I Love You... Te Quiero !
31 Um Anjo E Um Pecador Imortal Parte 1
Notas iniciais
O fogo crepitava, aquecendo a única alma viva daquele cômodo, Atena. Ela olhava para as chamas sem realmente enxergá-las. Sua mente vagava por entre mundos fictícios. Criados com um único propósito, sair da realidade mórbida e infeliz.
Ela estava bem sentada em um confortável poltrona. Enfrente a uma lareira, na biblioteca do castelo de Poseidon, no fundo do mar.
Era estranho ficar ali, mas ela ia se habituando rapidamente, graças aos montes de livros que tinha lido.
– Sempre aqui.
Ela olha para Poseidon, que estava parado ao lado da porta, reencostado a uma pilastra.
– Eu me sinto bem, aqui.
Ele vai se aproximando pacientemente. Nestes 4 dias que se sucederam ao casamento, o que ele mais tinha era paciência.
– Já está tarde, temos que descansar – Diz ele, beijando sua testa e segurando gentilmente sua mão pequena.
Ela olha para ele com receio. Era sempre assim, quando ele falava em dormi, ela ficava receosa. Mas até agora ele não avançou o sinal, e pretendia não avança, mesmo que seus hormônios masculinos estivessem gritando por sexo.
– Vamos ? – Pergunta, mirando profundamente aqueles olhos cinzentos, receosos.
Ela confirma com a cabeça, perdida na profundeza verde daqueles olhos intimidantes.
O caminha até o quarto não foi muito longo.
– Você quer ir tomar banho primeiro ?
– Não pode ir, depois eu vou.
– Esta bem – Diz.
Antes de entrar no banheiro Poseidon da um singelo selinho nela. O que é o bastante para acender seu corpo.
Essa mulher vai acabar comigo, pensa, já dentro do banheiro e tirando a roupa.
Atena fica olhando para a porta do banheiro, tristonha. Ela via o sofrimento que ele estava passando, por não poder fazer-lhe completamente sua mulher. Aquilo também a machucava, mas suas inseguranças eram muito fortes também.
Ela entra em seu closet, que também era o closet dele. Suas roupas estavam nas prateleiras da direita, e as dele nas da esquerda.
Elas passa suas mãos pelas variadas blusas sociais dele, para logo se aproximar e sentir o cheiro dele nas camisas.
Preciso tentar. Ele está sofrendo. Não pode doer tanto assim... Ou pode ?
Ela respira fundo e pega uma camisola longa e depois um roupão da mesma cor.
http://www.celebspe.com.br/wp-content/uploads/2013/04/fruit_camisola_longa.jpg
Ao lado daquela camisola havia outra, mas curta, com a mesma cor.
Atena avalia aquela mini camisola.
Não foi eu quem comprou... Ah, sim. Afrodite me deu ela a uns bons meses atrás.
Ela segura aquele pano entre as mãos, esquecendo da outra camisola longa completamente.
Será que ele iria gosta se eu usasse ? E tão curta e indecente. Mas... De acordo com Afrodite os homens acham isso sexy. Será que devo... ?
Ela respira fundo, olhando para as duas camisolas, uma curta e outra longa.
Qual ?
[...]
Atena adentra o banheiro, sendo recebida por um nevoeiro quente, por conta da água quente que fora usada por Poseidon. Ela retira suas roupas aos poucos, para logo adentra o box, não querendo tomar banho de banheira.
A água quente aquece seu corpo e tira-lhe a tensão.
Será que fiz a escolha certa ? E se ele não gosta ? Sua insegurança era palpável.
Ela passa o sabonete liquido por todo o seu corpo, depois o tira. Lava bem os cabelos. Após isso seca-se com uma toalha. Ia se vesti ali mesmo.
Ela veste calmamente a camisola, optou pela curta. Não sabendo se ele iria ou não gosta. Foi por intuição.
Seu corpo estava meio sensível e seus pelos arrepiados.
Quando sai do banheiro vê Poseidon se servindo com alguma bebida, pois ele estava de costas para a mesma, e sem camisa. Dando há Atena uma ótima visão de suas costas largas e seus músculos.
Ele não notara que ela já havia saído do banheiro, estava perdido nos próprios pensamentos conturbados. Tentando também, acalmar seus hormônios.
Sua vontade era de entra naquele banheiro e a tomar para si.
– Poseidon ?
Ele respira com dificuldade, só a voz doce e calma dela fazia seus hormônios ficarem em fúria.
Quando o mesmo se vira, paralisar no canto.
Merda, o que essa mulher que fazer comigo ?
Ele estava com a boca seca, sua respiração hora ou outra ficava presa na garganta. Seu desejo era palpável e animalesco.
