I Just Cant Stop Loving You
18 Capítulo 19
Notas iniciais
Ahh... Como vão?? Saudades minhas??
Acho que não :((( Os reviews do capítulo anterior foram lindos ^-^ Amei todos, desculpem por não os ter respondido, mas é que tou com muuuita preguiça ultimamente :P
Bem, em relação ao capítulo de hoje:
- A Milly vai nascer :D (finalmente -.- XD)
- Finalmente vão conhecer o Tobi :D :D (não sei se vai ser nas melhores condições ou não... logo logo vocês irão perceber o que eu quero dizer)
E é tudo :P
Bem, pessoalmente, eu estou contente com este capítulo :)
Escrevam a vossa opinião nos reviews ^-^
Vemo-nos lá em baixo :)
25 De Dezembro, 3h15min.
[3ª Pessoa]
A casa do casal Trümper estava silenciosa.
A árvore de Natal acesa na sala de estar, os presentes embrulhados formando um monte ao pé dela.
A cozinha cheia de louça para lavar.
A sala de jantar bem arrumada e limpa.
O corredor do 2º piso iluminado com as luzes de Natal.
Os quartos de hóspedes vazios e trancados.
O quarto do casal, com os apaixonados Bill e Tom Trümper na cama a dormir.
O quarto da Milly… Prestes a receber a sua dona… e algo mais…
[Bill]
- TOM! – Acordei subitamente por causa da dor. Era uma dor dez vezes maior que eu já senti ontem de manhã e á tarde. Sentei-me na cama, e senti as minhas calças de pijama molhadas.
- Arg… Bill, o que vai ser agora? – Perguntou com sono.
— T… — Não me deixou terminar.
— Chocolate com presunto? – Ironizou.
— To…
— Vitela com leite? – Interrompeu-me outra vez.
— Tom…
— Ou será esparguete com chantilly? — Falou mais uma vez.
— TOM! – Gritei já sem paciência.
— O que foi Bill? Para de gritar! – Elevou um pouco o seu tom de voz.
— EU NÃO ESTOU A GRITAR! E PÁRA DE GRITAR COMIGO! – Gritei em plenos pulmões.
— EU NÃO ESTOU A GRITAR CONTIGO! – Gritou de volta.
— … Ok… Bill, acalma-te… — Falei para mim, respirando calmamente. — Tom, a razão disto tudo, É QUE EU ESTOU PRESTES A PARIR A NOSSA FILHA! AS ÁGUAS REBENTARAM, OS LENÇÓIS ESTÃO TODOS MOLHADOS E TU AINDA NEM MEXESTE UM CORNO!
— O QUÊ? – Tom tirou os lençóis de cima de mim, e viu que a minha calça de pijama cinza estava toda molhada, formando uma mancha. – Ó meu Deus! – Exclamou arregalando os olhos.
— TOM, DEIXA AS ORAÇÕES PARA DEPOIS! TENS NOÇÃO QUE ISTO ESTÁ A DOER?
— Desculpa meu amor. Acalma-te, respira fundo. Eu vou ligar para o médico.
Tom discou o número do médico enquanto vestia umas calças.
— Alô?
— O QUÊ QUE FAÇO? – Perguntou desesperado.
— Quem fala?
— É O TOM! O BILL… ELE… ELE…
— Calma. Acalma-te. Traga-o para o hospital. Não se enerve para não o deixar nervoso. Traga-o para o hospital e faça de tudo para que ele não ande muito. Eu vou estar à vossa espera com o equipamento pronto à porta do hospital.
— Ok doutor, obrigada. Nós vamos já pra aí. – Desligou o telemóvel.
— AHHHH! ESTÁ A DOER!!! – Gritei quando tive outra contração.
— Calma Bill, nós vamos já para o hospital. – Comecei a chorar. – Bill? Porque choras meu amor?
— Tom… Eu tenho medo, tenho medo que tudo corra mal… — Falei abraçando-o pelo pescoço.
— Shhh, vai correr tudo bem. Eu vou estar sempre do teu lado.
— Prometes?
— Sim, prometo.
— AHHH!!! – Mais uma contração — TOM!!!
— Pronto, vamos. – Tom pegou-me ao colo, desceu as escadas, fomos para a garagem e entramos no carro. Pôs-me no banco de trás e começou a conduzir.
— Vou ligar para a Anna. – Discou o número da Anna no telefone do carro e pôs em alta voz. – Tou, Anna?
