Notas iniciais
Wow!! 101 reviews *-* Obrigada liebes ^-^
Consegui escrever este capítulo antes do previsto! o/
Obrigada obrigada obrigada!!
ATENÇÃO: MUDEI O MEU NOME NO NYAH, AGORA É AnnieKaulitz :D para nao me conundirem no twitter ;)
Espero que gostem :D

[Bill]

Já se tinham passados umas 3 semanas desde a minha operação. Eu fiquei mais sentimental por causa das hormonas, o que irritava um pouco Tom, mas isso não deixou com que ele deixasse de cuidar de mim.

Se ele antes da operação ficava preocupado comigo por causa de uma dor qualquer que eu sentia, agora ficou ainda pior. Por causa da operação, ele não desgrudava de mim. Fazia tudo para me sentir confortável, fazia de tudo para me agradar. E eu confesso que até estava a gostar de tantos mimos da parte dele. ^-^

Ainda não tínhamos contado nada sobre a minha operação a ninguém. Decidimos que quando eu estiver realmente grávido, daríamos a notícia, já que tudo pode acontecer, né?

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Era de noite, e já tínhamos ido dormir. Bem, o Tom dormia como uma pedra ao meu lado, mas eu não conseguia adormecer por causa da maldita dor de barriga que estava a sentir, desde o almoço. Não tinha dito nada ao Tom, porque não queria que ele ficasse mais preocupado comigo do que já está.

Revirei-me na cama de um lado para o outro. Levantei um pouco para ver as horas: 4h00. Voltei a deitar e, dum momento para o outro, comecei a chorar a chamar por Tom.

– Tooooom. – Chorava baixinho, mas o suficiente para quem estivesse naquele quarto ouvisse. – T-Tommm. – Funguei, e ele revirou-se na cama, virando-se para olhar para mim.

– Bill? – Perguntou sonolento esfregando os seus olhos. Quando parecia realmente estar acordado, arregalou os olhos ao ver que eu chorava. – Bill? Porque choras? O que tens?? – Abracei-o.

– Tom. Estou com dores de barriga horríveis desde o almoço… Faz isso parar! – Implorava.

– Porquê que não me disseste antes?

– Não queria que ficasses preocupado comigo.

– Tolo. Eu sou teu marido. Tenho que cuidar de ti. Na saúde e na doença, lembras-te? – Sorri fraco e balancei a cabeça em sinal afirmativo. – Vou buscar uns comprimidos. – Acendeu a luz, e levantou-se da cama, deixando-me sozinho nela. Passado algum tempo, voltou com um copo de água e um comprimido para eu tomar. – Toma, aqui tens. – Levei o comprimido á boca, bebendo logo de seguida a água, sempre com o olhar preocupado de Tom sobre mim.

Nesse momento, a minha barriga roncou um pouco baixo, mas o suficiente para ser ouvida por nós dois.

– Não será melhor ires á casa de banho? Pode ter sido das massas que encomendámos hoje no almoço… — Assenti, e levantei-me para ir á casa de banho. No momento em que retirei as cobertas de cima de mim, vi o Tom a arregalar os olhos e a olhar para as minhas calças de pijama.

– O que foi? – Perguntei, estranhando a sua atitude. Ele não se moveu, continuando a olhar para as minhas calças. Olhei também, e pus as minhas duas mãos na boca, que se encontrava aberta pela “surpresa” nada agradável que tive. A parte da minha zona íntima do pijama e os lençóis estavam todos cheios de sangue. O período.

– Bill… — Não quis ouvir o que ele tinha para me dizer, e fui a correr para a casa de banho cheio de vergonha, porém, Tom foi mais rápido e não me deu tempo de fechar a porta. – Bill, esta tudo bem. Nós sabíamos que isto ia acontecer. Calma. – Abraçou-me.

– Deixa Tom. Eu estou bem. Vou tomar um banho e já vou ter contigo, ok? – Ele assentiu e saiu.

Suspirei fundo. Que vergonha. Tomei um banho, sequei-me com cuidado, vesti a minha boxe com o penso e saí da casa de banho. Vi Tom a ajeitar os novos lençóis, e dei um sorriso fraco.

– Vou buscar um pijama. – Ele assentiu, e eu fui ao meu armário, procurar um pijama confortável. Vesti-o, e voltei para a cama, abraçando logo o Tom.

– Estás bem? – Perguntou-me, apenas assenti, e senti-o a abraçar-me com força.

