I Hate You Too!

28 XXVIII- Dono do meu destino


Notas iniciais
Oi mores... Voltei depois de décadas... Aí aí, não me joguem nada na cabeça! - Um beijo aos lindos dessa fic, eu fico tão feliz pelos comentários se manterem com números bons e com conteúdos bons... Sinal de que vocês amam IHYT e eu também amo, acreditem... Um beijo aos lindos... Antonio, Lipe, Maria, C410, Ikedah (que também comenta em TTAL), Guilherme (que também comentá em TTAL), Mahii, Yuchan, AND, Klarisse (que também comenta em TTAL) e MioneWeasley. Um beijo seus 11 lindosos! - Quer ser um lindo? Basta me mandar um comentário e deixar esse autor sorridente! kkkkkkk - Comentem e recomendem a vontade!

Estava em casa, sozinho e pensativo. Deitado na minha cama com a janela aberta, sentindo a brisa entrar no quarto, a grande árvore estava ali fora. Paulo e mamãe estavam trabalhando e eu chegado da escola, dormido e agora só pensava.

Já havia se passado uma semana desde o encontro com Vinícius na boate e nossa relação na escola se mantinha a mesma... E por mesma quero dizer quase nula. Ele havia agradecido por eu não ter contado nada para os amigos e namorados. E no fim, Vinícius deve ter continuado a sua vida de garotinho de boate gay. O plano corria devagar o que me deixava desanimado, conseguia falar com João apenas por telefone, já que ele vir-me ver poderia ocasionar alguma suspeita de Yuri.

Falando no loiro, ele continuava querendo me irritar na escola e eu apenas me deixo irritar, para que ele continue achando que eu dou bola para ele e que aquilo me afeta. Assim, alimento o ego dele e ele acaba se deixando influenciar... Joao saiu com ele, mais uma vez e segundo o moreno, não havia acontecido nem um beijo ou algo do tipo... Talvez o loiro esteja na defensiva, para não se machucar ou... Sei lá, Yuri precisa ser estudo psicologicamente, porque normal ele não é.

As novidades não paravam por aí, Jonathan continuava a rondar minha cabeça, mas de uma forma mais leve. Eu pela primeira vez, me via como dono do meu destino, não era mais o coadjuvante de antes, agora eu era o protagonista da minha história. Antes minha vida se resumia a meus avós e minha mãe, morava com eles e os amava incondicionalmente, depois dos doze a minha vida se resumia a minha mãe, tínhamos saído de casa só nós dois e passamos a viver nossa vida juntos como mãe e filho, depois do casamento e a medida que meu amor por Jonathan aumentava, a minha vida se resumia em ajudá-lo e ser dependente dele. Seja ajudar nos problemas envolvendo ele e Yuri com o suposto morto, algo que ainda se estava em resolução ou quando eu dependia dele amorosamente, afinal sempre deixei claro amá-lo e ele nunca sequer quis me dizer isso ou quando ele me levava para a escola no seu carro. Toda a minha vida era em favor de outros, mas vi que isso passou a mudar.

Sinto como se agora eu fosse dono do meu destino, pois eu não me sentia mais dependente. Eu era quem estava no comando de tudo. Jonathan já havia ido embora e meus sentimentos por ele, que antes eram claros, agora já não pareciam mais tão claros assim. Eu sabia que o loiro ainda era importante pra mim, que eu ainda sentia algo forte por ele, mas... Talvez a coisa que antes eu achasse que fosse amor, fosse apenas uma paixão... Ou ainda seja um grande amor, mas um amor que meu cérebro esteja bloqueando, já que o loiro está há quilômetros daqui.

A vingança era pelo Jonathan? Sim era, mas também era por mim... Yuri sempre brincava com as pessoas, sempre usava de artimanhas para minimizar os outros e ser o dono do pedaço e isso me agredia também. Por mais que ele tenha machucado e ludibriado o loiro, ele também havia feito comigo e ele precisava de uma lição. Talvez, toda essa vingança seja algo errado e algo a se arrepender num futuro, mas eu não mudaria meus planos... Ninguém nunca é cem por cento bonzinho e mesmo que eu tentasse ser, eu nunca conseguiria.