— Mas quem é o louco para me ligar a uma hora destas? – Falou irritada e sonolenta.
— AHHH! – Tive mais uma contração.
— O que foi isso?
— Anna, as águas do Bill rebentaram.
— Ó MEU DEUS!
— POR FAVOR! NÃO PODIAM DEIXAR AS ORAÇÕES PARA UMA OUTRA HORA?! EU ESTOU PRESTES A PARIR A NOSSA FILHA!
— Anna, eu vou te buscar agora à tua casa para ires connosco ao hospital.
— Porquê? Eu posso ir sozinha… - Eu já estava completamente irritado com a situação.
— ANNA! F-A-Z O Q-U-E E-L-E D-I-Z! – Gritei palavra por palavra. — EU JURO QUE SE NÃO ESTIVERES À PORTA DE CASA QUANDO LÁ CHEGARMOS, EU ACABO COM O TEU CABELO UM POR UM!
— Ok, ok. Até já então.
O Tom continuou o seu percurso até á casa da Anna, e quando lá chegámos, vi o Tom a sair do carro, e ir para o banco de trás ter comigo. A Anna entrou no banco do motorista e começou a conduzir.
- Bill, Andreas está a telefonar a todos a avisar que vamos para o hospital. – Falou olhando pelo retrovisor.
Tom pôs a minha cabeça no seu colo e começou a acariciar a minha barriga, mas infelizmente as dores não passavam.
Chegámos ao hospital, e o Doutor Vítor já estava á nossa espera. Puseram-me na maca e o médico tocou a minha barriga para ver se estava tudo bem.
- Quando começaram as contrações? – Perguntou.
- Há mais ou menos meia hora. – Respondeu Tom preocupado.
- Bill, onde dói mais? – Apontei para o baixo-ventre. – Até agora está tudo bem. Nós vamos agora preparar o Bill para o parto. Vamos. — Disse para os enfermeiros.
- Esperem! – Falei com dificuldade. – E o Tom?
- Queres que o Tom esteja contigo durante o parto? – Assenti. – Tom, tu queres? – Tom também assentiu. O Médico suspirou. – De certeza? Olha que não é a melhor coisa para se ver… — Alertou.
- EU – QUERO – O – TOM! – Falei pausadamente e irritado. O médico suspirou mais uma vez.
- Tudo bem. Madalena, prepara o Tom. – Falou para uma enfermeira, que saiu com o Tom para o lado oposto do meu.
Depois de me terem ajudado mudar de roupa para uma coisa verde e horrível e de me terem ligado a aparelhos do sangue e do coração, finalmente me puseram na cama de parto.
- Bill, abre as pernas. – Falou o médico e eu assim fiz.
- Meu Deus, isto é tão vergonhoso. – Falei com as mãos na minha cara.
- Bill, não é vergonhoso, tu estás prestes a dar á luz á tua filha, no dia de Natal! – Falou tentando me animar.
- Eu quero o Tom. – Foi só eu falar, que ele apareceu com a mesmo coisa verde que eu, luvas de plástico, e também com uma toca na cabeça. – Tom… — Estiquei a mão ao seu encontro.
- Bill, amor, como te sentes? – Falou alisando o meu cabelo.
- Está a doer… — Falei com dificuldade.
- Tom. – Falou o médico. – Queres ser tu a preparar o Bill? – Tom foi ter com o médico, que lhe entregou uma toalha com um desinfetante e explicou o que fazer. Tom começou a limpar as minhas pernas muito bem, e depois limpou com muito cuidado a parte á volta do meu orifício. O Doutor pôs um gel na sua mão coberta com a luva, e disse-lhe para massagear a minha abertura. Ele introduziu um dedo e eu soltei um grito de dor, já que eu não tinha sexo há 9 meses e com as contrações, a dor ficou ainda maior. Ele começou a massagear e foi acrescentando dedos até ter 3 dentro de mim. Agradeci a Deus por ser o Tom a fazer-me aquilo.
Depois disso, ele ficou ao meu lado alisando o meu cabelo e dando beijos enquanto eu delirava com a dor.
- Muito bem, já está na hora. – Falou o médico assim que eu dei um berro enorme por causa de uma contração bastante forte.
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27 Minutos depois…
- Vamos Bill… Faz força! – Dizia o médico que estava entre as minhas pernas verificando se tudo estava a correr bem. Fiz força mais uma vez e apertei a mão do Tom com muita força.
