I Just Cant Stop Loving You
17 Capítulo 18
Notas iniciais
Como estão minhas leitoras lindas ^-^
Está aqui um capítulo novo para voceis :P
Obrigada á KaulitzanaLopes por ter recomendado a fic ^-^
Já tenho 4 recomendações! :D :D
Dá para acreditar??
Bem... Vou parar de falar mer** que ninguém quer ouvir, e deixar-vos ler o capítulo :)
Vemo-nos lá em baixo ;)
2 Meses depois…
Eu já estava com 9 meses, e a minha barriga estava simplesmente enorme!
Hoje era o dia de Natal, e o nascimento da Milly estava previsto para o dia 21 de Dezembro, ou seja, ela estava a demorar. Isso preocupou-me um bocado, mas o médico explicou que é normal e que em menos de uma semana, ela já estaria nos nossos braços.
Tom aconselhou-me a passar os últimos momentos da minha gravidez no hospital com o nosso médico, mas eu quis passar o Natal em casa com a família. Tom, mesmo a contragosto, deixou passar, mas convenceu-me a ir para o hospital á noite do dia 26.
Enfim…
Acordei com Tom a dar-me beijos molhados no pescoço.
- Amor, acorda! – Sussurrava no meu ouvido.
- Uhm… Tom! – Abracei-o pelo pescoço, ainda sonolento.
- Dormis-te bem meu amor? – Assenti com a cabeça na curva do seu pescoço. Ele acariciou a minha barriga e depois abaixou-se para beija-la. – E tu Milly? Ainda não decidis-te sair da tua mamã? – Rimos. – Tens que sair meu amor, se não, eu não vou poder por nada dentro da mamã. – Olhou para mim malicioso e eu não pude deixar de rolar os olhos.
- Não te preocupes Tommy, tudo a seu tempo. – Disse acariciando a sua face. Ele beijou a minha mão, e falou:
- Vamos tomar banho? – Fiz careta. Não queria sair da nossa cama, que estava tão quente e aconchegante. – Vamos amor, hoje é Natal! Tens que estar bem cheiroso e bonito.
- Estás a dizer que eu só sou bonito quando me cuido? – Perguntei num tom de falsa indignação.
- Claro que não Billy. – Beijou-me perto da minha boca. – Tu és bonito de qualquer jeito! – Sorri meloso. – E então? Vamos tomar banho? – Fiz careta novamente.
- Não quero! Está tão bom aqui, tão quentinho. – Falei manhoso. – Tenho preguiça de me levantar.
- Então eu levo-te no colo. – Falou e eu arregalei os olhos. Pegou-me com cuidado nos seus braços, e fez-me passar as mãos pelo seu pescoço. – Estás pesado! – Reclamou.
- E tu louco! – Falei ainda espantado pela sua atitude.
- Louco por ti. – Falou sorrindo e beijando-me. Começou a andar devagar até ao banheiro. Escondi o meu rosto na curva do seu pescoço por medo.
- Tom, por favor, tem cuidado! Não me deixes cair!
- Nunca amor. Não te preocupes. – Entrámos na casa de banho, e pôs me no chão. Pôs a banheira a encher e eu pus os sais de banho que sempre costumo pôr. Entrámos na banheira e eu, como sempre, deitei-me entre as suas pernas.
- Como te sentes?
- Sinto-me pesado, cansado, com uma vontade enorme de não fazer nada.
- Temos que ter cuidado, quem sabe quando é que a nossa pequena decidir nascer. – Falou acariciando e minha barriga. Suspirei.
- Tom, eu tenho medo… — Falei baixo, quase chorando. – Ela está a demorar para nascer, e se ela tiver algum problema? E se… E se EU é que tenho um problema?! E se tudo correr mal?! – Desabafei chorando de verdade agora, abraçando-o pelo pescoço.
- Bill, calma amor. Nós já falámos sobre isso. O médico confirmou que está tudo bem com a Milly, e contigo. Não te preocupes, isso é stress de grávido. – Falou acalmando-me, e alisando os meus cabelos. Fui parando de chorar, mas continuei abraçando-o. – Bill, vamos sair? Vamos passear um pouco pela cidade até ao jantar. Pode ser? – Perguntou depois de algum tempo na mesma posição. Eu apenas disse que sim com a cabeça, e Tom ajudou-me a levantar da banheira.
