I Hate You Too!

18 XVIII- Um pouco de perigo não faz mal!


Notas iniciais
Título uma droga! Demorei, eu sei! Gente, estudar é difícil, ok? E eu ainda tenho 4 fics na ativa... Estive pensando em deixar uma em HIATUS, mas isso vai contra os meus princípios básicos... Chega de enrolação... Espero que vocês gostem e comentem...
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Vamos aos agradecimentos... Obrigadão!
Yume, Lief, Midichan, Ângela, konichiwaclara, Vinicius, Lady, Guilherme, Matheus, Victória, Giovana, bii devon, PezHummel, Bella, Ana, Caio, BielNeko, Mickey, Antonio, Sheiko e Biscoito. Quantos comentários! Eu amei, amei demais!
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Quer ser um lindo do Sketcher? É muito fácil, basta você mandar um review depois de ler esse capítulo!
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Sintam-se a vontade de comentar e recomendar!

–Vamos comemorar sua inocência!

O loiro sorriu e segurou meu rosto, fiquei admirando aquele rosto limpo, apenas um pouco vermelho devido ao soco que João deu, aquele sorriso branco, aqueles fios loiros lisos e espalhados.

-De onde vem toda essa sua vontade? Você é sempre tão comportadinho!

-Ué, eu não posso querer transar com o meu namorado? –Perguntei ainda sentado sobre o abdômen do loiro. Eu sabia que ele estava louco, estava escrito na testa dele.

Ele se sentou o que me fez descer um pouco e ficar sentado sobre seu colo. Seu membro já estava duro feito uma rocha e eu pude sentir. Ele agarrou meus cabelos negros e me beijou como nenhuma vez antes. Era um beijo desesperado. Às vezes sentir os apertos dele no meu cabelo era delicioso. Embora doesse. Minhas mãos passeavam pelas costas largas do loiro e ele segurava minha bunda e apertava o moletom.

-Porque você ainda está tão vestido? –Perguntou já puxando minha camiseta pra cima e jogando ao lado. –Eu nunca pensei que iria dizer isso... –Será que ele iria dizer que me ama? –Mas eu adoro esse seu corpo magrinho, Has! –Ele segurou minha cintura e apertou com força.

-Ah... –Tentei disfarçar minha decepção. –E eu adoro esses seus braços fortes. –Apertei os braços fortes dele e ele atacou meu pescoço.

Sempre era assim, beijos e mordidas no pescoço. Jonathan não era um humano, ele era um animal. Os beijos eram fortes e eu sabia que ele iria me marcar, mas a sensação do momento não me deixou brigar com ele, eu apenas permaneci ali, sentado sobre o seu colo, com as mãos apalpadas nas costas largas e sentindo os dentes do loiro me morderem.

-Jonathan... Você vai me enlouquecer!

-Esse é o meu objetivo! –Ele segurou minhas costas e me jogou na cama, ficando sobre mim, suas pernas entre as minhas e sua cueca roçando no meu moletom. Eu podia sentir que ele queria se aliviar. Seus lábios foram aos meus e eu sabia que era arriscado. Afinal, estávamos fazendo barulho e nossos pais dormiam ao lado, mas quem precisa de sanidade quando está aos beijos com o namorado? –Eu quero agora...

-Apressadinho! –Segurei os braços fortes do loiro e o empurrei para o lado e sentei-me sobre seu corpo, como eu já era acostumado a fazer. O loiro me olhou com dúvida.

-Ué, você não disse que queria?

-E quero! –Coloquei minhas duas mãos sobre seu peitoral, para evitar que ele tomasse a frente da situação, quem iria comandar as coisas hoje, seria eu. –Mas hoje quem vai comandar as coisas sou eu!

Beijei seus lábios rapidamente e logo saí de cima do corpo forte do loiro.

-Que droga, Has! Volta aqui! –Gritou o loiro. Desci da cama e comecei a tirar meu moletom, ficando apenas de cueca como ele. Só que a minha cueca era branca.

-Não grita, seu estúpido!

