naquele espaço de tempo, e chegará a hora da nossa lua de mel, ele me lembrou dizendo as palavras ao pé do meu ouvido, um arrepio correu por meu corpo e após nos despedirmos, seguimos para o mesmo carro em que viemos.

Eu não fazia ideia para onde estava indo.

Edward se recusava a me dizer qualquer coisa. Era estranho não saber onde seria minha própria lua de mel.

A única coisa a qual exigi é que fosse aqui mesmo em New York, por conta de Agnes não podíamos nos afastar muito. Ela ainda era muito novinha.

Eu estava nervosa pelo simples fato de finalmente ter noites sozinha com meu marido.

Desde que Agnes nasceu às coisas não ficaram fáceis... Além do resguardo de quarenta dias que tive que ficar, nossas relações eram corridas e quando tínhamos tempo e disposição para isso.

Hoje seria o finalmente ‘tirando o atraso’ teríamos todo o tempo do mundo para nos amarmos.

– Curiosa? – Edward perguntou apertando minha coxa com uma de suas mãos.

– Muito... Você é tão mal. — Fiz biquinho e virei o rosto para a janela.

– Não tem graça se você souber! Já estamos chegando... – ele me olhava sem tirar as mãos do volante, agora era ele quem guiava o carro, apenas nós dois ali.

– Isso é tão...

– Estranho? — Perguntou me interrompendo.

– Perfeito! — completei e ri. – Quando eu era mais nova... Sonhava com tudo isso, um lindo casamento, um bebê, um marido... Uma lua de mel. Em algum momento parei de acreditar que isso aconteceria. Não sei, acho que perdi as esperanças com os rumos que minha vida tomava, nada me favorecia muito, sempre na mesma monotonia.

– E agora você tem tudo isso... Não é incrível? – ele riu e aproximou o rosto do meu. – Farei você muito feliz... Realizarei todos os seus sonhos. – beijou minha bochecha e esfregou seu nariz em minha pele, causando-me arrepios.

–Você já me faz feliz... — Sussurrei.

O carro parou e Edward desceu primeiro, abrindo a porta para mim e me ajudando a descer.

– Obrigada. — sussurrei para ele.

Parei na calçada e arregalei os olhos.

– Nossa! Isso é... Maravilhoso. – disse impressionada.

Um grande prédio estendia-se por todo o quarteirão e era mais alto que muitos outros. A fachada parecia antiga e ao mesmo tempo muito bem cuidada.

– Seja bem vinda ao seu palácio por cinco dias. – eu ri e aceitei de bom grado sua mão.

Com calma e cuidado ele me guiou pelo hotel. Era ainda mais surpreendente por dentro, o luxo me deixava boba. A decoração firmava-se em cores claras, misturando-se com dourado e prata.

Depois de fazer o reconhecimento na recepção, subimos por um elevador privativo. Ficaríamos na suíte presidencial do hotel.

Saímos do elevador em silêncio, eu estava nervosa e isso era totalmente estranho.

Por Deus, nós já temos uma filha!

Ri com meus pensamentos e ele me olhou interrogativo. Balancei a cabeça, sinalizando que não era nada demais.

Ele abriu a porta com um cartão magnético dourado com o nome do hotel e antes que eu pudesse pensar em entrar no quarto, senti meus pés saírem do chão.

– Bem clichê. – zombei e depois soltei uma risada.

– Clichê?! É uma tradição! – ele rebateu e eu encostei o rosto no vão de seu pescoço.

Passamos pela porta do quarto e ele me pós no chão, assim como pedi.

Arranquei os sapatos de salto do pé e suspirei de alívio.

– Melhor? – perguntou-me rindo.

– Com certeza! – afirmei.

Eu me sentia em um apartamento completo. Era tão reconfortante...

Nossas malas já estavam arrumadas no canto do quarto.

Soul Ballet — Exotique

Mal olhei para elas, minha concentração estava no homem a minha frente. Desfrouxando a gravata preta e abrindo botão por botão de seu terno...

Oh, como podia ser tão sexy?

– Apreciando a vista? – ele me perguntou com um sorriso pervertido no rosto.

– Uma deliciosa vista... Acho que irei me aproveitar dela.

Seus olhos verdes pareceram escurecer e a tensão sexual parecia ser visível.

Precisávamos estar juntos naquele momento.

Sorri levemente e o chamei com um dedo.

Seus olhos se fecharam por alguns segundos e quando abriram, jurava poder ver fogo ali. Luxúria.

Ele caminhou calmamente em minha direção. Como um caçador vai ao encontro da sua presa.

Edward parou atrás de mim, uma mão de cada lado de minha cintura. Em um movimento ele me virou e nossas bocas por pouco não se grudaram.

Sentimos a respiração um do outro por alguns segundos e fechei os olhos com a sensação deliciosa de calor que se alastrava por meu corpo.

Sua boca colou-se a minha, lábios suaves movimentando-se com os meus. Nossas línguas enroscando-se umas nas outras, cada traço de seu gosto, agora também era meu.

