I Knew You Were Trouble.

6 Capítulo 6 — Sendo rebelde em todos os sentidos.


Notas iniciais
Oie minhas princesas ♥
Tudo bem com vocês?
6 Dias sem postar um novo capítulo, isso quer dizer que não demorei muito não é? Sorte de vocês, terem uma autora assim...
Mas, ela vai começar a demorar. Pera, por que eu estou falando assim?
Eu vou começar a demorar a postar capítulos. Mas, calma! Não vou ficar tipo 1 mês, quatrocentas semanas sem postar não. Deus me livre, assim vocês me matam.
Vou ficar duas ou uma semana sem postar.
ESSE CAPÍTULO TEM FOTO! Tá estranha, eu sei.
Todos os capítulos tem foto agora!
Obrigada as meninas que comentou o anterior: Jenny Maslow Henderson; Maria Inês and ErinSandersHenderson.
Sim, esse capítulo tem hot. Mas, não está muuito bom, por que não tenho experiência em escrever capítulos assim.
Beijos,
Bruna.

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— Tem esta festa de formatura de colegial de um amigo meu. — Disse Jake. — Ele disse pra levar quem eu quisesse. O que acham?

Estávamos na hora do almoço. Eu estava sentada entre as pernas de Carlos, que acariciava meus cabelos. Jenny, Live e Sheila tinham faltado a aula hoje, pois tinham ficado com ressaca de ontem. John e Jake estavam nos convidando para ir a esta festa no fim de semana. Era sexta feira, e tínhamos acabado de fazer a última prova. Eu tinha ido muito bem em todas, obrigada. James tinha uma boa parte do crédito por isso, mas eu sentia que tinha feito minha parte também.

— Legal. — Comentou Carlos. Ele parecia muito entediado e meio irritado. — Quer ir, Sam?

— Uhum... — Murmurei com os olhos fechados apreciando as carícias. Eu estava com tanto sono que não tinha ideia de como ia aguentar as próximas três aulas.

Suspirei preguiçosa só de pensar.

— Está com sono? — Perguntou Carlos.

— Sim. — Resmunguei. — Não quero ir a aula.

Senti ele dar de ombros.

— Certo, então.

Abri meus olhos, sem saber o que isto significava.

— O que disse? — Perguntei.

Ele levantou as sobrancelhas.

— Você disse que não queria ir a aula. Eu disse que tudo bem, então.

Desta vez, eu levantei as sobrancelhas em uma pergunta muda. Continuava sem entender.

Jake riu de mim.

— Carlos, aposto que ela nunca fugiu da escola.

Arregalei meus olhos para ele.

Fugir da escola?

– É. — Suspirou Carlos.

— Como é que vamos fazer isso?

— Qualquer um pode, Sam. Os portões estão abertos a qualquer hora. Você vai ganhar falta, mas é só.

Pensei por isso um pouco. Eu sabia que os portões ficavam abertos o tempo todo. A escola confiava nos alunos. Eu ia quebrar essa confiança... Mas, bem, todos fazemos algo assim uma vez na vida, não é?

— Vamos lá. — Me levantei e encarei o Carlos.

Ele tinha um sorriso malicioso no rosto.

— O que? — Perguntei.

Ele sacudiu a cabeça, mas continuou a sorrir e se levantou também, pegando minha mão.

— Nada, Sam. Vamos lá.

Algum tempo depois, eu e Carlos estávamos na cobertura de seu prédio. Não era bem uma cobertura. Era mais um telhado. John e Jake não puderam faltar, pois ainda tinham provas a ser feitas.

Eu estava deitada no peito de Carlos e nós observávamos as nuvens em silencio.

Algo apitou em minha bolsa.

Suspirei e peguei o celular.

Onde você está? Tudo bem? — James.

Suspirei novamente e respondi.

Estou bem. Fiquei enjoada e resolvi ir para casa.

A resposta veio imeditamente, como que urgente.

Você está grávida? — James.

Bufei.

— O que foi? — Perguntou Carlos.

— Nada, nada.— Respondi. — Nada importante.

Ele pegou meu celular e sorriu ao ler a mensagem, então me devolveu.

