I Just Cant Stop Loving You
12 Capítulo 12
Notas iniciais
E então, tudo bem por ai??
Queria agradecer á Eliza_K pela recomendação *-* Obrigada liebe, este capítulo é só para ti ^-^
Queria apenas avisar que postei duas novas fics, mas uma delas é hétero. Se alguém quiser ler :/
http://www.fanfiction.com.br/historia/151964/O_amor_fala_mais_alto - O amor fala mais alto (K'cest)
http://www.fanfiction.com.br/historia/151974/Love_And_Dead - Love and Dead (Hetero)
E já agora, aproveito para divulgar uma fic, que ainda só está a começar mas que eu já amo muito, da DoceIlusão:
http://www.fanfiction.com.br/historia/174862/Juntos..._Outra_Vez
É muito boa, não se vão arrepender :)
Itálico: Sonho
Bem... aproveitem o capítulo :)
[Bill]
Estávamos na sala de espera do hospital, á espera da nossa vez de sermos atendidos, para esclarecer todas as dúvidas em relação á minha possível futura gravidez.
Olhei para Tom, e este mexia as suas pernas em sinal de nervosismo.
- Tom, acalma-te. É só uma consulta para esclarecer dúvidas.
- Eu sei amor, mas eu estou com medo de ouvir coisas nada agradáveis. – Nesse momento, a recepcionista chamou-nos:
- Bill e Tom Trümper.
- Vamos Tommy. – Levantámo-nos, e fomos para o gabinete do nosso médico. – Boa tarde Doutor, como está? – Cumprimentei-o.
- Bill! Tom! Que bom vê-los de novo! – Exclamou sorrindo. Sentámo-nos nas cadeiras em frente á sua mesa, e ele continuou. – Estou bem obrigado. O que vos trás por cá? – Olhei para Tom, e percebi que o seu nervosismo era tanto, que teria que ser eu a falar.
- Bem… Sabe Doutor, já faz 6 anos que eu e o Tom estamos juntos, e pensámos que já estava a hora de termos um filho. – Ele escutava-me atento, parecendo saber aonde é que eu queria chegar. – No início pesámos em adoptar, mas eu não gostei muito da ideia… Queria ter um filho com o nosso ADN, aí pesquisei na internet se isso era possível, e descobri que se pode fazer uma operação para implantar um útero, fazendo com que eu possa ficar grávido, certo?
- Sim, isso é realmente verdade.
- Bem, eu queria fazer essa operação, mas antes viemos aqui para nos informar sobre todo o processo.
- Bem, é assim: primeiro, teremos que arranjar um útero sem óvulos. Depois, teremos que fazer umas análises para podermos criar óvulos com células do Bill. Aí implantaremos o útero no Bill e também teremos que lhe “dar” hormonas femininas para fazerem efeito durante a gravidez, mas antes de engravidar, será preciso esperar uns 3 meses para que o útero se adapte ao organismo do Bill e ao mesmo tempo, poderá estudar o ciclo menstrual para saber quando será a altura mais apropriada para engravidar. Depois de termos a certeza que o Bill se encontra em perfeito estado de saúde, poderão engravidar sem qualquer problema, mas com, pelo menos, 1 consulta a cada duas semanas, para garantir que tudo está a correr bem. – Ouvi tudo com um sorriso no rosto, olhei para Tom, que continuava estático.
- Tom, está tudo bem? – Ele olhou para mim, e abriu um sorriso lindo.
- Sim, mas doutor, como é o parto?
- Nós iremos pôr o útero num lugar que fará ligação com o ânus do Bill, e o parto será normal, como o de uma mulher. – Nesse momento senti um pouco de medo, mas se era pelo meu futuro bebé, eu farei tudo o que me for pedido. – Mas há um pequeno “mas”. – Estremeci. – Se o Bill não seguir as ordens que lhe forem propostas, haverá hipóteses de tudo correr mal durante o parto, ou mesmo durante a gravidez.
- Eu juro que farei tudo o que me disser. – Disse logo que o médico acabou a sua frase.
- E então, estão de acordo? – Perguntou. Olhei para Tom e o mesmo olhou para mim sorrindo, e agarrando a minha mão.
- Estamos. – Não resisti, e pulei na sua cadeira para lhe dar um abraço bem apertado.
