I Love You... Te Quiero !

11 A Verdadeira Face de Um Deus !


Notas iniciais
Bem, pois é. Neste cap não vai haver amor e paz. Vai ser uma coisa mais... Diferente. Eu nem sei de onde eu tirei criatividade para fazer esse cap *-* Espero que gostem. Desculpem os erros *-*
Boa Leitura.

O frio daquela noite era acolhedor, um manto libertador.

Ártemis da sacada de seu quarto, naquele hotel estranho, olhava para sua companheira fiel, a lua. Grande, reluzente e destemida.

Apolo ressonava baixinho, dormindo serenamente na cama de casal, do quarto da mesma.

Para a deusa lunar, mesmo que com o loiro em seu quarto ela se sentia só. Sem ninguém.

Um barulho no corredor desperta-a de seus devaneios solitários.

Ela segue rumo ao barulho, encontrando do lado de fora de seu quarto uma Atena quase em desespero.

Ao vê a ruiva, Atena tenta se recompor.

– Desculpe pelo barulho – Pede, tentando ser o mais indiferente possível.

Sua face demonstrava cansaço.

– Tudo bem. Que da uma volta ? – Ártemis pergunta.

– Eu acho que Apolo não gostaria que você saísse sem ele. Ele e muito protetor.

– Poseidon também e protetor. Ele não vai gosta de vê que você saiu, ainda mais estando tão desorientada assim.

– Poseidon é casado. E não me interessa o que ele gosta ou não.

Ártemis solta um riso baixo.

– Vamos dar uma volta, Palas.

Atena não gosta de se chamada de Palas, mas como estava cansada mentalmente, não consegue revidar a provocação.

As duas seguem para fora do hotel, encontrando nas ruas de São Paulo um frio acolhedor e um silencio assassino.

Aquela madrugada seria turbulenta...

[...]

As duas ainda trajavam as mesmas roupas do jantar. Estavam elegantes demais, isso atraiu muita atenção indesejada.

Ártemis: http://www.camilaarmindo.com.br/wp-content/uploads/2013/04/look5.jpg

Atena: http://kaya.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/11/looks-kaya7.jpg

Elas caminhavam imponentes, fazendo as mulheres que encontravam no caminho se sentirem desleixadas. Os homens não escondiam a cobiça por aqueles corpos de verdadeiras deusas. Elas estavam intoxicando os sentidos masculinos.

Ártemis era a mais cobiçada, pois quando os raios lunares batiam em seu rosto, sua pele brilhava como diamantes. Seu cabelo esvoaçava, parecendo labaredas de fogo sendo atiçadas pelo vento. Ela andava de um modo felino.

Atena, não ficava muito atrás, seus cabelos reluziam como fios de ouro, sua pele límpida dava-lhe um ar angelical, que era o oposto do modo selvagem e imponente com o qual ela andava.

As duas estavam sem se falar desde que saíram do hotel. Ártemis resolve dissipar a tenção.

– Poseidon se divorciou – Comenta a ruiva.

A loira freia, aquele foi o segundo baque emocional que ela levou naquele dia.

– Como assim ? – Pergunta, boba.

– Foi o que ouvistes, ele se divorciou. Foi um divorcio sem complicações, afinal eles não se amavam.

– Como você sabe disso ?

– Apolo comentou isso comigo. Sem contar que a essa altura todo o Olimpo já está sabendo.

As duas voltam a ficar em silencio, só que dessa vez um mais amigável.

– Ei lindas, querem nós conhecer ? – Um garoto de pouco mais de 23 anos perguntou, quando elas passaram enfrente a uma praça.

Ele estava com mais 3 amigos, e estavam bebendo. Envolta deles estava um grupo de garotas menores de idade, elas também estavam bebendo.

Deplorável ! Pensa a loira.

As duas deusas fingiram não ouvir.

Tentaram passar direto mais os garotos impediram sua passagem se pondo a frente delas.

Estúpidos, pensa a ruiva.

– Meu amigo falou com vocês. Ele não gosta de ser ignorado – Outro garoto veio dizendo.

– Piralhos, suas mães sabem que vocês estão aqui ? Cuidado, elas podem colocá-los de castigo – Provoca a ruiva.

– Ora sua puta, vá se foder.

– Nossa, os moleques sabem xingar, ruiva – Ironiza Atena, tendo cuidado para não falar nada comprometedor.

Eles ficam furiosos.

Ártemis solta uma gargalhada com o que Atena disse.

Os garotos por breves momentos se perdem admirando a gargalhada dela, há achando um ser extremamente perfeito.

As meninas ao lado que só observavam tudo se sente intimidadas.

– Vamos, loira. Perdemos muito tempo com esses pestinhas – Diz Ártemis, parando de gargalhar e falando serio.

Elas dão-lhe as costas, mas um deles agarra o braço de Ártemis.

– Não mesmo. Eu quero você.

A fúria da ruiva foi tanta, que só se viu o menino cambalear para trás, com o nariz quebrado e sangrando.

Ele estava surpreso, assim como todos ao redor.

Ela com um simples soco quebrou o nariz dele, e olhar que ela não usou muita força.

– Bastardo, ridículo. Nunca mais me toque – Diz, tentando controlar sua fúria.

– Ruiva, se controle. Vamos.

Atena puxa Ártemis pelo braço, para fazer-lhe se afastar dele, ou se não ela ia acabar matando-o.

A loira puxa Ártemis para um beco, para tentar fazer-lhe se acalmar. Isso foi uma péssima idéia, pois o beco era sem saída e os piralhos a seguiram.

– Sua vaca, você vai pagar pelo que fez – Grita o rapaz de nariz quebrado.