– Desculpa por te ter acordado a esta hora. – Disse baixinho.

– Bill, não peças desculpa, eu vou estar aqui para tudo o que precisares. – Sorri.

– Obrigada Tom, eu tenho o melhor marido do mundo. – Ele riu, e ficámos em silêncio por uns minutos, até ele me perguntar:

– Bill, como é que tu sabes como se põe um penso? – Soltei uma gargalhada. Às vezes, as perguntas do Tom são tão engraçadas, que até dá vontade de chorar.

– É a vantagem que tenho por ter crescido com uma irmã mais velha. – Ele riu. – Também sei apertar e desapertar sutiãs… — Provoquei.

– Eii! Não me provoques! Sabes muito bem que eu não aguento por muito tempo. – Ri alto.

– Tom… mesmo que chegasses ao teu limite, seria impossível transarmos hoje, ou queres ficar cheio de sangue? – Ele fez uma careta de desilusão, e perguntou:

– E amanhã?

– Tom! O período, não é só de um dia! É de pelo menos uma semana! Por tanto… aguenta…

– Aff… — Bufou. – Eu bem digo que tu és uma mulher em corpo de homem. – Dei-lhe um tapa no braço e ele riu. – Desculpa. – Balancei a cabeça negativamente, e ri. – Boa noite Billy.

– Boa noite Tommy. – E assim adormecemos.

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Tinham-se passado 3 meses desde que o período me veio pela primeira vez. Hoje iria ao médico para, mais uma vez, verificar se está tudo bem com o meu organismo, mas o Tom não iria comigo… Ele teria que ir trabalhar porque, como já tinha ficado 2 meses sem trabalho a cuidar de mim, finalmente o tinha conseguido convencer de que eu era capaz de ficar sozinho e cuidar de mim próprio, afinal, já não era uma criança…

Ele trabalhava da parte da manhã, e tínhamos combinado que ele me iria buscar depois da consulta para irmos ao shopping, comprar umas roupas um pouco mais largas para mim, para usar durante os primeiros meses de gravidez.

Entrei no gabinete e cumprimentei o médico. Depois de todos os testes feitos, perguntou-me:

– E então Bill? Como te tens sentido?

– Bem… Está tudo normal.

– Tiveste algum novo sintoma durante o período?

– Não. Os mesmos de sempre: alguma dor de barriga e alguma fraqueza.

– E está certo?

– Sim, todos os meses, no dia 11 ou 12.

– Então parece que está tudo bem. Os resultados dos exames são positivos, não houve nenhuma alteração no teu organismo… Acho que agora é seguro engravidares. – Sorriu para mim.

– Sério?? – Perguntei entusiasmado. O médico apenas assentiu. – Então… — Fiquei envergonhado pelo que ia dizer. – Eu e o Tom podemos… — Não sabia como dizer aquilo ao médico, mas ele pareceu perceber, e riu.

– Sim Bill. Vocês podem ter relações sexuais, mas nada de exagerado, ok? – Assenti.

Despedi-me do médico e, ao sair do consultório, encontrei Tom na sala de espera. Decidi não lhe contar nada, para lhe fazer uma surpresa mais tarde, uma coisa que eu já tinha em minha mente.

– Tommy! – Abracei-o.

– Oi amor. Como correu a consulta?

– Correu tudo bem. Estou ótimo. Não há mais nada a dizer. – Dei um sorriso maroto, mas Tom não percebeu.

– E então? Vamos às compras?

– Sim! – Respondi entusiasmado. Entramos no carro com Tom a conduzir, e eu no banco do passageiro (Tom não me deixava conduzir desde a minha operação, porque tinha medo que eu tivesse algum acidente, e que isso pudesse me fazer mal, já que tenho um útero que não é do meu organismo).

Mal entrámos no shopping, fui logo arrastando Tom para a minha loja favorita de acessórios.

Já estávamos uns 20 minutos na loja e Tom falou:

– Bill… Nós viemos para comprar roupa, e não acessórios. – Disse choroso. Ri com a cara dele. Ele não gostava quando eu ia a lojas de acessórios porque demorava sempre cerca de meia hora ou mais.

– Desculpa Tommy, mas tu sabes que eu não resisto. – Sorri. – Vamos. – Segurei o seu braço, e fomos para a minha loja de roupa favorita: H&M.