-Então volta aqui! -Subi novamente sobre a cama, só que dessa vez, eu sentei sobre o peitoral do loiro e fiquei de costas para ele. Eu sabia exatamente o que deveria fazer. –O que você vai fazer? –Levei minhas mãos até a cueca dele e apertei com vontade o volume já aparente, ficava tão bem moldado o volume do loiro naquela cueca justa e negra. A única resposta do loiro para minha ação foi um gemido, um gemido que me fez perder qualquer noção de juízo.

Deitei-me sobre o seu corpo e meu rosto ficou rente ao membro escondido do loiro. Seria a primeira vez que eu faria sexo oral, com certeza eu seria um desastre, mas o loiro continuava gemendo e dessa vez sua mão se encheu na minha bunda, apertando com força. Bem, se ele estava tão necessitado, não ia reparar se eu fizesse besteira, não é?

Puxei sua cueca para baixo e o membro com pouca pelagem loira, branco e com uma glande singela, rosada e que crescia de excitação. Era uma visão dos Deuses e eu precisava daquilo. Lambi meus lábios e coloquei minha boca pela primeira vez em contato com aquela parte do corpo do loiro. Suas mãos permaneciam apertando minha bunda sob a cueca, e se eu não estivesse com ela, com certeza minha bunda estaria toda avermelhada.

Com minhas mãos passeei pelas pernas brancas e com fios finos loiros do maior. Jonathan só gemia e me apertava como se aquilo estivesse realmente deixando ele louco. As mãos do loiro foram até a minha cueca numa tentativa desesperada de tirá-la, mas ele não conseguiu. Acabou rasgando-a o que me fez rir de imediato. Jonathan separou minhas nádegas e começou a passar a língua pela minha bunda desnuda.

Eu continuava a chupar aquele membro grande e acabava me engasgando um pouco quando eu tentava engolir por completo, quase não conseguia, afinal eu tinha uma boca pequena e a glande do loiro crescia em excitação.

Eu sentei novamente sobre o peitoral do loiro e tentei pegar a camisinha, que eu sabia que ele guardava no criado-mudo. Fiquei surpreso ao abrir a gaveta do pequeno objeto por além de conter camisinhas, também continha uma embalagem lacrada de lubrificante.

-Comprei especialmente para nós. –Explicou o loiro.

Saí de cima do corpo do loiro, admirando toda aquela masculinidade dele. Os ombros largos, o peitoral e o abdômen definidos, o membro excitado completando a minha visão. Virei e fiquei de frente para o loiro.

-Põe a camisinha! –Ordenei e ele sorriu. Pegou o pequeno preservativo e abriu, desenrolou sobre o membro do jeito correto e já estava preparado. Lambuzei toda a minha mão de lubrificante, estava gelado e eu segurei o membro do loiro lambuzando-o de lubrificante. –Nossa, está gelado! –Reclamou.

-Não se preocupa que logo eu vou esquentar! –Fala despudoradamente, já mexendo meu quadril sobre seu membro simulando uma penetração, o loiro sorriu vitorioso.

-Você me deixa de pau duro falando com essa safadeza. Devia ser assim sempre!

-Não se acostuma, que isso acontece muito raramente.

-Então é melhor eu aproveitar, não? –Falou levando a mão até o membro e segurando firme.

-Exatamente... –Levantei um pouco o quadril e ele, com a ajuda da mão, começou a guiar o membro até meu ânus. Eu já estava preparado psicologicamente para a dor, mas como sempre minha bunda não me respeitava e se trancava para dificultar mais ainda. O loiro começou a penetração. –Devagar, por favor! –Gemi um pedido.

-Certo, Hassanzinho! –Sempre irônico. Como um estalo, lembrei que seria eu quem comandaria as coisas. Sentei-me sobre o seu membro, apenas a glande tinha entrado. –Não vai fugir agora! –Reclamou segurando meu quadril com as duas mãos.

-Quem disse que eu vou fugir? –Perguntei despudoradamente e comecei a descer, sentindo seu membro ser esmagado mais ainda pelo meu buraco, à medida que eu descia.

