I Hate You Too!

44 XLIV - Saudade


Notas iniciais
Oi... Sei que demorei, mas as aulas voltaram, vocês tem que ser pacientes! kk — Um agradecimento aos lindos que comentaram! Obrigadão! Idekah, PamChan, Amanda, e Tith! Vocês são uns amores, seus lindos! A fic está com 580 comentários, logo mais chega aos 600! Bora lá gente, me ajuda! Vamos chegar aos 600 antes do capítulo 50! Por favor! — COMENTEM E RECOMENDEM!

Os dois dias seguintes foram puxados e tensos. Já estava na segunda e havia me instalado no apartamento. No domingo pela manhã eu já havia arrumado tudo e estava com tudo que era devidamente meu organizado para a mudança. A parte de falar com Jonathan foi mais simples do que eu imaginava.

Embora o loiro tenha se mostrado resistente e até um pouco negativo com a minha mudança, ele havia sido, na medida do possível, compreensivo e solícito. Jonathan havia me trazido no domingo depois do almoço, para o apartamento. Tudo estava um pouco desorganizado.

O apartamento não era grande coisa. Era infinitamente menor que a casa de Paulo, porém era ideal para pequenas famílias ou para alguém que iria morar sozinho. Tinham dois quartos, sendo um suíte. O quarto menor estava como depósito de algumas coisas que não levamos para a casa na mudança, um banheiro social. uma sala e uma cozinha anexada. Uma minúscula área de serviço e era basicamente isso. Como moraria sozinho, só usaria a suíte maior e outros espaços. O apartamento tinha todos os móveis básicos. Mamãe havia tentado alugar com toda a mobília, porém o valor não era muito agradável para a maioria das pessoas e ela nunca conseguiu alugar.

Quando Jonathan me trouxe, acabou saindo logo em seguida e eu tive que limpar tudo sozinho. O que era péssimo para um asmático, porém deu tudo certo. Havia comprado alguns mantimentos básicos e eu sabia cozinhar, o pior daquele primeiro dia era apenas uma coisa… Solidão.

Eu estava com bastante receio. Seria uma noite sozinho e não qualquer noite, seria a primeira noite e ainda seria depois de uma recente agressão física. Aquilo não estava me ajudando em nada. Acabei tentando não pensar muito. Saquei meu celular e fui tentar ver algo no aplicativo da Netflix.

O que seria uma droga, afinal eu não tinha internet em casa ainda e teria que usar a franquia da operadora, mas era melhor do que ficar me martirizando em solidão. Acabou que devido a medicação, todo o esforço físico que eu havia feito na limpeza, embora eu não devesse, ambos me deixaram com muito cansaço e eu acabei dormindo com o celular ali na cama, com o ventilador ligado.

Na segunda, eu tive meu primeiro dia como pessoa que vive sozinho e foi no mínimo depressivo. Acordei pela manhã e não tinha café feito, não tinha pães quentinhos comprados naquela manhã e o dia começava com um sol bem tímido, não parecia que iria chover. Acabei tendo que fazer tudo sozinho. Fiz minha higiene e logo em seguida, fiz café. Acabei comendo com alguns pães que havia comprado no dia anterior, para evitar que eu descesse e tivesse que ir até o supermercado, que felizmente, ficava na quadra ao lado do prédio em que estava atualmente.

A limpeza veio logo em seguida, eu teria ainda duas semanas antes das aulas começarem, o que me deixava um pouco com medo de todo o ócio que aquela casa solitária me daria. Não era bom pensar nisso, não agora…

Limpei a cozinha inteira, resolvi dar uma geral e limpar todos os utensílios que estavam ali e acabei tomando mais tempo do que gostaria. Resolvi então que seria mais adequado fazer uma geral. Depois da cozinha fui na sala, onde a limpeza foi mais leve, porque já havia tirado a sujeira excessiva no dia anterior, no quarto a bagunça também era pouca e terminei rápido. Na vez do banheiro, eu também demorei mais do que eu esperava e quando concluí, percebi que já era quase uma hora da tarde.

