I Just Cant Stop Loving You
4 Capítulo 4
Notas iniciais
Não tenho nada a dizer aqui portanto...
Boa leitura! :D
A porta foi aberta e fechada com tanta força que qualquer coisa caiu ao chão. Nem me importei de ver o que tinha sido porque estava demasiado ocupado a beijar o Tom.
Depois do seu pedido, nós fomos directamente para casa para ‘matar as saudades’. As minhas pernas estavam enlaçadas na sua cintura e as minhas mãos na sua nuca. Estávamos a meio de um beijo de língua provocativo, sensual, faminto e bastante erótico. As suas mãos agarravam as minhas coxas e apertavam-nas, fazendo-me soltar uns gemidos no meio do beijo.
Tanto eu quanto o Tom já estávamos exitados, já que não tínhamos contato deste género há 1 mês. Ele começou a subir as escadas até ao nosso quarto e quando lá chegámos, ele atirou-me logo para a cama. Não queríamos estar a perder tempo com ‘strip tease’, e começámos logo a tirar as nossas roupas, ficando só de boxe.
Quando já estávamos despidos, Tom atirou-se logo para cima de mim e voltámos ao beijo que tinha sido interrompido quando chegámos ao quarto. Durante o beijo, Tom desceu a sua mão até ao meu membro já bastante ereto, e apertou-o, o que me fez soltar um gemido que mais parecia um grito.
— Tive tantas saudades dos teus gemidos. – Disse Tom no meio do beijo.
— Eu tive saudades das tuas mãos a passar pelo meu corpo. – Respondi e ele sorriu malicioso. Foi descendo os beijos pelo meu queixo, demorando no meu pescoço.
— Own… Uhm… Tommy… Ahhh – Gemia enquanto ele beijava e chupava o meu pescoço. Ele desceu até ao meu mamilo onde tinha o piercing, mas parou, o que me fez soltar um gemido de desaprovação. Ele olhou para mim com um sorriso safado e eu não percebi a razão desse sorriso.
— O que foi? – Perguntei confuso. – Porque paras-te?
— Tu não tinhas esta tatuagem, na lateral do teu corpo. – Sorriu malicioso.
— Ah… bem… Surpresa! – Disse divertido. – Essa tatuagem simboliza o quanto és importante para mim. – Ele leu o que tinha escrito e depois disse:
— Eu gostei. – Sorriu e eu retribuí. – Agora, só falta estreá-la.
— O que queres dize… — Não tive tempo de acabar a frase, ele tinha começado a lamber palavra por palavra da minha tatuagem. – Uhmm. Tooooommy! – Eu já não estava a aguentar tanta tortura. Eu queria senti-lo. – Own… Tommy… Eu já não aguento mais! – A minha voz soou como uma súplica. Ele olhou para mim e sorriu.
— Calma apressadinho! – Deu uma risada. – Temos a noite inteira pela frente! – Continuou os beijos até a minha estrela, o que me fez estremecer. Eu já não conseguia aguentar aquela tortura nem mais um segundo e a minha boxe apertada estava-me a torturar ainda mais.
— Toommy… — A minha voz saiu chorosa. – Eu já não consigo… por favor… — Sem que eu me apercebesse, uma lágrima caiu dos meus olhos e Tom foi logo limpá-la que resultou como um beijo na minha bochecha.
— Ei, então? Isso é tudo saudades minhas. – Perguntou rindo da minha reação. Olhei-o, e ele me beijou, descendo a sua mão para a minha boxe, retirando-a de novo em seguida. Soltei um gemido de alívio e de contato repentino com o ar frio. Logo Tom apertou o meu membro.
— Ahhhhhhhhh! – Gritei. Sério, eu já não suportava mais, portanto deitei tudo o que queria falar cá pra fora. – Tom! Eu já não aguento! Fode-me, rasga-me ao meio, destrói-me por dentro, bate-me, puxa-me o cabelo, morde-me, estrangula-me, faz o que quiseres comigo, mas eu preciso de te sentir! – Gritei as últimas palavras. Tom olhou para mim surpreso.
