I Gotta Go My Own Way

4 Capítulo 4 lembraças no lago


Notas iniciais
ai esta mais um capitulo terminado

Lembranças no lago!

Camus entrou no hospital que nem louco a procura do irmão, logo atrás vinham... Hyoga, Shun, Ikki e Milo, sendo que o ultimo, estava com o braço enrolado com uma camisa que já estava encharcada de sangue.

– Por favor, eu preciso saber em que sala esta o senhor Kardia Katelie – perguntou o ruivo assim que chegou à recepção. Embora estivesse nervoso, Camus tentava manter o controle.

– Ele esta sendo atendido pelo doutor Lysten – informou a recepcionista – o seu amigo, ele precisa de atendimento não? – perguntou a mulher vendo o estado do braço de Milo

– Sim, ele precisa – informou Camus – ele esta com o braço quebrado – falou e saiu á procura do cunhado. Encontrou-o no corredor da sala de cirurgia.

– Degel! – chamou Camus. O outro ruivo olhou-o com certa aflição. Camus ficou sem jeito ao ver que, lagrimas caia com força dos olhos do aquariano mais velho – como ele esta?

– Ele não esta nada bem Camus – disse Degel entre soluços – precisa da transfusão agora – disse limpando os olhos – esta sendo atendido por Shaka. Nesse momento, devem estar bombeando oxigênio para o coração dele.

– Em que sala eles estão? – indagou o ruivo mais novo

– Na terceira à esquerda – respondeu mais calmo – mais acho que no estado em que você se encontrar não vão deixar você entrar não.

– Veremos! – Camus bateu na porta assim que a encontrou, não esperou por resposta, simplesmente entrou. encontrou Shaka na cabeceira do leito de seu irmão com um bombeador de oxigênio, ao lado dele, uma enfermeira que o auxiliava – Shaka como ele esta? — perguntou indo pra perto de Shaka que o olhou com incredulidade.

– Senhor, o senhor precisa se retirar daqui – disse à mulher que se apressou em coloca-lo pra fora, ou pelo menos, tentou. Camus se desvencilhou dela com facilidade e foi para o lado do irmão, tomou medida do pulso e dilatação pupilar, a enfermeira não entendia o que estava acontecendo, aquele homem, naquele estado lastimável, estava examinando o paciente e parecia saber exatamente o que estava fazendo – quem é o senhor? – perguntou a mulher com devido embaraço.

– Parece que você teve uma noite horrível... – comentou Shaka que repara que Camus tinha lama no corpo e na roupa, folhas nos cabelos e olheira como se não tivesse dormido bem.

– Depois eu explico o que aconteceu! – informou o aquariano sentindo-se observado.

– Senhor Lysten – chamou a mulher querendo saber se retirava ou não o homem da sala.

– Ah, sim Meg, este é o senhor Katelie, irmão deste paciente e o mais conceituado cirurgião da França – disse Shaka – traga por gentileza uma bata pra ele e um pouco de café forte.

– Mais doutor...

– Não se preocupe ele me ajudara – Shaka tranquilizou a mulher. Sabia exatamente o que a preocupava.

– Shaka... Precisamos fazer logo a retirada do meu sangue – falou Camus um tanto desnorteado. Havia passado uma noite horrível e não tinha dormido direito. Estava cansado, mas, tinha ajuda o irmão – ele esta com claros sintomas de insuficiência cardíaca.

– Eu sei, é por isso que estou bombeado oxigênio – o loiro parecia esta com pouca paciência – você conhece o procedimento então comece logo.

– Vamos fazer a transfusão diretamente – disse o ruivo. Pegou os materiais manuais e colocou-os sobre do leito do irmão

– Camus isso é perigoso – informou Shaka – não sabendo que tipo de arritmia Kardia tem. Não temos certeza que não seja contagioso.

– Shaka, ele é meu irmão! Pode morre se eu não fizer isso! – argumentou. Só se sentiria melhor quando visse seu irmão de olhos abertos.

– E você pode nunca mais poder salva-lo – tentou fazer Camus se acalmar. Meg voltara com a bata e o café – Meg por gentileza... coloque o senhor Katelie para colher sague.

A enfermeira levou Camus ate a sala de colhimento, logo depois, levou o sangue colhido para Shaka e deixou Camus com Degel. Aconselhou que o um ruivo levasse o outro para come alguma coisa.

– Venha Camus, vamos ate a lanchonete – Degel saiu puxando o aquariano mais novo, levando-o ate a lanchonete.

Quando voltaram ao corredor, encontraram Ikki, Shun, Hyoga e Milo, o ultimo já se encontrava com o braço, devidamente, imobilizados com ataduras.

– Por que não engessaram seu braço? – indagou Camus, observando que, o braço de Milo não estava engessado.

– Por que disseram que não estava quebrado – respondeu o loiro feliz por Camus está se preocupando ele – foi apenas uma deluxação e um corte que pegou oito pontos.