-Ah... Porra! Eu acho que eu poderia fazer isso todo tempo! –Gemeu alto segurando meu quadril com força. Suas unhas curtas começavam a entrar pela pouca carne que existia naquela região.

-Eu não! –Gemi choroso, era complicado, parecia que naquela posição o membro de Jonathan, que não era nada pequeno, conseguia se aprofundar ainda mais, me causando mais dor, mas eu não sabia nenhuma outra que eu conseguisse ficar no controle, portanto tinha que suportar.

As paredes do meu ânus se contraiam com mais agressividade e o estopim se deu quando ele atingiu minha próstata. Eu quase gritei com aquela sensação ótima que corroía meu corpo inteiro. Levei minhas mãos até o abdômen duro do loiro e apertei o máximo que eu pude para conter o grito.

O loiro levou a mão até meu membro e começou a masturbar, eu já estava quase explodindo e aquilo foi só o que restava, comecei a me mexer com mais força, aquela sensação de dor já tinha sumido e eu só sentia prazer agora. Jonathan aumentou a velocidade da masturbação e eu simplesmente me desfiz em prazer, ejaculando quase até seu peitoral.

Eu caí exausto sobre o corpo do loiro e acabei me sujando também. Jonathan levantou um pouco as pernas e tomou as rédeas da situação, me penetrando com agilidade, eu pensava que ele tinha ejaculado junto comigo, mas parecia que ele ainda queria brincar. Ele segurou meu quadril para evitar que eu me movesse e continuou atingindo minha próstata com precisão. Eu só gemia baixinho agarrado aos fios loiros dele, já estava sem força e a minha sanidade começava a voltar!

-Vamos mudar um pouco? –Perguntou nos desconectando. O loiro me jogou para o lado, me deitando de bruços, mas logo virei. Como minha bunda estava um pouco doida, eu deitei com as pernas levemente abertas. –Isso mesmo, fica desse jeitinho. –Ironizou o loiro.

Virei o rosto e o encarei, com aquela cara de patife sem vergonha, levantei o dedo do meio pra ele e o loiro gargalhou.

-Preparado? –Perguntou, se colocando entre minhas pernas, com o membro apontado para a região entre as minhas nádegas. Ele segurava uma das minhas pernas com a mão e apoiou sobre seu ombro suado.

-Se eu mandar você parar, você não vai! –Alertei e ele concordou.

Jonathan segurou o membro com a mão e com a outra levantou meu quadril e começou a penetrar novamente, sério eu nunca me acostumaria com o início da dor.

Olhei para a janela enquanto o sol já começava a sair, era melhor Jonathan terminar com aquilo, logo minha mãe e Paulo acordariam. Olhei para o loiro e ele suava e suspirava, estava cansado era óbvio. Eu segurava meus gemidos ao máximo. Enrosquei minhas pernas entre a cintura do loiro e ele logo caiu sobre meu corpo cansado.

Jonathan aumentou as investidas e logo gemeu alto no meu ouvido. Eu sabia que ele já tinha atingido seu ápice e logo em seguida, seu corpo parou de se mexer e ele levou a mão até o membro, tirando de dentro de mim. Nossas respirações estavam alteradas e ele permanecia deitado sobre mim.

-Cansei! –Revelou o loiro. –Você me pegou desprevenido, nem imaginei que teria coragem de vir até aqui, subindo uma árvore e tudo. Você fica bem melhor com os livros!

-E você fica bem melhor caladinho! –Reclamei me jogando sobre o corpo do loiro para olhar aqueles olhos azuis. –Sabia que olhos azuis são mutações?

-Se eu tivesse de pau duro agora, eu tinha acabado de broxar. –Tão idiota... –Que papo idiota, Has! Deixa um pouco de ser nerd!

-E você deixa de ser estúpido, não sei até hoje o que eu vi em você!

-Eu sei... –Encarei os olhos azuis dele, estava o desafiando, queria ver que lorota iria sair daqueles lábios deliciosos. –Você viu um loiro gato e cheio de tesão...