- Obrigada Tom, isto significa muito para mim. – Beijei-o, e nesse momento, o médico fingiu uma falsa tosse, e eu separei-me do Tom, voltando para a minha cadeira, um pouco envergonhado.
- Bem, vejo que estão muito felizes. – Disse o Doutor olhando para nós. – Querem começar a fazer os testes hoje?
- Hoje? Já? – Perguntei, um pouco espantado.
- Sim, mas este teste será do Tom. – Olhámos confusos para o médico, e o mesmo continuou. – Teremos que tirar análises do seu esperma, para saber se os espermatozóides dele “funcionam” bem. – Olhei para Tom tentando conter o riso. Ele olhava para o médico com a face avermelhada.
- Como é que é?
- É simples Tom. – O Doutor tirou um frasquinho de plástico, pondo o na mesa. – É só ires para aquela sala, e “pores” o teu esperma neste frasco. – Apontou para uma sala, que fazia ligação com o gabinete.
- Só podem estar a brincar comigo… Como é que eu vou fazer isso sozinho?! – Perguntou um pouco alterado.
- Tommy, é para o nosso futuro bebé… Por favor… — Ele olhou para mim e, depois de algum tempo, assentiu. Levantou-se, pegou no frasco, e foi para a sala, fazer o seu “trabalho”. Fiquei na sala com o médico á espera do Tom, quando o mesmo aparece depois de alguns minutos e pega no meu braço dizendo:
- Desculpem, mas eu não consigo fazer isto sozinho só de pensar que o Bill está mesmo há uma parede de distância. – E dizendo isso, levou-me para a sala. Parece que vou ter que o ajudar.
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Depois da consulta, fomos logo para casa. Não tínhamos falado muita coisa desde que saímos daquela sala. Não aconteceu nada de mais, eu apenas chupei o seu membro para o fazer gozar mais depressa… ^-^ Confesso que fiquei com vontade de ir mais além, mas estávamos num hospital, e o médico estava á nossa espera…
O caminho para casa demorou cerca de 40 minutos, já que moramos nos arredores de LA, e apanhámos muito trânsito. Quase adormeci no carro, mas quando já estava preparado para o fazer, o carro parou. Abri os olhos, e vi que já tínhamos chegado. Abri a porta de casa, e logo Tom me abraçou por trás.
- O que tens amor? – Virei-me para ele, e pus as minhas mãos sobre os seus ombros.
- Não é nada Tommy… Só estou cansado…
- Então vai tomar um banho e descansar, que eu já vou ter contigo, ok? – Assenti com a cabeça e ele selou os nossos lábios rapidamente. Subi as escadas para o nosso quarto, tirei as minhas roupas, e fui tomar um banho rápido.
Quando saí com a toalha enrolado no meu corpo, vi o Tom nu deitado na cama, com um ar bastante sério.
- Tom?
- De quatro, já! – Ordenou.
- O quê? – Perguntei espantado
- Fizeste-me passar uma figura humilhante á frente do nosso médico para fazer análises ao meu esperma, e agora vais acabar o que começas-te lá no consultório. Nem sabes o prazer que senti ao ver a tua boquinha linda a chupar o meu pau. – Levantou-se e veio até mim, passando a mão pelos meus cabelos.
- Mas Tom, aquilo era para fazer exames para ver se podíamos ter mesmo um bebé… — Disse com uma voz infantil.
- Mais uma razão para foder-mos agora, assim já estamos a treinar para quando fores engravidar. – Empurrou-me para a cama, fazendo com que eu ficasse já de quatro. – E também, temos que aproveitar estes últimos meses, já que quando tivermos o nosso filho, não poderemos fazer amor quando nos apetecer, e da maneira como nos apetecer. – Dizendo isso, tirou a toalha da minha cintura, e penetrou-me com toda a sua força, fazendo-me dar um berro de dor pela invasão inesperada.
É… Estou a ver que vai ser uma noite cheia de violência e masoquismo, da maneira de como gosto… x)
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Depois de aproximadamente seis horas, finalmente gozámos pela última vez… Acho que foi o nosso record, e até acho que fizemos em todas as posições existentes… Nossa, acho que o Tom levou mesmo a sério essa coisa de aproveitar os últimos meses…
- Credo Tom… — Ainda tentava regularizar a minha respiração. – Tu não estavas a brincar quando disseste que teremos que aproveitar os últimos meses… — Ri.