Senti uma de suas mãos em meu cabelo, desprendendo cuidadosamente minha tiara de brilhantes.

Ele mordeu meu lábio inferior e gemi baixo.

A tiara de brilhantes foi tirada de meu cabelo e deixada em algum lugar que não me interessava.

Em um movimento rápido eu estava de costas e o corpo de Edward grudado ao meu.

Suas mãos grandes deslizaram pela lateral do meu corpo, a mão direita de Edward parou e deslizou o zíper de meu vestido para baixo.

Aos poucos eu sentia minha pele livre e exposta.

Tirei os pés de dentro do vestido e virei-me de frente para Edward que gemeu ao me ver.

Com a gravidez de Agnes eu havia ganhados alguns quilinhos, mas tive sorte por ter conseguido voltar ao meu peso normal nos meses seguintes.

Suas mãos me puxaram para si pela cintura e sua boca encontrou-se com a minha novamente.

Seus dedos estavam em todos os lugares e eu gemia descontroladamente, enquanto tirava as roupas dele.

Não havia espaço em minha mente para mais nada que não fosse à sensação do corpo nu dele contra o meu.

Gemi alto quando suas mãos apertaram meus seios.

Sua boca, suas mãos, sua respiração... Tudo em minha pele.

Fui empurrada em direção à cama e caímos os dois juntos, ele por cima.

Sua boca desceu por meu corpo, lambendo, beijando e chupando cada pedaço de minha pele exposta.

Eu estava completamente nua agora, assim como ele.

Minhas mãos deslizaram por seu abdômen definido até chegar a sua ereção quente e pulsante.

Ele gemeu, jogando a cabeça para trás.

– Não aguento mais esperar – Sussurrei.

– Nem eu... – Resmungou e me beijou novamente.

Senti seu membro em minha entrada e arqueei as costas quando em um único movimento ele estava dentro de mim.

– Ah... Tão quente e deliciosa, minha esposa... — Sussurrou contra meus lábios.

Minhas mãos prenderam-se em seu cabelo, puxando os fios levemente.

Suas estocadas eram lentas e torturantes, mas a sensação de tê-lo dentro de mim era indescritivelmente gostosa.

– Mais... Oh! – De uma vez lá estava ele, dentro de mim até o limite.

Apertei sua bunda e gemi mais alto quando o seu ritmo aumentou.

– Edward! Assim... – o estimulei.

– Ah Bella... Minha Bella... – Sussurrou beijando meu pescoço deixando nele um hálito quente.

Meu corpo se convulsionou e empurrei Edward, derrubando-o de costas na cama e ficando por cima.

Ele jogou a cabeça pra cabeça para trás enquanto eu subia e descia em seu membro. Nossos quadris se chocavam e a sensação era enlouquecedora.

Ele apertou minha bunda e pôs sua língua quente em um dos meus seios, estocando com força. Foi o meu fim.

Liberei todo o meu prazer em cima de seu membro, gemendo e beijando-o.

– Bella...! – O ar se perdeu e ele gemeu alto liberando seu êxtase dentro de mim.

– Oh... – Eu gemi enquanto rebolava em seu membro calmamente, e depois nos beijamos.

Suas mãos deslizaram por toda a minha cintura.

– Você é absurdamente linda. E é toda minha. Senhora Cullen.

– Sua para todo o sempre... – aquelas palavras me deixavam ainda mais excitada.

– Esse é apenas o começo.

E assim nossa noite se perdeu entre, toques, beijos e gemidos. Mas principalmente, amor.

Sophia pov.

Abri os olhos ainda atordoada, quanto tempo eu havia dormido? A medicação me fazia dormir grande parte do dia, ouvi os passos pelo corredor, a enfermeira adentrou em meu quarto segurando uma bandeja com medicamentos.

– Hora dos seus remédios, Senhorita Sophia. – me disse a figura alta, de pele morena e cabelo em cachos pretos e volumosos.

Fiz cara de nojo e olhei em minha volta.

– Onde está meu bebê? – eu lhe perguntei desesperada ao não vê-lo ali.

– Estão com seus pais, o levaram há duas horas, não se lembra?

Esforcei-me para lembrar da visita deles.

– Claro. Pode ligar a tevê?

Ela foi até a tevê há uns quatro metros da minha cama e a ligou, estava em um canal de notícias.

– Deixe aí, por favor, apenas assim consigo saber o que acontece lá fora, ninguém me conta nada em nenhuma visita. Isso é um inferno, eu não mereço isso. – Eu disse agitada batendo com o punho sob o colchão.

– Precisa tomar os seus remédios. – ela me lembrou novamente, já os tirando da cartela.