Ela caminha timidamente para perto do mesmo, ele só consegui fitar suas coxas grossas e macias.
– A-Atena... ? – Geme, rouco.
Ela sorri minimamente, tentando controlar sua insegurança. A calça de moletom que o mesmo usava tinha o cós baixo e a estava assustando um pouco.
Atena sentia coisas que não conseguia explicar, sabia que era desejo, só não conseguia controlar seu corpo.
Ela morde os lábios, assim que para frente a ele. Que estava com seus olhos verdes, um tanto tempestuosos, fixo no decote lateral da camisola.
Ela colo as mãos gentilmente no peitoral dele, sentindo o coração do mesmo se acelerar ainda mais.
– Você está bem ? – Pergunta, com medo dessa palpitação acelerada de seu coração.
– C-claro. O que... O que... Você está linda.
– Obrigada – Agradece sorrindo.
– Atena, eu...
– Poseidon, eu quero tentar.
Ele foca alguns segundo um tanto grogue.
– Como ?
Atena cora.
– Eu quero tentar. Quero me entregar para você, seu sua mulher de corpo e alma.
Ele fecha os olhos, quando abre-os demonstra uma luxuria voluptuosa.
– Tem certeza ? Não Daca isso só para me agradar. Se você não quer fazer...
– Não, eu quero. Quero ser sua. Só não sei o que fazer. Estou com muito medo, mas eu quero ser sua, Poseidon – Confessa baixinho, bem perto de seu rosto.
Ele envolve sua cintura com aos braços e a puxa para junto de si, Atena sente algo duro se chocar contra seu baixo ventre, o que a faz ficar vermelha.
Poseidon sorri, vendo a vermelhidão de seu rosto.
Ele beija sua bochecha direita, depois a esquerda. A pontinha de seu nariz e por penúltimo a testa dela. Até que não se agüenta mais e toma sua boca para si.
Suas línguas se encontram quase de imediato. Cada um explora a boca do outro de modo ávido e apaixonado. Ele aperta ela ainda mais contra si.
Quando o beijo se extinguir os dois estão ofegantes.
– Tem certeza ? – Pergunta ele, encostando a testa na dela.
– Sim. Só...
– O que, querida ?
Ela inspira e expira fortemente.
– Eu te amo.
Ele sorri, sabendo que não era isso que ela ia dizer. Mas naquele momento ele não iria pressioná-la.
– Meu amor, vai doer. Mas prometo fazer de tudo para essa dor passar rápido. E eu também te amo.
Atena sente um peso enorme sair de suas costas, só com essa afirmação.
Ela sorri e beija-lhe com ternura.
Poseidon segura-lhe a mão e guia-lhe gentilmente de encontro a enorme cama de casal. Ela senta desajeitada.
Ela parecia um anjo, com medo do pecado, o que só aumentava o desejo dele, que era o próprio pecado em imortalidade.
Ele volta a beijá-la, escorrendo sua língua para dentro da boca dela. Suas mãos vagam para a fina cintura dela, onde ele aperta com um pouco de força, fazendo-a ofega. Mas não desgruda os lábios dos dele.
Uma de suas mãos pequenas e delicadas vaga até o ombro largo dele, depois para a nuca, onde ela segura firmemente e o puxa para junto de si. Ele com esse ato repentino se desequilibra e cai por cima dela, na cama. Fazendo seu membro se chocar contra a intimidade dela. Que havia caído com as pernas separadas.
Ela estremece um pouco, fazendo-o se assusta e pensar que tinha a machucado. Tenta se separar do corpo da mesma, mas ela nega e envolve suas pernas envolta da cintura dele, foi um ato puro e sem malicia. Mas que fez um atrito gostoso entre a vagina dela e o pênis dele, fazendo-o prender a respiração e a soltar de uma vez.
– Te machuquei ? – Pergunta, com a voz falha e carregada de desejo.
– Não, amor. Pode continuar – Diz timidamente.
Ele suspira e volta a beija-lhe, com um pouco mais de calma, mas sem deixar de ser urgente.
Ele começa a desliza suas mãos pelas laterais de suas pernas, apertando suas coxas.
Ela geme baixinho.
Poseidon se separa um pouco para olhar-lhe.
Seus cabelos estavam dispersos por todo o colchão.
Um Anjo !
Seus lábios estavam avermelhados e inchados.
Deliciosos !
Seus peitos subiam e desciam com as batidas furiosas de seu coração.
Muito Atraente !
– Você tem idéia de como está atraente, Atena ?
Ela nega, embriagada pela visão dele a olhando com luxúria, desejo, paixão e um fogo mal contido. Atena nunca se sentia tão bonita quanto estava se sentindo.
Como pude duvidar ? É nos braços desse homem que quero está. O tempo todo.
Fale com o autor