Secámo-nos, vestimo-nos, e fomos tomar o pequeno-almoço. Eu estava sempre segurando a mão de Tom, e nunca a largava. Sentia-me seguro assim.
Para mim fez um leite quente e para si um café forte.
- Vêm todos logo á noite? – Convidámos os nossos pais e amigos para passarem o Natal em nossa casa, e Tom estava a perguntar se viriam todos.
- Erm… Os nossos pais vêm de certeza. Anna, Andreas e Amanda também. Clara e Adriana preferiram passar o Natal com a sua própria família, o Georg e o Gustav também vêm. – Parei o meu discurso, pois tinha recebido uma mensagem. Li e ri um pouquinho. – A Jéssica acabou de mandar uma mensagem a confirmar que vem, e o Mikael também. – Tom, fez uma careta, e eu suspirei. – Tom, eu não percebo o que tu tens contra eles! O Mikael até compreendo, agora a Jess??
- Eu não tenho nada contra ela! Só que… Ah, sei lá! Ultimamente ela tem andado estranha comigo…
- O que queres dizer? – Perguntei confuso.
- Sei lá… Ela tem olhado para mim de uma maneira muito esquisita…
- Ah Tom, tu estás a delirar! – Falei rindo. – Ela é casada! Já há muito tempo na verdade. Vais me dizer que ela se apaixonou por ti! – Falei irónico.
Pensamentos do Tom: “Como se eu não soubesse que ela é casada! Porquê que ele acha que a Jess não perdia uma oportunidade para foder comigo sempre que podia, para depois me vir dizer que eu sou mil vezes melhor na cama que o seu marido…”
- Tens razão Billy… Vá, vamos esquecer esse assunto. Podemos ir?
- Claro! – Peguei no meu casaco e minha carteira, e fomos para o carro de Tom. – Posso ir a conduzir? – Perguntei com os olhinhos brilhantes.
- Não Bill, é melhor não. – Falou preocupado.
- Mas Tom! Eu já não conduzo há 9 meses! Eu até já me esqueci da boa sensação que tenho sempre durante a condução!
- Bill, ouve, a Milly está para nascer esta semana. Tens que ter paciência. Já falta pouco. Eu vou ficar mais descansado por saber que tu já não estás grávido e já conduzes, do que saber que estás a conduzir grávido. – Suspirei emburrado. Eu sabia que o Tom tinha razão, por isso não toquei mais no assunto. Entrei no banco do passageiro, o Tom ajudou-me a por o cinto, e fomos para o shopping.
Ficámos lá a tarde inteira, rimos, comprámos prendas de última hora, algumas roupinhas para a Milly e alguns brinquedos. Deixámos as inúmeras sacolas no carro, e voltámos para almoçar num restaurante do shopping.
O restaurante estava quase que totalmente vazio, pois era Natal e quase todos foram almoçar com as famílias, mas nós decidimos fazer apenas o jantar, pois se fizéssemos o jantar mais o almoço, eu poderia ter um ataque de nervos, com toda a gente a perguntar se pode tocar na minha barriga e isso…
Comemos os nossos pratos vegetarianos, e a meio da refeição, senti um ponta pé da Milly.
- Wow! Alguém está a dar sinais de vida! – Exclamei rindo e acariciando a minha bebé. Tom sorriu, eu voltei a comer, mas deixei cair o garfo bruscamente porque senti uma dor enorme no meu ventre. Tom assustou-se e veio ter ao meu lado, sem saber bem o que fazer.
- Bill, o que foi amor? – Perguntou assustado com os olhos arregalados.
- Toom! – Falava com dificuldade e alto, atraindo a atenção das poucas pessoas que estavam presentes no restaurante, e alguns empregados. – Está a doer muito!! A Milly… — Respirei fundo e com dificuldade.
- Alguém por favor chame um médico! – Gritou Tom para o restaurante inteiro, voltando a olhar para mim. – Está tudo bem Billy. – Acariciou o meu cabelo. Senti mais uma dor horrível e dei um berro, quando de repente…
A dor parou.
Olhei confuso para Tom, e o mesmo olhou confuso para mim.
- Bill? O que foi??
