I Hate You Too!
10 X- Meu herói
Notas iniciais
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Quem vai ser o "Herói", hein? Só lendo pra saber!
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Vamos aos agradecimentos? Claro... Obrigado!
Lady Cherry, YumeChaan, Sky Black, UchihaMarina, Ângela, Linkbill, Giovana, Okumura Yui, Pandachan, Adi Gallia, LadyRafaela, Lika Chan, Thysia, Midichan, Danion e penanegra.
Valeu mesmo! LINDOS DO SKETCHER!
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PRÓXIMO CAPÍTULO: JÁ TÁ ESCRITO, MAS SÓ PUBLICO QUANDO O NÚMERO DE REVIEWS FOR BOM!
Havia se passado dois meses... Dois meses em que o meu contato com Jonathan se resumia ao mínimo possível. E eu... Não parava de pensar nele. Mesmo namorando sério com o Luís Gustavo, eu não parava de sonhar com ele, de sentir o cheiro dele, de imaginar os lábios dele colados no meu. Droga, será que isso é amor?
Da minha parte poderia até ser, mas Jonathan não fazia nada além de me tratar com indiferença! Aposto que todo mundo já sofreu por amor, tenho certeza disso, mas ninguém sofreu de amor, por alguém que dorme no seu próprio quarto! Alguém que você vê todos os dias... Acordar e dormir! O que mais me doía era saber que Jonathan era humilhado todos os dias.
Depois que eu e Luck saímos da lanchonete os dois amiguinhos dele tiraram uma foto de Jonathan trabalhando e postaram no Facebook naquela mesma tarde. Aquilo foi viral! No mesmo dia todos os alunos já sabiam que Jonathan estava trabalhando na lanchonete em frente à escola e que ele era o novo saco de humilhações de todos. Como podia? O líder do time de futebol deixar ser humilhado por todos?
Eu respondo. Jonathan estava exausto e nunca tinha visto ele tão cabisbaixo. Dois meses que ele era o último a entrar na escola e o primeiro a sair. Trabalhava todas as tardes e no fim de semana treinava futebol, mas depois de algumas reclamações de seus colegas, ele abandonou o esporte que tanto amava. Camila havia lhe dado um pé na bunda e engatou um namoro com William. O novo líder dos futebolistas. Ou seja, agora ele era a melhor pessoa de ser humilhada! Sem nada nem ninguém para poder defendê-lo. Jonathan sentava-se à mesa dos “losers” da escola. E havia conseguido um amiguinho. Yuri era o garoto que estudava com Jonathan e o único que conversava com ele. Yuri era um garoto loiro idiota, talvez da minha altura e nerd que se jogava de todos os jeitos em cima do meu Jonathan. Eu ficava sempre olhando os dois conversando na mesa dos perdedores. Vendo ele se jogar no meu Jonathan.
Ok, eu não posso chamar Jonathan de meu... Afinal, eu namoro o Luck. Meu namoro era uma verdadeira droga. Luck era carinhoso, amoroso e dizia que me amava, mas eu não o amava. Eu vivia buscando motivos para terminar com ele, mas era impossível. Luck era paciente, amoroso e muito fiel. Ia a festas, sozinho, mas não olhava para nenhuma garota ou garoto. Sempre me presenteava com algumas bobagens carinhosas e respeitava meu limite de amassos. Não havíamos ainda transado, mas eu sabia que não iria demorar. Estávamos namorando há dois meses e eu não tinha mais desculpas para negar.
Durante esses dois meses, o meu quarto havia sido construído. Como o escritório era grande e espaçoso. Paulo conseguiu dividir o espaço em um novo escritório menor e um quarto de tamanho considerável para mim. Como não dava para ter um banheiro ele me deixou livre para escolher se eu usaria o banheiro de Jonathan ou o banheiro social mesmo. No meu novo quarto, longe do quarto de Jonathan... Tinha a cama que eu dormia. Um novo guarda-roupas muito parecido com o de Jonathan. Uma escrivaninha que ficava próxima à janela e uma estante cheia de livros que era do escritório, mas que não cabia mais lá.