A preguiça de ter que sujar a louça para a preparação e o almoço não ajudava, além do horário… Resolvi que era melhor ir até o shopping e comer algo lá. O shopping não era tão longe de casa, mas o horário era péssimo para ir andando e optei por ir de ônibus. Fui e almocei. Quando voltei resolvi ler um pouco sobre as disciplinas que veria naquele primeiro semestre.

A primeira impressão nunca era muito boa, tudo parecia um pouco complicado. Tinha de tudo, sistema nervoso, biologia celular, introdução a medicina, muitas dessas coisas pareciam interessantíssimas. Estava com o notebook no colo, deitado na cama, com a janela aberta e o ventilador ligado, mas logo ouvi a campainha tocar…

Acabei levantando… Poderia ser algum possível inquilino que gostaria de alugar o apartamento, afinal o anúncio de aluguel só havia sido retirado do ar ontem. Fui até a porta e acabei abrindo já preparado para negar e decepcionar aquela possível pessoa, mas acabei me assustando… Era Jonathan. O loiro estava com a roupa de trabalho que ele usava, uma bolsa de um lado só e uma enorme cara de cansado, como sempre o cabelo dele já estava completamente bagunçado e o loiro tirou os óculos escuros ao me ver.

—O porteiro daqui é uma merda... Eu só disse que ia te visitar e ele abriu numa boa, poderia estar te sequestrando agora mesmo!

—Como assim? O que você veio fazer aqui?

—É sério que é essa a recepção que eu mereço?

Jonathan ensaiou dar meia volta e ir embora, mas antes que ele fizesse isso eu o segurei pelo ombro e o virei de volta dando um beijo na sua boca, ali no corredor mesmo. Naquele corredor ainda tinham mais três apartamentos, mas eu não estava me importando tanto. Eu e Jonathan não estávamos mais dividindo a mesma casa, talvez os nossos encontros fossem esses assim. Dele vir me visitar e eu queria mais era me sentir o mais… Próximo dele possível. O loiro acabou deixando a bolsa cair no chão e me segurou perto da parede ao lado da porta.

—Calma… -Falei me separando e beijando a bochecha dele. -Vamos entrar! -Jonathan se abaixou pegando a bolsa e logo entrou e eu fechei a porta. -Se você tivesse avisado antes que viria, eu teria feito algo para comer…

—Relaxa! -Jonathan me pegou pela cintura e me virou com rapidez, me abraçando por trás e mordendo meu ombro, já que eu estava apenas de regata. -Eu comi no escritório… Caralho, tô com muita inveja disso!

—Do que? -Perguntei tentando virar, mas Jonathan não deixou, ele continuou me segurando com força e fomos nos encaminhando até o quarto.

—Dessa sua vida agora… Morando sozinho! Quem diria que você seria o primeiro a sair de casa e que eu seria o filhinho que iria continuar em casa?

—Aqui tá até bastante solitário… Acho que até eu começar a faculdade, essa fase vai ser bem difícil de me adaptar, entende?

Jonathan me soltou e se jogou na cama. Era a cama de casal da minha mãe, de quando morávamos ali. O colchão continuava maravilhoso. A cama era queen size, grande o suficiente para que eu dormisse despreocupado. Jonathan deitou lá e pegou o computador colocando no seu colo.

—O que você tá fazendo? -Começou a ler a página. Era apenas a ementa de algumas disciplinas.

—Tô estudando…

—Você não cansa, não? -Falou me olhando e eu me aproximei deitado ao seu lado. -Você devia tá vendo um pornô! Poxa, Has. Você tá morando sozinho e tem tanta coisa legal que possa fazer.

—Eu não posso ver pornô!

—Nossa, porque não?

—Essa internet é roubada, sabia? -Jonathan me olhou sem entender. -Essa internet é da vizinha… -Comecei a sussurrar! -Eu consegui descobrir a senha e tô usando escondido até falar com a minha mãe… Imagina se na conta dela com a lista de sites acessados vem um monte de site pornográfico.

