I Hate You Too!

41 XLI - O tal Kyle


Notas iniciais
Oi... Voltei! — Hm... Alguém sabe o que vai vir nesse capítulo com esse título? Não sei hein! kkkk — Bem, um grande beijo a Tith e Patty, as duas mandaram reviews capítulo passado e obrigado pela insistência. — COMENTEM E RECOMENDEM!

Depois dos festejos de fim de ano, acabamos tendo que acordar para a realidade. Eu precisava organizar a papelada para a matrícula na Universidade e Jonathan iria começar o trabalho no escritório com a minha mãe. Naquela manhã de segunda, caia um pouco de chuva e eu levantei para tomar o café com a família. Geralmente eu sempre acordava cedo e naquele dia era importante acordar cedo. Seria o dia que eu iria organizar a maior parte dos papéis para a entrega de documentos da faculdade. A matrícula seria na sexta e eu estava empolgado. Seria um dia diferente, onde talvez eu começasse a conhecer os meus futuros colegas de classe e os veteranos e toda aquela situação, mas antes disso eu deveria pegar alguns papéis na escola e tirar cópias de alguns documentos e tudo isso exigia atenção e um certo tempo.

Sentei-me à mesa, depois de estar com os dentes escovados e minha mãe e Paulo conversavam. O loiro falava algo sobre os últimos delitos que haviam sido notificados a delegacia e que estava preocupado com a taxa de crimes estar aumentando e minha mãe era sensata em dizer que deveria ser apenas a época do ano que propiciava esse tipo de crime, por causa das grandes festas e que deveria ser assim até o carnaval.

Jonathan começou a descer e aquilo era inédito. Jonathan acordado no começo do ano, antes das dez da manhã e… Aquilo era engraçado. Ri na hora que vi. O loiro usava uma calça social, os cabelos que sempre eram meio bagunçados estavam penteados, uma camisa fechada com botões e um sapato preto. Paulo o olhou feliz e minha mãe apenas continuou comendo seu pedaço de pão.

—Oi, filho! -Paulo falou feliz. -Preparado pelo primeiro dia de trabalho?

—Pela roupa, parece que sim. -Brinquei rindo e ele me deu um dedo do meio, sendo reprimido pelo pai, pelo gesto.

—Você está ótimo, Jonathan. -Minha mãe falou, tentando animar o loiro que logo sentou, tomando a faca da minha mão.

Fui lá e tomei de volta dele e acabamos rindo com a brincadeira. Mamãe e Paulo nos olhavam sorrindo, não era segredo que estávamos nos dando bem, o segredo era como estávamos nos dando bem. Depois do ano novo, ainda voltamos para casa e tivemos mais alguns momentos íntimos durante aquela noite. Nossos pais só chegaram por volta das cinco da manhã e o primeiro dia do ano foi regrado a muito silêncio e dormida naquela casa.

—Vai ser muito bom você iniciar hoje, Jonathan. O ano começo muito diferente dos habituais e eu peguei um caso um pouco puxado, com a minha assistente antiga já saiu tem duas semanas, eu estou atolada e você vai me ajudar muito.

—Eita, que já vou começar no pesado! -Jonathan reclamou e tomou um gole de café.

—Já falei que a grana compensa! -Paulo alertou e também tomava o seu. Ambos tão parecidos.

Aquilo era de certa forma, algo que preocupava. Jonathan já era caótico com pouca grana, tendo o próprio salário, um dinheiro que não é de ninguém, a não ser dele e que muito possivelmente será gastado apenas por ele. Me faz pensar que tipo de merdas ele poderia fazer, não adiantava fingir, Jonathan sempre será um garoto problema.

Minha mãe acreditava que o trabalho poderia ajudar no amadurecimento dele, principalmente por ser um jovem de dezenove anos, maior de idade e quase com vinte anos, que tinha que terminar o ensino médio ainda, mas que já era para ter certas responsabilidades.

—E você, Has? Empolgado com a Universidade? -Paulo perguntou.

—Sim, bastante! -Aquela talvez fosse uma das poucas vezes que tomávamos café da manhã juntos, todos nós. -Hoje eu vou na escola pegar algumas papeladas importantes, tirar cópia de alguns documentos, gerar minha ficha de inscrição.

—Sério que todos os dias eu vou ter que madrugar esse horário? -Jonathan reclamou.