- Claro que não… Uma criança é muita responsabilidade, e eu não quero que o nosso bebé algum dia nos apanhe nos nossos momentos mais íntimos. – Rimos.
- Olha… Mas tu não penses que não faremos sexo quando tivermos o nosso filho, porque eu não vou aguentar! – Disse sério e ele riu.
- É bom saber isso. – Sorriu e eu revirei os olhos. – Bill?
- Hum? – Já estava meio sonolento.
- Queres ter uma menina ou um menino?
- Se eu pudesse, teria gémeos, falsos… Mas não sei… mas se for menina terá que ser mais parecida comigo, e se for um menino, contigo… — Ele riu e de leve e abraçou-me, fazendo-me ficar aconchegado no seu peito.
- Bill?
- Hum? – Respondi com os olhos fechados.
- Amo-te. – Abri os olhos e sorri para ele.
- Também te amo. – Dei-lhe um beijo suave e sem língua, e voltei a aconchegar-me no seu peito, adormecendo de vez.
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Passaram-se 7 dias, e finalmente tínhamos recebido os resultados do Tom. Estava tudo ótimo, portanto não perdemos tempo, e começamos a fazer análises a mim, para ser possível criar os óvulos no mesmo dia.
Todas as noites fazíamos amor. O Tom tinha tirado umas férias para estar comigo durante todo o processo até eu conseguir engravidar.
Tinha, finalmente, chegado o dia para a minha operação de implantação do útero. Depois de quase 3 semanas á espera, finalmente o meu sonho seria concretizado.
Estávamos na sala de espera do Hospital. Eu estava ansioso para fazer a operação, mas o Tom estava muito preocupado…
- Tommy… relaxa… O médico disse que esta operação não é perigosa.
- Eu sei bebé… só estou preocupado por eu não poder estar contigo durante a operação. – Deu um sorriso fraquinho e beijou-me.
- Bill Kaulitz Trümper? – Chamou a recepcionista.
- Sou eu. – Levantei-me sorrindo.
- Acompanhe-me. – Fui com ela e com o Tom até um quarto onde estava o nosso médico, que logo nos cumprimentou.
- Olá, como estão? – Sorriu.
- Estou super ansioso. – Disse sorrindo, dando saltinhos e batendo as mãos. Tom riu do meu ato infantil.
- Estou a ver. – Riu. – Bom Bill, quero que vistas isto enquanto a sala de operação é preparada, ok? – Deu-me algo com parecido com um vestido largo e verde.
- Tudo bem.
- Acalma-te Tom. – O médico falou para ele, percebendo o seu nervosismo. – Esta operação é fora de perigo, deves estar feliz por saber que logo poderás ser pai. – Tom sorriu e assentiu com a cabeça. O médico saiu do quarto, deixando-nos a sós.
Vesti-me em silêncio, ficando apenas com aquela coisa verde no meu corpo. O Tom riu da cara que fiz.
- O que foi? – Perguntei também rindo.
- Ficas fofo nisso. – Revirei os olhos. Ele abraçou-me com muita força, um abraço ao qual eu correspondi na mesma intensidade. – Amo-te. – Proferiu.
- Também te amo. Muito. – Ficamos mais um tempo abraçados. – Como é bom abraçar-te. – Ri e ele também.
- Eu já não posso dizer o mesmo, parece que estou a abraçar um saco de ossos. – Saí do abraço e dei-lhe um tapa leve no braço e rimos da minha atitude.
- Sabes – Comecei olhando nos seus olhos. – Às vezes penso que a minha vida é demasiado cor-de-rosa.
- O que queres dizer? – Perguntou confuso.
- Quero dizer que às vezes tenho a sensação que vivo num conto-de-fadas… Tenho medo que algum dia uma bruxa má venha e te tire de mim.
- Isso nunca irá acontecer. – Disse sério.
- Prometes?
- Prometo. – Abraçámo-nos mais uma vez, e depois de uns segundos o médico entrou. Desenvencilha-mos do abraço e olhámos para ele.
- Está na hora. – Nesse momento sorri de alegria. Deitei-me na cama do quarto, e Tom perguntou:
- Doutor, quanto tempo irá durar a operação?
- Bem… Não será muito tempo, aproximadamente uma hora. – Tom assentiu e olhou para mim. – Preparado? – Perguntou-me.