- Isto dói! – Falei com dificuldade, por causa da dor e do esforço, para o Tom.
- Eu sei Billy, mas tens que te esforçar! Em breve teremos a nossa Milly nos nossos braços! Agora tens que fazer muita força! Eu estou aqui. – Falou acalmando-me um pouco e tirando o suor da minha testa.
- Já está quase Bill. – Falou o médico. – Mais um pouco e conseguiremos ver a cabeça da Milly. – Já estava a fazer isso há alguns minutos e agora a dor era cada vez maior e era cada vez mais difícil de empurrar a Milly.
- Anda Bill mais força! – Falou Tom, irritando-me profundamente.
- EU ESTOU A TENTAR! – Gritei sem paciência.
- NÃO ERA PERCISO GRITARES COMIGO! – Gritou de volta.
- EU NÃO ESTOU A GRITAR CONTIGO! – Gritei outra vez. — EU ESTOU PRESTES A PARIR A NOSSA FILHA, ESTOU A FAZER O POSSIVEL PARA QUE ISTO ACABE O MAIS DEPRESSA QUE CONSEGUIR PORQUE ISTO DÓI PA’CARÁLHO, E TU ESTÁS AI A VER-ME A SORFER E AINDA DIZES PARA FAZER AINDA MAIS DO QUE EU CONSIGO?! – Tom ia-me responder, mas foi interrompido pelo médico.
- Senhores, não queria atrapalhar a vossa discussão, mas já se consegue ver a cabeça da bebé! – Falou alegre.
- O que?! – Tom foi para ao pé do médico para ver a bebé. — Ó meu deus! – Falou perdendo a consciência e caindo no chão.
- TOM! – Gritei por ele, preocupado. Uma das enfermeiras que estava a segurar as minhas pernas foi verificá-lo. — Ele está bem? – Perguntei.
- Ele desmaiou… — Falou, tentando acordá-lo.
- Oh ótimo! Agora ele desmaia a meio do meu parto! PERFEITO! – Gritei a última palavra. Ela foi buscar um pano e pôs um líquido qualquer nele e direcionou-o para o nariz do Tom, que acordou em meros segundos.
- Bill? – Falou meio perdido com a situação.
- TOM! – Gritei com a dor. Ele percebeu logo o que estava a acontecer e foi a correr outra vez para o lado do médico.
- Muito bem Bill, já falta mesmo muito pouco. Empurra mais ou pouco e a cabecinha já vai estar cá fora. – Fiz o que ele me disse e pude sentir algo a sair dentro de mim.
- Ohh meu Deus! – Exclamou o Tom contente. – A cabeça dela já está cá fora! Eu estou a vê-la Bill!
- Vai Bill, só mais um pouco e ela já estará entre nós. – Falou o médico. Inspirei fundo e empurrei pela última vez, sentindo a Milly a ser puxada pelo médico. – Aqui está ela! – Exclamou o médico, pegando na minha bebé. Nesse momento os meus olhos encheram-se de lágrimas. – Tom, queres ser tu a cortar o cordão umbilical? – Tom assentiu, cortou-o e nesse momento ouvi um choro de criança. Dei um suspiro de alívio. O pior já passou, a minha filha nasceu.
O médico levou-a para limpá-la, pesá-la e outras coisas que são necessárias. Depois disso, vi o Tom a vir na minha direção com a Milly nos braços.
Lágrimas vieram aos meus olhos quando peguei nela.
- Tommy, olha para ela. – Falei aninhando-a nos meus braços para parar de chorar. – Tão pequenina. – Toquei na sua mãozinha pequenina. – Não chores amor, a mamã está aqui.
- Bill, nós vamos ter que levá-la para verificarmos se ela está bem. – Falou o médico assim que um enfermeiro tirou a Milly dos meus braços.
- Doutor, porquê que eu ainda sinto dores?
- Isso é normal Bill, agora vais ter que puxar mais um pouco para expulsar a placenta. – Suspirei e empurrei mais uma vez, e outra, e outra, até que voltei a sentir a mesmo dor de quando a Milly estava prestes a sair. – Oh meu Deus… — Exclamou o médico com os olhos arregalados.
- O que foi? – Perguntei alarmado.
- Ele tem outro bebé a caminho! – Falou alto para os enfermeiros. – Rápido! Tragam os materiais, vamos fazer tudo de novo!
