I Love You... Te Quiero !
32 Você Sempre Foi Minha ! Final De Poseithena.
Notas iniciais
Sua língua deslizava sobra a dela, sem pressa com muita mestria. Era um beijo molhado e cheio de paixão. Fogo ardente e incendiador.
O mundo lá fora perdeu completamente o sentindo. Era algo distante e que não importava. Não existia mais nenhuma preocupação rodando os dois. Era tudo muito distante, aquele momento estava sendo particularmente deles.
Poseidon desliza uma de suas mãos pela coxa esquerda dela, para mais perto de sua bunda. Com a outra ele vai aos poucos arqueando seu corpo, para assim poder tira-lhe a roupa. Que estava já incomodando o mesmo, pois ele queria apreciar aquele corpo, agora, só dele.
Atena se inclina e cola seu corpo ao dele, facilitando o mesmo a tirar a camisola rosa. Ela estava quente, muito quente. Nunca pensou que o desejo pudesse ser tão intenso assim.
Ele retira a camisola rapidamente, mas de modo calma para não assustada. Seu medo de machuca — lá não se comparava ao seu desejo avalassador. Mas mesmo assim ele tentava se manter sobre controle.
Ele fixa sua atenção na pequena calcinha redada da mesma. Rosa claro, da mesma cor da camisola. Ele pode notar uma certa umidade no pano, o que comprovava o desejo da loira.
Que delicia ! Toda molhadinha, pensa deixando seu lado insano aparecer um pouco.
Seu pênis lateja um pouco, querendo ser libertado e explorar aquele lugar nunca antes explorado.
Ele passa a ponta do nariz entre a curvatura de seu pescoço, inspirando seu cheiro.
Atena reprime um gemido. Aquele ato se reverbera até sua intimidade, fazendo-a se encharca ainda mais.
Ela passa as pontas de seus dedos em seu peitoral definido. Ele se arrepia momentaneamente com esse ato. Voltam a se beijar, só que com mais desejo.
Ela geme contra seus lábios sentindo seu interior se comprimir.
Ele abre um pouco mais suas pernas e se põe bem entre elas. Para logo colar suas intimidades pulsantes. Ela estava molhada e deslizante, já ele estava duro como pedra.
Atena escorre suas unhas do peitoral até o cós da calça de dormi dele, puxa um pouco para baixo. Ela roça suas unhas bem perto de sua masculinidade fazendo-o estremecer.
Poseidon aprofunda ainda mais o beijo, deslizando sua língua com fúria sobra a dela.
– Hum... Hum... – Geme ela.
Ele retira sua mão da coxa dela, mas antes aperta com tanta força que com certeza ficar uma marca. Ele aperta de leve seu seio direito. Poseidon afasta seus quadris da intimidade dela e com a mão livre puxa sua calça juntamente com a box para baixo. Tirando-as rapidamente. Pronto, seu membro estava livre.
Que maravilha. Eu estava quase sufocando com essa calça.
Eles se afastam um pouco só para encararem um ao outro. Ela ofega de desejo ao vê o quão descontrolado de desejo ele estava.
Como é grande ! Vai caber ? Sim, eu dilato.
Poseidon fita o corpo dela com uma intensidade extrema. Os bicos de seus peitos estavam rugidos. Sue peito subia e descia. Ela ofegava descontroladamente. Sua calcinha já estava toda molhada, o que era um estimulante natural para seu libido masculino.
Ele volta a beija-lhe com uma intensidade louca, não agüentando olhar muito para seu corpo atraente, com medo de não se conter e a possuir de uma só vez.
Ele para de beija-lha e se volta para seu seio esquerdo, dando chupões ao redor de seu bico, até que não agüenta mais e acaba abocanhando-o com tudo.
Ela arqueia o corpo, joga a cabeça para trás e geme, sentindo sua intimidade se umedece ainda mais.
Nunca sentir isso antes. Pelos Deuses, como é intenso ! Muito intenso. Estou transbordando de desejo.
Ele lambeu o bico de seu seio que se erigisse tanto a ponto de causar um desconforto em Atena, pois parece até que seus seios ficam mais pesados. Mas era um desconforto e bom, não ruim.
Seu corpo começou a transpirar, tanto pelo calor quanto pelo desejo.
Ele prende seu mamilo com os dentes e puxa um pouco, Atena vê-se completamente sem ar. Nunca sentiu-se tão... Submissa. Aquele desejo estava fazendo seu corpo se submeter de uma forma louca e sem controle.
– Po-Poseidon... Eu... Eu... Por favor.
Ela implorava por algo que sua mente não sabia o que era. Na verdade, era seu corpo que clamava por ele.
Ao ouvir a suplica dela, Poseidon não agüentar mais. Seu corpo se descontrola assim como sua sanidade se esvai.
Ele agarra possessivamente sua cintura com uma das mãos, depois puxa suas coxas para cima, para que ela enlaçasse suas pernas na cintura dele.
Ele a olha, pedindo permissão para torná-la sua mulher.
Atena sorri, apesar de sentir medo e insegurança.
Ele se inclina e a beija com carinho, para logo ir aproximando sua pélvis da dela. Seu pênis roça de leve na entrada da mesma, que ainda estava coberta pela calcinha, fazendo-a arquear e morde de leve os lábios dele.
Com um puxão agressivo e nada delicado, ele despedaça sua calcinha. Atena treme de desejo.
