Notas iniciais
Nome do capítulo é Juntos, mas quem é que tá junto de quem?
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Espero que gostem do capítulo e que comentem. O último capítulo não foi bom e teve bastantes comentários e esse eu amei escrever e espero que tenha o mesmo número ou mais...
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Vamos aos agradecimentos? Obrigado.
Danion, Nessie, Midichan, Karina, YumeChaan, Okumura Yui, Ângela, Lady Cherry, Artie, Lika Chan, LOVE, UchihaMarina, LadyRafaela, Thysia, Adi Gallia e Biscoito. Lindos do Sketcher!
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Quer ser um lindo do Sketcher? É muito fácil, basta você mandar um review depois de ler esse capítulo!
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PRÓXIMO CAPÍTULO: 19 de fevereiro!

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Segunda pela manhã, tem algo mais revoltante? O dia estava nublado, mas não parecia que choveria. Logo o sol brilharia e tudo ficaria bem. Acordei com um pouco de tristeza, desde a nossa discussão Jonathan não tinha falado comigo, Não havia me xingado, nem se quer dito qualquer coisa sobre mim. E como eu sentia falta daquela voz grave falando coisas ruins para mim... Fui até o banheiro e fiz todas as minhas necessidades.

Depois que eu saí do banheiro. Jonathan ainda estava dormindo... Tão lindo. Com os cobertores caídos sobre o chão, uma das pernas para fora da cama, com apenas aquela peça de roupa que ele amava. Aquela cueca preta tão grudada à pele clara, os cabelos loiros jogados sobre o travesseiro e os olhos fechados mostrando como ele dormia.

Aproximei da cama dele, pensei em acordá-lo, mas aquilo seria errado. Era como se eu fosse ceder e mostrar pra ele que estava arrependido. Saí do quarto e fui até o andar de baixo. Ali estava como quase todos os dias. Minha mãe vestida para o trabalho e pondo seu café na xícara em pé. Paulo sentado e lendo algumas noticias no jornal.

–Bom dia, mãe. Bom dia, Paulo.

–Bom dia, Has.

–Bom dia, amor. –Sentei e senti o beijo da minha mãe na minha cabeça. –Por que acordou tão cedo? Você nem vai à escola hoje...

–Vou sim, mamãe. Eu já estou bem. Sabe, não quero ficar em casa e a escola já está dificultando se eu quiser acompanhar o ritmo eu preciso ir.

–Ahh Deus, porque Jonathan não é assim? Aliás, cadê ele? JONATHAN LEVANTA!

–Tudo bem, filho.

–Ok, bom dia... Estou indo.

–Mas já? Amor, você nem tomou café direito.

–Não vai esperar o Jonathan, Has? –Paulo falou.

–Não, ele vai sozinho, bom dia! Fui.

Saí dali feliz. Agora eu tinha que ir para escola e encontrar com o outro loiro da minha vida... Ahh Deus são tantos loiros que eu vou acabar enlouquecendo... Um é quase meu “irmão” e o outro o meu melhor amigo. Que bagunça!

Já estava avistando o prédio grande onde estudava. Na entrada muitos alunos conversavam e discutiam os mais diversos assuntos. Já estava quase me aproximando e senti meu braço ser puxado. Entramos numa rua de acesso a escola e eu fui jogado num dos muros altos dos casarões dali.

–Porque você não me esperou? –Jonathan estava possesso. Raiva e irritação eram as coisas que eu mais estava acostumado a ver naquele loiro. –Tá ficando maluco? Vir para escola sozinho?

–E o que você tem com isso? Me solta, seu estúpido!

–E se alguém te agarrar?

–Igual você tá fazendo agora? Você acha que eu sou o quê? Uma princesa indefesa? Por favor, Jonathan!

–É tão difícil te suportar, Hassan.

–Te digo o mesmo.

–Eu te odeio.

–Eu te odeio, também!

Jonathan me soltou e foi possesso para escola, tentei desamarrotar minhas roupas e voltei a caminhar para escola. Jonathan já estava passando pela entrada e não havia falado com nenhum dos outros jogadores de futebol. Tive que sorrir, era gostoso fazer Jonathan sofrer... Depois de ele ter me feito ser um nada.

–Oi Has.