- O quê?! – Eu e o Tom dissemos ao mesmo tempo. – Eu tenho gémeos?! – Exclamei alarmado.
- É o que parece Bill…
- O quê?! Mas que porra é esta?! Porquê que ninguém me disse que eu tenho gémeos?! – Falei a gritar pela irritação e pela dor.
- Calma Bill, falamos sobre isso depois, agora, faz força outra vez. – Eu inspirei fundo e fiz força por uns três minutos até que ouvi um outro choro e o médico a dizer. – É um rapaz!
Apaguei.
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Abri os olhos devagar e uma claridade horrível apareceu.
Fui-me habituando á luz até que me apercebi que o branco pertencia a um quarto de hospital. Toquei na minha barriga e reparei que estava lisinha, tal como sempre esteve antes de engravidar.
Tentei levantar-me da cama, e vi que o Tom estava a dormir num sofá. Olhei para o relógio do quarto e vi que era 1 da tarde.
- Tom… — Chamei-o com dificuldade, mas mesmo assim ele acordou. Quando me viu foi logo ter comigo.
- Amor, estás bem? – Perguntou dando me um beijo.
- Tommy… — Falei a chorar. – O que aconteceu com a Milly? Porquê que eu não tenho mais barriga?! – Ele olhou para mim confuso e falou:
- Bill, tu não te lembras de nada? – Neguei com a cabeça e fiquei alarmado. O que aconteceu com a nossa filha? – Bill, ela nasceu hoje de manhã… — Comecei a pensar e…
- Oh meu Deus! Como é que me pude esquecer disso?! – Exclamei.
- Tu desmaias-te… Bill, diz-me por favor TUDO o que te lembras…
- Bem… Eu lembro-me de acordar com dores, depois disso fomos para o hospital, eu fui preparado para o parto e depois disso lembro-me de me esforçar para a Milly nascer. Depois tu mostraste me a nossa filha e depois o médico disse para eu expulsar a placenta mas eu não te lembro de o fazer e só me lembro de ver os médicos todos a correr de um lado para o outro… Não sei… — Falei confuso. – O que aconteceu? – Tom suspirou e deu-me um sorriso fraco e falou:
- Aconteceu um milagre…
- O que queres dizer?
- Já vais ver. – Deu-me um selinho e apertou o botão para chamar a enfermeira. – Queres ver a nossa filha? – Assenti alegremente e o Tom riu. A enfermeira entrou no quarto, verificou se eu estava bem fisicamente. Com a ajuda do Tom saí da cama e seguimos a enfermeira até a uma sala com vários bebés, cada um no seu bercinho. Tom disse qualquer coisa á enfermeira e ela assentiu, saindo da sala.
- O quê que tu estavas a cochichar com aquela loira de farmácia? – Perguntei um pouco bravo e ele riu fraquinho.
- Billy não é nada disso, só que há uma coisa que tem que ser dita e eu quero que seja EU a dar as notícias.
- Aconteceu alguma coisa? – Perguntei preocupado.
- Aconteceu amor, mas não é mau de todo… Vamos. – Falou pegando a minha mão e levando-me até a um berço com cobertores cor-de-rosa e que dizia “Milla Kaulitz Trümper”. Os meus olhos brilharam de alegria ao olhar para a minha bebé.
Ela estava acordada e com os seus olhinhos castanhos, estava a olhar curiosamente para mim.
- Oh meu Deus… — Sussurrei e olhei para Tom, sorrindo. – Eu posso pegá-la?
- Claro. – Eu peguei na minha menina com cuidado e encostei-a ao meu peito. Ela esticou a sua mãozinha na minha direção e eu dei-lhe a minha. Quando ela agarrou o meu dedo soltou uma risada que me fez soltar lágrimas de alegria.
- Tommy… Olha para ela… Tão pequenina… — Falei baixinho para não acordar os outros bebés.
- Sim amor, ela é muito parecida contigo. – Falou ao meu lado, acariciando também a nossa filha.
- Mas ela tem os teus olhos. – Falei sorrindo para ele e beijando-o rapidamente. – Oh meu Deus… Isto é mágico! – Falei apertando mais a minha bebé contra mim. Tom pegou uma prancheta que estava pendurada no berço da Milly e leu:
- Milla Kaulitz Trümper, nascida a 25 de Dezembro de 2013 ás 04:17 da manhã com 3,7 kg e 46 cm.
- Isso é bom? – Perguntei inseguro.