—Isso não é madrugar, Jonathan! Se você não sabe o sol já está raiando lá fora! Você que é muito preguiçoso. -Paulo retrucou e o filho ficou em silêncio.

Aqueles dois nunca iriam se acertar direito. Levantei e fui para o meu quarto. Iria organizar a mochila para ir até a escola e resolver uma parte do que teria que resolver hoje. Mamãe acabou me seguindo e entrando no quarto. Hm… Aquilo poderia ser uma coisa boa ou uma coisa ruim.

—O que é? -Perguntei sentando na cama e pegando a mochila colocando no meu colo. Era uma tentativa falha de mostrar que eu não queria conversar. Embora, quando minha mãe queria conversar, tínhamos que conversar.

—Has. -Ela sentou ao meu lado. Com as suas típicas roupas de trabalho, uma calça comprida bem passada e uma camisa branca confortável, a inseparável bolsa de lado e os cabelos bem penteados para trás. -Como você está?

A olhei sem entender direito o rumo daquela pergunta. Como assim como eu estava?

—Não entendi… Eu tô bem, porque não parece?

—Sim, claro que parece! -Ela jogou a bolsa sobre a cama. -Só que… -Suspirou, só eu que estava sentindo que aquilo não estava parecendo boa coisa? -Desde que o Jonathan voltou. Vocês estão se aproximando e João sumiu, não anda mais aqui e nem você comenta mais nada sobre… O que houve? É algo importante?

Então era isso? Mamãe achava que eu era uma vadia que havia trocado o João pelo Jonathan, assim que o Jonathan colocou os pés em solo brasileiro. Talvez fosse isso que eu estivesse transparecendo mesmo, porém eu sabia direito o que estava acontecendo, eu sabia exatamente todos os passos que percorri com Jonathan antes, com João e agora com Jonathan novamente. Inclusive, minha vida aos olhos dos próximos deveria ser uma bela bagunça.

—Não, mãe… Eu e João brigamos e não nos falamos mais…

—Mas você me disse que vocês não namoravam!

—Nós não namorávamos! Brigamos como amigos mesmo e cortamos relações. -Minha mãe pegou a bolsa, mas continuou sentada. Realmente. -Mãe… Tem algo que você quer perguntar?

Ela me olhou. Óbvio que aquilo estava a deixando intimidada e embora eu não quisesse intimidá-la, eu também não queria ter uma relação completamente clara com ela. Poderia parecer estranho. Milhões de gays torceriam para ter uma relação tão aberta com os pais ou com a mãe assim, mas havia um agravante que não deixava tudo tão agradável assim. Minha mãe conhecia demais o meu possível namorado, morávamos todos no mesmo teto e qualquer comentário dela poderia sair num momento pouco oportuno, além de Paulo. Que não sabíamos que reação teria, além do simples fato de Jonathan não saber que minha mãe sabe sobre nós, algo inclusive que eu já deveria ter contato.

—Filho… Você sabe que eu não sou tão aprofundadas nesses assuntos.

—Mãe! -Será que ela iria perguntar o que eu estava imaginando?

—Você e Jonathan estão namorando? Vocês…

—Mãe, não estamos namorando não! Só ficando e não, não é nada sério. Talvez nunca vá ser, pode ser algo que acabe amanhã ou no final do ano, as coisas não são tão simples assim! -Respondi rápido antes que ela fosse levar aquilo para o lado sexual, algo que eu realmente não queria responder!

Não era vergonha! Quer dizer, até era, mas não era vergonha sobre o que eu fazia com Jonathan na cama, mas era sobre a pessoa que ouviria o que eu faria com Jonathan na cama, minha mãe não precisava de tantos detalhes assim.

—Filho… Eu acho que já era para o Paulo estar sabendo disso!

—O QUE? -Quase gritei e segurei o pulso da minha mãe. Não era uma forma de segurar agressivamente, mas era para ela me dar atenção. -Mãe, isso é uma loucura!

—Como uma loucura, filho? O Paulo tem que saber o que acontece!

—Não! Nem o Jonathan sabe que você já está sabendo, ele precisa estar a par de tudo, além do que… -Pensa rápido, Hassan! Um argumento bom o suficiente para sua mãe cair. -Essa relação é nossa! Minha e sua! A relação do Jonathan é com o pai dele. Ele é quem deve contar o que acha necessário, não cabe a nós jogá-lo pra fora de onde ele não deve só porque achamos certo.

