Pov. Elena Gilbert

Eu estava fazendo tanta coisa para o meu doutorzinho, mas eu não sabia se conseguiria dar conta do que ele iria fazer comigo. Sim, queria que ele me tomasse em seus braços e fizesse o que quisesse, mas nem eu sabia se estaria pronta. E não deixaria que Damon Salvatore conseguisse tudo o que queria logo de primeira.

Hoje era o dia da premiação, e eu estaria arrasando.

Fui dispensada mais cedo devido a premiação que seria umas 20:00 hrs, então vim para casa me arrumar para hoje a noite.

Vesti uma lingerie preta de renda e um vestido preto com um bom decote na frente e algumas pedras brilhantes no decote, ele deixava minhas curvas bem acentuadas. Fiz uma maquiagem marcante nos olhos e nos lábios um batom vermelho. Nunca havia me visto tão linda.

O interfone tocou e o porteiro disse que Damon Salvatore estava me esperando, peguei minha bolsa de mão e desci. Ele estava parado na porta da Limusine e abiu a porta para eu entrar e depois se sentou ao meu lado e o carro saiu.

– Boa noite, Senhorita Gilbert. Você está especialmente belíssima hoje.

– Boa noite, Doutor, e obrigada. Você também está bonito.

– Pare de me chamar de Doutor, Elena. Por favor. Pelo menos por hoje.

– Ok, Damon.

Ele passou uma mão na minha coxa e passou seu braço pelo meu ombro, e deu um sussurro rouco na minha orelha:

– É covardia usa uma roupa dessas perto de mim, Elena. Você não pode ficar só provocando.

– É verdade, Damon. Mas talvez, eu queria ser covarde. – Sussurrei próximo à sua orelha e olhei em seus olhos. Aproximei nossos rostos e dei uma mordida de leve em seus lábios entreabertos, mas me afastei quando ele quis prolongar.

– Elena, não faça isso, por favor.

– Não estou fazendo nada.

Quando percebemos estávamos em frente ao local da premiação e pessoas conhecidas estavam lá presente. Damon saiu da Limusine e me tirou de lá também me colando a frente dele e eu entendi o motivo quando algo roçou de leve na minha bunda.

Ele estava segurando na minha cintura e estávamos andando e eu fazia questão de roçar minha bunda no membro dele e ele falou no meu ouvido:

– Elena, pare com isso por favor, as pessoas vão notar e eu não conseguirei mais me controlar. – Apenas dei de ombros e ele bufou.

– Damon Salvatore, meu amigo. – Um rapaz loiro e bonito parou na nossa frente e eu sai da frente de Damon, ele me lançou um olhar mortal quando fiz isso, por que ele teve que segurar as duas mãos em frente ao corpo para que não desse para notar a ereção.

– Boa noite, Alaric Saltzman. – Falou tentando se controlar, mas conseguiu dar um sorriso amigável.

– E quem é essa linda dama, Damon? – Quando Alaric virou-se para mim começou a rir. – Ah, não. Elena Gilbert? – Falou estendendo a mão para mim e eu a apertei de leve em confusão na mente, tentando me lembrar dele. – Não acredito, tão diferente, doce Elena. E Linda.

– Obrigada, Alaric.

Então Damon – Já controlado – e Alaric engataram uma conversa que eu estava alheia.

Quando viu Caroline conversando animadamente com dois rapazes, um dele era Niklaus Mikaelson, o namorado dela, o outro eu nunca havia visto, mas ele era lindo e com um tom sedutor ficava melhor ainda.

Andei até Caroline e quando ela me viu vir em sua direção, abriu os braços para um abraço.

– Elena, que bom que você chegou. – Ele me virou para frente dos dois rapazes e nos apresentou. – Essa é minha melhor amiga, Elena Gilbert, e esses são Klaus, meu namorado, e o irmão dele, Kol Mikaelson.

– Muito prazer, Elena. – Klaus apertou minha mão. – Mas acho que nós já nos conhecemos, você é secretária de Damon, não?