- A dor parou… — Toquei a minha barriga, certificando-me se algo ainda doía. – Não dói mais…
- Eu vou telefonar ao nosso médico. – Ele já ia tirar o telemóvel do bolso, mas eu o impedi.
- Não! Não ligues…
- Porquê?? Tu acabas-te de ter dores sem razão aparente que depois pararam sem mais nem menos!
- Mas eu estou bem agora, não estou? Aliás, eu não quero estragar o dia de Natal ao nosso médico… — Falei calmo. Ele olhou para mim preocupado. – Por favor… — Beijei-lhe a mão. Ele suspirou pesado, e aceitou a contra-gosto.
- Tudo bem… — Dei um pequeno sorriso ao qual ele retribuiu.
- Vamos para casa? Perdi a fome. – Ele assentiu, e saímos do restaurante para o nosso carro.
O caminho para casa foi silencioso. Quando chegámos, disse ao Tom:
- Vou preparar o que ou vestir logo á noite. – Tom apenas assentiu, e ajudou-me a subir as escadas até ao nosso quarto.
Comecei a olhar o meu closet, e a pensar no que poderia vestir quando me veio á cabeça as minhas calças skinny jeans pretas, e a minha camisola preta de gola alta, que tinha comprado há pouco tempo.
Pus as calças na minha cama, mas não conseguia encontrar a minha camisola…
- Merda… — Murmurei. Tom, que estava sentado na cama, franziu o senho.
- O que foi?
- A camisola que eu quero usar hoje á noite está na casa da floresta…
- O que tem? Vestes outra coisa. Ficas bem em tudo!
- Obrigada Tom, mas eu quero vestir AQUELA camisola, HOJE. – Dei enfase em “aquela” e “hoje”.
- Mas Bill, eu não posso sair daqui… Tenho que preparar a comida para logo a noite… A viagem de ida e volta demora quase 3 horas, e daqui a 3 horas já serão seis da noite…
- Tu não precisas de ir, eu posso ir sozinho…
- NÃO! Não te vou deixar conduzir, já te disse!
- Mas Tom! Qual é o problema?!
- Acabou Bill, não vamos voltar a discutir sobre isso! Já disse, vestes outra coisa! – Ele já me estava a irritar profundamente.
- EU – QUERO – VESTIR – AQUELA – CAMISOLA! – Falei pausadamente, e gritei o “aquela”. Ele olhou para mim também irritado, e falou:
- O Georg vai contigo. — e saiu do quarto.
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Estava sentado na sala emburrado quando a campainha toca.
- Vai Tom! Atende! Atende já que eu não me posso mexer, nem sair para lado nenhum! – Gritei. Ele passou pela sala para abrir a porta, e olhou para mim suspirando.
- Georg, obrigada por vires. – Eles fizeram o seu cumprimento já ensaiado há muitos anos, e o Ge falou:
- Sem problema Tom, somos amigos. – Sorriu. Aquela cena de “friends for ever” já me estava a meter nojo, então tratei de me levantar do sofá e ir logo para a saída.
- Pronto, vamos embora, estou farto de estar aqui! – Falei, passando por Georg e pelo Tom.
- Adeus, também te amo! – Falou Tom irónico, e eu lhe mostrei o dedo do meio.
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[Georg]
A viagem foi silenciosa. Bill não falava nada e eu não puxava assunto, pois estava com medo da reção dele. Dava para ver que ele estava super irritado, não só pela sua expressão facial, mas também pelo facto de saber que ele convenceu o Tom a ir até á sua casa da floresta por causa de uma camisola…
Quando chegámos, ele saiu do carro sem dizer nada e entrou na casa. Fiquei á espera dele por uns 10 minutos e vi-o a sair com a camisola na mão. Parecia muito mais calmo. Entrou no carro, e eu disse:
- Demoras-te… Aconteceu alguma coisa?
- Não, é que eu tive que ir á casa de banho. Estava com uma vontade enorme de fazer xixi. E fui buscar a camisola, mas quando passei pela cozinha, não resisti ás bolachas de manteiga que estavam no balcão. Estavam mesmo a chamar por mim! – Exclamou, fazendo-me rir. – Trouxe umas para ti, queres? – Mostrou-me três bolachas que estavam na sua outra mão.
- Não obrigada, não estou com fome.
- Então… Não te importas que as coma? – Perguntou envergonhado.
