I Knew You Were Trouble.
5 Capítulo 5 — Saindo com o James.
Notas iniciais
No capítulo anterior eu não disse oi minhas princesas, então disse oi nesse 2 vezes por que eu POSSO.
Tudo bem com vocês? Eu tô bem sim, com umas dores mas to bem, to viva e é isso que importa.
Eu postei há 4 dias atrás, não foi? Mas é que eu senti falta de responder comentários, então postei logo esse.
#Fato eu estava escrevendo esse capítulo, só que eu me emploguei demais e teve 3 e uns quebrados de palavras. Então, tenho 2 capítulos prontos, se vocês responderem rápido, posto rápido!
TENHO UMA PERGUNTA: No próximo capítulo vai ter cof cof, sexo. Vocês querem que eu narre tudo ou que eu escreva tipo:
"Ele beijou o meu pescoço e ficou em cima de mim.
{..}"
Pra mim, fica melhor narrar tudo e tals. Mas isso depende de vocês.
Obrigada a quem comentou o anterior: RusherCrazyForever e ErinSandersHenderson.
Bem vinda minha nova leitora: Bad Angel!
Esse capítulo é mais Sam/James okay?
Enrrolei demais aqui.
Beijos!
Bruna.
*Capítulo com foto.
James cumpriu sua promessa. Bem, mais ou menos. Ele ainda fazia caras feias sempre que eu dizia algo sobre Carlos, mas ele não tinha um ataque mais — ainda bem, por que se tivesse, iria bater nele.
Durante o fim de semana, Carlos me chamou para sair duas vezes, mas minha mãe, que tinha ouvido James comentar comigo que os teste começavam na próxima semana, não me deixou sair. O idiota do James ficou muito felizinho com isso.
— Tire este sorriso besta do rosto. — Resmunguei para ele, enquanto abria meu livro de filosofia no sábado a tarde.
Ele riu mais ainda. Lancei a ele um olhar mortal.
— Desculpe.
Eu bufei.
— Ah, qual é, Sam. Você gostava de ficar comigo, mesmo que fosse estudando. Só por que agora você tem um namorado, vai me ignorar?
Ele estava franzindo a testa de um jeito muito fofo, com um biquinho nos lábios.
Joguei um travesseiro nele.
— Pare de fazer esta cara! — Reclamei sorrindo. — E eu não estou te ignorando. Estou aqui agora, não estou?
— Só por que sua mãe não te deixou sair, por que se deixasse você me largaria aqui sem olhar pra trás.
— Desculpe. — Murmurei, por que eu sabia que era verdade, e agora ele estava me fazendo sentir mal.
Ele fechou seu livro e colocou uma mecha do meu cabelo atrás da orelha.
— Certo, eu acho que já estudamos muito por hoje.
— Ah, você acha? — Suspirei, fechando meu próprio livro.
Era verdade. Tínhamos estudado o dia todo. Minha cabeça doía. Tínhamos lido os três livros de filosofia que iam cair na prova, e estudado quase toda a matéria da prova de química.
— Me deixe falar. — Continuou ele. — O que você acha de eu dizer a sua mãe que já estudamos quase tudo?
— E assim ela vai me deixar sair com Carlos! Ele ficou tão triste quando eu disse que não podia. — Exclamei animada.
James ergueu suas sobrancelhas.
— É. Na verdade, eu pensei em te levar para jantar.
Oh Deus, aquilo tinha sido muito rude e idiota. Eu realmente estava esquecendo que James ainda era meu melhor amigo — tudo bem que Carlos estava triste, mas James..., eu não sabia com ele há muito tempo.
— Oh, isso é uma idéia ainda melhor! — Comentei animada, tentando concertar a situação.
— Legal. — Ele parecia chateado. — Então, vou falar com sua mãe.
Ele se levantou e foi até a porta.
— James. — Chamei.
Ele se virou.
— Oi?
— Desculpe. Eu quero muito sair com você.
Ele sorriu desanimado.
— Que bom. — E sumiu no corredor.
Minha mãe não foi fácil de convencer. Ela sabia que eu e James éramos muito amigos, então ela sempre desconfiava de nós dois. Antes de nos deixar ir, ela nos fez perguntas sobre tudo que dissemos ter estudado hoje. Por sorte, tínhamos mesmo estudado tudo aquilo, e ela nos deixou sair.