–Olá Luck. –Luís Gustavo estava ali, usando o mesmo uniforme que o meu e com um jeans bem folgado. –Eu estava querendo mesmo falar com você...

–Sério? O que quer dizer?

–Vem cá! –Puxei o loiro para mesma rua onde Jonathan me agarrou minutos depois e o joguei na parede. No princípio sua expressão era de total surpresa e ela só aumentou quando eu me joguei sobre ele e dei um beijo em seus doces lábios. Nos primeiros segundos ele apenas ficou estático me deixando aproveitar aquele beijo, mas logo ele acabou entrando de vez no beijo e enroscando sua língua a minha. Nos soltamos em busca de ar. Luck sorriu. –Então, era isso que eu queria dizer...

–Uau, mas o que isso significa que estamos?

–É... Estamos juntos!

–Não seria namorando?

–Prefiro dizer, junto, mas se você quiser dizer namorando... Tudo bem.

–Ok, então vamos para escola? –Ele estendeu a mão e eu peguei, mas logo soltei.

–É... Melhor não irmos assim, melhor escondermos isso por enquanto...

–Quando estiver bom pra você, vai estar para mim.

Fomos para o lugar onde todos os adolescentes vão todos os dias. Logo que entramos na sala Camila estava esperando para sentarmos juntos. Era como todos os dias, Camila na minha frente e Luck atrás de mim. Sempre sentávamos assim, nos cumprimentamos e logo a aula começou.

[...]

No intervalo, eu fui sentar-me à mesa dos jogadores de vôlei. A maioria eram meninos que namoravam e poucos eram os solteiros. Eu e Luck conversamos por todo o intervalo, sem trocar carícias suspeitas nem nada do gênero. Jonathan estava na mesa ao lado, com todos os jogadores de futebol, eu eram em maior quantidade que os de vôlei. Ele olhava irritado para mim e para Luck, como se soubesse que já estávamos juntos, mas obvio que não sabia. Poderia desconfiar, mas certeza não teria.

–Ele fica olhando pra cá e eu aqui morrendo de vontade de dar um soco nesse olhinho azul. –Falou Luck com irritação.

–Sabe que é bobagem ir comprar briga com o Jonathan. –Falei.

–Claro que ele sabe, Has. –Midas falou, era um jogador de vôlei. Midas era o nome do garoto, mas todos chamavam ele de Mid, por ser um dos menores jogadores do time. –Ele não é louco de destruir a trégua.

Luck era atacante e Midas líbero. Mid era quase da minha altura, mas era um pouco maior, talvez nem fosse maior, só que o cabelo dele lhe dava alguns centímetros. Mid era moreno com fios levemente claro, talvez fosse castanho. Tinha olhos claros e expressivos e os fios eram meio ondulados dando um volume bem interessante. Ele era sorridente e fazia o terceiro ano, na turma de Jonathan, mas não era repetente. Tinha dezessete anos. Ele e Luck eram bons amigos.

–Que trégua, Luck?

–A trégua. Há anos atrás quando a escola estava endividada, os campeonatos escolares foram quase escassos. E os três grandes esportes da escola ficaram em pé de guerra. O futebol, o voleibol e a natação. A escola só custearia um dos três para os campeonatos estaduais, regionais e nacionais. E os líderes dos três ficaram revoltados. Quase todos os dias havia brigas e agressões entre os alunos das três modalidades. A escola não estava conseguindo segurar os alunos e ai, os três lideres resolveram fazer a trégua. Nenhum aluno poderia agredir outro aluno seja ele da mesma modalidade ou de outra e como a escola estava em crise, todo ano um iria para os campeonatos. Um ano o futebol, no outro o vôlei e no terceiro a natação.

–Com o passar dos anos. –Mid continuou. –A escola começou a ganhar o dinheiro que entrava devido às vitórias. E hoje em dia, ela consegue custear as três modalidades e todas participam dos campeonatos.

–Mas com o fim da crise a trégua devia terminar, não é?

–Sim. –Midas respondeu. –Mas ela estava fazendo tão bem aos alunos que resolveram mantê-la. E os alunos que quebrarem a trégua, além de ser penalizados, o esporte dos respectivos alunos não poderão participar das competições no ano em questão.

–Por isso, eu ainda não havia visto brigas nessa escola.