—É… Vendo por esse lado, você tem razão! -Mamãe confirmou e aquilo me acalmou. -Bem, melhor deixar isso assim então! Vou trabalhar, meu amor! -Ela me abraçou e beijou minha cabeça. -Boa sorte hoje resolvendo a documentação, ok?

—Obrigado, mãe. Bom trabalho.

[...]

Como previsto o dia havia sido movimentado. Passei a manhã inteira na escola apenas para resolver o problema do diploma e do histórico escolar. A diretora fez questão de falar com todos, perguntando em que Universidade havia passado e que curso iria iniciar, além de parabenizar e dizer votos positivos, aquilo havia sido apenas uma forma de atrasar nossas vidas, ela simplesmente poderia pegar a lista que a escola já havia feito com os aprovados para colocar num grande out-door e chamar atenção para que mais pais matriculassem seus filhos naquela instituição.

Depois daquilo, havia ido numa gráfica para tirar cópia de todos os documentos necessários. Já que teria que levar tudo na sexta, seria melhor estar com tudo arrumado já. Cheguei em casa por volta das duas da tarde e fui almoçar. Aquela manhã havia sido longa e eu estava morrendo de fome. Depois do almoço, optei por ir tomar um banho bem calmo e deitar para ler um livro.

Eu estava lendo pela primeira vez um livro chamado “Ensaio sobre a cegueira” de Saramago e era uma história completamente interessante e intrigante também, como as pessoas reagiam num lugar sem qualquer lei, tudo visto pelos olhos da única pessoa que conseguia ver naquele lugar. Fiquei me deliciando com a literatura até ouvir a porta ser aberta.

Levantei e caminhei até fora do meu quarto e vi Jonathan sentado no sofá da sala, com as pernas sobre a mesa de centro. O loiro já estava com o cabelo bagunçado, diferente da manhã, a camisa com alguns botões abertos e ele respirava.

—Caralho, como hoje tá quente! -Comentou ainda sentado.

—Achei que você ia chegar por volta das sete, junto com a minha mãe!

—Não… Eu faço só seis horas diárias. Resolveu seus problemas de estudo, sr. nerd? -Comentou e virou o rosto pra mim.

E porra… Jonathan era o homem mais lindo do mundo. Ali sentado com as pernas abertas apoiadas na mesa de centro, me olhando com os olhos vibrantes e o cabelo bagunçado, o meio sorriso safado que ele sempre mantinha naquela cara. Eu já havia comentado que ele estava mais magro que o normal, depois de voltar do exterior, mas naquele corpo estava bem melhor. Os músculos estavam naturais e ele nunca foi muito musculoso, mas aquele corpo combinava bastante com o rosto dele.

—Sim… Resolvi tudo. -Caminhei até ele e ele seguia me olhando.

—Você tá diferente?

—Não… -Com certeza eu estava vermelho. -Claro que não.

—Porque você sempre fica tímido quando estou perto de você? Fica nervoso? -Eu sabia que ele estava fazendo aquilo de propósito.

—Não… É só falta de costume. -Sentei, sem olhá-lo enquanto ele parecia adorar ficar vendo minhas reações. -E você? Teve um bom dia? Como foi lá no trabalho da minha mãe?

—Passei a manhã inteira lendo a porra de um processo! Caralho e pensar que eu quero ser exatamente o que a sua mãe é. Um advogado que trabalha como um desgraçado defendendo pessoas e seus interesses.

—Não pensa em ser como seu pai? Delegado?

—Não, o trabalho do meu pai pode parecer mais simples, mas deve ser bem menos legal. -Ok, eu não ia perguntar qual a definição de legal profissionalmente falando para Jonathan. Principalmente por ele estar falando de Direito e eu claramente estava no oposto. -Eu vou por algo pra comer, ok?

Acenei que sim e vi ele se levantar e sair. Em cima do sofá estava a bolsa que ele usou para ir ao trabalho, no chão os sapatos com as meias e sobre a mesa de centro o celular. Olhei para o aparelho e… Pegá-lo parecia tentador. Levei minha mão até ele e… Parei. Eu deveria fazer isso mesmo? Tirei minha mão e perto, porém a minha cabeça não me deixava livre… Acabei pegando e comecei a mexer.

