I Don't Sexy And I Know It
7 What lingerie do you prefer?
Notas iniciais
Pov. Damon Salvatore
Eu já não sabia o que fazer com toda aquela excitação que eu sentia por Elena, minha secretária que eu já achava gata está me deixando louco, muito mais do que qualquer uma me deixou.
Mas eu não a entendia. Eu sabia que ela queria, ela me desejava, ela me deixava tocá-la em certos pontos, mas quando eu estava perto de beijá-la, ela me parava. Será que ela não está gostando do que eu faço? Mas todas gostam, eu tenho certeza disso, por que muitas já me falaram, mas a prova concreta de que todas gostam é que todas me pedem mais uma vez.
Mas Elena me intrigava, nem mesmo beijá-la eu consegui. Eu estava perto de beijá-la e tocar em seus seios ela parou. Me parece que essa vai ser difícil, mas eu a convidei para ir a festa de premiação da empresa, será em uma semana, nesse tempo todo eu duvido que não consiga ter Elena para mim, mas até lá eu preciso me aliviar de alguma forma.
Por esse motivo chamei Rebekah até minha sala e informei para minha secretária gostosa que não era para ninguém entrar pois eu resolveria com a Rebekah assuntos importantes da empresa e não podia ser interrompido, quase eu pergunto para Elena se eu poderia resolver esses assuntos com ela, mas eu mordi a língua e preferi deixar como estava, eu conquistaria Elena mais cedo ou mais tarde.
Rebekah tirou-me de meus devaneios batendo a porta da sala ruidosamente, ela andou até mim batendo seu salto fino no chão, eu odiava esse barulho.
– Damon, você não tinha o direito de falar comigo daquela forma. Quem você pensa que é? Outra coisa, eu te liguei muitas vezes, Damon, por que não atendeu? Achei que tivesse acontecido alguma coisa. E quem é aquele fulaninha? Não me parecia Elena Gilbert, trocou de secretária? É melhor contratar Elena de novo porque essa daí é muito promiscua.
– Rebekah, na boa, se você não calar a boca agora eu juro que te faço calar. – Disse muito calmamente, dando um sorriso cínico.
– O que houve amorzinho? – A loira sentou na minha mesa, de frente para mim, com as pernas abertas.
Eu adentrei minha mão pela saia dela, Rebekah estava sem calcinha, aliás, é normal ela vir sem calcinha para o hospital. Facilita que ela transe comigo e com os outros pacientes, ela é médica urologista e sempre se joga para seus pacientes.
– Estou com pequenos problemas e quero que você os resolva. Abaixa aqui e você saberá quais são os problemas.
Ela sorriu e abaixou na minha frente, abaixou minha calça e cueca e começou a me chupar. Ela não conseguia colocar todo o meu pau dentro da boca, então ela masturbava a outra metade do pau com a mão, mas não dessa vez, eu precisava que mais que aquilo. Segurei Rebekah pelos cabelos e comecei a mover meu pau dentro de sua boca, ela se entalava, tossia, mas eu não queria lhe soltar. Quando achei que já era suficiente, levantei Rebekah do chão e sentei-a na minha mesa com as pernas abertas, lhe penetrei fundo, mas apesar de estar lá com Rebekah, eu pensava na morena do outro lado da porta.
Eu fazia um vai e vem na Rebekah e ela gemia demais, nunca o sexo foi tão difícil, eu queria gozar, mas não conseguia. Rebekah estava lá toda aberta e não conseguia pois pensava em Elena. Sai de dentro dela e a virei de costas para mim, apoiada a mesa e em pé, voltei a penetrá-la sem nenhuma delicadeza. Eu apertei a cintura dela e com certeza lhe ficariam marcas. Senti que ela apertou-se em volta de mim, gozou, mas nem assim eu parei. Eu já estava conseguindo, aquela sensação maravilhosa estava vindo e eu estava pronto para gozar, mas fui parado quando alguém bateu na porta.
– Senhor Salvatore, desculpa interromper, senhor Niklaus Mikaelson está aqui. Quer falar urgente com o senhor.
Ela não estava na sala, mas eu senti como s estivesse, toda aquela sensação maravilhosa foi embora e eu soltei Rebekah na mesa e puxei minha calça para vesti-la. Controlei ao máximo minha respiração para poder lhe responder.
– Sim, estou saindo. Dois minutos.
Joguei no ar um perfuma para poder dissipar aquele cheiro de sexo e gozo. Já recompostos sai do escritório com Rebekah. Tentamos fazer de tudo para ninguém perceber o que fizemos lá dentro, até nos cumprimentamos de forma profissional, com um aperto de mão.
Antes de Klaus entrar, Elena me parou pelo braço e disse:
– Desculpa por ter lhe interrompido com Rebekah, mas Niklaus é mais importante. – Não acredito que ela sabe o que aconteceu aqui, e ainda me fala isso com ironia na voz. Mas, eu nunca sou abalado por mulheres e antes de ela ir embora , a puxei de volta pelo braço e retruquei:
– A próxima vai ser você e duvido que alguém vai me interromper, mesmo que queiram eu não vou parar.
Ela nem ficou vermelha, me olhou com as sobrancelhas suspensas e disse:
– Sério mesmo, Doc? Tenta?
Fiquei parado na porta, incrédulo.
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Chegando em casa, depois da reunião e da cirurgia da Sra. Pitters, encontrei minha hóspede vinda do inferno, minha ex-namorada, Andie.
Sei lá o que ela estava fazendo na minha casa, só sei que ela tinha a cópia da chave e entrou na minha casa e de lá não está nem um pouco afim de sair, mas para mim isso me leva a uma coisa boa, sexo noturno e matinal.
No momento, ela estava apoiada na cabeceira da minha cama e eu a penetrava. Finalmente encontrei meu esperado orgasmo.
Andie sabia de Elena e da minha excitação por ela, segundo essa louca safada, ela não voltou para ficar comigo, ela tem planos para outras pessoas. Prefiro nem saber o que é, vai que depois eu seja preso por coautor de algum crime.
De repente, meu telefone toca e mesmo eu não esperando, aparece ELENA GILBERT no visor.
LIG ON
– Doutor, eu estou aqui numa loja escolhendo o vestido para a festa e quero saber qual cor o senhor mais gosta, preto, azul ou vermelho.
– Precisa que eu diga a cor do seu vestido?
– Não, não verdade eu quero saber qual lingerie o senhor prefere tirar de mim na noite da festa.
Inacreditável. Ela acaba me matando, preciso de mais sexo, mas dessa vez com Elena.
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