I Love You... Te Quiero !

20 Eu Não Vou Desistir De Você !


Notas iniciais
Espero que gostem, desculpem os erros.
Boa Leitura.

A manhã estava serena, com um solzinho morno e bem aconchegante, quando Ártemis desperta de seu sono perturbado.

Ao fazer uma rápida ida ao banheiro, volta pronta para mais um dia monótono – Saia azul com bolinhas brancas, blusa de tricô branca, sandália bege e com um solta relativamente alto.

Look Ártemis: https://fbcdn-sphotos-e-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn1/935877_560654477324641_1960516448_n.jpg

Ela sai rapidamente de seu quarto, repassando mentalmente o que deveria fazer para não se encontrar com Apolo naquele dia.

A ordem de Zeus ainda era bem viva em sua memória.

“O ar naquela sala estava pesado, cheio de angustia e raiva.

- Não se encontre com Apolo sozinha. Você está proibida de vê-lo – Diz Zeus, serio.

- Mas, pai...

- Não. Ele não e uma boa influencia para você.

- Como pode dizer isso ? Ele e seu filho e meu irmão.

- Só fique longe dele, querida. Por favor – Pede, exasperado.

- Não posso, desculpe, mas não consigo – Diz chorando.

Zeus despenteia seus cabelos, estava frustrado, irritado e nervoso.

- Você está proibida de vê-lo. E uma ordem. Se você não cumprir...

- O que vai fazer, pai ? – Pergunta, petulante.

Zeus se irrita ainda mais.

Ele se levanta e fica frente a frente com a filha. Ártemis treme, mas tenta permanecer petulante.

- Se você não cumpri, eu irei fazer algo que não quero. Mandarei Apolo para longe, bem longe. Não teste minha paciência, Ártemis – Diz, saindo logo em seguida.”

Ártemis pisca, tentando volta ao normal. Tentando se esquecer daquela maldita ordem.

Ela segui seu rumo, pronta para sair de seu templo e se esgueirar pelos cantos, para não se encontra com seu irmão gêmeo. Ártemis fazia isso unicamente para Apolo não ser afastado ainda mais dela, ela preferia vê-lo de longe do que não vê-lo.

[...]

- CHEGA DE FUGIR, ÁRTEMIS – Grita o loiro.

Ela o ignora, mais uma vez.

Com o coração a galopes e a respiração acelerada, Ártemis continuava a corre, tenta se afastar ainda mais de Apolo. Tentando fugir de mais uma das muitas tentativas dele de conversa.

Suas longas madeixas ruivas se chocavam violentamente contra seu rosto. Mas ela apenas ignorava o incomodo proporcionado por esse contado rápido e violento.

As árvores passavam despercebidas pelos dois, que só tinham em meta correr.

O ofegante Apolo corria como se sua vida dependesse disso, mas mesmo assim estava feliz em fazer isso. Para ele era divertido corre atrás dela, daquela forma tão... Infantil. Lembrava-o do passado, quando os dois eram duas crianças. Não tinham responsabilidades nem nada parecido.

- Caramba... Você melhorou bastante – Elogia o Deus-Sol, referindo-se ao modo rápido e preciso com o qual ela estava correndo.

Ártemis solta uma risada nervosa.

- Eu melhorei e você ficou decrépito, irmãozinho – Critica debochada.

O loiro solta uma gargalhada sonora, feliz por ela não o ignorar mais.

- Isso e o que vamos vê.

Ártemis não gostou nem um pouco do tom presunçoso com o qual ele falou.

Apolo para por um prevê instante, recebendo de imediato um vislumbre do que ia acontecer a seguir.

Ela aumenta a velocidade, não vendo uma pequena abertura na terra a sua frente.

Seu corpo vai de encontro ao chão, quando seu pé afunda nesta abertura. A dor de sentir o chão se chocar com seu corpo foi tranqüila quase, o pior foi seu tornozelo torcido.

Ela solta um gritinho de dor ao sentir seu tornozelo latejar, por conta da torção.

Apolo se atira ao seu lado, completamente preocupado.

A ruiva tenta retirar o pé daquela pequena abertura, mas por conta da posição em que estava não consegue.

O loiro com cuidado e delicadeza retira o pé dela daquele lugarzinho.