–Adorei seu quarto, amor. –Depois da aula havia trazido Luck para ver o meu novo quarto. –Não tem banheiro?
–Não. Paulo disse que eu poderia usar o banheiro social.
–Você merecia ficar no quarto de Jonathan... Afinal é mais educado, mais estudioso e mais bonito do que ele...
–Obrigado... A-Amor. –Falar essa palavra era tão difícil.
Luck se aproximou e eu sabia que ele viria me beijar. Fechei os olhos e deixei-o fazer dos meus lábios o que eu quisesse. Devem achar que eu sou um idiota! Afinal, Luck era um lindo garoto loiro, mas vocês não tem a ideia de como é difícil beijar alguém que você não ama. Luck era magnífico e eu achei que com o tempo acabaria me apaixonando por ele, mas Jonathan era amor. Era inevitável negar ou tentar diminuir a intensidade da palavra. Eu amava Jonathan Maserati.
Logo já estávamos na cama... Luck deitado sobre mim e suas mãos já estavam na barra do meu uniforme. Espalmei as mãos sobre o seu peitoral largo de jogador. Nossa como eu me sentia pequeno em relação a eles. E empurrei com certa força.
–Não, Luck. Ainda não. –Eu podia ver em como ele estava contrariado.
–Tudo bem, mas só se você me deixar dormir aqui hoje à noite. Amanhã é sábado e seria ótimo, só nós dois no seu novo quarto o que acha?
–Certo. Pode ser, mamãe não se incomodaria.
–Valeu, amor. Vou pra casa arrumar umas coisas para nos divertimos bastante esta noite. Beijo. –Ele me deu um beijo rápido e logo saiu.
Fui até a mesa de jantar e Jonathan estava terminando de almoçar.
–Pensei que já tinha ido trabalhar...
–Meu gerente me deu folga hoje, por quê? Queria ficar com a casa toda com seu namoradinho? Ainda bem que saiu do meu quarto. Não aguentaria imaginar o que vocês poderiam fazer ali dentro.
–Idiota. E quem sabe nós dois já não fizemos? Talvez até na sua cama. –Fui até a cozinha e quando voltei já com meu prato feito ele estava em pé. Encarando-me com olhos azuis bem expressivos. Há tempos não havia visto tanto ódio assim.
–Vocês não fizeram, não é?
–Não te interessa, sabia? –Ele agarrou meu braço com força. Odiava isso. Como eu odiava ser facilmente dominado por Jonathan. –Para, tá me machucando Jonathan.
–Vocês fizeram sim ou não!
–Não. Não transamos na sua cama.
–Mas transaram?
–Não sou obrigado a responder isso, Jonathan! –Ele apertou com mais força.
–Responde logo, Hassan!
–Ahh... Não. Me solta logo. –Ele me puxou e por pouco não derrubei o meu prato. Ficamos a poucos centímetros. Nossas testas coladas e ele continuava apertando meu braço.
–Espero que não esteja mentindo pra mim!
–Jonathan! Hassan!
Ele me soltou assustado ao ouvir a voz do pai e olhou tentando procurando o pai. Eu também estava assustado, talvez ele tivesse nos visto e bem, estávamos encrencados.
–Venham aqui fora, agora! –Fomos assustados para fora e vimos Paulo sair de um carro novo, não era o dele. Era um carro preto, muito bonito e num modelo bastante atual. Não me perguntei o modelo, afinal não entendo nada de carros! Só soube que era da marca Kia e muito bonito!
–Belo carro, Pai. –Paulo estava só sorrisos, usava uma jaqueta preta, uma camisa social, calça jeans e óculos escuros. Paulo jogou a chave para o filho.
–Gostou? É seu!
–O quê?
–Seu carro, estava me dando tanto orgulho que resolvi te presentear logo.