Poseidon leva sua mão até seu pênis e o guia até a entrada da mesma. Seu corpo trava um pouco de insegurança, com medo de machucá-la. Apesar dele já saber que de qualquer forma vai machucá-la.
Sentindo a insegurança do parceiro, ela leva sua pélvis de encontro à dele. Ela esfrega de leve sua intimidade no membro dele, fazendo-o fecha os olhos e respirar com dificuldade.
Além do desejo que tanto ela quanto ele sentiram com esse ato, ele percebe o quanto ela quer fazer isso. Quer se entregar para ele.
Ele guia seu pênis até a entrada dela.
Atena prende a respiração ao senti-lo fazer pressão para poder entrar em seu interior.
Ela enlaça seu pescoço com as mãos e cola ainda mais seus corpos, fazendo-o pressionar ainda mais a cabeça de seu pênis contra sua entrada.
Atena fecha os olhos.
Ele empurra sua pélvis contra sua entrada, não agüentando mais esperar. Por conta da umidade de sua vagina seu membro desliza com facilidade, mas causa uma dor excruciante em Atena. Era inevitável não doer.
Ela sente lagrimas irem se formando em seus olhos. Sua intimidade queima por conta da invasão.
Poseidon sente um prazer quase supremo ao sentir seu membro ser comprimido por aquela parte tão apertada, quente e molhada. Mas ele estava ciente do desconforto de sua parceria. Ele emburra com tudo seu membro para dentro dela. Ele desliza com tudo e rompe o hímen dela.
Atena grita com a dor que lhe atinge.
Poseidon para, esperando que ela se acostume com ele. Pode ter parecido cruel ele ter a invadido de uma vez, mas se ele fosse deslizando devagarzinho para dentro dela, o mesmo só ia prolongar sua dor.
Atena irrompe em lagrimas, sentindo seu interior arde como fogo.
Poseidon beija seu rosto, acariciar sua cintura e toma seus lábios para si. Tudo isso para poder fazer-lhe ficar mais calma, enquanto seu corpo se acostumava com a invasão.
Ele agarra sua cintura dessa vez com mais possessividade, para logo começar a aperta aquela região, enquanto sua língua devorava cada canto de sua boca.
Seu membro era comprimido a cada instante pelas paredes vaginais dela, que estava muito encharcadas e receptivas.
Quando os dois se separam, Atena aperta-o ainda mais contra seu corpo, ao senti-lo morde-lhe o ombro.
– Poseidon... – Gemi.
Ele passa a língua onde mordeu, para logo da um chupão.
– Deliciosa – Gruni, ao senti-la aperta seu membro.
Atena sente seu interior ficar mais... Sensível. A dor vai passando e dando lugar a um prazer indescritível. Ela nunca sentiu algo assim. Nunca.
Ele da à primeira estocada. Uma lenta e calculada, o que faz a mesma geme baixinho, um pouco desconfortável, mas sem sentir exatamente dor. A segunda acontece um pouco mais rápida e menos calculada. Atena geme um pouco mais alto, não tão desconfortável assim.
Ele não se segura mais, começa a estocar com força. Uma, duas, três, quatro.
Atena sente seu corpo bater de encontro ao dele toda vez que o mesmo dá uma estocada. Seus gemidos vão fluindo assim como os dele.
– Isso... Isso... Assim... – Geme ele, incoerente.
Atena arranha suas costas com as unhas, para logo crava seus dentes em seu ombro, tentando controlar aquelas sensações avassaladoras. Mas sem sucesso.
Ele investiu mais fundo contra seu corpo, ciente do prazer que estava proporcionando na mesma.
– Poseidon... Isso... Por favor... Rápido. Amor ! Mais...
Ela nunca se viu tão sem palavras. Tudo o que eu saia de sua boca era apenas apelos por mais. Muito mais.
Sua intimidade lateja. Seu baixo ventre se comprime. Sua boca fica seca. Tudo em sua mente se esvai, se enevoando.
Poseidon encosta sua boca junto à dela e dar-lhe um beijo cheio de luxuria.
– Goze para mim – Ele murmura, acelerando o ritmo – Goze, Atena.
O orgasmo lhe atinge como uma explosão, deixando seu organismo em choque com uma overdose de sensações. Ondas e mais ondas de calor percorrem seu corpo, contraindo seu sexo e enrijecendo todo o seu ventre.
Ela grita bem alto, a principio um som inarticulado de agonia e prazer, depois o nome dele, que se repetia a cada nova estocada furiosa dele, que estava prolongando seu clímax.
Ele mete com mais força, bem fundo, perseguindo seu próprio clímax até a exaustão.
Poseidon solta um rugido ao gozar, jogando a cabeça para trás enquanto se derramava com longos jatos de semêm dentro dela. Ela o manteve dentro de si até que seus corpos esfriassem e suas respirações voltassem ao normal.
Poseidon sai de cima dela, com medo de machucá-la com seu peso. Ele cai ao seu lado, olhando-a ainda com a respiração um pouco acelerada.
Atena encara o marido e sorri. Seu sorriso e radiante. Poseidon até fica um pouco desconcertado com isso.
– Sim, agora sim eu sou sua mulher – Diz com a voz embargada por muitas emoções.
Ele sorri.
– Você. Sempre. Foi. E. Sempre. Vai. Ser. Minha. Sempre – Diz pausadamente, dando ênfase em todas as palavras, para deixar bem claro que ela era dele.
– Eu te amo, Poseidon.
– Eu também te amo, Atena. Mas que tudo.
Ele se aproxima e toma seus lábios para si, mas uma vez.
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