I Love You... Te Quiero !
10 A Inteligência Pode Esconder A Ambição !
Notas iniciais
Gente eu quero agradecer a adorável Anna Pallas Jackson, pela recomendação. Vc e uma fofá e me emocionou. Eu quero agradecer também a Geovana Mercedes por recomendar minha fic, vc e um doce menina. Muito obrigada. E também quero agradecer a Lavigne Jackson que me elogio bastante, eu fico feliz que vc me acha uma das melhor autora. Vc também e muito boa, sua história e ótima ( Entre A Noite E O Dia ) Bem, vcs são demais garotas. Obrigado por recomendarem minha fic.
Esse cap vai para vcs, suas divas maravilhosas.
Boa Leitura.
“- Esperem aqui. Não saiam. Voltamos logo – Diz o moreno, deus dos mares.
– Que lugar é esse ? Porque estamos aqui, Poseidon ? – A loira pergunta, olhando aquele pequeno e sujo prédio.
Ele parecia abandonado.
– Depois te respondo, loira.
Poseidon e Apolo entram no prédio, deixando as duas deusas para trás.”
Ártemis e Atena se encontravam ao ar livre. Elas esperavam pacientemente os “garotos”, Apolo e Poseidon.
A chuva havia parado a pouco tempo.
O frio era cortante, mas suas roupas bem delineadas as protegiam, parcialmente.
Sem contar que para a ruiva o frio não era nada, pois seu coração gélido era mais cortante que qualquer coisa.
Atena não se importava tanto com o frio, era poderosa demais para se preocupar com isso. Ou com qualquer outra coisa. Quando a loira se encontrava em modo de alerta, como agora, eram poucas coisas que a atingia.
Ela sentia-se inquieta por algo, não sabia o porque mas sentia-se mal.
– O que se esperar quando está esperando ? – Pergunta a loira bem vestida e imponente, sua voz era carregada de morbidez.
– Nada, primeiramente porque a frase e muito confusa e eu não entendo ela – Diz a ruiva, mal humorada.
Atena suspira.
– Você ainda não superou ? Ártemis se acalme, você vai sim ter que dormi no mesmo quarto que ele, assim como eu com Poseidon. Nós perdemos, lembra ?
– Por que mesmo nós tínhamos que jogar aquele jogo ridículo, de palitinhos ?
– Para vermos quem dormia com quem, eles apostaram que teríamos que dormi em casais e nós não. Bem, perdemos.
– Cara, como somos sem sorte – Resmunga a ruiva, chutando logo em seguida uma pedrinha de calçamento, que voou longe.
– Ainda com raiva, amor ? – Pergunta o loiro, sorrindo.
Apolo sai do prédio onde tinha entrado com Poseidon, logo o moreno também sai. Poseidon estava serio.
A ruiva mostra-lhe o dedo do meio, algo sem classe, mas que ao vê do loiro a deixava ainda mais linda.
A ruiva se põe a andar, indo para longe daquele lugar deprimente, Atena a segui tento os outros dois em seus encalce. A loira ainda se sentia mal e desconfortável.
Assim que os quatro emparelham a loira inicial um dialogo forçado, pois seu mal está estava incomodando-a.
– Quem morava lá ? – Sua voz era severa.
– Alguém importante – Responde o moreno.
– Não me diga. Hora, vamos logo, eu não fiquei 10 minutos esperando vocês por nada.
Alguns minutos de silencio e...
– Ruby.
Atena freia, sentindo seu sangue gelar.
Ártemis olha para o moreno e depois para a loira, sem saber o que acontecia. Apolo estava tão perdido quanto a irmão gêmea.
– Você... O que ?... Aquela mulher... Poseidon ?
Atena estava mais que horrorizada.
– Calma, antes que você faça alguma coisa e melhor eu explicar tudo – Poseidon tenta amenizar a situação, afinal eram de Ruby que estavam falando. E quando se tratava da mesma, Atena se descontrolava facilmente.
– Eu acho bom. Vamos antes que eu jogue-a no Tártaro, assim como pretendo fazer com você, tio.
Atena dispara na frente, andando com uma certa arrogância e prepotência. Por dentro a loira fervia em raiva pura e liquida. Sua mente estava enevoada de raiva e nojo.
Os outros três tem que corre para acompanhá-la. Mas Poseidon mantém uma certa distancia, ele não queria se estrangulado por ela.
[...]
Ao entrar no hotel a recepcionista de mais cedo vem com tudo para cima deles, ela trajava uma roupa normal, não um uniforme.
Recepcionista: http://lojamyllabraga.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC_1722.jpg
– Olá, que bom que já voltaram. O jantar já está sendo servido, vocês...
Eles passam por ela sem nem ao menos olhá-la, estavam todos apressados.
Hanna fica, levemente irritada.
Droga, nem chegar perto deles eu consigo. Hum... Que raiva ! Pensa ela.
[...]
Assim que os quatro estão sentados e bem acomodado – no quarto que Atena dividiria com Poseidon – a loira inicia a conversa.
– Você sabe com quem está lidando. Então porque se envolveu com ela ? – Atena estava levemente enciumada.