Andei pelas roupas com o Tom á procura de algo que gostasse. Pegava camisas, T-shirts, calças, casacos, com 1 ou 2 tamanhos acima do meu e Tom aprovava as minhas escolhas. Uma vez ou outra parávamos o que fazíamos, para dar autógrafos e tirar fotos com uns fãs que nos reconheciam na loja, mas depois voltávamos a nossa atenção para as roupas.

Tom já estava com um monte de roupas nos braços, e disse:

– Bill, já chega não? Isto vai chegar para todos lá do nosso bairro. – Olhei para ele e ri. Realmente, ele tinha razão, já tinha escolhido muita roupa.

– Tens razão Tommy. Vamos, vou experimentar tudo! – Fomos para os provadores e Tom sentou num sofá com as roupas ao seu lado. Peguei numas calças e numa T-shirt e fui para o provador. Era bastante espaçoso, o que me fez ter pensamentos maliciosos. Experimentava as roupas e desfilava para Tom. Ele dava a sua opinião e eu ora aprovava, ora negava. Assim se passou cerca de uma hora. Fazia o último desfile para o Tom, que já estava cansado de ver tantas roupas ao seu redor. – Este é o último, o que achas? – Perguntei.

– Bill, eu cheguei aquele ponto em que eu acho que tu ficas ótimo em qualquer coisa! Podemos ir embora?? – Pediu manhoso e eu ri.

– Tudo bem, vou levar este conjunto. Vou trocar de roupa par irmos embora, ok? – Ele soltou um suspiro de alívio e eu ri. – Muito bem, hora de pôr o meu plano em prática. – Disse para mim mesmo dentro do provador. Tirei as roupas novas com cuidado, e retirei também a minha boxe, ficando nu. Sim, minhas caras leitoras, sexo no provador. Excitante, não? Depois de praticamente 4 meses sem nada, acho que qualquer lugar serve. A sorte era que o provador era espaçoso o suficiente para tal ato, e tinha uma porta de madeira, e não aquelas cortinas de pano. – Tom? Podes vir aqui para me ajudar? – Chamei-o.

– O que aconteceu?

– O fecho da calça encravou. – Sorri ao ver a maçaneta da porta a ser movida. Mal vi Tom, puxei-o logo para dentro, trancando o provador. Ele parecia assustado, o que me fez soltar uma risada maliciosa. – Gostas do que vês Tommy? – Sussurrei no seu ouvido.

– B-Bill?! O que estás a fazer?!

– Ora Tommy, apenas vou apagar o fogo que se acumulou durante estes 4 meses. – Disse, lambendo o seu pescoço.

– M-mas B-Bill… Nós não podemos! Isso pode fazer mal á adaptação do útero ao teu organismo! – Ri mais uma vez.

– E se eu te dizer que tenho a autorização oficial do médico? – Disse próximo dos seus lábios, ameaçando um beijo. – Agora podemos foder sempre que quisermos. – Disse beijando-o de vez, com agressividade. No início, Tom parecia chocado, mas foi correspondendo o beijo com a mesma intensidade que eu. Retirava as suas roupas, e eu ajudava-o.

Quando já estávamos ambos nus, ofegávamos como nunca. Os nossos membros já erectos tocaram-se, deixando um gemido escapar dos nossos lábios.

Tom passava as suas mãos pelo meu corpo, e eu pelo seu, matando as saudades daqueles ombros largos e abdómen tão bem definido.

Ele foi abaixando a sua mão para a minha entrada, introduzindo um dedo, o que me fez soltar um gemido alto.

– Ownnn! Toom! – Ele me calou com um beijo, dizendo:

– Shh. Não podemos fazer barulho. – Aquilo me deixou mais excitado ainda! Ele foi fazendo movimentos com os dedos já dentro de mim, e se não fosse o beijo a impedir os nossos gemidos, estaria a gritar com ele por estar a demorar tanto tempo.

– Tom! Não enroles. Fode-me! AGORA! – Não foi preciso dizer mais nada. Tom logo pegou nas minhas pernas enlaçando a sua cintura, encostou-me contra a parede com força, e penetrou-me sem dó nem piedade. Arregalei os olhos pela brusca invasão, e Tom tapou a minha boca a tempo de abafar um berro vindo da minha parte. Uma lágrima escorreu dos meus olhos, e Tom ficou preocupado.

– Bill? Está tudo bem?