— Tens a certeza? – A minha respiração já estava brutalmente acelerada, e eu tentava soar o mais calmo possível.
— Sim, tenho Tommy…
— Eu não quero te magoar. – Suspirei.
— Tom, não faz mal. EU QUERO SENTIR DOR E QUERO QUE ME FODAS AGORA! – Acabei por deitar tudo cá para fora… Ele olhou para mim com uma cara bastante safada e disse:
— Tudo bem, senhor Trümper. – Ri-me das suas últimas palavras.
Sem me avisar, ele entrou logo dentro de mim, o que me fez soltar um grito de dor misturada com prazer, e da parte dele um gemido bastante alto. Sem esperar que eu me acostumasse, começou logo com as estocadas que estavam longe de serem lentas e carinhosas.
— Urmm… BILL! Oh…
— TOOOOM OHH! – As estocadas eram rápidas e fortes, fazendo-me sentir uma dor imensa e um certo desconforto.
— Own.. Bill, n-nunca mais… t-te vou dei-deixar sem sexo p-por 1 m-mês! – Tentava falar Tom, no meio das estocadas. – Estás tããão apertadinho!
— Uhm… — Eu praticamente não conseguia falar. A dor era substituída por prazer, e Tom continuava as estocadas, mas tinha parado de repente e saindo de dentro de mim, fazendo-me soltar um gemido de desaprovação, e deixando-me confuso… — Tom, mas o qu- Não tive tempo de acabar a frase, quando ele me virou de costas, pondo-me de quatro e penetrando logo de seguida.
As estocadas continuaram, mas desta vez, mais intensas e mais fortes devido à posição em que nos encontrávamos.
— TOOM! M-mais forte!! Ahhhh! – Eu já não gemia, mas sim, gritava de prazer. – Foda-se Tom! Só consegues isso? – Disse provocando-o, sabendo que isso o iria afetar. Ele parou, e perguntou:
— Estás a duvidar de mim? – Perguntou indignado.
— Estou. – Respondi, provocando-o mais uma vez.
— Olha que não devias. – Disse malicioso.
— Mostra-me que estou errado. – Respondi safado.
— Com todo o prazer. – Nesse momento, saiu de dentro de mim, e entrou logo de seguida com toda a força, acertando na minha próstata.
— Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Tooooooooooooooooooooom!!!!!!!!! Aí mesmo!!! – Ele começou outra vez com as estocadas, sempre acertando aquele ponto que me fazia revirar os olhos. No mesmo ritmo das estocadas, ele me masturbava, dando-me prazer duplo. – OWN… TOMMY!
— Duvidas-te de mim, agora sofres as consequências. – Ele virou-me, agarrou-me e levantou-me, fazendo me enlaçar as minhas pernas na sua cintura. Prensou-me contra a parede do nosso quarto, penetrando-me novamente. Desta vez, ele começou praticamente a saltar durante as investidas, nunca falhando o ponto estratégico.
— Geme por mim Bill…
— Oh Tooom!! Fode-me, mais forte!! Uhm… — O meu membro era esmagado pelas nossas barrigas, e eu já estava praticamente no meu auge. – Tom, eu vou gozar!
— Espera Bill, eu estou quase lá. – As investidas continuaram por mais uns minutos, e a vontade de gozar estava a ser cada vez mais difícil de controlar.
— T-tom! Eu já não consigo… — E dito isto, gozei nas nossas barrigas, e Tom no meu interior. Ele precisou de um certo tempo para conseguir ejacular tudo devido à intensidade do orgasmo, deixando um pouco escorrer pelas minhas pernas.
Abracei-o, tentando controlar a minha respiração. Ele levou-me até à cama, e deitou-me sobre o seu peito, que subia e descia rapidamente, devido ao acto acabado de acontecer.