Ártemis sente seu sangue ferver. Estava furiosa. Atena permanecia calma.

– Pablo deixa pra lá, cara. Elas são mulheres. Eu não bato em mulheres – Diz um deles, que até então estava calado.

O de nariz quebrado era o que se chamava Pablo.

– Ela pode ser a morte, eu não me importo. Ela vai pagar por ter quebrado meu nariz – Diz ele, ainda segurando o nariz sagrando.

– Baby, adivinha. Eu sou sua morte. Desse beco você não sai vivo – Diz, deixando sua mente ser tomada por fúria. Era assim que ela entrava em batalha, sedenta por mortes.

O menino ri, tentando não demonstrar sua surpresa.

Atena fica seria, ela já tinha visto Ártemis em combate, ela sabia o quão cruel a ruiva podia ser.

– Aqui não, alguém pode passar. Você pode nós expor – Atena tenta fazer a ruiva mudar de idéia.

Ártemis bufa, indignada por não poder matá-lo.

– Não se preocupe, a essa hora da noite ninguém passa por aqui, eu vou poder te destrocar à-vontade – Diz o rapaz, sem saber o quão maravilhada por pode matá-lo Ártemis ficou.

– Mede cinco minutos, loira – Pede, Ártemis, olhando assassinamente para o Pablo.

A loira pensa em recusar e fazer ela voltar para o hotel sem matá-lo, mas como ela mesma não tinha gostado do tal Pablo, Atena sede.

– Seja rápida. Não se mele – Ordena, Atena.

A loira caminha para fora daquele beco, mas antes ela tinha que cuidar dos amigos do Pablo.

– Venham comigo, rapazes – Ordena a loira, usando de seu poder persuasivo.

Eles a seguem como cachorrinhos adestrados, deixando o companheiro para trás, a mercê da ruiva.

Assim que estão ligeiramente longe, a loira para e olha fundo nós olhos deles.

– Vocês nunca nós viram, muito menos saíram com o tal Pablo hoje. Voltem para suas casas – Ela os persuadem mais um pouco.

Eles vão embora, tento em mente que nunca as viram e muito menos saíram com o tal Pablo naquela noite.

Atena ouve um grito estridente de dor, ela suspira.

Então ela já começou. Espero que não demore muito, pensa impaciente.

Atena se lembra de algo problemático.

Ela caminha de encontra as garotas que estavam perto deles, se elas vissem alguma coisa isso poderia causar problema.

Assim que a loira as encontram elas estavam encolhidas e assustadas com os gritos.

– Olhem para mim – Ordena a elas.

Todas olham.

– Vocês nunca nós viram. Voltem para suas casas, agora – Diz Atena, usando mais ainda seu poder persuasivo.

Todas as garotas dali somem, indo para suas casas.

– Terminei – Diz a ruiva, um pouco melada de sangue.

Atena retorce os lábios enojada com aquele sangue.

– Eu disse que não era para você se melar.

– Desculpe, eu me descuidei – Diz, como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo.

Atena percebe uma movimentação estranha atrás da ruiva, com poucos metros de distancia. Era uma garota que corria na direção da deusa lunar com uma barra de ferro, pronta para atacá-la.

– Você percebeu ? – Pergunta, Atena.

– Mais e claro. Vou matá-la também – Afirma, Ártemis.

A loira pensa por um breve instante.

– Não, eu a mato – Diz convicta.

Ártemis fica espantada com isso, nunca vira a loira matar sem um motivo realmente forte.

– Mais...

– Abaixe-se – Ordena a loira.

Ártemis rapidamente se abaixa.

A garota estava assustada com os gritos do outro que tinha ouvido, por isso estava atacando.

Ela gira o corpo e tenta acerta a ruiva com o barra de ferro, mas Ártemis tinha se abaixado rápido, ou seja, não acertou.

Atena segura aquele metal com uma mão só, puxa-o fortemente da mão da garota, assim que está com o metal em mãos, Atena desferre um golpe rápido e certeiro, destroçando o pescoço da garota.

O sangue jorra, sujando tanto a loira quanto a ruiva abaixada.

A menina cai não chão já sem vida.

Ártemis se põe em pé.

As duas encaram o corpo da garota, no chão.

– Alem de não acreditarem mais em nós, esse humanos acham que podem ser algum tipo de heróis – Debocha a deusa lunar.

– São patéticos. Poucos são os humanos que merecem nosso respeito – Complementa Atena.

– Vamos, não gosto de olhar para cadáveres – Diz a ruiva, já começando a se afastar.

Atena olha mais um pouco para a garota morta no chão.

– Vamos – Chama a ruiva de longe.

Com uma ultima olhada, a loira sai.

– Ela não era mais virgem – Comenta Atena, tentando se limpar com um lenço, mas como sua blusa era branca, não tava conseguindo.

– Eu sei. É raro encontrar virgens hoje em dia.

As duas ficam em silencio, nem parecia que tinham acabado de matar pessoas, pois estavam extremamente calmas. Mas ela já estavam acostumadas a matar e vê pessoas matando.

Era esse o preço da imortalidade... Vê mortes e mais mortes.

– Eles não precisam saber – Diz a ruiva, olhando de soleio para a loira, referindo-se a Apolo e Poseidon.

Atena da de ombros.

– Esse e nosso segredo, ruiva.

Os deuses foram esquecidos por uns, e por outros ignorados, mas uma coisa era certa e inevitável... Eles podiam ser a pior das piores armas contra os humanos.

Notas finais
Não me critiquem pelo cap. Eu disse desde o começo que os deuses iriam ser vistos com novos olhos *-*
Comentem !!
BjSS.