- Sim. – Tom beijou-me e segurou a minha mão. Senti o líquido da injecção a penetrar o meu organismo, e logo senti o sono a apoderar-se no meu corpo. Apaguei.
[Tom]
Fiquei ali a vê-lo a adormecer, e o médico sair arrastando a sua cama, e indo para a sala de operações. Fui outra vez para a sala de espera e adormeci.
Senti alguém a ir contra mim, e uma substância gelada e viscosa na minha camisa.
- Ó meus Deus! Eu peço desculpa! Eu não o vi. – Falou o rapaz que tinha ido contra mim.
- Ei, cuidado aí! Da próxima vez que… — Não consegui terminar a frase, porque no momento em que olhei para ele, o meu coração começou a bater mais rápido. – Deixa estar, está tudo bem. É só uma camisa. – Sorri.
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— Quando eu te vi, eu senti te devia proteger, cuidar de ti, e te acompanhar em todos os momentos da tua vida. Bill, chama-me de louco, mas eu acho que te amo. Eu sei que nem te conheço como deve ser, mas acho que foi amor à primeira vista. Eu…
— Shh… — Interrompeu-me colocando dois dedos sobre os meus lábios. – Tom, eu também te amo. – Beijei os seus dedos e logo a seguir, afastei-os e juntei os nossos lábios.
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- Bill…
— Sim Tom?
— Eu… armm…
— Tu?
— Bem, eu sei que nós só nos conhecemos hoje e tal mas…
— Sim, Tom. Eu estou te a ouvir.
— Bem, eu queria perguntar se querias namorar comigo. – Ele olhou para mim, não devia ter perguntado. Só nos conhecemos hoje… Devia esperar mais algum tempo… – Eu sei que é cedo mas eu sinto como se já nos conhecêssemos a anos.
— T…
— Se não quiseres tudo bem.
— To…
— Eu compreendo perfeitamente.
— Tom! Cala-te! Estás a estragar o momento. – Olhámos um para o outro, e começámos a rir. – Claro que sim. – Olhei para ele com os olhos brilhantes e beijei-o ao pôr-do-sol.
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— Chegamos? – Perguntou-me.
— Sim. – Tirei a minha fita dos seus olhos, e ele os abriu. Pude ver o brilho que transmitiam.
— Meu Deus Tommy… Isto é lindo – Beijou-me mais uma vez, um beijo de língua a bastante provocativo. Parámos o beijo perguntei:
— Não reconheces este lugar? – Olhou confuso em volta e acho que finalmente percebeu onde estávamos. – Foi exactamente neste sítio em que te fiz o pedido que nos mantém unidos até agora, mas neste momento, eu vou te fazer outro. – Ajoelhei-me e segurei a sua mão. – Bill, desde a primeira vez que te vi, soube que queria que fosses meu. Queria cuidar de ti, proteger, amar e ser amado. Queria ser a causa da tua felicidade porque tu fazes-me o mesmo. Tu fazes-me sentir feliz ao abrir a janela de manhã, respirar ar puro, sorrir só de pensar em ti e pensar que a vida é bela e que vale a pena viver. Tudo o que eu senti quando eu te vi pela primeira vez mudou. Mudou para algo muito mais intenso. Tu fazes me queres acordar e te ver ao meu lado, comer ao teu lado, fazer amor contigo, respirar ao teu lado, para o resto da minha vida! Portanto… — Retirei a caixinha do meu bolço das calças, e continuei. – Bill Kaulitz, aceitas viver para o resto das nossas vidas ao meu lado e ser meu esposo? – Abri a caixa, que revelou duas alianças.
Ele estava estático. A sua face não exprimia nenhuma reacção. Fiquei bastante inseguro com a sua resposta, ele riu de mim, o que me deixou inseguro ainda.
— Tolo… — Pronto, agora estava a explodir de nervosismo. Continuou a falar. – Isso é pergunta que se faça? – Abaixou-se para ficar à minha altura e começou um beijo molhado, bastante erótico e provocativo. As nossas línguas dançavam em sintonia, mas como sempre o ar faltou. Olhei feliz nos seus olhos e perguntei:
— Isso é um sim? – Os meus olhos brilhavam como nunca, e uma lágrima escorreu pelo seu rosto.
— Sim.
