Notas iniciais
Oi gente linda :)
Está aqui o capítulo da noite e núpcias :)
Não ficou muito grande, mas eu estava super anciosa para acabar este,e começar a escrever o próximo :P
ENJOY!

[Bill]

Peguei na mochila que a Anna me tinha entregado com a minha fantasia, e fui com o Tom para a recepção do Hotel, pedir a chave da nossa suite. Fomos para o elevador, e enquanto esperávamos pelo mesmo, o Tom falou ao meu lado:

— Pronto para o que vem a seguir? Este fato começa a ficar mais apertado do que já é na parte de baixo, só de pensar o que vou fazer contigo. – Sorriu malicioso.

— Nem penses, porque quem vai mandar aqui será eu. – Também sorri malicioso. – E o que tenho nesta mochila vai me ajudar…e muito. – Ele olhou para mim, e depois carregou inúmeras vezes no botão para chamar o elevador, ri com seu ato.

Quando o mesmo chegou e abriu as portas, Tom empurrou-me logo para dentro, começando a beijar e a passar a mão pelo meu corpo de uma forma muito ousada. As portas já estavam a fecharem-se quando alguém pôs uma mão entre elas, impedindo-as de o fazerem. Um homem de meia-idade entrou no elevador, e quando nos viu, ficou estático. O Tom ficou muito chateado, e soltou-me. Ri com toda a situação.

Reparámos que o homem era o mesmo que nos viu a beijar a entrada do restaurante antes do pedido de casamento do Tom. Pareceu que ele também nos reconheceu e virou-se, ficando muito próximo das portas do elevador, enquanto nós estávamos bem no fundo do mesmo.

— Sabem quem é que se casou? – Perguntou-nos, tentando acabar com o clima estranho que pairava no ar.

— Sim, fomos nós. – Respondeu Tom um pouco ríspido. O homem olhou para nós e suspirou.

— Desculpem, eu apanho o próximo. – E assim saiu do elevador.

No segundo em que o homem nos deixou sozinhos, Tom voltou a agarrar-me como se fosse o último dia da sua vida. Eu já gemia baixo no seu ouvido. Quando ele apertou o meu membro, as portas abriram-se, e eu saí o mais rapidamente possível, antes que eu cedesse aos seus encantos, e o meu plano fosse por água abaixo.

Parei em frente á porta com o número 483 destacado, e logo Tom apareceu.

- Então Bill? Preparado? – Perguntou malicioso junto ao meu ouvido.

- Preparadíssimo. – Sorri da mesma forma e Tom abriu a suite.

Era enorme! Era o nosso quarto multiplicado por três, e o nosso quarto já era bastante grande.

- Wow! – Exclamei, andando pelo cómodo.

- Gostas? – Perguntou Tom pondo as mãos na minha cintura e aproximando os nossos rostos, ameaçando um beijo.

- Adoro. – Beijei-o. – Que tal irmos ver o quarto?

- Com todo o prazer. – Entramos no quarto em si, e DEUS! Aquilo era o céu na Terra! Havia uma cama king size, com uma TV plasma enorme à frente e uma aparelhagem ao lado a mesma. Tinha também uma parta que dava acesso para a casa de banho. Tirei um CD da minha mochila, e entreguei a Tom.

- Toma e mete o CD na aparelhagem quando eu disser. – Olhou para mim sorrindo malicioso. Fui entrando na casa de banho, mas antes, disse uma coisa. – Ah! E certifica-te que já estarás nu quando eu voltar. – E fechei a porta, trancando-me, para começar a minha pequena transformação.

[Tom]

Despi-me completamente e esperei por Bill. Passados uns 10 minutos, ouvi a sua voz abafada pela porta, dizendo:

- Tommy, liga a música. – Levantei-me, pondo o CD na aparelhagem. Voltei a deitar-me na cama, ligando o som com o comando.

(Metam a música, APENAS SE ESTIVEREM SOZINHAS! :P — http://www.youtube.com/watch?v=909jT2c0ZNw)

Quando a música tinha começado a tocar, a porta da casa de banho tinha sido aberta, revelando Bill e deixando-me sem palavras.

(Bill — http://michaeljacksonbillkaulitz.webnode.pt/album/galeria-de-fotos/#a43-590x828-jpg1)

[Bill]

Sorri ao ver a expressão do Tom. Aproximei-me ficando de pé ao lado da cama.

- Gostas do que vês Tommy? – Perguntei sensual olhando para ele.

- S-sim Bill. – Gaguejou.

Tirei as cuecas, e atirei-as para trás de mim.

- Ups. – Fiz e conta que não o queria ter feito e virei-me para trás, e abaixei o meu tronco, deixando as pernas esticadas para pegar de de novo as cuecas, fazendo assim com que Tom tivesse uma óptima visão do meu cú e do meu orifício. Ouvi-o gemer e sorri com isso. Levantei-me, virando-me outra vez para Tom. – E agora? Gostas do que vês? – Sorri safado.

Como a saia era super curta, a cabeça do meu membro estava à mostra, fazendo Tom olhar para aquela área. Ele apenas assentiu com a cabeça, e eu sentei-me no seu colo, fazendo o seu membro roçar na minha entrada. Ele começou a passar as mãos pelas minhas coxas, indo até á minha bunda.

- Bill, para de me provocar! – Saiu como um gemido.

- Já não consegues aguentar? Só agora começámos… — Fiz biquinho, fazendo pressão sobre o seu membro, que já estava mais que duro. – Wow! – Fiz cara de espantado. – O que temos aqui? – Sentei-me nas suas coxas, olhando para o seu pénis. – Acho que isto precisa de ser tratado. – Disse apertando o seu falo com muita força.