Vocês talvez pensem... “E o João nessa história toda?” Creio que ele seja a minha maior preocupação... João está sendo a jogada mais arriscada da minha vida toda. Se envolvendo com o Yuri, se metendo na vingança e no fundo... Ele quer algo comigo...

Algo que talvez eu não consiga retribuir... João é a peça mais frágil do momento na minha vida. Talvez ele seja mais frágil do que os meus próprios sentimentos ou mais frágil do que o estrago que aconteceria na minha família se eles soubessem do meu antigo envolvimento com o Jonathan. João é uma peça de xadrez feita de cristal. A campainha tocou.

Levantei antes que eu fosse encharcado por milhares de pensamentos e isso me levasse ao fundo do poço. Pensar em João, Yuri e Jonathan me desgastava. Estava apenas de bermuda e então preferi vestir uma camiseta branca, meu corpo não era nada feio, mas eu não estava à vontade, fui até a sala e acabei abrindo a porta para um Vinícius, o que me surpreendeu.

–Oi, árabe... –Eu nunca ia entender se esse apelido era pejorativo ou não. Foi entrando e logo sentou-se no sofá. –Cadê a família?

–É... Bem vindo, Vini! –Fui irônico. –O que você quer?

–Qual é? Não seja tão frio assim. –Vini deixou a mochila no chão e partiu para um abraço. –Temos uma relação bem... Confiável não?

–Não!

–Imaginei que fosse dizer isso... –Vini continuou abraçado comigo e se encaminhou para a cozinha. –Você tem algo de comer ai? –Aquilo estava estranho.

Atravessamos a sala e fomos até a cozinha, onde o balcão separava a cozinha da sala de jantar, lá me encaminhei para o micro-ondas para tirar resquícios de pizza que tinha sobrado do almoço e ao virar, meu coração subiu pela boca.

Vinícius estava com uma arma apontada para mim. Era uma arma de verdade, toda preta e com o cano um pouco enferrujado... Era incrível como uma arma poderia dar a postura de poder para as pessoas, ali estava ele com o olhar sanguinário e um meio sorriso no rosto. Levantei as duas mãos em pânico, meus braços tremiam e eu mal conseguia ficar em pé... Eu só conseguia pensar... “E se Vinícius for comparsa de Yuri e ele tiver descoberto todo o plano? E se Vinícius já tiver ido matar João e agora veio me matar? O que será que ele vai fazer comigo? Me matar aqui em casa e me deixar aqui pra minha família ver? Ou vai me levar pra algum outro lugar? E se João estiver em algum outro lugar e Yuri estiver lá pronto para nós matar?”

Meu telefone tocou e Vinícius não se intimidou.

–Não atende essa merda! Me dá? –Falou com autoridade estendendo a mão e mantendo a outra com a arma apontada para mim. Tirei o aparelho ainda tremendo e estendi para ele, antes disso consegui ver que era um número restrito e claramente devia ser João querendo me contar novidades, Vinícius deixou o celular sobre a bancada, até que ele parou de tocar. –Prontinho, agora é só nós dois...

–Cara... O que é isso? Pode levar o que você quiser... Pode fazer o que você quiser...

–Isso não é um assalto, Hassanzinho... Eu não preciso ser assaltante. Fica pianinho ai e escuta o que eu tenho que te dizer. Você ficou sabendo muita coisa na boate e muita coisa que você nem devia tá sabendo...

–Acha que eu vou espalhar pra alguém? Já não deixei claro, nem seus amigos sabem...

–Shii! –Me interrompeu. –Segredos só são bons quando apenas uma pessoa sabe...

–Você não é maluco de me matar aqui...

–Não sou mesmo! Fica quietinho ai! –Vinicius se encaminhou de volta a sala de estar, onde pegou a bolsa que estava no chão e voltou, arremessando ela sobre meu peito. –Abre!