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— Tens a certeza que queres dar este passo? Numa coisa a tua mãe tem razão, tu ainda és muito novo e…
— Shh. – Cortou-me, tapando-me a boca com dois dedos. – Eu disse que nunca estive tão decidido da minha vida e não a consigo imaginar sem ti. – Sorriu e eu retribuí.
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— Já escolhes-te o teu vestido de noiva? – Perguntou Georg ao Bill, rindo logo em seguida.
— Ei ei ei! Nada de ofender o meu Billy! – Disse dando um beijo na sua testa.
— Calma mano! Foi só brincadeira! – Falou Georg ainda entre risos.
— Pois, mas eu não gostei! – Respondi, abraçando Bill mais forte. Este sorriu e mostrou a língua ao Georg de um modo infantil, rindo-se em seguida do seu ato.
— Criança… — Disse Ge movendo a cabeça negativamente.
— Por falar em crianças… — Interrompeu a Clara. – Já pensaram em ter alguma?
Ele olhou curioso para mim. Nós nunca tínhamos falado sobre esse assunto. Eu sempre amei crianças…
— Bem… — Olhei para ele e continuei. – Nós ainda somos muito jovens, mas quem sabe, daqui a 4 ou 5 anos… — Ele sorriu para mim parecendo contente com a minha resposta, e eu sorri para ele.
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- Aquilo que disseste em relação às crianças, era verdade? – Olhou em meus olhos.
— Sim. Eu sempre disse que gosto de crianças. Eu disse isso no nosso primeiro dia juntos, lembras-te? – Sorri malicioso.
— Como é que me podia esquecer? – Falou revirando os olhos. – Mas é verdade? Podemos ter crianças daqui a alguns aninhos? – Disse com os olhos a brilhar.
— Claro! Aliás, as crianças trazem mais alegria a casa.
— Sério?! Ai Tom obrigada! – Abraçou-me.
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— Bill Kaulitz, aceita Tom Trümper como seu legítimo esposo para amar e respeitar nas alegrias e tristezas, na saúde e na doença, até que a morte vos separe? – Olhei para ele ansioso pela sua resposta.
— Aceito. – Olhou para mim, e eu abri um sorriso de rasgar a cara.
— Tom Trümper, aceita Bill Kaulitz como seu legítimo esposo, para amar e respeitar, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, até que a morte vos separe?
— Aceito.
— Se houver alguém contra este casamento, fale agora, ou cale-se para sempre.
Silêncio.
— Então declaro-vos marido e… — olhou para nós, e rimo-nos os três. – Declaro-vos marido e marido. Podem-se beijar.
Pusemo-nos de frente um para o outro, e fomo-nos aproximando, selando os nossos lábios. Era o nosso primeiro beijo de casados, era mágico. Ouvimos palmas, e abraçámo-nos, tornando o beijo mais intenso e cheio de saudade. Ahh… como eu tinha saudades de beijar os seus lábios. Aproveitámos cada segundo do beijo, e só parámos quando o ar foi realmente necessário.
— Amo-te. – Sorri e ele retribuiu.
— Também te amo. – Abraçamo-nos logo após de trocarmos as nossas primeiras palavras como marido e marido.
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– Tom?
– Diz bebé.
– Eu…
– Tu…? – Incentivei-o a continuar.
– Bem… Eu tenho medo…
– Medo de quê?
– Bem… Há muita gente que se divorcia e…
– Aonde é que tu queres chegar?
– Tom… promete-me que nunca me deixarás… Promete-me que acontece o que acontecer, ficaremos para sempre juntos.
– Bill! – Exclamei surpreendido. – Eu prometo! Mas porque que pensaste que algo iria acontecer connosco? Eu amo-te, e não preciso de mais nada nesta vida! – Ele sorriu e beijou-me.
– Desculpa… É que… não sei… tudo pode acontecer…
– Mas nada vai acontecer connosco, eu prometo! – Beijámo-nos e fizemos amor mais uma vez.
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– O que querias falar comigo?
– Erm… lembras-te de teres dito que um dia poderíamos adotar uma criança? – Perguntou mordendo o lábio, sinal de nervosismo.
– Sim…? – Perguntei desconfiado, incentivando-o a continuar.
– É que… bem… eu acho que já está na hora de termos uma…
– Sério Bill? – Os meus olhos brilharam por causa da felicidade que estava a sentir. — Por mim podemos ir já para um orfanato escolher! – Exclamei com um sorriso gigante na cara.