—Ia ser hilário! -Jonathan pegou rápido no computador e foi logo abrindo uma aba do Google.

—Jonathan não! -Tentei tomar o computador do loiro, mas ele não deixou. -Ei! -Falei alto me jogando sobre ele e por sorte ele não derrubou o computador.

—Era isso que eu queria!

Jonathan fechou o notebook e logo deixou ao seu lado na cama e ele segurou meu corpo que estava sobre o seu. O loiro me beijou, puxando meu corpo pra junto do dele com vontade. Eu respirava rápido, sentindo todo o calor daquele momento. Nós dois estávamos vestidos com a janela e o ventilador ligados. E tudo parecia tão… Natural! Não era como se fossemos nos pegar e transar até morrer naquele momento.

No fundo, parecia que a gente sabia que aquele momento não seria interrompido e que nós poderíamos só… Curtir aquilo, sem se preocupar com o que aconteceria em seguida. Os beijos foram finalizando e Jonathan me atacou fazendo cócegas.

—Ei… Não… -O loiro basicamente me jogou na cama e ajoelhou-se mexendo com os dedos na minha barriga. -Jonathan… Para! -Eu ria por entre as palavras batendo minhas pernas e tentando me libertar e logo o loiro parou.

Dava para ver que ele estava suado depois dessa situação. Jonathan logo tirou a camisa, ficando apenas com a calça comprida e as meias, já que os sapatos já estavam no chão. Ele não sabia o quão sexy estava apenas assim.

—Acho que temos que falar sério agora…

Deitei-me com a cabeça no peito dele e pude ouvir seu coração palpitar, estava um pouco agitado, talvez pela movimentação recente na brincadeira de cócegas. O loiro perguntou se eu ficaria daquele jeito mesmo.

—Sim… Pode falar, eu vou ouvir. -Confirmei passeando com os meus dedos, caminhando pelo corpo dele que estava um pouco molhado, porém o cheiro do perfume e do desodorante ainda estavam muito presentes e eu amava aquele cheiro…

Pode parecer clichê que um perfume específico e vendido por uma grande companhia, mas aquele era o cheiro de Jonathan.

—Eu não estou falando com meu pai ainda… Ele voltou hoje de manhã para casa, mas eu não consegui. -Fiquei quieto apenas ouvindo. Aquilo já era o suficiente, eu não poderia pedir que Jonathan fosse matar o próprio pai, mas só dele mostrar que aquele ato o deixou triste e com esse tipo de reação já era algo positivo. -Ele perguntou por você…

—Como assim? -Perguntei sem sair daquela posição, principalmente depois que Jonathan levou a mão direita até o meu cabelo e começou a mexer nele.

—Perguntou onde você estava e Gabriela disse que você tinha ido embora e que ela iria junto. Ele a chamou para conversar e os dois saíram, me deixando sozinho na mesa, mas deu para ouvir algumas coisas.

—Por exemplo?

—Ele falou que estava completamente arrependido e que queria falar com você, Gabriela foi bem incisiva em dizer que não, que ele não deveria vir atrás de você aqui e que ela estava dormindo no seu quarto por enquanto, até que a situação fosse jogada no passado.

—Você acha que minha mãe vai perdoar o seu pai? -Jonathan suspirou e minha cabeça balançou com o seu peito indo alto e voltando a altura natural depois do suspiro.

—Sim… E você vai?

Aquilo me pegou de surpresa. Eu iria? A pergunta certa não era essa… Eu deveria? Paulo era meu padrasto, pai do filho da minha mãe que estava por vir e pai do meu relacionamento atual. Ele era meu padrasto e meu sogro ao mesmo tempo… E embora, aquilo deveria ser um aspecto positivo para que o perdão viesse logo, parecia que aquilo só piorava o fato do que ele ter feito, por ser uma pessoa próxima a mim. Por ser uma pessoa que eu deveria conhecer e que era próxima a mim.