Disse autoritário e eu abri, a bolsa não estava muito pesada e logo que eu abri vi um monte de sacolas cheia de... Drogas! Drogas em sacolas diferentes, uns dois ou três tipos diferentes. Todas ali na minha frente.

–Você saber do meu segredo é abertura demais pra mim, agora você ser cúmplice do meu segredo é muito seguro pra mim, afinal se eu for pra cadeia, você vai junto! –A arma não saia dali, apontada pelo meu rosto o tempo todo e ele continuava com a expressão de esperto. –Você vai ser meu ajudante, garotinho árabe? Ou prefere que eu faça algo que eu realmente não quero fazer?

–Você não pode fazer isso comigo... Eu não vou vender pra você!

–Você não vai vender, vai armazenar... Toda semana eu vou te trazer uma bolsa dessas cheia disso e você vai guardar para mim...

–Você não pode me obrigar a fazer isso... Você tá pensando que eu sou o que?

–É por pouco tempo, garoto! Só por enquanto que eu arrumo um lugar fixo pra guardar pra mim mesmo, você precisa provar pra mim que vai ficar quietinho e a melhor forma de fazer isso é te deixando aqui... Quietinho e fazendo uns favorezinhos pra mim...

–Vini...

–Hassan é isso ou... Você sabe! –Ele balançou a arma. –Guarda num lugar seguro, daqui há umas semanas eu alugo meu próprio apê e ai fica tudo de boa!

–Três semanas...

–Você não está em posição de dar ordens!

–Três semanas! –Eu devia tá pirando, deixar drogas na casa de uma advogada e um delegado não era uma das posturas mais inteligentes do mundo. Meus olhos estavam lacrimejando e meu corpo continuava a tremer. O telefone tocou de novo.

–Ok... Atende essa porra! Mas fica caladinho porque se a polícia bater na minha porta, eu sei dizer aonde eu consigo mais e eles vão vir direto aqui! –Vini continuou caminhando até a saída da minha casa e foi embora.

Caminhei até o telefone e percebi que ainda era o número restrito... Preferi não atender ainda. Sentei na mesa de jantar e joguei a mochila sobre ela. Meu corpo ainda tremia, eu ainda permanecia impressionado com a arma, atender alguém só facilitaria pra que eu falasse a verdade e chorasse muito. O que realmente aconteceu.

Desabei em lagrimas ali. O pior era que não era aquela sensação de dor ou de medo que você sente depois de ser assaltado, era mais uma sensação de estar enrascado... Aquilo iria dar uma merda. Eu tinha que esconder isso, fui até a cozinha e peguei um copo com água, tomei e voltei para a pegar a mochila.

Talvez o melhor lugar daquilo fosse dentro do quarto de Jonathan, ninguém estava entrando naquele lugar, a porta estava trancada e a única pessoa que tinha a chave era eu, porque dormia ali algumas vezes e usava o banheiro dele.

Caminhei até meu quarto e mexi nas gavetas do criado-mudo até achar a chave do quarto de Jonathan. Tinha algumas poucas semanas que eu havia deixado de dormir lá, fazia parte do processo de tomar conta do meu próprio destino. Subi as escadas apressado com a bolsa na mão e logo encontrei a porta do quarto de Jonathan. Abri apressado e entrei, o cheiro dele já havia se esvaído, tudo estava bem mais limpo devido as constantes limpezas que eu fazia, afinal eu usava o banheiro e tinha que manter tudo em ordem. Eu poderia guardar a bolsa no quartinho secreto de Jonathan, onde tinha todos os seus desenhos e cavaletes, mas aquilo... Era sujar toda a arte que ele desenvolvia. Resolvi jogar sob a cama, como basicamente era eu que limpava o quarto, ninguém perceberia aquilo ali.

[...]

Depois de toda aquela loucura, eu tomei um pouco de água e voltei para meu quarto, trancando o quarto de Jonathan e da casa, era bom evitar novas surpresas. Lembrei-me das ligações restritas que deviam ser de João e peguei meu telefone para ligar para o moreno.

–Alô?

–João? Você me ligou?