- É ótimo bebé! – Sorriu para mim e eu soltei um suspiro de alívio.
- Então, o que tinhas para me dizer? Não percebo… A Milly está bem… O que aconteceu Tom? – Ele suspirou e começou a falar:
- Bem Bill, em primeiro lugar, aconselhava-te a deitares a Milly de novo no berço… — Eu assim o fiz e ele continuou. – Pelo que parece, o médico não consegui ver o outro bebé nas ecografias e por isso tivemos uma surpresa.
- O quê?! Como assim “o outro bebé”?? – Perguntei confuso.
- Bill, tu estavas grávido de gémeos… — Fiquei em choque. Como isso sequer era possível?!
- M-mas com-mo isso é possív-vel?
- O médico explicou que é normal coisas dessas acontecerem. Ao que parece, o nosso menino esteve sempre escondido atrás da maninha. – Falou rindo levemente.
- M-menino? – Sorri. – É um menino?
- Sim Bill, é um menino.
Nesse memento, um flashback passou pela minha cabeça e eu lembrei-me de o que se tinha passado nesta madrugada.
- Oh meu Deus…
- O que foi?
- Ele tem outro bebé a caminho! Rápido! Tragam os materiais, vamos fazer tudo de novo!
- O quê?! Eu tenho gémeos?!
- É o que parece Bill…
- O quê?! Mas que porra é esta?! Porquê que ninguém me disse que eu tenho gémeos?!
- Calma Bill, falamos sobre isso depois, agora, faz força outra vez. – Eu inspirei fundo e fiz força por uns três minutos até que ouvi um outro choro e o médico a dizer. – É um rapaz!
- Onde ele está? – Perguntei pelo meu bebé.
- Mesmo ao teu lado. – Virei-me e reparei num berço que dizia “Tobias Kaulitz Trümper” e lá dentro um bebé igualzinho á Milly estava a dormir. Peguei nele com muito cuidado, pois ele parecia ser mais frágil que a Milly e abracei-o, tentando transmitir todo o amor que ele não recebeu quando estava dentro de mim por não sabermos da sua existência. – Os médicos precisavam de um nome e como tu tinhas desmaiado, chamei-lhe Tobi… Também uma combinação dos nossos nomes (TOM e BILL). Gostas? – Perguntou inseguro.
- Adoro Tommy… É lindo. – Sorri para ele e olhei para o menino, agora acordado nos meus braços. – Olá bebé. É a mamã. – Falei beijando a sua pequena testa. Tom pegou na prancheta dele e leu:
- Tobias Kaulitz Trümper, nascido a 25 de Dezembro de 2013 ás 04:25 da manhã com 2,8 kg e 37 cm.
- Tommy, porquê que ele é tão pequenino? – Perguntei preocupado. – Comparado com a Milly, ele é muito fraquinho.
- Bill, senta-te. – Falou sério.
- O que se passa Tom?
- Bill, acontece que houve um problema durante a gravidez… — Congelei. – Pelo que parece, houve um problema com a ligação do cordão umbilical do Tobi e ele só recebeu metade dos nutrientes que lhe eram fornecidos, tendo ido a outra metade para a Milly, por isso é que o Tobi é mais fraquinho que ela. – Deitei lágrimas de tristeza.
- Mas ele está bem não está? Ele parece-me saudável. – Falei olhando para o meu bebé, que brincava com o meu dedo.
- Sim Bill, ele está bem… Fisicamente… — Vi que o Tom estava quase a chorar e fiquei alarmado.
- Tom, o que se passa com o meu bebé?
- Bill… O Tobi… Ele… Ele é surdo…
- O quê?!
Notas finais
Tão zangadas comigo?? Esta fic já vai no capítulo 19, e até agora foi tudo muito cor-de-rosa :P As coisas a sério vão começar agora ;)
Só outra coisa, eu antes costumava ter 6 ou 7 reviews por capítulo, e agora só tenho 3 :(((
É algo que não estejam a gostar?? :/
Se for, avisem... Porque é muito triste receber 3 reviews e ter 30 leitores :/
Ah! E outra coisa. Peço desculpa a todas aquelas que eu acompanho fic e ainda não comentei :/ Já disse que ando preguiçosa né :P
MAS! Eu vou ler, um dia :P, e comentar em todos os capítulos que eu não li :)
Reviews?
Sugestões??
Recomendações???
Até á próxima :)
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