– Certo, espero que melhore logo – virou-se – agora me deixe falar com Hyoga – e saiu junto com o filho.

– O que houve Hyoga? – perguntou Camus. Seu filho, já quase não respirava direito por causa de tanto choro.

– D-descul...pa pai – com muita dificuldade conseguiu enfim falar. Seu corpo era sacolejado pelos espasmos do choro culposo.

– Hyoga fique calmo, por favor, ou você vai passar mal também – dizia Camus. Estava sim preocupado com o irmã e o filho, no entanto, parecia anestesiado com tantos ocorridos em menos de um dia

– Eu já pedi um calmante pra ele – informou Milo sentando-se em uma das cadeiras.

– Obrigado Milo – Camus sentou-se também, estava cansado e as coisas pereciam não ter mais fim. Hyoga sentou-se ao lado do pai e o abraçou, Camus passava a mãos nos cabelos do menor na tentativa de acalma-lo – Degel, se você quiser ir pra casa, pode ir! eu fico aqui?

– Você só pode esta brincando não é? – indagou Degel com incredulidade no que acabara de ouvir.

Estava sim, muito cansado, no entanto, Kardia era seu marido e não iria deixa-lo sozinho. Além do mais, o ruivo mais novo, parecia estar mais cansado.

– Por que diz isso? – perguntou mirando a expressão do outro.

– Camus você já viu o seu estado? – indagou preocupado – você esta precisando com urgência de um descanso.

– E você acha que eu consigo? – perguntou ao cunhado, no entanto, Degel não teve tempo de responder, pois, um enfermeiro trazia calmante e agua para o menor. Logo em seguida, veio Shaka.

– Vocês estão “um horror” sabiam? – indagou o indiano.

– Como ele esta Shaka? –Camus ignorou o comentário do amigo.

– Fora de perigo! – informou o indiano.

– Podemos vê-lo? – indagou Milo bocejando.

– Pode! – Shaka observou que todos rapidamente se levantaram – quando forem em casa e tomar um banho, troca de roupa e dormirem um pouco, ai eu deixo vocês vê-lo.

– Você não pode fazer isso Shaka – rosnou o irmão mais novo.

– Posso sim! Eu sou o medico dele, não posso expor meu paciente à contaminação – disse vendo Camus estreitar os olhos em sua direção — sem mais discursões, já sabem que ele esta bem, então... Façam o que mandei – Shaka deu meia volta a saiu.

O ruivo fechou o punho e trincou o dente. Queria passar a noite com o irmão, mas, concordava com Shaka, não poderia expor Kardia a uma contaminação. Percebendo o desagrado do cunhado, Degel resolveu que era dele “cuidar” dos mais novos.

– Vamos Camus, Milo, crianças – saiu puxando todo mundo.

– Mais Degel... – Camus ia resmungar com o cunhado. (se o mesmo deixasse é claro)

– Não tem nada de mais, ou, meio mais! – falou puxando o cunhado – você já viu o seu estado? Precisa descansar! Mais tarde voltamos.

Vendo que não tinha como vencer aquela batalha, Camus concordou, em nada adiantaria ficar ali mesmo.

– Certo! – resmungou baixo.

Chegando em casa, cada um foi para seus respectivos quartos. Degel aproveitou pra dormir um pouco. Mesmo tendo certeza de que não conseguiria, resolveu tentar...

Milo tomou banho, trocou de roupa e foi dormir. Precisava descansar para conseguir dar forças ao irmão. Camus também resolveu tomar banho, estava psicologicamente cansado e precisava relaxar. Todavia, seu dia ainda não tinha terminado... Quando foi entrar no banheiro, escutou batidas na porta! Suspirou cansado, mesmo assim, ordenou que a pessoa entrasse.

– Hyoga o que faz aqui? – indagou ao menino. Notou que ele ainda estava triste, porem, mais calmo.

– Eu... eu queria me desculpar pai – Hyoga tinha os olhos fixo ao chão.

– Já disse que não estou zangado Petit – disse Camus acariciando a face do filho

– Mais por minha causa o tio Kardia passou mal – Hyoga levantou a face para o pai e o mesmo viu tristeza nos olhos azulados — e o Milo esta com o braço quebrado... Desculpe-me.

Camus sorriu gentilmente para o loirinho.

– Bom... então você tem que pedir desculpas ao Milo, mas, não se preocupe tanto, Milo não está com o braço quebrado – Camus abraçou o filho sem se importa se estava todo sujo – quanto ao seu tio, ele já não estava muito disposto, então você não precisa se culpar – beijou a testa do filho e foi em direção ao banheiro – mais deixe para falar com Milo depois, agora, me espere aqui que eu volto logo – viu Hyoga assentir com a cabeça e foi tomar banho.