Olhei para a bandeja, havia também uma seringa com calmante, eles me aplicavam aquilo duas vezes ao dia para que eu dormisse e me mantivesse calma, enrijeci ao lembrar como eu odiava as picadas de agulha, nesse mesmo instante dois nomes me chamaram a atenção para a tevê. “No próximo bloco você verá imagens do evento matrimonial de Isabella e Edward Cullen, os dois se casaram recentemente e são pais de uma menina...” Meus olhos se estreitaram, eu esperava que aquilo fosse efeito dos remédios, mas eu ainda não os tinha tomado, não consegui me concentrar no resto que a notícia dizia, mas eu já ouvira o suficiente, Edward havia casado com ela? E tido uma filha? Então era isso que ele e meus pais sempre tentavam esconder de mim em todas as visitas durante o ano todo, a raiva já havia tomado conta de mim, eles mentiram esse tempo todo, eu precisava sair dali o mais rápido possível e tomar uma atitude, isso não poderia ficar assim, mas como? Eu estava trancada, sendo tratada como uma louca.

A enfermeira percebeu meu estado mudando com a notícia e se dirigiu até a tevê para desligá-la, em um movimento rápido eu peguei a seringa com o tranquilizante que estava ao meu lado antes que ela se virasse, quando voltou e foi me dar os comprimidos, não esperei que ela se desse conta de que eu a havia pego, tirei minha mão direita debaixo do travesseiro e enfiei a agulha em sua perna, ela revirou os olhos com a pontada, o efeito era rápido, me levantei da cama e peguei a bandeja dando um golpe em sua cabeça, ela caiu no chão do quarto sem conseguir gritar, já havia desmaiado.

Aquela seria minha única chance de tentar sair dali, minha respiração se tornou ofegante enquanto eu pensava em algo, tirei a roupa dela que parecia caber perfeitamente em mim e coloquei por cima do meu moletom, tentei ser rápida, não havia câmeras de segurança no quarto, mas eu ainda não sabia como sairia dali, por minha sorte, a porta do quarto ainda estava aberta, num movimento rápido eu saí indo em direção ao longo corredor, virei a esquerda e vi um carrinho de medicamento no meio do corredor, continuei andando empurrando-o, a saída mais próxima era a da recepção, mas lá eu provavelmente seria notada, virei o próximo corredor andando em passos rápidos, uma enfermeira da qual eu não me lembrava de ter visto seu rosto passou por mim e me encarou, eu dei um sorriso torto e abaixei a cabeça sem diminuir o passo.

Procurei não entrar em desespero e abri uma porta a minha direita, era um depósito, no alto da parede havia uma grande janela horizontal que estava aberta para a ventilação, usei algumas das caixas ali para escalar até lá, olhei para fora, dava direto na rua de trás da clínica, a altura era de uns quatro metros, com a ajuda de algumas caixas eu tentei subir, foi quando meu pé pisou em falso, fazendo meu corpo despencar no chão do depósito, fez-se um barulho alto e percebi passos vindo, num salto me pus atrás de um freezer e fiquei imóvel, segurando minha respiração com a mão na boca para não ser descoberta, numa espiada rápida vi que era a mesma enfermeira com a qual eu cruzei no corredor pouco antes, ela varreu o local com um olhar rápido e franziu a testa, pegou o carrinho de medicamento que eu trouxera até lá e saiu levando-o com ela, esperei alguns segundos até ter certeza de que ela estava longe.

Escalei as caixas de novo, agora com mais cuidado para não correr o risco de ser descoberta, olhei a altura novamente e senti um frio na barriga, mas eu tinha duas opções, ou pulava e ia atrás de me vingar por terem mentido pra mim esse tempo todo, ou continuava trancada ali por um tempo indeterminado da minha vida, a primeira opção sem dúvidas me atraia mais. Passei meu corpo sem dificuldade por ali, e num suspiro fundo pulei para a calçada, senti uma dor nas juntas dos meus joelhos, e dali em diante eu corri, porém um pouco manca.

Entrei em um beco e tirei a roupa de enfermeira jogando-a num latão de lixo que havia ali, meu moletom preto não me denunciaria tanto, a casa onde Edward morava não era longe dali, alguns quarteirões e eu chegaria, eu só deveria tomar cuidado para não darem por minha falta na clínica tão rápido.



Notas finais
Helloooooooooooo! Animando a noite de domingo-chata- de vocês,aqui estamos nós!-n EU QUERO VER alguém reclamar do tamanho desse capítulo. Eu bato em vocês. kkkkkk' Muita informação não é mesmo?! Nos esforçamos muuuuuito para darmos 2 capítulos enormes na mesma semana para vocês,então nos recompensem, comentem e recomendem bastante! Queria agradecer a essas meninas que já recomendaram : "Anônimo" que era a Carol, Shaininha,Thaiza Stewart e Mayara! Sigam o exemplo delas.hehehe PREPAREM-SE. Porque esse capítulo já é capítulo de reta FINAL,ou seja,agora só vem bombas! Acabei de finalizar uma fanfic,quem quiser... http://fanfiction.com.br/historia/108729/Vida_Louca/ serão bem vindos lá. Até sábado!! Claro se comentarem bastante u.u Beijos. Alexia.