- Apolo... Dói... – Choraminga.

- Calma, vai passar.

Uma luz resplandecente amarela começa a surgir na mão do loiro, ele coloca essa mão em cima do tornozelo dela, que geme mais uma vez de dor.

Aos poucos a dor vai passando, o inchaço também.

Ela suspira de alivio.

- Obrigada.

- De nada. Consegue se levantar ?

Só então a Deusa-Lunar percebe o quão tremendo estava, por conta do susto e da dor.

Ela faz uma tentativa de se levanta, mas acaba não conseguindo, suas pernas estavam fracas. Tanto por conta do susto, quanto por conta que ela não havia tomado café da manhã.

Ela bufa indignada por não consegui se levantar.

O loiro de leve sem movimentos bruscos passa o braço em torno da cintura dela, ajudando-a a se levantar. Ártemis agarra a gola da camisa pólo dele, para se estabilizar melhor.

Apolo tenta não se deixar inebriar com o cheiro de flores noturnas que ela exalava. Ela por sua vez tentava não se deixar levar pela aura de poder másculo que ele estava a exalar. Um tentava não sedar aos encantos do outro.

- Não podemos ser vistos juntos, se papai souber...

- Eu não me importo com o que ele vai falar ou fazer, nada vai me manter longe de você. Nem mesmo sua relutância.

- Eu sei. Mas mesmo assim, eu não quero que algo lhe aconteça – Confessa tão baixo que ele tem que se esforça muito para escutar.

Apolo aperta sua cintura, um aperto carinho e possessivo.

Os dois começam a caminhar devagar.

- Não gosto quando você tenta fugir de mim.

- E preciso. Nunca iremos dá certo.

- Você que está dizendo. Mas não se esqueça que eu e quem sou o vidente.

Ártemis sorri perante aquela afirmação.

[...]

- Está entregue – Diz o loiro, parando enfrente ao templo dela.

Ela com muita relutância se afasta dele.

- Obrigada – Diz, dando-lhe as costas.

- Espera, será que nós não podemos conversa ?

- Você já se esqueceu da ordem de Zeus ? Ele não quer nos vê juntos. Por favor, não insista.

Ela tenta entrar em seu templo para se afasta dele, mas com uma rapidez assustadora, Apolo segura seu braço.

- Eu não me importo com o que ele diz. Não me importo com as ordens mesquinhas dele. Eu te amo. Não e porque estamos separados que vou deixar de te amar.

- Pois deveria, porque eu já deixei de te amar – Sua voz a entrega. Sai baixa, entrecortada e repleta de mentiras.

Apolo sorri.

- Admiro sua força de vontade para tentar me esquecer, pois nem isso eu tenho – Ele fita o céu claro, ainda segurando em seu braço – Ouve um tempo que eu queria deixar de te amar, mas a longo prazo percebi que isso era impossível. Pelo menos para mim isso e impossível.

Os dois se encaram com uma paixão arrebatadora. Seus olhos diziam tudo o que com palavras não foi dito. Aos poucos vão se aproximando, sentindo a distancia diminuir e sua pulsação acelerar.

Quando não se restava quase nenhuma distancia Ártemis denta fazer Apolo seguir a razão.

- Nos somos... E impossível... Eu e você... Pare.

Ele olha bem dentro de seus olhos, era delirante para Apolo te lá ali tão perto e não pode beijá-la como... Quem disse que ele não podia beijá-la ?

Em um ato impulsivo e completamente rápido, o loiro une seus lábios aos dela. Ali mesmo, enfrente ao templo dela, ao alcance da visão de qualquer um.

Seus lábios devoravam os dela, famintos. Ela nem sequer se deu ao trabalho de recusar ao beijo. Suas línguas quando se encontram fazem uma festa particular na boca um do outro.

- Interrompo algo ? – Uma voz ríspida e calma pergunta.

Os dois se separam completamente ofegantes e surpresos.

A sua frente jazia uma dama imponente, com um semblante frio. Ela não parecia está nada feliz em está ali presenciando aquela cena, mas era preciso para os planos dela.

- Hera, o que faz aqui ?

Notas finais
Gostaram ?? Comentem, amores *-* AMO vossos comentários.
BjsS.