Ao fechar a porta do banheiro deu de cara com o espelho grande que tinha dentro do mesmo. Assustou-se quando viu seu reflexo – “meu deus eu estou horrível” — pensou o francês ao notar seu estado. Estava sujo de lama, com folhas nos cabelos e o mesmo parecia que estava com medo da cabeça, agora entendia por que a enfermeira de Shaka se assustara ao vê-lo.

Ao pensa em Shaka, também se lembrou de que o havia convidado para jantar na noite anterior, tinha que se desculpar depois, colocou a banheira para encher enquanto tirava a roupa. Tinha alguns arranhões pelo braço e costa, sentou-se na banheira e sentiu arder, sorriu ao se lembrar do em como conseguira eles.

OooO

Camus acordou em cima de algo duro, depois de algum tempo, descobriu era Milo. O loiro tinha amortecido sua queda, olhou pra cima e notou que não era tão alto, mas, machucava com certeza! Sentiu que a chuva ainda caia, olhou ao redor e avistou uma caverna. Tentou se mexer e percebeu algo que o deixou perturbado... Depois de tudo, Milo ainda segurava sua mão, não pode deixar de se contentar com aquele gesto.

– Milo – chamou o loiro, mas, o mesmo não o respondeu – Milo acorda – tornou a chamar e nada de resposta novamente.

Suspirou, teria que leva-lo, pois o outro não acordaria tão cedo, ao mexê-lo viu o loiro fazer uma careta e, então poder notar o sangue na blusa do escorpiano. Assustado logo o levou pra dentro da caverna.

Camus retirou a blusa que estava vestido, ficou somente a regata que sempre vestia baixo de outra blusa. Imobilizou o braço do loiro e o viu tremer, notou também que as faces do escorpiano estavam vermelhas. Verificou a temperatura e constatou que outro estava com febre.

Olhou dentro da bolsa que Milo carregava. Constatou que o grego se daria bem perdido em uma floresta, pois, carregava consigo um kit básico. Retirou a própria roupa e as roupas do loiro, pegou o cobertor do kit e cobriu a ambos – ele e Milo — sentiu o outro tremer, então o abraçou. Arrependeu-se ao fazer isso, seu corpo ainda lembrava-se do corpo do escorpiano e ao toque, esquentou drasticamente! Espremeu-se mais contra o corpo do outro e o ouviu gemer.

Afastou alguns cabelos que estavam na face do loiro e colocou-os atrás da orelha, Milo parecia um anjo dormindo, viu o grego se mexer e passar uma perna entre as suas e o abraçar mais forte, por um momento, pensou que Milo estivesse acordado. Todavia, a temperatura quente que emanava do corpo do grego não deixava duvidas que ele estava dormindo... na pior das hipóteses, desmaiado.

Olhando o ex-amigo, percebeu que mesmo pouco, ainda sentia por ele um carinho especial e diferente!

Ao acaricia o rosto do loiro, teve certeza, ainda sentia muita falta do tempo em que eram amigos. As costas de sua mão fazia um leve vai e vem, levou o indicador ate os lábios do mesmo e viu os entreabrirem num convite mudo pra um beijo. Como se estivesse enfeitiçado e atraído pela boca do loiro, Camus o beijou! Apenas um leve encostar de lábios foi o suficiente para uma pequena e solitária lagrima rolar pelo rosto do francês e este deixar escapar um esparmo de sua garganta.

– Ca... my... me per…doa – Camus arregalou os olhos. Pensou que o loiro estivesse acordado. Aliviou-se e desesperou-se ao ver que o grego estava apenas delirando.

O pedido de desculpa, deixou Camus um pouco fragilizado, então as lagrimas antes contidas, passaram a saírem de seus olhos com força e pequenos espasmo sacolejaram seu corpo e o do grego.

OooO

Quando saiu do banheiro devidamente vestido, olhou para cama e viu Hyoga deitado. Seu filho o esperou tanto que, acabou caindo no sono. Ele sorriu e foi deitar-se junto do loiro. Hyoga acordou assim que sentiu o peso afunda a cama ao seu lado.

– Pai... – sussurrou o menino ao ver o pai perto de si

– Desculpe-me por te acorda – pediu puxando Hyoga pra cima de seu braço e enfiando os dedos entre seus cabelos – volte a dormi, vou fazer o mesmo.

– Pai... – novamente chamou o loiro

– Humm... – respondeu enfiando os dedos nos fio aloirados.

– Por que o senhor não cuida pessoalmente do tio Kardia? Afinal, o senhor é medico também, não é?

– Sim sou! — confirmou o ruivo — mais sou cirurgião e não medico formal.

“na verdade... eu nem queria ter feito medicina” pensou o ruivo com os olhos quase fechando. Hyoga teve pena do pai e o deixou dormir.

OooO

Depois de dois dias internado, Kardia voltava para casa, mau cabia em si de tanta felicidade. Camus, Degel e Milo não o deixavam fazer esforços, e o loiro ficava possesso.