- Não tudo bem, fica á vontade. – Ele sorriu e começou a come-las com muito gosto. – Então… O que se passou entre ti e o Tom? – A sua expressão facial mudou drasticamente de satisfeito, para triste.
- Bem… Não sei… Acho que sou eu e todas estas hormonas que me fazem exagerarem nos meus sentimentos. Isso começa-me a irritar profundamente! – Suspirou. – Já agora, peço desculpa pelo meu comportamento quando estavas comigo…
- Tudo bem. Eu já ultrapassei isso. – Sorrimos um para o outro.
- Eu… eu posso conduzir? – Perguntou esperançoso.
- Não sei se seria uma boa ideia… — Ele ficou triste, e eu me senti mal por isso. – Mas eu posso-te deixar conduzir quando estiveres perto de L.A. – Ele abriu um sorriso enorme e abraçou-me.
- Obrigada Ge! Já não conduzo á 9 meses! Dá para acreditar?! O Tom nunca me deixava…
- Pois, mas não lhe digas nada, se não ele dá cabo de mim.
- Ok, está combinado. – Falou feliz batendo palmas. Ri pela felicidade dele, e comecei a conduzir.
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[Bill]
A sensação da condução era muito melhor do que aquilo que eu me lembrava! Segurar o volante era uma coisa tão simples, mas naquele momento era a única coisa que me estava a fazer feliz.
Georg deixou-me conduzir a 20 minutos de Los Angeles, e eu já estava a virar a esquina para estacionar o carro á entrada da minha casa.
- Obrigada Ge. Nem sabes o quão boa foi a sensação da condução. – Abracei-o.
- De nada Bill. Fico feliz por saber que o teu humor melhorou. – Sorri. Ia abrir a porta do carro, quando sinto outra vez aquela dor no meu ventre.
- Ai… — Fiz uma cara de dor.
- Bill? Estás bem?? – A dor foi ficando mais forte que eu não pude conter os gritos.
- AH!!! Ó MEU DEUS!!! OHH!! – Sem querer, a minha mão tocou no sítio da buzina, e o carro buzinou por uns 5 segundos, até eu reparar de onde vinha o som. Dava para ver que o Ge estava desesperado, quando vejo o Tom a sair a correr de casa. Estava a ser difícil para eu respirar, e não conseguia dizer nada para além dos gritos que saiam da minha boca. Tom abriu a porta do carro do lado do passageiro e falou:
- Bill? – Quando ele viu que era Georg e não eu no lugar do passageiro, ele ficou furioso. – Georg! O quê que o Bill está a fazer no lugar do motorista?! – Georg estava assustado.
- Ele pediu para conduzir um bocado… — Falou baixo.
— E tu deixas-te?! – Gritou alterado, fechando a porta com força e indo abrir a porta do meu lado, segurando a minha mão. As dores estavam fortes, e eu gemia cada vez mais. – Anda Bill, anda amor. Sai do carro. – Ele ajudou-me a sair, e quando isso aconteceu, ele abraçou-me forte. – Vai ficar tudo bem. – Falou no meu ouvido e eu comecei a chorar.
- Tom… — Arregalei os olhos e saí do abraço rapidamente, quando me apercebi que as dores pararam.
- Bill? Amor? O que foi bebé? – Ele estava muito preocupado.
- As dores… Pararam…Outra vez… — Ele deu um suspiro de alívio e falou:
- Eu fiquei tão preocupado. Anda, nós vamos ao hospital. – Puxava-me pelo braço.
- O quê? Não! Eu não quero!
- Bill, tu viste o que acabou de acontecer! Isso aconteceu 2 vezes hoje!
- Mas eu estou bem não estou?! – Ele suspirou pesado, e falou calmo:
- Entra em casa.
- O quê? Mas tu achas qu- Fui cortado por ele.
- ENTRA EM CASA BILL! EU ESTOU FARTO DAS TUA CENAS! ESTOU FARTO DOS TEUS CAPRICHOS! ESTOU FARTO DE TER QUE CUIDAR DE TI E DE ESQUECER DE MIM! ESTOU FARTO DE FAZER TUDO O QUE QUERES! – Gritou comigo. – Tu não percebes que eu também fico cansado?! – Olhei para ele estático. Esta não era a primeira discussão que estávamos a ter, mas ele nunca tinha gritado comigo dessa forma. Não disse nada, e andei lentamente até á nossa casa. – Bill… — Pelo tom de voz ele parecia arrependido, mas eu nem me atrevi a olhar para trás, e deixei as lágrimas cair.