— Ele acha que sou um ninfomaníaco louco, não é? — Perguntou ele sorrindo.

Eu ri.

— Ele só é muito protetor.

Respondi a mensagem.

Deixe de ser idiota, James. Deve ter sido algo que eu comi. Você sabe que eu sou virgem. Agora, preste atenção na aula.

A última soou muito hipócrita.

— Ele não sabe que é papel do pai ser o super protetor? — Perguntou Carlos.

Fiquei quieta depois dessa.

Ele estranhou meu comportamento e levantou-se para me olhar.

— Sam? Algo errado?

Mordi meu lábio. Não sei se queria contar a ele.

Suspirei.

— Meu pai abandonou a mim e minha mãe quando eu nasci.

Ele não disse nada. Apenas me abraçou com força e beijou minha testa.

Eu fui muito idiota. Primeiro por que esqueci que eu tinha um carro. E eu o esqueci no estacionamento da escola. James ia desconfiar. E segundo, que depois deste erro, eu devia ter presumido que James ia voltar com meu carro.

Quando Carlos estava me deixando em casa, na hora em que a aula acabaria, demos de cara com James.

Só nos encaramos por algum tempo.

James assobiou.

Merda.

— Pois é. — Disse ele. Ele soava muito magoado. — Melhorou, Samantha?

— S-sim. — Gaguejei.

Ele gesticulou em direção a Carlos.

— E o que ele faz aqui?

— Eu já estava de saída. — Respondeu Carlos muito relaxado. — Não sou um problema.

Ele me beijou, pegou o carro e foi embora.

Quando ele estava muito distante, James virou-se para mim. Ele me encarava com tanta intensidade. Ele sabia que não estava doente.

— Ele me levou ao hospital. — Murmurei, tentando me explicar.

Ele bufou.

— Chega de mentiras, Samantha. Pra mim já chega. Você não é mais a garota que era minha amiga.

E saiu andando.

— James — Gritei. — Espere!

— Não, Sam, já chega! — Ele virou-se abruptamente. — Você tem um namorado! Que falta aulas, só pensa em te agarrar e vive bêbado ou com um cigarro na boca. Não precisa mais de mim.

Eu estava assustada. James nunca, nunca tinha gritado comigo deste jeito.

— Eu ainda preciso de você. — Murmurei.

Ele revirou os olhos e mordeu os lábios.

— Não. — Disse ele. — Agora você tem o Carlos. Que me supera em todos os aspectos.

E então ele foi embora. Eu não sabia o que falar. Não sabia como agir. Nunca eu e James tínhamos brigado daquele jeito. Eu não gostava nada.

Com os gritos de James, minha mãe e mais umas duas vizinhas saíram para ver o que estava acontecendo. Minha mãe ficou brava e me acusou de ser uma péssima amiga. Para piorar, ela tinha ouvido a parte em que ele disse que eu tinha matado aula, o que me rendeu uma semana de castigo.

Apesar de no fundo saber que eu estava errada, meu orgulho não me deixava admitir isso para ninguém. Então continuei estressada pelo resto do dia. Quando minha mãe me chamou para jantar, não quis descer.

Eu sabia exatamente o que eu precisava para melhorar. Quando minha mãe foi se deitar, liguei para Carlos, que veio me buscar imediatamente.

Desci pela janela silenciosamente e fiquei esperando-o na rua.

— Onde você quer ir? — Perguntou Carlos quando entrei em seu carro.

— Qualquer lugar bem longe daqui. — Suspirei.

Acho que todos fazemos algo assim na vida. Algo louco. Algo irracional, ao qual vai se arrepender pela manhã. Talvez essa seja uma maneira de amadurecer. Não me lembro muito bem daquela noite.

Quando Carlos me levou para dentro da boate, tudo pareceu sumir. Não sei o quanto bebi. Foi muito. Na hora, realmente não estava ligando. Qualquer tipo de garrafa de Carlos me entregasse, eu viraria em um gole. Dançamos a noite toda, totalmente bêbados. E não somente bêbados. Drogados.