-E muito modesto... Jonathan...

-Fala, gostoso.

-Você me chamando de gostoso, parece que tá falando com outra pessoa!

-Que seja, desembucha.

-Eu estava pensando, como será quando nossos pais tiverem de saber... Você não pretende esconder o tempo todo, não é?

-Ainda não pensei nisso... Só sei que meu pai vai odiar e é capaz de tomar meu carro e me por pra fora de casa... Mas quem liga pra isso?

-Eu ligo! Você acha que eu quero ser expulso de casa?

-Como será a reação da sua mamãezinha? Aposto que ela já sabe das suas atividades... –Ele estava me provocando, mas eu não encrenquei, não queria brigar.

-Não, ela não sabe! E eu também acho que ele não aceitaria muito bem, assim de cara. Talvez, depois!

-Estamos encrencados... –E ele riu, que idiota, não? –Aliás, quem se importa? –O olhou sem entender.

-Quem se importa? Eu me importo! Como nós vamos nos manter? Nós não temos formação, não sabemos nada profissionalmente falando, Jonathan... Eu não tenho família além da minha mãe e da minha vó e você eu não sei, mas acho que não tem também... Como vamos viver?

-Olha... –Olhei, ele segurou minha mão e apertou junto a dele, ficamos ali, deitados, pelados e de mão dadas. –Olha só pra gente... Só o que eu quero é ficar contigo, eu nunca fui fiel e nem liguei pra essa bobagem de sentimento, mas com você é diferente, sabe? Você chegou e tudo ficou meio doido comigo... Eu não sou bom, aliás, eu sou péssimo com palavras, mas só o que você tem que saber é que nós vamos ficar juntos, vamos sofrer juntos, rir juntos, seja lá o que tem pra nós no futuro, nós vamos ultrapassar juntos. Até quando eu deixar de te suportar e você deixar de me suportar... Nem que nós vamos morar no litoral e vender sanduíche na praia, morando em qualquer lugar e só... Quem precisa de mais do que isso?

-Jonathan... Eu te... –Ele colocou a mão na minha boca, impedindo-me de falar algo.

-Vamos dizer isso, um para o outro, juntos!

[...]

Depois daquele momento mais “junto” entre mim e Jonathan, eu tive que voltar para meu quarto, afinal logo todos levantariam e eu tinha que começar a pensar sobre como eu me vingaria por Jonathan contra aquela vadia loira. Eu tinha descido pelado apenas carregando minhas roupas e jogado tudo no sexto de roupas sujas, depois peguei uma toalha e subi para tomar banho.

Durante o meu vagaroso banho de cada dia, eu pensei em algumas coisas que poderia fazer contra Yuri, mas nada de muito eficiente saiu da minha mente. Saí do banheiro e encontrei Paulo batendo na porta de Jonathan. Meu coração gelou, será que ele tinha ouvido tudo e ia conversar com Jonathan?

-Bom dia, Paulo? –Falei chegando até a porta do quarto do loiro, que ainda não tinha atendido. Ou ele estava no banho ou tinha voltado a dormir. –Aconteceu alguma coisa? –Perguntei nervoso.

-Bom dia, Hassan! É que eu tenho que dar uma notícia ao Jonathan.

-Notícia? Que notícia?

-Bom dia, filho! –Minha mãe apareceu, enrolada já vestida para o trabalho. –Esse é um assunto pessoal, não acha que está se metendo demais? Vem. –Falou pegando meu braço e indo em direção as escadas. –Temos que conversar também.

Aquilo me deixou mais nervoso ainda, minha mãe e Paulo podem ter descoberto tudo e seria hoje que eu e Jonathan perderíamos o nosso lar.

-Mãe, eu posso explicar! –Falei desesperado, descemos e ela me jogou sobre o sofá. A descendente de árabe cruzou os braços e fechou o rosto. –Desculpa, mãe...

-Desculpa, por você chegar tarde em casa e me deixar louca? Achei que você ia me matar de preocupação, Hassan!

