Notas iniciais
só a Myrella me acompanha e me manda reviews obrigadaaaaaaaaaa só vc :(

De volta a Nova York, eu entro no meu escritório e vejo um buquê de flores em cima da mesa com um pequeno cartão e sorrio. Pego o cartão e abro o lendo:

"Sinto muito por não termos conversado.

Podemos tentar de novo?"

Eu sorrio feliz, e coloco o cartão de volta no meio das flores. Pego o meu celular e ligo para Sam.

–Agora sei de quantas flores eu preciso para você me ligar quando está com raiva. — Ele fala ao atender.

–Desculpa, Sam. — Eu falo culpada. — É que...

–Olha, eu sei que esse não foi o fim de semana que a gente queria... — Ele começa a falar.

–Não, não foi só esse fim de semana. — Eu falo. — É ver você com ela. E saber o que estão fazendo. O que nós estamos fazendo? É muito difícil ver você com ela Sam. Eu não acredito que estou falando isso pra você!

–Rachel, a gente precisa de um tempo sozinho. — Ele fala. — Só nós dois. Quer saber? Na semana que vem é feriado, eu vou dizer que tenho que trabalhar e vamos dar um tempo pra gente. Um tempo pra ver, pra sentir o que é isso tudo, sem ninguém nem nada em volta. O que você acha?

Nesse momento Finn entra na sala sorrindo.

–Oi... — Ele fala fechando a porta.

–Eu te ligo depois. — Eu falo para Sam e desligo o telefone.

–Caramba, quem te mandou isso? — Finn fala e olha para o buquê de flores.

–Ah, o Puck. — Eu falo e ele olha para mim sem acreditar.

–É sério? — Ele pergunta. — Porque parece serem caras.

–Vamos indo? — Eu pergunto pegando minha bolsa.

–Vamos indo. — Ele fala. — E era ele no telefone também não era? — Eu olho para baixo. — Tá tudo bem?

–Tá, vamos indo? — Eu pergunto.

–É vamos. — Ele fala pegando o bilhete nos buquês. — Tem até cartão.

–É... — Eu falo pegando o cartão dele. — É particular.

–Qual é? — Ele fala me encarando. — Eu só ia ver se ele sabia escrever. — Eu rio sem jeito. — Rachel. Rachel, quem mandou essas flores? Vou ter que adivinhar?

–Por favor não. — Eu falo olhando para ele.

Descemos e almoçamos enquanto eu conto toda a história para ele, quando estamos andando pelo Central Park eu o encaro.

–Por favor, fala alguma coisa. — Eu falo com vergonha.

–Mas eu não sei o que você quer que eu diga. — Ele fala. — To impressionado na verdade. Não achei que tinha essa coragem. E nem ele.

–Não é uma coisa para ter orgulho. — Eu falo. — Oh meu Deus, eu sou horrível.

–Porque? — Finn fala. — Ninguém casou ainda. E além disso as vezes pessoas boas fazem coisas más. Eu consigo imaginar vocês dois juntos. — Nos sentamos em um banco. — Então, qual é o plano? Você vai ficar aqui e passar o feriado com ele?

–Bom... — Eu falo. — Ele tá querendo que a gente passe um tempo junto, pra ver o que é essa coisa.

–E o que você quer? — Finn me pergunta e eu o encaro.

–Eu quero... — Eu falo. — Não querer o Sam...

–Isso é verdade? — Finn pergunta.

–Eu não sei. — Eu falo olhando para ele e ele sorri de lado, e eu sorrio o observando.

Nos encaramos por alguns minutos e eu fico sem graça desviando o olhar.

–Bom eu te digo o seguinte... — Ele fala. — Se os papéis fossem inversos, ela não iria nem pensar duas vezes.

–Quinn eu tenho mesmo que voltar para o trabalho. — Eu falo para ela. Ela havia me chamado para ir na loja de sapatos para ver um salto alto branco pro casamento.

–O que acha desse? — Ela pergunta me ignorando.

–Você me ouviu? — Eu pergunto sorrindo sem jeito.

–Tudo bem. — Ela fala suspirando. — Posso ler uma coisa?

–Sim. — Eu falo enquanto nos sentamos. — Pode ler rápido?

–São os meus votos. — Ela fala e eu fico quieta a encarando, ela pega o celular e eu espero. — Pronta? Sam... Sam... Nosso amor é como o oceano, sem fim e profundo, sempre fluindo. — Eu sorrio concordando e ela me encara. — Está horrível? Você odiou?

–Não odiei. — Eu falo disfarçando. — É lindo. — Ela me encara. — Oceanos não fluem, rios fluem.

–Você é melhor do que eu nisso. — Ela fala. — Me ajuda!

–Agora? — Eu pergunto.

–Por favor. — Ela fala.

–Tudo bem. — Ela fala. — Bom, esqueça o oceano.

–Esquecer o oceano. — Ela repete digitando no celular.

–Diga a ele que... — Eu paro para pensar e sorrio. — Que quando você se sente só, você sempre pode contar com ele, ele sempre está lá para você, sem ele você ficaria perdida. E só ele consegue te fazer rir o tempo todo. Que ele te entende não importa o que você faça, e que a ideia de uma vida sem ele é, não só insuportável, é inimaginável...

–Meu Deus! — Quinn grita indo para a porta cumprimentando as outras amigas dela que chegaram e me ignorando completamente.

Eu estou cansada disso! Quinn nunca me ouve. Pego meu celular e mando uma mensagem.

"4 de julho... SIM!

–Rachel"

Eu envio para Sam.

Notas finais
olha a merda chegando VAAAAAAAAAAAAI BRASIL QUERO GOL SENHOR OSCAR! suhaushauhsuasha :* reviews