–Uhum, aconteceu alguma coisa? Você tava em casa né? Fiquei pensando merda, achei que tinha acontecido algo.

–Não, tá tudo ok? –Menti claro. -Eu estava dormindo, porque ligou? Novidades?

–Não... Yuri não veio atrás de mim e eu estou evitando ficar muito no pé... Sabe né? Não quero parecer tão interessado porque aí ele acaba perdendo o interesse.

–Bem pensado.

–Talvez eu convide ele para sair ainda essa semana? Tem alguma ideia?

–Ideia?

­–Um lugar onde ele não se sentiria mal por ir. Tipo... Eu não vivo a realidade dele, não frequento lugares caros.

–Nem eu, João. Yuri é muito mais rico do que eu... –O moreno riu e eu ri junto. –Acho que ninguém que eu conheço tem tanto dinheiro pra se comparar ao dele.

–Foda...

–Leva ele numa boate? –A ideia surgiu ao me lembrar da ida. Era um lugar bem frequentado, no geral e feito pra pegação. Seria um bom lugar pra João ganhar a atenção de Yuri, afinal se a vadia loira não quisesse João, muitos outros caras poderiam cair em cima dele. –É um bom lugar, bem frequentado e feito pra pegação, se o Yuri fizer muito doce, vai ter muito cara atrás de você, fora que ele vai ficar incomodado em ver você ganhando uma atenção, ele é egoísta o suficiente pra isso.

–É... Me parece uma boa ideia... Tenho uma novidade...

–Fala... –Uma novidade?

–Eu tava tomando café da manhã pelo centro da cidade. Enquanto eu tava saindo da padaria e indo até o estacionamento ali perto, um cara me parou na rua. Ele falou que era um olheiro e que eu tinha um perfil de modelo fotográfico muito bom...

–Sério? –Aquilo era estranho...

–Maluco né? Ele me passou o contato dele e mandou eu procurar a agência que ele fotografa, dizendo que eu tinha recomendado ele. ­

–Me passa o nome desse cara?

­–Pera... –João demorou alguns segundos, talvez procurando o cartão do tal olheiro. ­–O nome é Marco Castro.

­–Ok, vou dar uma olhada nesse cara... Cuidado que ele pode ser o tal detetive do Yuri...

­–Ok, bem pensando... Has...

–Oi?

­–Queria te ver...

­–Ah... –Pensa Hassan... –Depois que eu descobrir se esse cara é o detetive ou não, a gente se vê... Só pra confirmar se ele é alguém a se temer ou não, pode ser?

–Pode... –Deu pra sentir o tom de decepção, mas nem eu sabia direito o que eu queria com João e ele tinha intenções bem claras.

Eu sabia o que sentia por Jonathan antes e agora eu não tinha mais tanta certeza, mas eu sempre soube o que sentia por João. Sempre foi apenas amizade, apesar dele ser um cara muito sexy e gato. Aí Hassan... Deve ser a falta de sexo que me faz pensar essas coisas. Jonathan havia sido o único cara com quem eu transei, mas agora ele está longe e outros caras são tão bonitos quanto Jonathan, o que eu posso fazer a não ser desejar... Ter seria uma opção?

–Has...

–Ahh, oi!

–Você ficou calado.

–Nada, estava pensando... Vou ter que desligar tá?

–Ok, até mais!

Será que eu me arrependeria se eu ficasse com João? Talvez não? Talvez sim? Isso era algo a ser pensando... A ligação já havia sido encerrada. E agora, mais uma vez, minha cabeça ia ser minha vilã e me fazer enlouquecer. João era gato, eu gostava da companhia dele, ele se importava comigo mais do que qualquer outra pessoa já havia demonstrando se importar... Ok, Hassan sem enlouquecer.

Resolvi ver alguma coisa na internet, fui até o escritório onde a internet era melhor e liguei o computador. Primeiro comecei a zapear pelo facebook e claro, nunca tinha nada demais por ali. Talvez fosse interessante jogar alguma coisa online e eu faria isso...