A senha de Jonathan era a coisa mais estúpida do mundo. 1-2-0-2. O dia do seu aniversário. Inicialmente eu vasculhei o seu whatsapp, poucas conversas e poucos grupos. O meu contato estava bem no fundo, afinal pouco nos falamos por redes sociais e tinha apenas Hassan. A maioria do contato eram salvos apenas com nomes e sobrenomes, alguns garotos tinham alguns apelidos no segundo nome, mas devia ser os amigos dele do antigo time de futebol. As últimas conversas eram em dois grupos, com duas garotas, sendo uma delas a Camila e um outro garoto que tinha um apelido no sobrenome e eu não abri nenhuma.

Pensei que era melhor deixar o telefone ali, mas resolvi abrir a galeria. Nas imagens recebida de whatsapp nada muito interessante. Algumas fotos bem ridículas de brincadeiras com amigos, abri a pasta com as fotos da câmera. Tinha poucas fotos, umas três selfies de Jonathan. Uma foto minha dormindo no carro dele, que deveria ter sido tirado no ano novo e uma foto que estava mais ao fundo. Que era num parque, não no Brasil. Ele estava sentado e o garoto sentado ao seu lado, com a cabeça escorada em seu ombro. Era um jovem, loiro com o cabelo na altura dos ombros, estava solto e aquele cabelo era um dos cabelos mais lindos do mundo. Os fios de Jonathan se confundiam com os fios do loiro. Jonathan tinha uma aparência séria e o loiro um sorriso, a mão que segurava o celular era a do outro loiro, o que indicava que ele deveria ter pedido a selfie e Jonathan apenas aceitou. Os olhos dele eram lindos também, muito azuis e pareciam duas safiras de tão brilhantes.

O loiro voltou e me viu com o telefone na mão. Ele já estava sem camisa, apenas com a calça e o cinto. Terminava de comer um sanduíche e logo veio até o sofá.

—Ei, que merda é essa?

—Jonathan! -Ele sentou ao meu lado e tomou o telefone da minha mão e confirmando que era o seu.

—Porque você tava mexendo no meu celular? -Ele olhou a tela e viu a foto que eu estava vendo.

—Quem é?

—Não vem tirar o seu da reta! -Falou segurando meu pulso quando eu estava levantando. -Não foge! O que você tava fazendo com o meu telefone?

—Ele vibrou e eu peguei! Poderia ser seu pai, não sei… Quando eu vi eu já estava mexendo.

—Então é assim? Você vai e mexe nas minhas coisas quando pode… É isso?

—Não, Jonathan! Isso foi um erro e foi a primeira vez que aconteceu! Que inferno, porque você está fazendo uma briga por isso?

—Porque é a porra do meu celular que você estava mexendo, Has!

—Mas eu não vi nada demais!

—Você poderia ter destravado e eu ficaria puto de toda a forma! -Ele levantou e me levantou com a mesma velocidade. Ainda apertando no meu braço.

Aquilo me lembrava da primeira vez que Jonathan havia me agredido. Poucos dias depois que havíamos nos conhecido, quando eu chamei ele de “Johnny” e ele simplesmente surtou. Naquela situação os olhos dele eram de um azul assustador e agora eles pareciam da mesma forma.

—Não mexe nas minhas coisas! Essa regra sempre existiu!

—Eu sei, me desculpa! -Era melhor eu não fazer caso e tentar ver se ele se acalmava.

Jonathan seguia caminhando e eu o seguia apenas porque ele continuava apertando meu braço. Ele me empurrou contra a parede, nada muito forte, mas eu estava assustado. Ele seguia apertando com força meu braço.

—Esse é o Kyle! O cara que eu comia nos Estados Unidos! Satisfeito?

—Jonathan… Me solta! -Pedi enquanto ele apertava e eu o olhava. Aquele loiro parecia excitado com a possibilidade de me machucar.

—O Kyle gemia alto enquanto eu comia ele e sempre me fazia gozar forte e engolia toda a minha porra!

—Jona…

Antes que eu pudesse continuar a campainha tocou e ele soltou meu braço. Levei minha mão até o pulso que ele apertava e meu pulso estava completamente arroxeado, pela força com que ele fez aquilo. O loiro se afastou de mim e foi abrir a porta.