– Não Tom. Tu não percebeste… Eu quero TER um filho… um filho completamente nosso, sangue no nosso sangue… quero ficar grávido, quero ter um ser dentro da minha barriga a dar pontapés, quero ter um parto normal como a Anna teve, e quero ter o nosso filho nos meus braços e dar-lhe de mamar… — Olhava para ele com os olhos arregalados e confusos.
– Mas Bill, tu sabes que isso é impossível! – Exclamei chocado.
– Não Tom, era impossível no século passado. Com a medicina avançada que temos agora, isso é totalmente possível! Eu posso implantar um útero e engravidar naturalmente e ter um parto completamente normal! – Tentava convencer-me.
– Mas essa operação para implantar um útero deve ser cara…
– Mas nós podemos pagá-la não é? Dinheiro não nos falta!
– Mas Bill, isso não é perigoso? Aqueles que já fizeram essa operação estão bem de saúde?
– Bem… eu estive a pesquisar e… Bem… existem hipóteses de tudo não correr como esperado durante o parto, e eu serei o primeiro homem a fazê-la…
– O quê?! Estás louco?! Porquê que disseste que serás o primeiro a fazer essa operação?! – Perguntei alterado.
– Bem… eu vou fazer a operação, não vou? – Perguntou receoso.
– Não, não vais! – Fui curto e grosso.
– Mas porquê Tom? – Lágrimas já escorriam dos seus olhos.
– Porque é perigoso! – Gritei.
– Mas tu disseste que querias ter filhos, ainda agora estavas super feliz por saber que agora eu estou pronto para ter um! – Começou também a gritar durante o choro, que agora se tornava abundante.
– Mas isto é diferente! Tu podes morrer! Eu não conseguiria viver sem ti! E não seria só a ti que eu iria perder, seria a ti, e ao nosso filho, e eu não suportaria perder duas pessoas ao mesmo tempo! – Exclamei mais uma vez, tentando-o fazer desistir da ideia.
Ele olhou para mim com os olhos cheios de lágrimas, e com maquilhagem a escorrer pelo seu rosto. Respirou fundo e limpou-as com a palma da sua mão. Fiquei arrependido da maneira como tinha falado com ele há minutos atrás e tentei desculpar-me.
– Bill… Desculpa… Eu… — Cortou-me.
– Só para avisar: eu não quero crianças que não sejam do nosso sangue… — E saiu do nosso quarto.
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– Tom? – Chamou-me. Virei-me para ele com os meus olhos vermelhos de tanto chorar. Fui ao seu encontro e abracei-o com muita força.
– Desculpa-me Bill! Por favor! Eu não queria! Eu fiquei fora de mim só de pensar que te posso perder! Desculpa! Por favor, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor, por favor… — Pedia a meio do choro.
– Tom, eu n-não c-consigo r-respirar. – Soltei-o preocupado.
– Ups. Desculpa… — Ele riu e abraçou-me.
– Está tudo bem amor. – Respondeu-me. Soltei um suspiro de alívio por saber que ele não estava chateado comigo.
– Só… dá-me algum tempo para pensar no assunto, pode ser? – Ele assentiu, e beijou-me.
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Olhava para ele com a Amanda no seu colo. Deus, ele seria um bom pai… ou uma boa mãe…
– Porque olhas assim para mim? – Riu.
– Estava aqui a pensar… Como seria se a Amanda fosse nossa filha… — Olhei para ele sorrindo, e ele ficou estático.
– O que queres dizer com isso?
– Eu estou a dizer que também quero um filho sangue do nosso sangue. – Arregalou os olhos, e lágrimas começaram a cair. Pousou a Amanda com cuidado na cama, e abraçou-me com muita força.
– Obrigado Tom! Muito obrigado mesmo! – Correspondia ao seu abraço com a mesma intensidade.
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- Tom? – Acordei com o médico a chamar por mim.
- Sim? – Disse ainda sonolento.
- A operação já acabou. – Nesse momento, todo o sono que tinha foi embora.
- Já??? O Bill está bem??? – Perguntei preocupado.
- Ele está ótimo, perguntou por ti. – Levantei-me e acompanhei o médico.
- Há quanto tempo é que a operação acabou?