Se não fosse o enorme pedido de chamada de vídeo que brotava na tela. Tinha a foto do Jonathan e naquele momento foi que eu percebi que o usuário daquele Skype ficava logado logo ao conectar com a internet e o usuário era o pai do Jonathan... Minhas mãos começaram a tremer, eu devia responder ou não?

Antes de pensar demais, eu cliquei em aceitar e logo a imagem de Jonathan apareceu, a imagem era bem nítida e foi bem possível ver a cara de espanto dele a me ver. O cabelo dele estava maior desde a última vez que o vi no Skype, os pelos aloirados da barba estavam ali, ele nem sempre se mantinha barbado, optava por raspar dia sim e não, mas aquele tamanho parecia que já estava há alguns dias sem tirar a barba, os olhos continuavam iguais, azuis e mortais. Ele usava uma camiseta o que denunciava o possível calor daquela época do ano lá.

–Oi... –Falei quase que sem sair voz e ele continuava me olhando, com a cara de espanto e sem falar uma palavra.

–O que está fazendo conectado no Skype do meu pai? Onde ele está? Você não tem vergonha de fazer isso de propósito, Has?

–Eu vim usar o computador do escritório e não sabia que o Skype do seu pai conectava automaticamente... Eu não roubei o Skype de ninguém pra falar com você, não. –O loiro já havia perdido a expressão de espanto e agora parecia bastante impassível e eu devia estar com a mesma cara de panaca. –Jonathan...

–Você tá diferente...

–Você também...

–Cadê meu pai? Sua mãe?

–Estão no trabalho, eu vim pro computador, pra passar tempo, acho que ia jogar League of Legends...

­–Nerd desgraçado... –Como sempre com comentários idiotas.

–Idiota.

–Como tá o namoradinho?

–Jonathan... Eu não namoro o João... Temos que...

–Hassan... Esquece! Minha avó anda mal, eu nem sei como dizer ao meu pai a situação dela... Muito possivelmente eu só vou sair daqui quando ela melhorar, se ela melhorar ou quando ela falecer... Eu acho que é melhor você seguir em frente, continua com o bartender lá e...

–Você seguiu em frente? –E eu já estava me tremendo mais do que deveria. Jonathan estava assinando a carta de fim do nosso namoro, que nem um namoro muito possivelmente era.

E se Jonathan estivesse realmente seguido em frente? Se ele tiver ficado com alguém ou se ele estiver ficando com alguém já há algum tempo? Se ele tiver se apaixonado por algum norte-americado. Minha mãe sempre fala que quando as pessoas mudam por fora é porque elas mudaram por dentro e se Jonathan estivesse numa nova fase, talvez nada mais que eu fizesse importasse... O cabelo um pouco maior caia sobre seu rosto e a expressão impassível parecia morar ali e aquilo estava me corroendo bastante.

–Vou ter que desligar...

–Jonathan... Espera!

Eu sabia que ele estava fugindo, uma pena eu não conseguir fugir da minha própria cabeça!

Notas finais
Ufa, esse capítulo foi calminho eu sei... NO PRÓXIMO TEM O QUE VOCÊS TANTO PEDEM, UM POV DO JONATHAN! O CAPÍTULO TODO VAI SER DO JONATHAN, SEUS FANÁTICOS POR AQUELE LOIRO AGUADO. kkkkkk - Vamos lá né? Primeiro gostaram do capítulo? Tivemos uma leve reflexão inicial do Hassanzito e aí? O que acharam? Depois aparece o belo do Vinícius todo preparado pro que der e vier... Gente esse garoto tem coragem hein? E aí? Como vocês acham que o Has se saiu nessa enrascada? Então o Yuri realmente conseguiu que o fotografo e dono da revista fosse atrás de João para um casting... Acham que o Yuri vai conseguir descobrir a vingança? E o João vai ficar deslumbrado pelo mundo fashion e largar a vingança? E por último nosso Jonathan falando com o Hassan... Jonathan mandou Hassan seguir em frente, será que ele está seguindo? - Comentem e recomendem.