–Se Luck e Jonathan saírem no braço, o futebol e o vôlei serão desqualificados nesse ano e Luck e Jonathan seriam odiados por muita gente.

–Nossa, que história!

–Has, na sexta a tarde haverá jogos aqui na escola em celebração aos jogos estaduais... Quer vir, me ver jogar? –Luck indagou com os olhos pidões.

–Claro Luck, seria um prazer... –O loiro sorriu e logo levantamos para voltar para aula.

[...]

Já era hora da saída e eu queria ser rápido, para não ter que esbarrar no Jonathan e aguentar seus esparros. Luck segurou meu antebraço e se aproximou perigosamente, tive medo dele me beijar na frente de todos, mas ele apenas foi me dizer algo.

–Hoje à tarde, às duas horas. Iremos fazer uma saidinha. Passo na sua casa.

Acenei positivamente, me despedi e fui para casa. Jonathan já estava lá, pondo seu prato de almoço e Paulo na mesa já comendo.

–Olá Has, vamos comer?

–Sim. –Fui até a cozinha servir meu prato. Jonathan sequer olhou para mim, logo indo até a mesa e eu fui em seguida. –Não vai trabalhar, Paulo?

–Hoje esse bairro está uma calmaria. Sempre foi, mas hoje está bem mais. Resolvi almoçar em casa, com meus dois garanhões e mais tarde eu penso se volto ou se trabalho por aqui.

–Legal. –Jonathan levantou indo deixar o prato na pia e subindo em seguida. –Jonathan vai sair? Algo do tipo?

–Primeiro dia no serviço...

–Ser-Serviço? –Me engasguei com aquela história. Jonathan trabalhando? O loiro mais marrento que eu já tive o prazer de conhecer vai colocar as mãos na massa?

–Isso mesmo, não sabe o meu nível de orgulho. Até que enfim ele está fazendo algo para se tornar um homem.

Ele desceu correndo com uma mochila nas costas.

–Já tô indo pai.

–Ótima tarde, filho. –Falou o loiro com orgulho do menino. –Acho que vou reconsiderar o carro e dá-lo de presente no dia do aniversário de dezenove anos.

–Que ótimo.

–Bem Has, eu tenho serviço a fazer. Tenha uma ótima tarde e eu vou me arrumar para voltar à delegacia.

Terminei meu almoço sozinho e logo fui colocar o prato na pia. O que seria que Luck estava planejando para essa tarde. Eu estava preocupado, ele havia dito que ia com alguns garotos do vôlei, mas mesmo assim eu poderia estar caindo numa brincadeira e ele poderia estar pensando em me levar para um lugar onde nós dois poderíamos... Vocês sabem, transar! E eu achava aquilo premeditado. Entre um de nossos beijos no escritório aquele dia, eu pude perceber que ele havia ficado excitado e o ato sexual ainda era algo assustador para mim.

Me arrumei quando estava próximo das duas da tarde e logo ouvi a campainha tocando.

Abri e Luck entrou logo que fechou a porta ele me agarrou e me deu alguns beijos.

–Estava louco para fazer isso na frente de geral...

–Reparei. –Falei ofegante depois do beijo. –Pra onde vamos?

–Vamos nos divertir... Mid e Viní já estão ai no carro e daqui já vamos logo.

Luck usava uma camiseta preta bem justa e um jeans bem rasgado. Eu prefiro camisas para não mostrar os braços. Eu usava uma camisa azul com algumas estampas malucas e um jeans simples. Logo entramos no carro. Vinícius dirigia, ele era o central do time de vôlei. Midas ia à frente e eu e Luck atrás.

Os garotos se divertiam rindo e falando sobre coisas que eu ainda não estava sabendo. Eram amigos e se conheciam há tempos enquanto eu era um novato. E muito bem tratado por todos, exceto pelo cara que deveria ser meu irmão. Vinícius parou em frente a uma lanchonete que ficava em frente à escola. Desci e entramos no lugar.

Era um lugar simpático, com mesas bem postas e cadeiras no balcão.

Sentamos numa das mesas. Luck e eu de um lado. Mid e Viní de outro. Logo um garçom veio nos atender. Era loiro e usava o uniforme de trabalho. Como ele veio pelas minhas costas eu não conheci a princípio, mas logo vi que aquele loiro era o garoto que dormia no mesmo quarto que eu todas as noites. Era Jonathan.