James não queria me levar para um balada. Acho que ele estava com medo de encontrar Carlos em alguma delas, e ele acabar ignorado. Por isso, resolvemos ir ao cinema e depois, jantar.
James tinha ido para casa se arrumar. Eu estava no meu quarto procurando algo para vestir, quando minha mãe entrou.
— Então... — Começou ela. — Como anda seu namoro com Carlos?
Oops, conversa de garotas não era o meu forte.
— Ah, está tudo bem.
— Você gosta mesmo dele?
— Sim, mãe.
E continuei fuçando no meu armário. Talvez um short com uma camiseta fosse servir...
— Sam, James estava muito triste quando veio falar comigo hoje.
Essa frase me chamou a atenção. Me virei para ela.
— Como assim, triste?
— Sam, você quase não falou com ele esta semana! Ficou só com Carlos, e eu entendo que você está com ele agora, mas... James sempre esteve com você. Ele tem uma namorada, e mesmo assim nunca te deixou.
— Eu sei. — Eu sussurrei.
– Ele sabe dividir o tempo dele. Você tem que aprender a dividir o seu.
Eu assenti.
Minha mãe beijou minha testa e saiu.
Eu suspirei, e resolvi que ia fazer com que hoje a noite James ficasse feliz. Afinal, minha mãe estava certa. Ele namorava Charllote há dois anos e nunca tinha negado uma ajuda a mim. E agora, eu estava namorando por uma semana e não despunha de um segudo para ele. Nossa, como eu era egoísta.
Resolvi colocar uma calça jeans, um salto preto e uma bata florida com gola redonda.
Ouvi a campainha tocar e desci.
James estava de bermuda jeans e blusa azul. Ficava muito bem nele. Flagrei a mim mesma comparando-o com Carlos, o que não era certo, então tentei me livrar dos pensamentos.
— Oi. — Disse ele, sorrindo. — Vamos?
— Aham.
Fomos para o carro. Deixei James dirigir. Ele disse que sentia seu ego masculino sendo ferido toda vez que eu dirigia.
Fazia muito tempo que eu e ele saímos sozinhos, assim, só nós dois. Costumávamos fazer isto o tempo todo antes de Charllote, mas depois, claro, havia toda aquela questão do ciúmes, e eu entendia. Mas era legal voltar a fazer isso.
Fomos assistir um filme de terror, o que não foi legal, por que sou muito medrosa. A sala de cinema inteira riu de mim quando a garota foi decapitada e eu dei um grito. James foi o que riu mais alto, então eu lhe dei um tapa. Então ele se calou.
Havia uma exposição de peixes no shopping, e por que ainda eram dez da noite, resolvemos ir.
Era a coisa mais chata do mundo. Pagamos doze dólares para ver peixes cinzas serem alimentados com uma coisa cinza nojenta, o que deixou o meu dia já cinza ainda mais cinza.
Depois fomos ao playgroud. Eu sei. James é um idiota, ele me fez ir, e ainda me arrastou para dentro da piscina de bolinhas. O pior é que foi divertido. Ficamos lá nos afundando nas bolinhas e fazendo guerra até que um dos funcionários chegou e nos expulsou dizendo que éramos pelo menos um metro maior do que a altura máxima permitida.
Então, já que não éramos mais bem-vindos no playground, fomos a uma pizzaria. Não conseguiamos nos decidir, então pedimos uma pizza metade muzzarella, metade presunto, outra metade margerita metade frango, e outra metada chocolate, metade banana. Não conseguimos comer nem a metate. Estávamos quase vomitando quando fomos pagar a conta, e resolvemos que era muita pizza para desperdiçar, por isso pedidos ao garçon que colocasse numa caixa para levarmos para casa.
E foi isso. Sem bebidas, sem drogas, sem cigarros, sem pegação. Só nós dois, fazendo as idiotices mais divertidas num shopping lotado. E, sinceramente, aquela foi a melhor noite da última semana.
James me deixou em casa, me deu um beijo na bochecha e foi para casa. Fiquei feliz ao perceber que ele estava mais feliz, e não parecia mais tão chateado comigo.
Depois, entrei em casa de fui dormir tranquilamente.
Notas finais
Amo vocês!
Bruna!
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