—Oi, lindo! -Camila se jogou sobre o loiro e o abraçou com vontade. Jonathan segurava ela pela cintura enquanto ela seguia abraçada a seu pescoço. -Vim aqui, te dar um beijo e parabenizar pelo novo trabalho!

—Oi Camila. Que bom que você veio, faz tempo que não nos vemos.

Camila falava abraçada ao loiro que me olhava sobre o ombro da garota. Eu seguia segurando meu pulso machucado com a força dele e minha mente seguia com as palavras dele ressoando. “O cara que eu comia nos Estados Unidos!” “Kyle gemia alto enquanto eu comia ele…” “... engolia toda a minha porra!”

Fiquei parado, no canto da sala apenas com as palavras dele ressoando em minha mente. Ele sentou-se com Camila no sofá e beijou a garota com vontade. Eu não sabia se ele estava fazendo aquilo para me atacar ou porque realmente era algo que os dois faziam com frequência.

Jonathan sempre era uma incógnita para mim. Com suas frases pouco reveladoras e todos os segredos que ele adorava guardar. Com as coisas que ele me falou, de que não estava pronto para um relacionamento sério… Que ele não poderia me dar as coisas que eu poderia pedir… Aquilo era um claro passe livre de qualquer tipo de fidelidade da parte dele. Talvez… Eu não o satisfizesse sexualmente. O tal Kyle deveria ser o grande prazer sexual de Jonathan e ele estaria buscando um Kyle brasileiro? Todas as noites que ele saia, era para isso?

—Wow, Jonathan…

—Isso é pouco, perto de tudo que você merece.

Ele mexia no cabelo dela, tirando algumas mechas que estavam no rosto dela.

—Camila. -A garota o olhava. -Vamos subir?

Camila seria acadêmica de engenharia elétrica, algo que ela sempre quis, felizmente em outra Universidade, bem longe da minha. Nossa amizade havia esfriado completamente e eu estava feliz que não nos veríamos mais. A diferença era… Camila era caída por Jonathan e ele parecia adorar usar isso.

E logo os dois se encaminharam para a escada e eu fiquei ali. Sozinho. Parado, segurando meu pulso machucado e ainda afetado com tudo aquilo.

Notas finais
-Então... Alguém teve ódio? Eu espero que sim, mas não de mim, ok? — Bem, quem leu a fic sabe que Jonathan e Kyle não transaram, então tudo isso foi apenas para irritar Hassan, na verdade, Jonathan só transou com Caleb. Acho importante dizer que estamos na terceira parte, já tem uns 3 capítulos. Desculpa, eu esqueci de avisar. Explicando um pouco! A parte III vem aqui para mostrar outro ponto da história. A parte I era basicamente o conhecimento e o envolvimento de Jonathan e Hassan. A parte II era para mostrar o crescimento individual de Jonathan e Hassan, cada um sozinho e a parte II inteira eles ficaram separados. E a parte III? Bem, na parte III, os dois vão enfrentar o principal teste de todos, o teste externo. Has e Jonathan vão passar por problemas que envolvem terceiros agora. Como a nova vida de Has na Universidade, a vida de Jonathan no trabalho e com os amigos. A aceitação e não aceitação de pessoas. (vocês vão entender no próximo capítulo). E a parte III é a parte final. E o que eu posso dizer sobre ela é! Jonathan e Has vão ter que mostrar que eles devem ficar juntos, o final da fic não está definido! Jonathan e Has podem não ficar juntos! Depende de como eles vão lidar com todas as situações que vão aparecer agora. — Esse capítulo foi apenas pra mostrar um pouco dos problemas externos que eles vão viver. Como o ciúme, a relação de terceiros no envolvimento de vocês. Eu sei que muita coisa não parece compreensível agora, mas relaxem... Logo mais vocês vão entender tudo! E sim! Yuri e João vão aparecer na parte III sim, mas não com tanta frequência quanto na parte II. Porque a parte II todos esses personagens eram importantes e já na parte III o foco é maior no Has e no Jonathan e na relação deles. (outra coisa, quando eu digo relação não quer dizer relação amorosa. Jonathan e Has tem uma relação amorosa, mas eles também são "amigos" e são meio-irmãos também, então tem muita coisa acontecendo aí.) Acho que já expliquei até demais. — Bem, espero reviews viu! Me ajudem a atualizar mais rápido! — COMENTEM E RECOMENDEM!