—Eu… Não sei! -Eu sabia que aquilo machucava ele, mas eu também estava machucado e tudo era muito recente. -Seu pai te tratou bem hoje?

—Ele nem chegou a falar diretamente comigo, quando Gabriela desceu ela já perguntou se eu iria com ela e eu a acompanhei, talvez hoje a noite, nós conversaremos.

Aquilo foi um pouco decepcionante para mim. Imaginei que Jonathan iria dormir aqui e que ficaríamos juntos naquele dia, mas acabou que eu estava apenas fantasiando aquilo. O importante era pensar que aquilo aconteceria logo mais… Aquele era apenas o meu segundo dia no apartamento… Daquela vez, pelo menos. Ainda muitos dias viriam!

O carinho continuava igual, o loiro seguia mexendo no meu cabelo e eu seguia mexendo no seu peito e abdômen, por mim, poderíamos ficar desse jeito até o fim das nossas vidas. Agora tudo poderia ser diferente para melhor, embora Jonathan não fosse assumir um namoro comigo, aquilo claramente não aconteceria. Nós tínhamos o nosso lugar. O lugar onde poderíamos ficar sem nos preocupar com nada, estávamos talvez, pela primeira vez sem medo e até livres. Olhei para cima, fazendo com que ele parasse o carinho e ele estava de olhos fechados, porém ao perceber que me mexeu, ele abriu os olhos.

—O quê? -Falou fechando os olhos novamente.

“Você é lindo…”

Aquilo era o que eu queria dizer, mas não disse. Jonathan iria rir e ficaria arrogante sobre isso. Ele nunca levaria um elogio como algo de pessoas que se relacionam, ele sempre iria fazer graça e me irritar por dizer aquilo. Eu o conhecia.

—Nem consigo imaginar a loucura que aquela casa vai ficar? -Novamente encostei meu rosto em seu peito de novo.

—Loucura?

—Sim…

—Acha que só porque você saiu, nós viveremos uma insanidade?

—Não… Mas com um bebê…

—Bebê? -Jonathan falou rápido e logo sentou-se me tirando de cima dele. -Que bebê?

—Minha mãe está grávida do seu pai, por isso ela não veio morar comigo… Era essa a intenção dela.

—Pera… -Jonathan parecia confuso. Logo levantou. -Sua mãe está grávida? Meu pai vai ter outro filho?

—É…

—Que merda, Has! E você me conta assim?

Jonathan já estava chateado. Dava pra ver no semblante dele que aquela notícia não era boa para ele. Era até perceptível pra mim, nem sabia porque aquilo saiu da minha boca. Jonathan já havia sido resistente a uma madrasta e um meio-irmão. Querendo ou não, pessoas que roubaram um pouco do seu pai dele, agora um novo filho… Um biológico, que muito possivelmente teria amor dos dois pais. Aquela nova criança, na cabeça de Jonathan, iria roubar seu pai totalmente.

—Então quer dizer, que agora eu vou ter que lidar com choro de criança, uma mulher grávida e um pai babão na minha casa? -Ele pegou os sapatos e segurou na mão.

—Ei… Jonathan! -Levantei indo atrás dele, mas antes disso ele fechou a porta na minha frente.

—Me deixa! Eu preciso pensar…

Eu iria abrir a porta, mas era melhor assim. Jonathan era uma bomba, era melhor que essa bomba explodisse sozinha.

[...]

(POV: Yuri)

Aquele dia era um completo tédio.

Eu estava sozinho no meu quarto. Nick havia ido para o balé e minha mãe tinha ido para um spa qualquer aproveitar mais um dia livre e completamente caro dela. Eu já havia ido fazer a matrícula do curso de direito e, embora, meu pai houvesse insistido que admnistração seria melhor, ele acabou cedendo e aceitando que eu fosse um administrador de carreira e advogado de formação. Ele mesmo não era administrador de formação, não era algo impossível.