–O que vocês vão querer? –Perguntou forçando simpatia.

–Isso lá é jeito de tratar os clientes, garçonete? –Riram os três e eu apenas olhei desacreditado.

Vinícius por ser o central era o mais alto de que todos nós, além de ser forte e muito mal encarado. Jonathan ficou calado. Ele estava completamente indefeso. Ele não poderia brigar, era seu primeiro dia e não poderia arrumar confusão. Se fosse demitido, conseguiria a decepção de seu pai e mesmo que ele com toda essa posse de badboy. Ele amava seu pai e não queria problemas.

–A senhorita... –Mais risos. –Poderia trazer quatro cheeseburger’s e quatro latas de Coca-Cola. Rápido princesa, nós estamos apresados.

–Ahh por favor... –Dessa vez era Luck. –Traga-os com um sorriso simpático. Afinal, nós não queremos arrumar confusão com seu chefe, queridinha. –Todos riram de novo. Jonathan deu um sorriso irônico para os três e olhou-me com desprezo.

Receber esse olhar era como se meu mundo estivesse sendo desmanchado e acabando aos poucos. Jonathan saiu e eu fiquei ali, entre três garotos, mas ao mesmo tempo sozinho. Luck e os demais riam e caçoavam do loiro e eu ali simplesmente em corpo presente. Minha mente estava imaginando o estado de Jonathan. Em como ele deveria estar decepcionado comigo.

Ele voltou, com os lanches prontos, já que a lanchonete estava quase vazia. Colocou o pedido na mesa e ouviu mais alguns desaforos dos garotos, eu não consegui ouvir aquilo, estava em outra dimensão. Depois que ele saiu, saí também, usando a mentira que iria ao banheiro. Alcancei Jonathan no meio do caminho e sem que ninguém percebesse o puxei para o banheiro.

Ele estava ali, com uniforme de trabalho e com uma expressão frustrada. Seus olhos estavam vermelhos, como de alguém que segurava o choro da humilhação. Estávamos ali, naquele banheiro sem ninguém para incomodar.

–Porque contou a eles? –Sua voz era arrastada, se eu não conhecesse o Jonathan diria que ele iria chorar ali mesmo, mas ele é forte demais para se desmanchar em lágrimas. –Porque Has? –Me encarou, mas eu não tive medo.

–Jonathan, eu juro que não contei nada...

–Como você é hipócrita, Has! Ninguém sabia disso, ninguém somente as pessoas que moram na minha casa e você... Veio trazer meus inimigos aqui... Para me humilharem, eu juro que achei que você fosse melhor do que isso! Eu sempre te achei incrível, por não ceder as minhas idiotices contigo, mas você só queria se vingar de mim, como você me decepcionou, Hassan...

–Jonathan, eu... –Ele estava ali, na minha frente. Era como se estivesse despido, como se eu pudesse ver o verdadeiro Jonathan. O garoto de dezoito anos que viu a própria mãe morta. Ele estava ali, aquela criança que teve depressão e que chorou por tanto tempo a perda da mulher que lhe deu a vida. –Eu juro que não contei nada... O Luck que quis me trazer aqui. Eu não lembrava que era aqui que você iria trabalhar. –Levei a mão até a face dele.

–Me solta, seu monstro! Você é a maior decepção que eu poderia ter, Hassan Mebarak.

–Me escuta, eu pensei que eu e ele iriamos para casa dele, sei lá. Não sabia que ele queria te humilhar eu pensei que íamos a um motel... –Minhas palavras morrerão. Eu havia dito isso, Jonathan me olhava com a maior decepção de todas. Seus olhos estavam mortos de tanta decepção, ele agarrou meu pulso.

–Vocês? Num motel? Mas...

–Começamos a namorar hoje... –Falei com o pesar, quase num sussurro e meu coração se despedaçou com o olhar dele, ele soltou o meu braço e deixou-o voltar ao lugar, colocou a mão em meu queixo fazendo eu o encarar. Seus olhos estavam marejados agora e como isso dói. Como dói ver o garoto que eu sou apaixonado chorar.