– 4 Meses não é a mesma coisa que 1 mês, ou duas semanas! Apenas, não te mexas. – Tom não se mexeu, esperando que eu me acostumasse, o que demorou um bocado. Podia ver Tom a tentar controlar-se para não começar a movimentar logo. Passado uns minutos, mexi o meu quadril, dando permissão a Tom para continuar. Vi-o a soltar um suspiro de alívio, e a começar a movimentar lentamente dentro de mim. Soltava uns gemidos baixos pelo prazer que sentia.

– Uhm… Tom… Tão bom…- Olhei para ele que estava com a boca aberta e a suar litros. Aquela cena fez-me abraçá-lo, e em consequência, vi os nossos corpos a movimentarem-se em sintonia, pelo espelho do provador. Nunca tinha visto algo tão excitante na minha vida. Os nossos corpos em movimento dariam, sem dúvida, o melhor filme porno.

– Mais Tommy. – Sussurrei. – Mais rápido. – As estocadas passaram de lentas e suaves, para rápidas e fortes. Tom começou um beijo para abafar os nossos gemidos, que se tornaram altos e bastante audíveis. A cena no espelho ficou mais prazerosa ainda, o que me excitou ainda mais, se era possível.

Tom estocava forte e fundo, mas mesmo assim, eu não estava satisfeito. Ele não conseguia encontrar aquele ponto que me faz ir ao céu e voltar. Irritei-me e gritei com ele, não querendo saber se alguém me ouviria ou não.

– Foda-se Tom! Mas que bicho é que te mordeu?! – Ele olhou confuso para mim, o que me irritou mais ainda. – 4 Meses sem sexo, é o que dá, né?? Perdeste a prática toda? Foi?!

– De que estás a falar??

– Foda-se Tom! Eu quero que me fodas como um homem fode uma puta, e não como um caracol que fode outro! Mete mais fundo!!! – Berrei.

– Não grites comigo! Tu não sabes do que eu sou capaz quando fico irritado!

– Sério?? E como é que ficas? Eu adoraria conhecer esse teu lado! – Olhou para mim sério, e disse:

– Tu é que pediste. – Agarrou forte na minha cintura, e investiu o mais forte que pôde, fazendo me ver estrelas. Berrei como um gato no cio.

– Aí mesmo Tom! Repete! Repete! – Ele repetia as investidas, indo cada vez o mais fundo que podia, esmagando o meu membro entre as nossas barrigas. Nós já tínhamos feito sexo agressivo, mas desta vez o Tom estava a superar todas as minhas expectativas. As estocadas começavam a doer ligeiramente, mas para esquecer um pouco a dor, pedi a Tom. – Tommy… Toca-me, toca-me! – Tom entendeu o meu pedido e começou uma masturbação forte, ao mesmo ritmo que as investidas.

Ficámos assim, naquele vai e vem, por mais alguns minutos, quando o Tom falou:

– Bill… Eu já não consigo aguentar! Eu vou gozar! – Dizia a meio das investidas.

– Não Tom! Espera mais um pouco. – Eu também já estava quase no meu limite, mas eu queria que aquele momento durasse para sempre.

Tom continuou a investir em mim por mais algum tempo, mas berrou:

– Bill! EU NÃO AGUENTO MAIS! – E gozou dentro de mim. Quando senti o seu esperma dentro de mim, gozei logo nas nossas barrigas.

Tom saiu de dentro de mim, e fomos caindo lentamente até ao chão.

– Isto…foi…muito… intenso… — Dizia tentando controlar a minha respiração. Tom não conseguia falar devido ao orgasmo que há pouco ocorreu, portanto, simplesmente acenou. Puxou-me para perto dele, beijando-me logo de seguida.

– Amo-te.

– Também te amo Tom.

Ficamos abraçados por algum tempo, mas tivemos que nos vestir e sair do provador pagar as minhas roupas. As empregadas olhavam para nós de um modo estranho. Talvez tivessem ouvido e percebido o que tinha acontecido no provador, mas eu não estou nem aí… Saímos do shopping cansados, e fomos directos para o carro. Quando me sentei no banco de passageiro, dei um gritinho um pouco afeminado.

– O que foi Bill? – Perguntou Tom preocupado…

– É que… o meu cú dói como já não doía há anos, como se fosse a nossa primeira vez! – Exclamei e ele riu.

– Eu avisei-te. – Apenas disse sorrindo malicioso. Ri um pouco balançando a cabeça negativamente. Ajeitei-me no banco da forma mais confortável que pude, e fomos para casa.

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1 Mês depois…


Tinha acabado de acordar depois de mais uma noite de sexo. Olhei em volta, e Tom não estava na cama. Levantei para ver as horas: 3hoo.