Quando Carlos me ofereceu a pequena pílula aquela noite, eu aceitei. E quando ele me ofereceu uma maior, eu aceitei também. E quando ele me deu um tipo diferente de cigarro. E quando ele injetou algo em minha veia. Ríamos abobados. Eu aceitava tudo que me ofereciam. Metade da noite se passou assim. Dançando com uma garrafa em uma das mãos e um cigarro na outra.

A outra metade foi a melhor e a pior. Depende do seu ponto de vista.

Carlos e eu começamos a dançar muito juntos. Ele ocasionalmente me puxava para beijos ardentes do meio da pista. Seus beijos começaram a ficar mais urgentes. Foram descendo pelo meu pescoço,minha clavícula e por todo o braço.

Quando ele apertou meu quadril contra o seu, me deixei levar. Me segurei em sua cintura com as pernas enquanto ele beijava meu pescoço e eu arranhava suas costas. Fomos para o quarto.

Fomos parar na cama sem parar com os beijos. Suas mãos exploravam todo o meu corpo agora, desde as coxas até meus seios.

Carlos parou por um minuto para tirar sua camiseta antes de voltar a me beijar e tirar a minha.

Logo nossas peças de roupas restantes estavam espalhadas pelo quarto.

Carlos começou a beijar, morder e lamber um seio e lodo o outro. Logo fazendo caminho dos seios até minha parte intíma. Ele me olhou.

— Você quer? — Carlos me olhava, suspirei.

— Vai fundo, Carlos. — Disse sorrindo.

Ele tirou minhas calças e calcinha, começou a lamber minha parte intíma e logo subiu para me beijar. Troquei nossas posições. Agora eu estava em cima. A garota que era virgem, e que não sabe o que fazer.

Sentei em cima de seu pênis, senti ele duro, encarei Carlos com a esperança que ele me fala-se o que fazer.

— Ele é seu, Sam. — Carlos disse dando uma risada abafada. — Lamba, chupe.

— Posso morde-lo? — Perguntei rindo.

— Não. Ai eu vou sentir dor. — Ele disse rindo.

E foi isso que eu fiz, retirei sua calça e cueca, e lambi e chupei. Carlos dava uns gemidos altos, e eu ficava feliz. Poxa, por que não ficar feliz? Estou dando prazer ao meu namorado, certo?

Carlos trocou nossas posições. Ele pediu para eu abrir as pernas para que eue fica-se no meio. E foi isso que eu fiz. Ele penetrou e ficou assim alguns minutos para que eu me acustuma-se com o tamanho e logo, aumentou a velocidade.

Com a sensação das drogas, das bebidas, e do desejo, não consegui gravar muitos detalhes da minha primeira vez.


Quando acordei na manhã seguinte, minha cabeça estava estourando. Não reconheci o lugar em que estava. Senti braços fortes ao meu redor e me virei para encontrar Carlos, ainda dormindo. Ele ficava fofo quando dormindo.

Lembrei-me com um susto que estava nua. Mas depois achei esse susto idiota já que eu tinha feito muito mais noite passada.

Eu me sentia suja, cansada e a dor em minha cabeça só estva piorando. Tentando não acordar ele, tirei os braços de Carlos de mim, me enrolei nos lençois e fui tomar banho.

Não sabia o que pensar. Não me sentia mal. Nem bem, claro. Acho que ainda estava meio drogada.

Quando sai do banheiro, Carlos já estava acordado.

Ele sorriu para mim, colocou um short e correu para me abraçar.
Eu o abracei de volta.

Minha relação com Carlos era estranha, mas eu gostava assim. Apesar de ele ser o tipo de garoto que a maioria despreza, eu o amava. Por isso mesmo, foi um alivio quando ele me abraçou ainda mais apertado e sussurrou em meu ouvido:

— Eu amo você.

Meu coração disparou e eu senti meu corpo derreter.

— Eu também te amo.

Ele sorriu, beijou minha testa e foi tomar banho.

Ele me levou para casa e eu subi pela janela novamente.

Deitei em minha cama, ainda arrumada já que eu não tinha dormido lá.

Um sorriso idiota brotou em meus lábios. E, por enquanto, eu não me arrependia de nada.