— Tommy… isto foi incrível… — Quebrei o silêncio, quando as nossas respirações voltaram ao normal.
— Sim amor. – Ele virou-se de lado de frente para mim, fazendo sinal para eu fazer o mesmo. Ele beijou-me e disse: Amo-te.
— Também te amo. – Começámos um beijo calmo, até ao momento em que senti os dedos de Tom perto da minha entrada. – Tom? Mas o que…
— Não pensavas que me contentaria só com uma vez, depois de um mês inteiro sem nada não é?
É… a noite vai ser longa
--- X ---
No dia seguinte acordei, procurei por Tom, que não estava na cama. Levantei, sentando-me na cama, olhando em volta e lembrando o que tinha acontecido na noite anterior. Ri-me com as lembranças e olhei para a minha mão que tinha o anel. De agora em diante, eu estou noivo do meu Tommy. – Pensei.
Vi-o entrar no quarto e sorri:
— Tooommyyy! – Estiquei os braços como uma criança que pele colo.
— Bom dia meu amor! – Abraçou-me e beijou-me logo de seguida. – Quero dizer, boa tarde. – Riu.
— Tarde? Que horas são?
— Está na hora do almoço seu dorminhoco.
— Bem, tu ontem não me deixas-te dormir… — Ri malicioso.
— Mas foi por uma boa causa não é?
— Claro. – Sorri beijando-o outra vez.
— E a surpresa? Gostas-te?
— Ain Tommy… Foi tudo maravilhoso! Amei tudo! O tapete vermelho, a limusina, o jantar… e claro o pedido de casamento.
— Sério?! – Os seus olhos brilharam de felicidade. – Eu pensei durante muito tempo o que fazer e como para que tudo fosse perfeito.
— Eu amei Tommy… — Disse feliz, beijando-o novamente. – E agora, quando vamos contar aos nossos pais e amigos?
— Podemos chamá-los para um almoço ou jantar cá em casa e contamos.
— Claro! E… bem… agora as tuas fãs vão me odiar mais do que antes. – Disse rindo.
— Elas são umas invejosas. – Sorri. – Eu não vou deixar ninguém te magoar. Nunca! – Beijou-me mais uma vez.
— Bom… Temos que organizar tudo. O lugar, a música, a comida, a roupa, os convidados, as madrinhas, os padrinhos, e a data do casamento! – Disse animadíssimo.
— Calma… nós vamos ter muito tempo para organizar isso tudo – Disse, beijando-me mais uma vez. – Sabes, só de pensar que vou ter esses lábios só para mim para o resto da vida, fico feliz. – Disse sorrindo.
— Own Tommy… Desde quando é que te tornas-te tão romântico? – Perguntei roçando os nossos narizes como um sinal de carinho.
— Desde que percebi que te quero para mim para o resto da minha vida. – Sorriu e eu retribuí o sorriso. Ele era tão perfeito. – Agora vamos, preparei o almoço para a pessoa que mais amo no mundo. – Olhei em volta, fazendo de conta que estava a procurar por alguém, e perguntei, fingindo confusão:
— E onde está essa pessoa?
— Engraçadinho. – Ri. — Tom… Com tudo isto, fazes-me sentir como se fosse uma mulher.
— É bom que te habitues porque esse vai ser o teu papel no nosso casamento. – Riu e eu revirei os olhos.
— Bem, não tenho escolha, não é? – Ele negou com a cabeça sorrindo vitorioso. – Então tá, eu também não reclamo. – Sorri. Vesti-me e fomos almoçar.
A partir de agora, começa uma nova etapa da minha vida.
Continua...
Leiam as notas finais!
Notas finais
Bem eu tou um bocado triste porque o 1º capítulo teve 12 reviews, o 2º 7, e o 3º apenas 5... Cadê as minhas leitoras? );
Desta vez, só posto o próximo capítulo se este ultrapassar os 30 reviews, mas preferia que fossem mais...
Façam uma autora feliz +.+
Küsse ♥
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