I Love You... Te Quiero !
28 Um Raio Não Cai Duas Vezes No Mesmo Lugar !
Notas iniciais
Amei escrever esse cap *-*
Boa Leitura.
O ritmo de seu coração era lento, sua respiração calma e demorada. Sua mente estava em branco até certo momento. Antes de lembranças indesejadas tomarem conta de sua mente, em forma de sonho, Ártemis resmunga sonolentamente, um simples nome.
- Órion...
Deus-Sol sentir seu sangue gela, assim como sua mente se enevoar de puro ódio. Só fora possível ele escuta, pois estava deitado ao seu lado da cama, coberto por uma insônia gostoso.
“A floresta era densa, com uma atmosfera sombria. Algo digno de filme de terror, mas que era bem real em suas lembranças mais indesejadas.
A passos largos e imponentes, Ártemis chega ao seu destino, uma linda cachoeira, que ficava bem dentro da floresta, um lugar proibido e particular, que só ela ia ali. Era o seu lugar.
Ela senta-se as margens da cachoeira, precisava refletir sobre certos assuntos banais. Mas que eram de estrema importância para a caçada e o Olimpo.
Um pequeno barulho é ouvindo, logo Ártemis empunham sua faca de bronze celestial, sem esperar quem quer que seja sair das sombras, ela lança em sua direção sua faca, quase decapitando o interruptor de sua paz.
- Senhora, sou eu, Órion. Perdão pela minha ousadia de vim aqui, em seu lugar particular, mas é que não aguento mais. Algo atormenta-me muito.
Ártemis fica ligeiramente envergonhada por quase ter decapitado seu caçador.
- Sente-se, Órion. Me diga qual o seu tormento. E desculpe-me por quase ter decapitado você.
O caçador filho de Poseidon senta-se ao lado de sua senhora, exercendo certa distancia. Ele contempla-lhe o rosto jovial, incrivelmente belo e atraente.
Só sendo uma deusa mesmo, para poder ser tão bela. Mas bonita que a própria Afrodite, pensa o caçador, intoxicado com a bela de sua senhora.
Ártemis sente-se incomodada pelo jeito com o qual ele a olhava. Ela passa os longos dedos pelo tecido macio de seu vestido, tentando não se prender a esse incomodo.
Ártemis: http://www.segredosdavovo.com.br/wp-content/uploads/2010/06/noiva-grega-5.jpg
- Então, o que lhe aflige ?
- Senhora, creio eu que sofro dos piores dos males. O amor. Fui infectado com esse sentimento que tanto repudias.
- Não repudio ao amor, e sim as consequências trazidas por dele, meu nobre Órion.
Ártemis tenta ser o mais coerente possível, mas mesmo assim sentia-se traída. A regra número um da caçada era renegar esse sentimento. Mas ao que parece ele não conseguiu essa proeza. Nem ela. Por mais que negasse, estava apaixonada.
Havia uma razão simples para ela sempre ir ali. Era para fica só e pensar nele. Em seu Apolo.
Desde que vira aquela cena dele em seu templo com outra mulher, que ela andará bem aérea. Todos percebiam isso, inclusive ele. O que fazia sempre ele a procurar para tenta descobrir o porque dela fica assim. Mas ela ainda não havia lhe contado o que vira, pois ela ainda não compreendia o que eles estavam a fazer se tocando daquele jeito.
- Senhora, sei que deve está a me odiar, mais não aguento mais. Tenho que lhe revela que eu...
- Ártemis.
Órion estreita os olhos e trava a mandíbula, olhando assassinamente para Apolo, que acabará de surgi. Ele detinha de uma expressão enraivecida e sonolenta, provavelmente tinha acabado de acorda.
A deusa da caça sente seu coração da uma guinada feroz. Apolo estava incrivelmente belo, mas irritado. O que a fazia ficar confusa.
- Algum problema, Apolo ? — Pergunta, ingenuamente, não entendo o porque da raiva do irmão.
- Sim.
O Deus-Sol se aproxima da irmã, puxando nada gentilmente para perto dele, e para longe de Órion. Ártemis se encolhe diante aos braços do irmão envolta de sua cintura.
- Não ouse dizer o que sei que quer dizer.
- Como você sabe o que vou dizer ?
- Eu sou o deus dos oráculos, caçador – Vangloria-se de uma forma esnobe. Apolo só agia daquele jeito quando estava na presença de Órion.
- O que está acontecendo ? O que Órion não pode me dizer, Apolo ?
- Não seja intrometido. Você não passa de um esnobe que só pensa em seu bem esta. Narcisista – Brande Órion, possesso pela interrupção e pelo modo possessivo com o qual Apolo segurava Ártemis.
Apolo ri, demonstrando seu lado mais metido e egocêntrico.
- Você não entende, não é ? Eu tive uma visão, sei o que você vai dizer, assim como sei qual será a reação dela. Você não tem chance. Ártemis é minha.
Nem tudo era mentira, pois ele sabia o que Órion iria dizer, só não sabia a reação de Ártemis. Mas ele mentiu, para erradica as esperança do caçador.
- Chega os dois. Eu não estou entendendo nada.
- Minha senhora, eu vim aqui para lhe dizer o quanto eu...
- CALADO, ESTÚPIDO.
Apolo aperta Ártemis contra seu corpo, fazendo-a sentir seu cheiro e se inebriar. Mas também sentir uma dorzinha em sua cintura, onde apertava possessivamente.
- Não ouse lhe dizer aquelas três palavras. Eu não te perdoarei se lhes disse – Diz o Deus-Médico.