Não aguentando mais ser tratado como um invalido e passar o dia todo deitado, Kardia resolveu descer, quase foi espancado pelo sobrinho, o irmão, o cunhado e o marido, mas, manteve-se firme. disse que só voltaria ao quarto quando fosse hora de dormir.

– Pai... – chamou Hyoga todo animado com a melhora do tio — por que não aproveitamos a disposição do tio Kardia e o bom tempo, e vamos fazer um piquenique no rio do lago da cachoeira amanhã? – perguntou Hyoga. Torcia intimamente para o pai aceitar.

– Eu não sei Hyoga... – Camus ia despachar a ideia do filho.

– Eu apoio! – volveu Kardia. O escorpiano queria sair, espairecer, nadar... queria um dia inteiro ao ar livre.

– Kardia você não pode! – ditou Degel. Não achava boa à ideia, já que o loiro saíra do hospital recentemente.

– Posso sim! — retrucou o escorpiano — amanhã é domingo, o passeio vai ser ótimo! — disse o loiro — já está decido, amanhã vamos fazer um piquenique.

– Legal! Vou chamar ikki e Shun – comemorou o adolescente.

– Sendo assim, vou chamar o Shaka – falou Camus. Pegou o celular e discou o numero.

– Por que o Shaka? – indagou Milo. Não gostava de como o ruivo tratava o outro loiro, ate para jantar ele já o havia convidado.

– Por que se precisarmos, ele já vai estar lá! – volveu o ruivo — além do mais, estou devendo um jantar a ele – complementou e Milo fechou a cara.

OooO

Quando Shaka chegou à fazenda, todos já estavam prontos. Esperavam somente por ele. O loiro pode notar que os cavalos já estavam selados e muitas cestas prontas.

– Vamos...? – chamou Kardia. O escorpiano estava muito animado por poder sair de casa.

– Camus, temos um pequeno problema nessa historia – Shaka sussurrou no ouvido do amigo.

– Qual? – Camus ergueu uma sobrancelha em direção ao indiano.

– Eu não sei cavalgar! – disse o indiano envergonhado.

– Ora, então esse é o problema? – Camus indagou com desdém – então não tem mais, você vai comigo no meu cavalo. É bom que agente conversa no caminho.

Camus explicou a situação aos demais e subiu no cavalo. Ajudou Shaka a subir na garupa do cavalo e passou a cavalgar. Degel, Kardia, Hyoga, Shun, Ikki e Milo subiram nos cavalos, sendo que o ultimo ficou emburrado quando o loiro segurou firme na cintura do ruivo.

Chegaram ao lago dentro de dez minutos. Camus e Degel estiraram os panos e colocando as cestas em cima, Shun e Hyoga trataram de tirar a roupa ficando somente de suga e caindo dentro do lago. Kardia, Milo, Ikki e Shaka fizeram a mesma coisa depois de arrumar tudo. Camus e Degel se juntaram aos demais nadaram ate a hora do almoço.

– Você nada muito bem Milo – disse Shun. Todos estavam reunidos nos panos.

– Ora, obrigado! – falou o escorpiano. Gostava muito de se exibir e quando era elogiado o grego ficava totalmente fora de si. E ficava com um sorriso de orelha a orelha.

– Verdade, mas, nem sempre foi assim. Né Milo? – comentou Camus acabando com o sorriso do loiro.

OooO

No primeiro final de semana, após, Camus tirar o gesso do braço e da perna. Annalice e Laurence deixaram o filho caçula fazer uma festa da piscina, a mesma duraria o dia inteiro. O ruivinho havia convidados todos seus amigos da escola e entre eles estava Milo.

– Vem Camus, vamos brinca – chamou o loirinho.

– Já vou Milo... – Camus estranhou o comportamento do amigo naquele dia. Estava achando o escorpiano insuportável! Sempre chamando-o o tempo todo, claro que era divertido ficar ao lado do loiro, mas, Camus também tinha outros convidados... não podia dar atenção somente a Milo.

– Vem logo – disse com bola em mãos – o jogo será queimado.

– Milo, você num acha que esse jogo é um pouco violento não? – indagou olhando o amigo

– Esta com medo camy? – o escorpiano tinha um sorriso sapeca no rosto, algo que demonstrava claramente que ele estava aprontando.

– Não Milo, estou apenas preocupado – viu Milo olha-lhe de canto de olho

– Não tem com o que se preocupar – o sorriso de Milo alargou-se mais.

Mesmo contra sua vontade, o aquariano resolveu jogar queimada.

E o jogo começou, claro que Milo e Camus ficaram no mesmo time. O loirinho não perdoava, fazia vale o nome do jogo quando a bola estava em suas mãos. Tanto que as outras crianças desistiram de brincar. Depois do almoço, todos concordaram em assistir alguns filmes, porem, Milo queria nada e vendo que Camus não ia lhe dar atenção foi sozinho ate a piscina.