- Há duas horas, eu queria acordar-te antes, mas o Bill também ainda estava a dormir, portanto não vi lógica em fazê-lo. – Parámos em frente ao quarto do Bill. – Suponho que queiram ter um momento a sós. – Sorri envergonhado, e o médico riu. – Estejam á vontade. – Entrei no quarto e vi Bill deitado ainda com aquela coisa verde no seu corpo. Sorriu ao me ver, e sorri de volta.
- Tommy! – Esticou os braços como uma criança que pede colo. Abracei-o e beijei-o de seguida.
- Como te sentes amor? – Perguntei um pouco preocupado. Preocupação essa que foi logo embora assim que ele sorriu como um anjo.
- Sinto-me ótimo! Um pouco mais pesado por causa do útero, mas sinto-me super bem!
- Sabes quando é que poderás sair daqui?
- O médico disse que eu precisarei de descansar até ao final do dia, depois poderei ir para casa. – Olhei para ele, e para o seu sorriso que eu tanto amava. Acho que quase babei, pois ele riu-se. – Porquê que estás a olhar assim para mim?
- Sabes… eu adormeci enquanto esperava a operação acabar, e tive um sonho lindo… Sonhei com todos os nossos momentos mais importantes desde que estamos juntos, até agora. – Ele sorriu e abraçou-me.
- Tommy… Tu és a melhor coisa que já me aconteceu. – Correspondi ao seu abraço, e ficámos assim por uns minutos. Passámos o resto da tarde a conversar e a trocar juras de amor, até que o médico chega.
- Então Bill como te sentes?
- Melhor do que nunca. – Sorriu.
- Sentes dores? – Ele balançou a cabeça em sinal negativo. — Então estás pronto para ir embora. – Ele bateu palmas de felicidade e o médico riu, e saiu do quarto.
O Bill vestiu-se, e depois de estar preparado, fomos para o consultório do médico.
- Bem, antes de irem, gostaria de dar umas recomendações ao Bill. Eu sei que vocês são vegetarianos, mas o Bill não poderá comer doces, comida de plástico, ou algo que possa fazer mal ao seu organismo. Nada de fumar, nem de ingerir bebidas alcoólicas. Não fazer muito esforço. Quando aparecer a menstruação terás que vir ter comigo para ver se tudo está a funcionar como deve ser. Terás que usar penso, não queiras andar por aí, cheio de sangue nas partes íntimas. Quando perceberes que a menstruação é certa, ou seja, que aparece aproximadamente no mesmo dia de cada mês, poderão engravidar sem problemas. – Assentimos com a cabeça e o Bill perguntou, meio envergonhado:
- Mas Doutor, por onde é que sairá o sangue… Bem… O senhor sabe… — O médico riu.
- Claro, será pelo mesmo sítio que a urina. – Assentiu mais uma vez. – Uma última coisa, e a mais importante. – Alertou. – Nada de relações sexuais até eu dizer que é seguro, isso poderá prejudicar as adaptações do corpo de Bill ao útero. – Congelei nessa altura. Nada de relações sexuais??? Como é que eu vou aguentar ficar meses sem nada, com o Bill a provocar-me o tempo todo?? Aff… eu mereço… Bill pareceu notar a minha frustração, e riu-se. – É tudo. Podem ir. – Saímos do gabinete do médico.
- Ó meu Deus Tommy! – Bill pulou no meu colo. – Em breve teremos o nosso filho nos nossos braços.
- Eu sei amor, mas ficaremos meses sem sexo!
- Ai Tom até parece que isso é que é o mais importante! – Exclamou aborrecido.
- Desculpa Billy, tens razão… — Dei-lhe um beijo. — Que tal irmos para casa, vermos um filme bem coladinho um ao outro, hum? Que tal?
- Oferta tentadora. – Rimo-nos. Fomos para casa ver um filme super romântico. Se o Bill costumava ficar triste quando víamos esse tipo de filme, então agora desatou a chorar, acho que é por causa das hormonas… Enfim…
Mal posso esperar para o nosso filho nascer…
Notas finais
Ficou grande ein? :P
Será que é neste capítulo que vou chegar aos 100 reviews??? Please?? *-*
No próximo o Bill vai descobrir que já está gravido ^-^ Curiosas?? :P
Não sei quando posto, provavelmente depois do dia 17, mas se postar antes, podem considerar um milagre! :P
Kusse ♥
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