– Eu não me envolvi com ela. Apenas preciso dela. Em resumo ela sabe tudo sobre a doença, e onde ela realmente está.
– Só por isso ? Você já se esqueceu do que ela fez ? DO QUE ELA ME DEZ.
– Não, loira. Mas eu precisava dela, agora não preciso mais, já sei tudo o que tenho que saber – Tenta se justificar.
Atena fica em silencio, quieta. Apenas perdida em lembranças.
Apolo e Ártemis também estavam quietos, eles dois não entendia, nem sabiam quem era Ruby.
O silencio era macabro, ninguém nunca vira Atena tão calada e sombria.
– Eu não sei quem e Ruby – Apolo confessa.
– Bom para você. Ela não merece ser conhecida ou falada por ninguém.
– Eles precisam saber, loira.
– Então conte. Não irei compactuar com isso. Essa missão está encerrada para mim. Partirei pela manhã – Diz a loira certa de sua decisão.
Ela se levanta assim como todos os outros.
Ártemis e Apolo estavam surpresos e intrigados. Poseidon estava calmo. Ele já esperava por essa decisão dela.
– Eu te entendo. Quer que eu ajude a guarda suas coisas ? – Pergunta o moreno, neutro.
O choque foi geral.
– Como ? – Os gêmeos perguntam, abismados, principalmente Apolo que sabia o amor que Poseidon sentia por ela.
Atena tenta segurar o choro, não pelo que ele disse, mas sim por sentir-se jogada de lado com a aparição de Ruby.
Poseidon olha para ela e sorri de lado, de um modo cafajeste.
– Eu te entendo, sobrinha. Você não se acha apta para essa missão. Eu sei como é. Sabe Ruby e uma ótima estrategista...
– OLHA AQUI, nem pensei em elogiá-la seu medíocre. Não vou mais. Agora só de raiva não vou mais.
Ela se joga no sofá, cruza as pernas e olha mortalmente para ele.
Poseidon sente seu interior queima em alegria. Ele sabia que para fazer-lhe mudar de idéia precisaria mexer com o ego dela. Foi uma jogada de mestre.
– Bem, menos mal. Isso me economiza tempo – Diz sorrindo.
Atena para parar pensar por alguns instantes.
Ártemis estava mais que curiosa para saber quem era Ruby, mas como ela via que não adiantaria perguntar, fica quieta.
– Que tal jantarmos ? – O loiro pergunta, confuso.
– Boa idéia – Concorda, Ártemis.
A ruiva faria de tudo para sair daquele quanto e deixar de lado aquele ar pesado.
Após tomar banho e se arrumar todos descem, as meninas abusam de roupas e maquiagens. Atena permanecia desconfortável ainda, mas depois do banho as coisas melhoraram um pouco.
Ártemis: http://www.camilaarmindo.com.br/wp-content/uploads/2013/04/look5.jpg
Atena: http://kaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/11/looks-kaya7.jpg
Ártemis Maquiagem: https://fbcdn-sphotos-c-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn1/522427_551545188226807_812838793_n.jpg
Atena Maquiagem: https://fbcdn-sphotos-f-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash4/1146720_551566968224629_153004957_n.jpg
[...]
Ártemis tamborilava suas unhas de gato sobre a mesa, esperando seus pedidos chegarem.
Os quatro eram a sensação daquele hotel, todos os admiravam em silencio, os achando lindos, bem vestidos e com uma aura que transmitia segurança e paz.
– Desculpa insistir neste assunto, mas quem é Ruby ? – A ruiva pergunta, quase em tom de desespero.
Atena abaixa o olhar, mirando na mesa ao lado, a que estava vazia.
Poseidon pigarreia.
Ele olha para Atena, pedindo-lhe permissão para contar, ela afirma ainda sem olhá-los.
O sofrimento dela era visível.
– Ruby era uma garota excelente. Dotada de uma inteligência invejável. Todas as missões impostas a ela eram executadas com mestria. Me lembro bem dela. Inteligente feito a mãe. Pena que sua ambição falou mais alto que sua razão – Diz Poseidon por fim.
– Hum... Continuo sem entender – O loiro diz.
A loira se levanta de súbito, ela olha cada um dos três deuses sentados.
– Ruby e minha filha. Ela tentou usurpar meu legado de deusa da sabedoria, por isso Zeus a baniu do Olimpo e de minha vida. Por isso eu a odeio.
A loira deixa aquele cômodo, sentindo seu coração se comprimir a cada inspiração de ar.
Ela se joga em sua cama de casal, deixando suas lagrimas rolarem livremente.
Ela amará Ruby, segara por ela. Fez tudo por ela e foi traição o que recebeu em troca.
Ela sente seu corpo pesar, e acaba adormecendo, sem trocar de roupa nem nada, apenas apaga.
Mas antes ela lembrasse do rosto e da inocência fingida de sua filha mais uma vez.
Notas finais
Mais uma vez obrigado por recomendarem minha fic.
Desculpem a demora e que minhas escola está bem puxada.
BjsS.
Fale com o autor