O loirinho queria a atenção do ruivo só pra si, não estava gostando da ideia de seu melhor amigo estar cheio de atenção com os outros. Mesmo sendo meros convidados, a seu ver ele, Milo, tinha que ser mais importante que todos. E pra ele, Camus não o estava dando importância naquele dia

Milo estava na piscina infantil que não era nem funda nem rasa, mais para alguém que não sabia nadar estava de bom tamanho. Passou algum tempo sozinho, sentado a beira da piscina. Não queria mergulhar sozinho, no entanto, Camus não lhe dava atenção. Teve uma ideia absurda para chamar a atenção do amigo, mais que depressa pegou a bola, voltou ate onde todos estavam e chamou novamente o ruivo pra nadar.

– Milo eu não vou entrar na agua agora, e você não vai me fazer mudar de ideia – disse vendo um sorriso matreiro aparecer no rosto do loiro.

– Tem certeza disso camy? – Milo quicou a bola do chão.

– Tenho! – disse e virou-se para sentar-se novamente. Com toda a força que conseguiu Milo acertou em cheio as costas do ruivo com a bola. Todos os presentes abriram a boca, tinham certeza que havia doido.

– Tá com você camy – disse Milo e saiu correndo, Camus por outro lado tinha lagrimas nos olhos. Mesmo assim, aguentou firme e não chorou, suas costas estavam ardendo. Mas, ele ia dar o troco... ah se ia.

O ruivo saiu correndo atrás do grego sorridente. Alcançou-o na piscina grande, e com toda força acertou uma bolada no loiro. Milo caiu dentro d’água! Camus não sabia que o escorpiano não sabia nadar e por isso não foi ajudar, ficou esperando o amigo submergir. Camus logo se desesperou ao ver que o amigo não subia.

– Milo isso não tem graça! — falou ele da beira da piscina.

– Acho que ele não sabe nada! – disse um dos meninos que veio ver se Camus tinha conseguido alcançar Milo – ele sempre fica na piscina infantil – desesperado o aquariano mergulhou na agua para salva o amigo. Com algum esforço conseguiu tira-lo da piscina.

– Você quer me matar é camy – disse Milo assim que conseguiu respirar.

– Eu não sabia que você não sabia nadar Milo – disse o ruivinho ajudando o amigo a levantar — porque não me disse antes?

– Desculpe-me – pediu o loirinho envergonhado – achei que riria de mim.

– Por que eu riria de você? Milo você é meu amigo e eu gosto de você! Promete que não vai mais esconder nada de mim? – pediu Camus

– Sim – respondeu sorrindo.

– Vem Milo, vamos nadar! – disse Camus pegando na mão de Milo – eu te ensino.

OooO

– Puxa Camus, tanta coisa pra lembrar e, você tinha que lembrar justo isso! – comentou Milo arrancando risadas dos demais.

– Tem algo que eu não entendo – comentou Hyoga.

– O quê? – indagou Milo ainda sorrindo.

– Se você e meu pai eram amigos quando pequenos – o sorriso de Milo sumiu já previa a pergunta – então por que não são mais? – Camus e Milo se entreolharam.

– Ora Hyoga, quem te disse que Milo e eu não somos mais amigo? – indagou Camus sem jeito

– É! Seu pai e eu não temos mais contato como tínhamos antes... – formulou Milo – e por isso estamos...

– Nos estranhado! – concluiu Camus com naturalidade – mais isso não quer dizer que não sejamos amigos.

– Pai, eu não nasci ontem – Hyoga cruzou os braços. Não esperava que seu pai fosse contar a verdade, mas, mentir daquele jeito também não. – eu sei que vocês só se comportam na frente do tio Kardia – Camus fechou os olhos e Milo olhou pra cima, a situação dessa vez ficou realmente constrangedora e embaraçosa.

– Hyoga, por que você e o Shun não vão explorar por ai – sugeriu Degel vendo o constrangimento que se instaurara no lugar – só não vão muito longe.

– Mais tio Degel...

– Vai logo moleque! – ordenou Kardia serio.

– Vem Shun, vamos – Hyoga conformou-se momentaneamente com a situação. Não entendia por que seu pai e Milo tinham brigado, mas, tinha certeza de que tinha acontecido algo bem grave, já que ninguém queria falar do assunto.

– E vocês... – o virginiano apontou para Kardia e Degel — parecem que são apaixonados há muito tempo.

– Sim! Desde a primeira vez que nos vimos – Kardia tinha um sorriso enorme ao lembrar-se de como conheceram – claro que isso, nós podemos agradecer a Milo que sempre foi uma peste.

– Foi? – perguntou Degel – ainda é! – disse e os sorrisos rolaram.

– Obrigado pela parte que me toca meu irmão – Milo volveu sarcástico.