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O jantar até estava a ser agradável.
Agradável para todos menos para mim.
Eu ainda estava com as palavras do Tom na minha cabeça, e não prestava atenção a nada do que se estava a passar na mesa.
- Bill? – Chamou-me o Mikael. – O que se passa? – Suspirei.
- Eu e o Tom tivemos uma discussão.
- Ahh… Desculpa, eu não sabia. – Ficou um pouco sem jeito e eu sorri.
- Está tudo bem Micky. – Acariciei a sua mão por cima da mesa, e percebi os olhos de Tom sobre mim.
- Sabes que podes contar comigo certo? – Acenei. – Queres desabafar? – Eu olhei para o nada por um momento, e comecei a falar:
- Ele… Ele magoou-me tanto, com tão pouco… Ele falou a verdade, ele disse que estava farto de cuidar de mim…
- Bill… Não fiques assim. Tenho a certeza que ele só disse isso porque estava com a cabeça quente. – Acenei negativamente.
- Não, tu não viste os olhos dele… Transmitiam fúria… Eu nunca o tinha visto assim…
- Não te preocupes com isso. Olha, tenta também compreender o lado dele. Ele tenta fazer de tudo para que tu e a Milly estejam bem, eu acredito que isso não deve ser muito fácil… — Continuei triste. – Esquece isso Bill… O Tom ama-te! – Olhei para Tom e vi que ele se estava a divertir bastante com a Jéssica. Aquela cena estava-me a dar nojo, então decidi sair da mesa.
- Peço desculpa, estou com muito sono, vou descansar. Obrigada por terem aparecido, e espero que tenham uma ótima noite. Feliz Natal mais uma vez. – Levantei-me da mesa, e Tom também se levantou, para me ajudar a subir as escadas. – O que estás a fazer?
- Bill, nós podemos ter discutido, mas eu continuo a ser o teu marido e pai da tua criança. – Chegamos ao nosso quarto.
- Pensava que estavas farto de mim… — Falei calmo.
- Bill… Eu disse aquilo sem pensar…
- Sem pensar?!
- Sim Bill, eu estava com a cabeça quente…
- Então o que tu disseste foi porque estavas com a cabeça quente?! Então ouve o que eu vou dizer com a cabeça quente: TU ÉS UM IDIOTA TRÜMPER! SE ESTAVAS ASSIM TÃO CANSADO DE MIM, ERA SÓ DIZER QUE EU FARIA AS MINHAS MALAS E IA ME EMBORA DAQUI!
- Bill…
- FODA-SE TOM! EU ESTOU GRÁVIDO! ESTOU GRÁVIDO DA TUA FILHA! SÃO ESTAS HORMONAS QUE ME FAZEM TER ESTES MOMENTOS DE BIPOLARIDADE, OU OUTRA MERDA QUALQUER! SE TU NÃO QUISESSES QUE ISTO ACONTECESSE, NÃO ME TERIAS ENGRAVIDADO, NÃO TERIAS CONCORDADO COMIGO SOBRE AQUELA OPERAÇÃO, NÃO TERIAS CASADO COMIGO, NÃO ME TERIAS PEDIDO EM NAMORO, E NEM ME TERIAS FUDIDO NAQUELA TARDE!
- Bill… Desculpa…
- Um bocadinho tarde de mais não? – Ele ia falar qualquer coisa, mas eu cortei-o. – Sai daqui…
- Mas Bill…
- SAI DAQUI! JÁ ME ESTÁS A IRRITAR! – Ele suspirou e saiu do quarto. Sentei na cama e comecei a chorar. A Milly deu um chute e eu falei. – Eu sei amor, eu fui muito rude com ele… Mas ele estava a merecer…
Decidi descansar, pus o meu pijama e adormeci.
Notas finais
As coisas estão complicadas ein?? :/
E vão ficar ainda "piores" no próximo capítulo... Posso já dizer que vai ser o nascimento da Milly e.....
Bem, vão ter que ter para descobrir ;)
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Kusse ♥
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