– Sim, sim.

Kol chegou perto de mim e me deu um abraço demorado, afundando o rosto no meu pescoço e inalando meu cheiro. E me soltou.

– Prazer, Elena. – Pegou minha mão e deu um beijo na costa dela sem tirar os olhos de mim. Eu enrubesci na hora.

Eles voltaram a conversar sobre algumas coisas e eu estava participando da conversa. Vez ou outra, Kol passava os braços pelo meu ombro e até chegou a segurar minha cintura e me levar para perto dele, mas nesse momento eu disse que iria ao banheiro.

E realmente fui, mas não que eu quisesse, só queria sair de perto de Kol, não que ele fosse desagradável, pelo contrário, ele era uma pessoa super legal e divertida, mas me deixava constrangida, mas não que eu não estivesse gostando, só que, apesar de tudo, eu era uma pessoa tímida.

Sai do banheiro e fui atrás de algo para beber, andei um pouco até achar um local onde serviam champanhe. Caminhei um pouco mais para reconhecer o local, parecia que estávamos em uma galeria de artes, por que tinham muitos quadros.

– Perdida?

Dei um pulo de tanto susto quase caindo e a pessoa que veio falar comigo me segurou pelos cotovelos.

– Susto!

– Desculpe.

– Não tem nada não, é normal.

Ele riu.

– Qual seu nome?

– Elena Gilbert.

– Secretária de Damon Salvatore. – Todos sabiam que eu era secretária dele? Pensei. – Eu sou Henry.

O rapaz era alto e de cabelos ruivos, sua pele alva e seus belos olhos eram negros como a noite como se tivesse contradizendo o rosto dele, não era feio, nem belíssimo como Damon, Henry era um rapaz bonito e charmoso.

Ele virou o rosto para tras quando anunciaram que estavam começando a premiação. Ele segurou minha mão e foi me puxando delicadamente. Eu acompanhei Henry sem titubear.

Quando olhei para o lado, estava Damon Salvatore me olhando com expressão séria e seus lábios faziam uma linha fina, ele sustentou meu olhar e depois desviou.

A premiação ocorreu tudo bem, e quando o M&S Hospital foram chamados, Niklaus e Damon foram até o palco que ali fora montado. E o agradecimento deles foi lindo e até eu fui mencionada por Damon e Henry me abraçou quando isso aconteceu.

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Estava na limusine indo de volta para casa, Damon estava passando as mãos nas minhas coxas e fazia subir ainda mais meu vestido curto. Eu estava um pouco ofegante e ele disse com a voz rouca:

– Você deveria me agradecer melhor por eu te trazido você e ainda ter mencionado você no discurso.

Eu ri.

– Obrigada, mas eu não pedi para fazer isso.

– Mesmo assim. Vamos, Elena, me de pelo menos um selinho.

– Você quer um beijo? Selinho? Sem línguas ou mãos bobas?

– Sim, Apenas um beijinho de criança. – Me olhava malicioso.

– Okay.

Eu puxei-o pela gravata azul que ele usava, e grudei nossos lábios, mas nossos lábios ficaram colados um no outro, e ninguém teve coragem de separar. Até que coloquei meus dedos na nuca de Damon e o puxei mais para mim. Damon passou a língua por entre meus lábios e eles entreabriram, e ele adentrou com sua língua para dentro da minha boca eu cedi espaço para ele e rocei minha língua na dele.

Começamos o beijo rápido e conflituoso quando passei para o colo dele, Damon subia suas mãos em direção aos meus seios e eu permiti. Ele beijava meu pescoço e a palpava meus seios.

A limusine parou e eu percebi que era em frente ao prédio que eu morava.

Sem desgrudar nossos lábios e eu já estava gemendo pelo prazer que sentia por ele estar pegando nos meus seios mesmo que por cima da roupa. Comecei a tatear a porta para abri-la e quando achei apenas desgrudei nossos lábios, saltei para fora do carro e disse:

– Boa noite, Doutor.

Ele me olhou incrédulo.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.