– Degel... – chamou Kardia e puxou o marido para falar-lhe algo no ouvido – vamos dar uma voltinha nas termais, somente você e eu – Degel corou, mesmo assim aceitou.

– Aonde vão? – indagou Camus vendo os mais velhos se levantarem.

– Vamos dar uma volta nas termais! – respondeu Kardia com um sorriso malicioso.

– Francamente, vocês não cansam não? – Milo cruzou os braços. Kardia praticamente explorava seu irmão sexualmente.

– Depende... – o loiro mais velho olhou o mais novo e sorriu sarcasticamente — você cansa Milo? – indagou. Milo ficou com o rosto escarlate.

– N-não – murmurou o loiro totalmente vermelho pela insinuação do mais velho – mais isso não vem ao caso.

– Então por que pergunta? – Kardia piscou para Milo. pegou na mão do marido e saiu — ate mais tarde!

– Do que vocês estavam falando? – Ikki não estava entendendo muito, afinal, nunca tinha participado de uma conversa como aquela.

– Nem queira saber... – Shaka e Camus falaram ao mesmo tempo. Milo trincou o dente com tal gesto.

OooO

Logo quando compraram a fazenda, os dois – Kardia e Degel — trataram de conhecer os locais da mesma, ate onde ela se estendia. Os locais secretos que a mesma possuía.

Assim que chegaram nas aguas termais trataram de entrarem.

– gosto dessas aguas! São muito relaxantes! – Kardia sentou-se dentro d’água e fechou os olhos. Degel sentou-se atrás dele e encostou-se na parede barrosa. Kardia encostou-se mais ao marido.

– Sim, são muito relaxantes – Degel passou a massagear os ombros de Kardia e o mesmo pendeu a cabeça no ombro do amante, Degel passou beijar-lhe o pescoço do escorpiano.

– Degel? – chamou Kardia ainda apreciando a atenção recebida no pescoço

– Hum...

– Você se lembra da nossa primeira vez? – perguntou fazendo Degel parar om os carinhos.

– Sim! Por quê? – Kardia virou-se bruscamente e sentou-se no colo do amante, uma perna de cada lado.

– Quero que me faça recorda – disse e passou a chupar o pescoço de Degel famintamente.

– Você fez mais do que eu naquele dia! – disse dando mais acesso ao marido.

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Camus estava curtindo um dia de piscina com os coleguinhas da escola, e Degel foi lavar o irmão, já que o mesmo fazia parte da turma convidada por Camus, mesmo que não estudassem na mesma sala os dois não se desgrudavam.

Como Milo ia passa o dia todo na casa dos Katelie, Degel aproveitou para passa o dia com Kardia e agora ele se encontrava na sala junto do loiro, o pai e a mãe do “amigo”.

– Kardia, por favor, fique aqui dentro de casa – pedia Annalice – assim você não se aborrece ou se preocupa com tanta criança presente.

– Claro mãe, pode deixa – Kardia queria despreocupar a mãe por isso quando o dia da piscina foi marcado, ele deu a ideia de passa o dia todo dentro de casa, assim não atrapalharia seu irmão e ainda teria a companhia de Degel, já que o ruivo o intimara a passa o dia com ele – além do mais Degel vai passar o dia todo comigo né Degel?

– Sim claro! – confirmou o ruivo – não precisam se preocupar, vou mantê-lo longe de preocupações – Degel e Kardia se entreolharam e dispararam um sorriso cumplice.

– Vem Degel, quero te mostrar meu quarto – levantou-se e o ruivo prontamente fez o mesmo – lá tem muita coisa para gente se divertir enquanto o dia passa – disse e saiu em direção quarto com Degel logo atrás de si.

– Divirtam-se meninos! – Annalice estava feliz, pois, naqueles três anos em que se passara Degel se mostrara um amigo e tanto para seu filho. Na verdade o único que o escorpiano teve.

– Querida... — Laurence chamou a mulher – não acha que essa amizade do nosso filho com esse rapaz, é um tanto quanto colorida demais? – perguntou tendo a atenção da esposa pra si.

– Bobagem querido – disse a mulher — venha vamos ao escritório – Annalice faria o marido passa o dia todo longe do quarto do filho, pois, se ele confirmasse o que ela suspeitava... Cabeças iriam rolar.

Assim que Kardia fechou a porta do quarto, foi logo agarrando Degel e o beijado possessivamente ate o ar faltar.

– Estava com saudades de você – ditou o loiro ofegante

– Eu também! – disse Degel voltando a beija o loiro que o guiou ate cama.

Kardia e Degel se conheciam há exatos três anos, desde a festa de aniversario de oito anos de Camus, e desde então, vinham se conhecendo melhor, Degel já sabia da doença do amigo e da luta dos pais do mesmo e da difícil missão do irmão mais novo.