–Valeu pai! –O garoto abraçou o pai com muito carinho.
–Bem, novo carro, novas regras. Nada de largar o emprego viu? Durante a semana nada de festas e nem nada de voltar tarde. Eu só vou colocar gasolina uma vez por quinzena e bem, se acabar ou você coloca ou ele fica em casa! Ahh, leve e traga o Has todos os dias da escola!
–Tudo bem. Valeu pai!
–De nada garoto! –O pai bagunçou os cabelos do filho. –Sua mãe ia ficar muito feliz em ver o grande homem que você está se tornando, filho.
–Eu sei que ficaria! Eu te amo, pai.
–Claro que ama! Com um carrão desses, seria esquisito se me odiasse. –Paulo gargalhou com a brincadeira e deu um abraço apertado no filho. –Eu também te amo, Jonathan! Bem, vou voltar ao trabalho... Hoje vou ficar até mais tarde e Gabriela também, vocês ficam bem?
–Sim. –Respondemos em uníssono.
[...]
O dia já estava acabando e eu estava esperando a visita de Luck. Jonathan saiu com o seu novo carro, seja qual for o destino eu esperava que não fosse algo que envolvesse bebidas, festas, azaração e principalmente garotas. Logo Luck chegou, com uma mochila e ele estava bonito, como sempre.
Luck estava com uma calça jeans de lavagem escura, uma camisa branca com uma xadrez por cima e o típico boné de aba reta que ele sempre usava. Entramos e ele sentou-se ao sofá.
–Cadê seu meio irmão?
–Eu já disse que ele não é meu meio irmão... Ele saiu com o carro novo.
–Carro novo? Jonathan ganhou um carro?
–Ahh Luck, não interessa, tá?
–Ok, senhor nervosinho. Tem algo pra comer?
–Deve ter algo na cozinha.
–Certo, vou lá pegar.
Luck era uma verdadeira máquina de comer. Ele na verdade comia mais que qualquer pessoa que eu já tinha visto e eu sempre quis saber como ele conseguia manter o corpo.
–Certo, não tem nada realmente comestível na sua geladeira. Vamos para o quarto dar uns amassos?
Eu deveria negar, mas Luck era meu namorado.
–Vamos!
Fomos até o meu novo quarto que era escritório. Luck tinha uma pegada, mas não se compara à de Jonathan. Jonathan com aqueles olhos azuis, aqueles braços largos e aquele tom de voz rude, sexy e rouco. Não necessariamente nessa ordem! Luís Gustavo circundou minha cintura e logo estávamos no lugar que ele mais amava me jogar, na cama. Eu já havia dormido algumas vezes na casa dele e seria a primeira vez dele aqui em casa e parecia mesmo que ele estava investindo pesado em termos nossa primeira vez.
Já estava deitado na cama, Luck estava sobre mim. O seu peso todo sobre meu corpo, minhas mãos estavam agarradas por as deles. Ele beijava minha boca com ferocidade dava leves mordidas em meu lábio inferior e partiu para os beijos no pescoço.
–Luck... A-Amor... É melhor agente parar!
–Nada, tá uma delicia! Você tá adorando...
–Não tô preparado ainda!
–Deixa de bobeira, Has! Estamos namorando há um tempão, já tá na hora de você dar pra mim...
–Luck... Não! Saí.
–Não vou... Hoje você é meu, querendo ou não.
Me remexi, tentei sair, mas Luck jogava vôlei. O que fazia ele ter força, além dele ser mais alto também e se remexer só foi pior! Fiquei mais cansado e ele agora segurava meus pulsos apenas com uma mão.
–Luck... Não faz nada de errado!
–Isso não é errado, é mais do que certo!
Com a mão livre, Luck abriu o zíper e o botão da calça. Descendo ela só um pouco me mostrando o seu membro duro de excitação. Era um tamanho considerável, tinha uma pelagem loira na base e uma glande bem rosada. Ele foi aproximando do meu rosto e eu fechei os olhos e a boca assustado.