–Definitivamente... Você é a maior decepção que eu poderia ter! –E saiu. Jonathan saiu. De volta para a humilhação daqueles garotos.

Saí do banheiro e voltei para a mesa onde os três jogadores estavam sorridentes. Sentei-me entristecido e Luck percebeu.

–Has, tá tudo bem?

–Acho que eu estou meio doente, Luck. Pode me levar em casa?

–Mas...

–Tudo bem eu vou sozinho! –Levantei e ele levantou também, mesmo que contrariado. Claro que ele queria continuar a humilhar o loiro.

–Vamos, eu te levo.

Logo que saímos, encontramos um táxi e Luck fez questão de pagar. Levou-me até o meu quarto e me deitou na cama, sentando-se na mesma e passando a mão pelo meu topete.

–Gostou do nosso passeio?

–Quem te disse que Jonathan trabalhava ali?

–Não lembra? Camila estava indignada pelo namorado badboy dela ter que trabalhar? –Aquilo foi um baque, Lembrei-me de hoje pela manhã quando eu estava desatento e eu, Camila e Luck conversávamos. Ela havia dito que Jonathan havia arrumado esse trabalho e estava indignada por ele ser um assalariado e deixar a vida de badboy.

Sentei-me na cama com o susto e Luck agarrou minha nuca juntando nossas bocas. Suas mãos desceram pelas minhas costas e eu agarrei seu pescoço.

Ele estava se pondo sobre mim, me deitando sobre o colchão e ainda assim me beijando. Luck era gostoso não vou negar, mas nesse momento meus pensamentos estavam apenas em Jonathan.

–Eu sabia que você queria isso...

–Isso? O que? –Perguntei sem entender.

–Me trazer pra cá, para ficarmos sozinhos...

–O que você tá pensando, Luck?

–Ué... Somos namorados...

–É desde hoje de manhã... Vamos com calma, por favor? –Pedi.

–Tudo bem... Vamos sim.

–Luck, eu queria dormir.

–Ok, já vou indo ok? Beijo. –Demos um beijo e ele foi embora.

[...]

Jonathan chegou e logo depois os nossos pais. Não trocamos nenhuma palavra. Minha mãe estava feliz por ter um caso complicado, ele amava trabalhar e quando um caso desses aparecia era perfeito para ela. Paulo estava feliz pelo filho e Jonathan era o único que não estava com sorrisos na mesa do jantar.

–Filho, como foi no trabalho?

–Normal, pai! Primeiro dia, nada especial. Ainda estou me acostumando em atender mesas, mas já é alguma coisa.

–Não sabe como eu tô feliz, meu menino está virando um homem... E foi pensando nisso que...

–Que? –Perguntou curioso.

–Que eu vou sim dar seu carro e antes do que você imagina, mas isso não é motivo para você largar o trabalho, nem agora e nem depois ok?

–Sim senhor. –E ele sorriu, e como foi bom eu pude ver aquele sorriso e o brilho nos olhos azuis dele. Durante aquele dia que eu aposto foi um dos piores da vida dele.

–E você, amor? –Minha mãe falou. –Como foi seu dia?

–Normal, saí à tarde com o Luck e voltamos logo.

–Pai. –Jonathan falou e todos deram atenção. –Quando vão começar as obras no escritório para transformar no quarto do Has?

Meu coração despedaçou-se. Era como se eu descobrisse que ele me odiava mais que tudo agora.

Notas finais
Capítulo triste para Jonathan! Ser humilhado sempre é ruim e só tenho uma coisa a dizer... Vai piorar!
Gostaram do namoro do LuckXHas?
Gente, não quero que ninguém ache que o Luck é o vilão, mas ele e o Jonathan são inimigos e inimigos são assim...
Aposto que vocês estão com ódio do Has, mas ele não tem culpa de nada...
Vinícius já participou de um capítulo e voltou agora, com mais presença! Gostaram do Midas (Mid)?
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Gostaram do meu Luck? Não precisam imaginar ele assim... Estão livres pra imaginar ele como quiserem, mas eu adoro esse ator e acho ele lindo demais! LUCK VEM NI MIM!
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Quero reviews e se forem muitos o próximo capítulo vem antes do prazo também! (Não é chantagem, só aviso!)
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BEIJO DO SKETCHER... EU ADORO TODOS VOCÊS!