-Mãe, desculpa! Mas eu tinha saído com um amigo e acabei perdendo a hora, mas não aconteceu nada e eu prometo que aviso da próxima vez... E também desculpa por ter sido grosso com a senhora ontem... Não foi minha intenção te magoar!

-Filho... –Ela se sentou ao meu lado. Minha mãe usava uma calça comprida larga e linda, com uma camisa levemente transparente branca e um singelo blazer. Ela segurou minhas duas mãos. –Você está crescendo... E eu, eu ainda acho que você é meu bebê, afinal eu fiquei tão pouco tempo com meu bebê e eu queria tanto ter esse tempo com você, mas os filhos não esperam as mães se realizarem profissionalmente, mas eles não esperam!

-Mamãe...

-Escuta, eu te amo, desde quando você estava na minha barriga, mesmo o seu pai sendo um desgraçado e eu tendo que aguentar tudo, sozinha e tão jovem. Te abortar nunca foi uma ideia na minha vida, eu sempre quis ter você... E a melhor coisa que me aconteceu foi ter estado certa e ter trazido você pro mundo...

-A senhora me amaria a cima de qualquer coisa? –Será mesmo que eles ainda não sabiam?

-Claro, meu filho. Sou mãe e amar é minha ruína! Embora te amar não seja ruína, mas se você fosse um filho ruim ou errado, eu te amaria da mesma forma!

Abracei minha mãe com muita força, ela já estava quase chorando de emoção e eu também. Afinal, minha mãe sempre foi o meu mundo e eu não conseguiria suportar muita coisa sem ela.

Voltei para o quarto e comecei a me vestir, estava nervoso... Talvez, minha mãe tenha descoberto mais não tenha feito muita algazarra, mas Paulo era diferente. Eu já sabia que homossexualismo era uma bandeira que ele abominava. Afinal, quando costumávamos assistir TV juntos, nós quatro, e passava alguma coisa referente aos gays, ele sempre comentava negativamente.

Saí já pronto para ir para escola, Jonathan já estava na mesa comendo e Paulo lendo seu jornal. O loiro estava com uma expressão avoada e Paulo sério lendo o jornal. Minha mãe estava lá dentro e eu não a vi.

-Jonathan... –Os dois me olharam. –Você vai demorar? É que eu tô apressado e eu tenho alguns seminários. E eu preciso me reunir com a galera.

-Vamos... –Respondeu em seguida. –Tchau, pai.

-Tchau filho, pensa no que eu te falei...

-Tchau mãe... –Gritei.

-Tchau, amor!

Fomos até a garagem em silêncio e entramos no carro do loiro. Eu estava assustado pela forma calada que o loiro permanecia. O loiro saiu da garagem e começou a dirigir pelas ruas movimentadas da cidade.

-Jonathan...

-Oi, Has... –Falou concentrado nas ruas.

-Seu pai descobriu? Ele descobriu o nosso namoro? -O loiro ficou calado, nossa que apreensão.

-Não... Pior do que isso!

-O que pode ser pior do que isso?

-A mãe do meu pai está quase morrendo em Nova York... –Falou entristecido e me olhou quando a carro parou no semáforo. –E a última coisa que ela quer é ver o neto dela...

-Como assim?

-Ela quer que eu vá a ver, lá em Nova York e ficar com ela até o fim da vida dela.

-Então...

-É, eu vou embora, vou morar por uns tempos em Nova York...

Notas finais
Me digam que gostaram do lemon? Não foi o meu melhor lemon, mas acho que ficou bom! Eu gostei!
Nossa, que susto não? Pareceu que a Gabriela e o Paulo tinham descoberto, não é? Que bom que não, mas o que aconteceria se eles tivessem descoberto? Alguém se habilita a dizer?
Reconciliação do filho e da mãe, curtiram?
Jonathan vai embora! Gente, o que será que vai acontecer agora hein? Alguém tem algum palpite?
Coloquem a opinião de vocês!
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COMENTEM PLEASE!