Não pode dizer que foi amor à primeira vista, mais com certeza quando cruzou o olhar com o loiro, que agora tentava tirar sua roupa, sentiu-se estranhamente atraído por ele, Kardia era lindo, extremante sensual e conquistador e embora estivessem a tanto tempo se conhecendo fisicamente... ainda não haviam transado.

Degel era tímido de mais e sempre tratava de fugir quando Kardia conseguia encurrala-lo, não que não quisesse transar com outro, era só que ainda não se sentia a vontade pra fazer esse tipo de coisa, mais daquela vez parecia que ia se diferente, as investida do loiro pareciam esta fazendo efeito.

Kardia beijava Degel com força, enquanto uma boca ocupava a outra, as mãos de Kardia passaram a tatear a carne macia do ruivo por baixo da blusa.

Degel gemeu ao senti o outro massagear mamilo e chupar lhe o pescoço. Kardia passou a beijar e morder o lábio inferior do aquariano. Tentou tirar a camisa de Degel, mas, o mesmo o deteve.

– Kardia espera – ruivo respirava com dificuldade, e com muito esforço conseguiu retirar o loiro de cima de si.

– Que foi? – assustou-se Kardia – você não quer? – o loiro já não aguentava mais. Era sempre a mesma coisa, quando a coisa esquentava, Degel sempre lhe impedia de continuar.

– Não! Não é que eu não queira... é só que eu ainda não me sinto a vontade para fazer isso – disse vendo o outro se decepcionar.

– Mais Degel, já faz três anos que a gente se conhece e... – Kardia tentava dizer que isso era normal acontecer entre aqueles — e... E eu quero que seja com você

– Eu sei Kardia. Mais se não me sinto a vontade, o que posso fazer? – o ruivo via a decepção no olhar do outro.

– Me dizer o que te aflige? – Kardia tentou conversar com Degel. Saber o porquê dele sempre fugir — não vou te machuca prometo

– Eu sei que não vai Kardia – Degel chegou mais perto de Kardia e o acariciou o rosto – me responda por que não fazemos o que fazemos sempre

– Por que sexo oral já não tem mais graça! Eu quero mais que isso, quero sentir você – Kardia recebia a caricia que lhe era dada na face.

– Desculpe-me – pediu Degel por não corresponde às expectativas do namorado.

– Não se desculpe! – Kardia o abraçou e Degel sentiu o quanto o corpo do outro estava quente – Degel

– Hum... – o ruivo não queria desfazer o abraço.

– Poderia ser eu a receber – o escorpiano formulou sorrindo. Degel arqueou a sobrancelha.

– Como? – indagou tentando compreender o que o outro dizia.

– É... – Kardia não se sentia a vontade em dizer aquilo, mas, queria muito estar intimamente com o outro e tinha que aproveitar enquanto uma peste loira não chegava para interromper — eu não vou me importar em ser o passivo

– Kardia você esta dizendo...

– Que quero muito transar com você! – Kardia foi direto — e já que você não se sente a vontade de me senti dentro de você, eu quero, sentir você todinho dentro de mim. Pode ser assim? – o loiro viu o ruivo ficar tão vermelho, que não dava pra distingui os cabelos da face.

– P-pode... – afirmou sem olhar pra Kardia, pois, seu rosto ardia de vergonha.

Assim que recebeu a confirmação de Degel, Kardia o puxou novamente pra cama. O ruivo beijou o loiro com volúpia e paixão, Kardia abriu as pernas para que o outro pudesse se acomodar entre elas.

Degel tirou a roupa de Kardia e depois a sua e voltou a beija-lo, começando pela boca e descendo para o pescoço, desceu ate o tórax ate chegar aos mamilos, chupou-os, arranhou-os e os mordeu de leve, cada um ate ficarem devidamente vermelhos.

Kardia sentia cada parte que Degel tocava queimar e, queria mais, muito mais do outro. Passou a incentiva o amante, movendo-se debaixo dele. Degel era inexperiente nessas coisas e não sabia exatamente o que fazer, pois, nunca deixou que Kardia prosseguisse. Tinha medo de varias coisas, um deles era ser flagrado por Milo que, tinha o estranho passatempo de espiona-lo quando estava com Kardia.

Mesmo assim foi descendo com seus beijos ate chegarem ao membro ereto do outro. Começou com leves beijos na glande e depois passou a sucções mais elaboradas, sentiu o corpo de Kardia retesar, anunciando a proximidade do gozo.

Kardia sentiu que estava quase se desafazendo na boca do amante, então, muito a contragosto, puxou o aquariano pelos cabelos para um beijo mais incisivo. Degel ainda continuou a masturba-lo ate sentir o liquido quente molhar suas mãos.

Com o sêmen de Kardia, Degel lubrificou todo o interior do loiro, introduzindo um digito por vez. Quando chegou ao total de três, Kardia recuou um pouco.

– Que foi? Te machuquei? – preocupou-se. Já ia recolher os dedos, quando foi impedido pelo loiro.