– Tom? – Chamei por ele.

– Estou na sacada. – Levantei-me ainda nu, e fui ter com o Tom. Encontrei-o a fumar, coisa que eu não aprovava que ele fizesse.

– Estás a fumar outra vez??? Eu já disse para parares com isso! – Disse num tom reprovador.

– Ain Bill… Desculpa… Eu estou a tentar parar, isto não se faz de um dia para o outro amor. – Ele fez carinha de cachorrinho sem dono, e eu esqueci-me do mundo á minha volta.

– Ta bem, tas desculpado. – Sorri. – Agora vem Tommy… Volta para a cama. Estou com frio. – Pedi manhoso e abracei-o, afastando-me bruscamente, logo de seguida. – Ugh! Que nojo Tom! Cheiras a tabaco. Esse cheiro enjoa! – Ele apenas riu, e soltou o fumo todo para a minha cara.

Tossi. Já estava pronto para ralhar com ele, mas quando senti o fumo a entrar pelas minhas narinas, o meu estômago revirou, e senti a comida a querer sair. Tapei a boca com as mãos, e Tom me olhou preocupado.

– Bill? O que tens amor?

Só de sentir o cheiro a fumo outra vez, não pensei duas vezes, e corri para a casa de banho e vomitei no vaso sanitário. Ouvi Tom a parar na porta ofegante por ter corrido atrás de mim, e senti-o a agarrar-me por trás e a segurar o meu cabelo enquanto expelia tudo para fora. Fiquei ali minutos sem fim…Aquilo nunca me tinha acontecido, não daquela forma. Parecia que ia vomitar os meus órgãos todos… Quando me acalmei um pouco, levei a cabeça para trás, encostando-me no ombro de Tom. Mais uma vez, a sensibilidade atacou o meu corpo, e chorei, sem razão aparente. – Bill, o que aconteceu?? – Perguntou preocupado.

– Eu não sei… Quando senti o cheiro a fumo, senti uma reviravolta no meu estômago, e senti uma enorme vontade de vomitar… — Ele abraçou a minha cintura.

– É tudo culpa minha, eu não devia ter bafejado para a tua cara. Desculpa Billy…

– Tudo bem Tom. Tu não sabias que isso ia acontecer. Aliás, isso nunca aconteceu, por isso é que é estranho… — Ficámos algum tempo naquela posição, quando a vontade de vomitar apoderou-se novamente do meu corpo. Ficámos ali até eu me acalmar por completo.

Estava cansado, suava, e fedia a vómito. Tom deu-me banho e deitou-me na cama, deixando-me sozinho para ir tomar o seu. Quando voltou, abracei-o com todas as forças que me restavam naquele momento, e adormeci.


[Tom]


Acordei sonolento e cansado pela noite anterior. Sentia-me tão culpado pelo Bill…

Afinal, se eu não tivesse bafejado a merda do fumo, ele não teria passado por aquilo que passou ontem… Reparei que Bill não estava na cama, mas tinha ouvido uns barulhos na casa de banho, o que me levou a acreditar que ele estivesse lá dentro. Voltei a fechar os olhos, mas segundos depois voltei a abri-los por causa do grito do Bill.

– TOOOOOM! – Levantei-me preocupado e tentei entrar na casa de banho, mas a porta estava trancada.

– Bill? O que se passa?? Abre a porta! – Ele demorou um bocado para abrir, mas quando ele o fez, pude ver que ele estava a chorar com algo que se parecia como o termómetro nas mãos. – Bill? O que… — Não terminei de falar porque ele me abraçou com toda a sua força e repetia vezes sem conta “Amo-te”. Correspondi ao seu abraço ainda um pouco confuso, mas quando nos desenvencilhámos, perguntei. – Bill? O que aconteceu? – Ele olhava para mim com os olhos cheios de lágrimas, mas sorria como nunca. Ele mostrou-me aquele termómetro e aí percebi que aquilo era um teste de gravidez. Olhei para o resultado do teste abismado, e depois olhei para Bill, que continuava a sorrir.

– Sim Tom. Estou grávido. Vamos ser pais.



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VEJAM ESTE VIDEO, ACHEI-O TÃO FOFO ^-^ http://www.youtube.com/watch?v=02zNKcnf4OI

Notas finais
E aí? Reviews?? Recomendações???
^-^ Será que chego aos 110 reviews??
Talvez para a semana postarei o capítulo 3 do O Capuchino Vermelho :D
Kusse ♥