–Abri a boca, amorzinho! Você vai amar!
–Não! –Idiota eu. Abri a boca pra dizer isso. –SOCORRO! –Gritei, mas seria em vão... Não havia ninguém na casa e eu só ia ficar mais cansado.
–Bobinho, não tem ninguém aqui!
–Você que pensa!
E ao ouvir aquela voz rude, sexy e rouca eu abri os olhos com força. Logo o corpo de Luís Gustavo foi tirado de cima de mim e foi jogado ao chão.
Jonathan estava possesso e lindo. Seus olhos brilhavam, aquilo brilho de ira. Usava uma bermuda xadrez e uma camiseta branca.
–Eu vou adorar socar essa sua cara de boneca Barbie! –Jonathan subiu sobre o corpo do outro loiro e deferiu diversos socos na face de Luck.
Luck gemia um pouco devido à força dos golpes, Jonathan já era agressivo por si só, mas quando estava irado. Era algo de dar medo! O menor dos dois agarrou o pescoço de Jonathan e jogou ele no chão subindo sobre seu corpo em seguida e os dois caíram mais uma vez aos socos. Luck conseguiu dar um soco mais forte no rosto de Jonathan o que o deixou levemente tonto. Luck sorriu vitorioso.
Quando ele pensou em desferir mais socos em Jonathan, eu peguei uma enciclopédia que estava na estante. Um livro grande e grosso e dei um golpe certeiro na lateral da face do loiro. Luck caiu imediatamente no chão. O rosto já estava bem marcado pelos golpes do loiro e agora ele estava bem tonto com o golpe do livro. Jonathan levantou e deu mais um três socos fortes no rosto dele. Conseguindo assim a vitória daquela luta.
Jonathan agarrou o pescoço do outro loiro e acabou o levando para a saída.
–Você... Agora vai embora da minha casa e eu não quero nem sonhar em ver você perto do Has novamente, entendeu? –Luck não respondeu, estava tonto demais. Jonathan o arremessou para fora da nossa casa e eu joguei a mochila dele, cheia de suas roupas bem no seu peitoral.
–ACABOU LUCK! –Foi à única coisa que o meu sistema nervoso conseguiu dizer. Ele ameaçou correr para entrar na casa novamente, mas Jonathan fechou a porta e a trancou.
–Agora você pode me chamar de meu herói. –Ironizou o loiro, com um olho levemente arroxeado.
Não pensei! Agi! Jonathan poderia me matar, mas eu não estava pensando mais nisso. Agarrei seu pescoço com força e beijei aqueles lábios com a maior vontade que já me apareceu na vida. Jonathan correspondeu, o que me deixou aliviado, mas seus braços continuaram mortos. Eu segurava no seu pescoço como se ali fosse meu porto seguro e logo Jonathan envolveu seus braços na minha cintura e logo nos separamos.
–Uau! –Agarrei sua mão com força e caminhei até meu quarto. –Não está pensando em... -O joguei na cama.
–Você merece... Meu Herói!
Notas finais
Camila deu um pé na bunda dele, o que acharão dela?
O tal amiguinho do Jonathan, Yuri? Continua ou sai da fic? O que acharão do pouco que sabem dele?
Jonathan mereceu o carro?
Luck quis forçar a barra com o Has, o que acharão dessa atitude?
Jonathan salvando a pátria! Uhu!
Gostarão da atitude do Has? Ou acharão ele muito Bitch?
A DÚVIDA MASTER! E ai? Vai rolar ou não? Vocês acham cedo? Querem sim ou não?
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A fic tem 10 capítulos e nenhuma recomendação! Gente recomendem a fic e eu dou um beijo em vocês! kkkk
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COMENTEM! E CLARO QUEM ACHAR QUE A FIC MERECE UMA RECOMENDAÇÃO, MANDA QUE O SKETCHER VAI AMAR!
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