– N-não! – falou dificultoso – pode continuar.

Obedecendo ao pedido, Degel introduziu o terceiro digito, logo passou a fazer movimentos circulares dentro do amante, sentiu o canal de Kardia se alongar e o mesmo ir de encontro aos seus dedos.

Com os olhos fechado, e as maçãs do rosto rosadas, Kardia entreabriu a boca em busca de ar.

– De... gel – Kardia gemia baixinho e soltava alguns suspiros pesaroso — acho que, já... Esta.... Bom... penetre-me logo – quando Kardia conseguiu formular a frase Degel sentiu seu membro reclamar dolorosamente.

O ruivo acomodou-se melhor entre as pernas do loiro e posicionou seu membro latejante na entrada de Kardia, o mesmo se empurrou-se contra ele, fazendo Degel enterra-se por completo em si. Ficaram algum tempo parado, Degel sentiu o corpo de Kardia querer expulsa-lo, o loiro sentiu a mesma coisa e puxou o ruivo para um beijo. Com esse gesto, Degel entendeu que já podia se movimentar dentro do outro.

De movimentos calmo e descompassado, os dois sentiram seus corpos sincronizarem com perfeição. Degel se arremetia com força contra Kardia, ambos gemiam com o prazer incalculável que, era sentir-se conectados. Depois de algumas estocadas, ambos gozaram.

Kardia puxou Degel pra cima de seu peito, seus corações pareciam querer sair pela boca.

– Degel quer namorar comigo? – perguntou Kardia subitamente.

O aquariano começou a sorrir

– E agora que você pergunta isso? – o ruivo havia ficado incrédulo com a cara de pau do “amigo”.

– É um sim? — Kardia sempre sentiu-se estranhamente feliz, por ter o outro ao seu lado.

– É! É um sim! – confirmou Degel compartilhando da mesma felicidade do agora namorado.

OooO

Degel e Kardia retornaram para junto dos outros, pois, já estava ficando tarde. Kardia vinha abraçado a Degel, e o mesmo vinha com os braços cruzados.

– Que bom que voltaram! por um instante achei que precisariam que eu fosse chama-los – disse Milo sorrindo traquino.

– Achei que você tinha superado essa historia de espionagem – disse Kardia e Milo lhe deu língua.

– Onde esta minha blusa? – perguntou Degel ainda de braços cruzados

– É esta aqui? – Milo balançou a blusa do irmão no ar e o mesmo confirmou e foi paga-la somente com uma mão a fim de esconder algo.

– Me da Milo – pediu o ruivo que não tirava a outra mão de contra o corpo

– Por que você não descruza os braços assim pode pega-la melhor – alfinetou o irmão mais novo.

– Me dá logo Milo – zangou-se Degel. O loiro resolveu entregar a blusa ao irmão, claro, tudo com cálculos bem pensados. Deixou a blusa cair, pegá-la-ia antes que mesma encostasse o chão. Degel abriu os braços para pegar a blusa.

– A situação lá em cima estava ótima! – comentou Milo vendo as marcas que o cunhado deixou nos mamilo e seu irmão.

Kardia sorriu sacana.

– Acredite Milo, não é só ai que tem marcas! – disse Kardia ao notar que, seu irmãos também o olhava incrédulo – tem também na parte interna da coxa, no pescoço e nas costas.

– Kardia... – Degel ia reclamar com o marido, seu rosto estava totalmente vermelho, pois, todos olhavam pra si. Então, sem dizer uma única palavra a mais, se afastou e começar a guarda as coisas.

– Eu vou chamar meu irmão e Hyoga – disse Ikki.

– Vai lá, enquanto isso agente fica arrumando as coisas por aqui – informou Camus.

OooO

Depois que foram praticamente expulsos pelos mais velhos, Shun e Hyoga trataram de explorar todo o local. Já tinham vistoriado quase tudo, agora estavam descansando junto a nascente do rio. O local ficava próximo do rio onde estava fazendo o piquenique.

– Já esta ficando tarde – Shun levantou e ajudou Hyoga a fazer o mesmo – vamos voltar antes que se preocupem.

– Vamos – concordou Hyoga – mais antes me dá um beijo – pediu o loiro e o mais novo prontamente atendeu.

Shun enlaçou o pescoço do maior e o beijou, Hyoga o abraçou pela cintura e retribuiu o beijo que de casto, passou a desejoso e possessivo.

– O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTA FAZENDO COM MEU IRMÃO? – esbravejou ikki e os dois mais novos se separaram.

– Ih sujô – disse o loiro vendo a cara de poucos amigos de Ikki.

– i-ikki... – exclamou Shun pondo a mão na boca

Continua....

Notas finais
quero agradecer a todos que estão acompanhando a fic mesmo não deixando comentario sei que tem gente lendo, só não sei o que estão achando mais espero que estejam gostando bom ate o proximo capitulo e beijos a todos