- Ahhhhhhhhhhhhhh! Biiiiiiiiill!

Larguei-o, e comecei a chupá-lo. Metia tudo na minha boca, fazendo o seu membro bater no céu da minha boca.

- Own… Bii-iiiiiiiill. – Tom gemia, dando-me a entender que ele estava quase por vir. Parei com a sucção, fazendo-o soltar o gemido de desaprovação. – Bill porque paras-te? – Perguntou-me visivelmente desapontado.

- Quero te torturar um pouquinho. – Sorri orgulhoso com o trabalho que fiz para lubrificar o seu pénis. – Do you wanna fuck? – Perguntei sensual.

- Yes I wanna do. – Sentei-me completamente no seu membro fazendo me gritar.

- AHHHHHHHHHHHHHHHHH! TOOOOOOOOOM! TU ESTÁS TÃO GRANDE!

- Ficar 2 semanas sem te ver é o que dá. – Disse orgulhoso, porque era mesmo verdade, ele tinha ficado maior.

Comecei a cavalgar em cima dele. O que no início eram movimentos lentos, tornaram-se violentos e prazerosos.

- Isso Bill! Arg!! HUM! – Ele ajudava-me nos movimentos, e alcançou a minha próstata.

- AHHHH! TOOOM! TÃO BOM!!!! – A cavalgada continuou, com Tom sempre a acertar aquele ponto mágico.

- Bill, eu e-estou qu-quase!!! – Nesse momento saí do seu membro, o que confundiu Tom. – ESTÁS LOUCO?! PORQUE PARAS-TE???!!!

- Eu disse que te queria torturar. – Sorri safado.

- Então, pensas-te muito mal. – Assustei-me com a sua afirmação. Ele saiu da cama, e abriu aquela caixa que há pouco tempo tinha perguntado do seu conteúdo. – Deita-te. – Ordenou e eu assim o fiz. Vi-o a voltar para a cama, com algemas. ALGEMAS?!

- Tom! Para que é isso?

- É a minha vez de te torturar. – Sorriu malicioso, e prendeu-me à cama.

- Tom! Isto é sério! Solta-me!

- Nem penses. – Nesse momento penetrou-me tocando na minha próstata, fazendo-me urrar de prazer.

- HUUUMM! TOOM! OUTRA VEZ! – Ele repetia o ato, cada vez metendo mais fundo. – Tom, solta-me! Eu quero te tocar!

- Não! É para aprenderes a não te meteres comigo no que se refere a sexo. – Disse sussurrando no meu ouvido.

As estocadas continuaram. Fodíamos como cães no cio. Arrancou as minhas roupas, e tirou as minhas botas, deixando-me agora completamente nu. Os gemidos tornaram-se gritos, e os gritos tornaram-se berros.

- Tom! Eu estou quase a vir! – E nesse momento, e ele parou, tal como eu fiz com ele. Para quê que fui abrir a minha boca?

- Estás a ver como é horrível? Mas como eu não sou mau a esse ponto, vou-te fazer a vontade. – Meteu uma última vez em mim, e gozou no meu interior, e eu nas nossas barrigas.

- Own Tom… Solta-me. – Ele soltou-me, e eu logo abracei-o e o beijei com paixão.

- Desculpa meu amor… — Disse a meio do beijo. – Mas tu sabes que o melhor é não provocar-me… — Ri de leve.

- Tudo bem amor. – Abracei-o ainda com mais força, pondo a cabeça da curva do seu pescoço.

Aconcheguei-me no seu peito, tentando regularizar a minha respiração. Depois de algum tempo, chamei por Tom:

- Tom?

- Diz bebé.

- Eu… — Não sabia como começar…

- Tu…? – Incentivou-me a continuar.

- Bem… Eu tenho medo…

- Medo de quê?

- Bem… Há muita gente que se divorcia e…

- Aonde é que tu queres chegar?

- Tom… promete-me que nunca me deixarás… Promete-me que acontece o que acontecer, ficaremos para sempre juntos.

- Bill! – Exclamou surpreendido. – Eu prometo! Mas porque que pensaste que algo iria acontecer connosco? Eu amo-te, e não preciso de mais nada nesta vida! – Sorri. E beijei-o.

- Desculpa… É que… não sei… tudo pode acontecer…

- Mas nada vai acontecer connosco, eu prometo! – Beijámo-nos e fizemos amor mais uma vez.

Eu estava de quatro, e o Tom penetrava-me por trás. As estocadas eram fortes e fundas, mas lentas. Não queríamos que aquele momento acabasse. Gozámos mais uma vez, e dormimos abraçados um ao outro.

No dia seguinte voltámos para casa. Ah… Como eu tinha saudades da nossa casa…

Recebemos os nossos presentes e casamento e rimos muito entre tantos embrulhos. Os meus pais tinham nos comprado mais um carro (sim, mais um porque já tínhamos 4), e os pais do Tom tinham comprado uma casa numa floresta.

Ao fim do dia, preparámos as nossas malas para a lua-de-mel.

É… Espero que nada mude nos próximos anos…

Notas finais
E aí? Reviews?? Recomendações???
Postei uma história nova "O Capuchinho Vermelho". Também é K'cest. Quem quiser ler, tá aqui o link: http://www.fanfiction.com.br/historia/174516/O_Capuchinho_Vermelho
Tive a fazer contas, e a fic terá, aproximadamente, 50 capítulos :)
O próximo capítulo não será a lua-de-mel porque tou super anciosa para ecrever o VERDADEIRO começo da fic! :D
No próximo capítulo: 3 anos depois...
Kusse ♥