O dia estava quente, mas eu não sentia absolutamente nenhum calor porque estava com o ar ligado. Todas as janelas estavam fechadas e estava no mais completo escuro, algo que eu amava.

Eu estava mexendo no meu celular, mas nada parecia legal. Eu e Bruno não nos falávamos tinha alguns dias, ele estava me evitando depois de uma briga por bobagem e deveria estar comendo meio mundo depois disso. O que eu deveria reclamar, Bruno sempre seria essa pessoa, que consegue brigar por algumas poucas coisas, para ter o passe livre de culpa de transar livremente. Não era que eu negasse sexo para ele, tínhamos até uma vida sexual bem ativa juntos, mas ele não era do tipo que se contentava apenas com um. Bruno era quase como um animal carnívoro que estava a dias sem comer um bom pedaço de carne. Nunca sabia a hora de parar.

Enquanto mexia no telefone, acabei entrando nas fotos e aquilo era mais triste do que eu esperava. Passando pela galeria acabei vendo algumas minhas com João. Algumas haviam sido tiradas em momentos bem leves, João havia tirado a maioria e me enviado via Whats App, contato que eu acabei bloqueando para evitar falar com ele.

Sentia saudades…

Aquela merda de sentimento de falta era uma porra. Resolvi tirar da galeria e fui até o teclado. Disquei o número de Bruno, afinal, eu sabia decorado, mas na hora de apertar para ligar eu não consegui. Maldito moreno que não saía da minha cabeça.

Minha mente foi direto para a nossa primeira vez juntos… Num depósito de limpeza, no meio de um estúdio de fotografias… Quão decadente eu havia sido naquilo? Porque ele mexia comigo? Eu não era uma pessoa fácil de me envolver e aquele maldito motoqueiro havia basicamente destruído a minha vida… Porque gostar dele era mais forte do que a raiva?

Acabei abrindo a galeria novamente, indo até uma foto específica. Havia sido tirada por João, como todas as outras, eu estava com a cabeça abaixada sobre uma mesa e ele estava bagunçando meu cabelo todo por cima da mesa, por causa do tamanho. Eu nem havia percebido aquela foto, ele fazia uma careta olhando diretamente para a tela, um dos olhos do moreno estava fechado e a língua estava para fora.

Havia sido uma das vezes que fomos até um parque que existia perto do meu bairro. Ele era pouco visitado, porém em certos horários tinham bastante pessoas, principalmente pessoas fotografando o rio que passava por dentro e também alguns moradores da região que gostavam de caminhar. Eu queria odiar João… Ele merecia, mas eu não estava conseguindo mais.

Aqueles dias todos me fizeram pensar… Na minha fraqueza de ano novo, eu não fui atrás de Bruno, eu fui atrás dele… E aquilo deveria significar alguma coisa! E se eu fosse cometer uma loucura agora mesmo? Meus dedos hesitavam, mas eu queria aquilo… É… Acho que eu realmente estava querendo me arrepender de algumas coisas agora!

Mexi pelos contatos até achar aquele número… Apertei no botão de discar e esperei… Ok, aquilo era uma droga. Felizmente meu número estava privado.

“Ainda dá tempo desistir Yuri!”

A ligação foi seguindo e eu não conseguia apertar o botão… Continuava chamando e o que eu falaria se ele atendesse? Porra, eu já estava arrependido.

“Aqui é o João, deixe a mensagem se for importante…”

Caixa postal… Eu não era lá muito religioso, mas obrigado Deus por isso… Era melhor eu continuar só com a saudade…

Isso.

Saudade...

Notas finais
Eai? Calminho né? — Acho que esse capítulo funcionou bem pra ver o início da nova vida do Has, né? Outra coisa, os próximos dois capítulos serão de JoãoxYuri. Apenas deles, será um especialzinho pra ver como esses nossos meninos vão se acertar, espero que vocês gostem, eu já comecei a produzir esse capítulo! Espero que saía rapidinho! — COMENTEM E RECOMENDEM!