- Você não me parará, eu a amo. Isso nunca irá mudar – Diz olhando nos olhos do deus, para logo encarar sua senhora, da forma mais amorosa possível – Minha senhora, não consigo mais esconder o quanto te amo. Até Zoë já percebeu. Eu lhe amo mais que tudo.
Ártemis olha para Órion assustada com sua declaração, e com o modo que Apolo a aperta. Estava confusa, nervosa, irritada e com medo.
Apolo morde os lábios, respira fundo e proferi uma profecia sem saber. Algo que sela o destino dos três.
- Você pode a ter por certo tempo, mais no final ela será minha. Pagaras por me afronta. Ninguém me enfrenta e sai ileso. Sou o Deus-Sol. Seu destino a partir de agora eu comandarei. No final, como sempre, eu vencerei. E do meu destino sempre vencer.
Tudo soou egoísta demais. Mas mesmo assim se concretizou um tempo depois: Órion teve Ártemis por um curto tempo, mas logo depois morreu pelas mãos da mesma, mas que foi influenciada por Apolo sem saber.
Sem dizer mais nada, e sem que Ártemis pudesse impedir, Apolo se transporta para seu templo, levando-a consigo. Deixando para trás um Órion transtornado.”
Ártemis acorda suada e assustada. Aquela lembrança em forma de sonho a esgotou emocionalmente.
Ela vasculha a cama a procura de Apolo, mas não o encontra. Ela senta-se na cama atordoada. Logo Apolo sai do banheiro com uma expressão seria.
- Dormiu bem ? – Pergunta com uma voz fria. Nada tipica dele.
- S-sim. Só tive um sonho estranho.
- Com Órion suponho eu.
- Co-como sabes ?
- Você sussurrou o nome dele, Ártemis.
Aquilo fez as entranhas da deusa se contraírem. Era por isso que ele estava furioso com ela.
- Apolo...
- Não, eu não quero ouvi explicações ou justificativas.
- Foi uma lembrança, Apolo.
- Não me importo. Só quero esquecer que em minha cama, a mulher que eu amo chamou por outro enquanto dormia.
O loiro passa pela mesma disposto a sair de seu próprio templo, pois a estrutura do mesmo estava ficando pequeno para o tamanho de sua fúria.
- Apolo, não me deixe. Eu te amo. Não fiz por mal – Choraminga ela, com medo dele ir e nunca mais voltar.
O dia dos dois tinha sido perfeito. Maravilhoso. Tinham ficado juntos o tempo todo, trocando caricias e mais caricias. Por isso o dia fora de puro sol. Porque o amor dos dois estava em seu auge, mesmo com os obstáculos que enfrentavam. Nada pararia o amor deles.
- Você sente algo por ele, Ártemis ? – Sua voz estava rouca e cheia de angustias.
Apolo se vira e encara ela, demonstrando o quão triste estava. O que fez o coração dela se comprimir.
- Você sabe que nunca o amei – Começa ela se levantando e indo em sua direção – Eu sempre amei você. Sabe disso.
- Mais quando ele morreu você ficou furioso comigo.
- Apolo, ele era meu caçador. Me amava. Era respeitoso. Você sabe o quão frágil eu posso ser as vezes – Sorri nervosa – Quando brigamos na noite que ele se declarou para mim, eu fiquei furiosa porque assim que entramos em seu templo Dafne estava lá. Você sabe que eu a odeio. Por isso fui embora no mesmo instante e por isso que no outro dia eu aceitei o pedido de namoro de Órion. Mesmo namorando ele, eu sempre te amei.
- Eu também te amo. Dafne sempre foi um passatempo. Aquele cupido idiota pensava que suas flechas eram mais poderosa que as minhas. Quando ele me flechou para demonstra isso e fazer eu me apaixonar por Dafne, tenho que confessa que até que senti uma paixãozinha por ela. Mas foi apenas por segundos, pois seus olhos me vieram a mente, fazendo-me cair na real. Foi divertido quando ele lançou outra flecha com chumbo para ela nunca me aceitar. Você sabe o quanto sou competitivo. Só fiz ela se apaixonar por mim para provar para ele que suas flechas eram insignificantes perto das minhas. Mas eu nunca a amei, sempre fora e vai ser você a dona de meu coração – Diz a agarrando pela cintura, colando seus corpos — Quando eu estava na cama, te olhando e velando por seu sono você sussurrou o nome dele, aquilo me desestabilizou. Eu fiquei possesso, por isso sai da cama é fui para o banheiro. Para tentar me acalmar. Mas quando te vi, você parecia perdida e confusa, fiquei ainda mais enraivecido ainda. Órion é o único que pode me irritar a ponto de eu te destratar. Me perdoe, minha Ártemis.
Com os olhos matejados de alegria, Ártemis sorri.
- Ele esta morto, Apolo. Não tem como ele me afastar de você. E mesmo que não estivesse, eu te amo muito. Nada vai me separar de você.
Ártemis selas suas juras de amor com um beijo selvagem. Pegando o loiro de surpresa, mas mesmo assim ele correspondeu com mais selvageria do que ela.
Apolo previu sem saber, no passado, que iria ganhar de Órion. Mas será que o loiro teria tanta sorte agora no presente ? Um raio não cai duas vezes no mesmo lugar.
O passado deve ser esquecido, mas nem sempre ele fica oculto. Algumas raras vezes ele vem para nos assombrar e fortalecer nossos laços. Ou destruir nossos amores.
Notas finais
BjSS.
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