I Bet I'll Get You Hermione
15 Capítulo 15
Notas iniciais
Hermione’s pov
Deitei minha cabeça contra o peito do loiro, suspirei satisfeita e aproveitei seu carinho em meu cabelo. Ficamos daquele jeito até nossas respirações se normalizarem, então ergui minha cabeça e encostei meu queixo contra o peitoral do garoto, olhando em seus belos olhos cinzas.
– Oi. – eu disse tímida o que o fez sorrir de canto, não ironicamente como sempre, mas um sorriso genuíno.
– Oi morena. – sua mão deslizou até minha bochecha e me acariciou suavemente ali. – O que está fazendo comigo? – ele suspirou e fechou os olhos. Eu ergui uma sobrancelha ainda o encarrando e então fui me levantando lentamente e sentei sobre meus pés.
– Nada intencionalmente. – ele abriu só um olho para mim e sorriu novamente.
– Continue fazendo nada então.
E então ele se levantou de supetão me assustando, o que o fez rir. Ele inclinou seu corpo para perto do meu e selou meus lábios de forma suave para então se levantar do sofá e estender uma mão em minha direção.
– Vem. – disse ele de forma autoritária, o que me fez afundar no sofá e cruzar os braços, olhando-o com indignação. Ele revirou os olhos. – Você pode, POR FAVOR, levantar e me acompanhar para um banho? – perguntou de forma irônica enfatizando o por favor o que me fez rir alto e então balancei a cabeça negativamente. – Você sabe que eu posso te obrigar se eu quiser.
– Tente a sorte Malfoy.
– Malfoy? – ele ergueu as sobrancelhas numa careta o que me fez rir ainda mais alto. – Estou parecendo tão engraçado assim hoje Granger?
– Talvez. – dei de ombros e então ele bufou e me puxando pelas pernas me fez levantar do sofá, para em seguida me segurar pelas coxas e me jogar por cima do seu ombro. – DE NOVO NÃO!
– Da última vez que fiz isso logo após você pareceu muito satisfeita Granger, não se faça. – eu podia senti-lo revirando os olhos mesmo sem vê-lo, o que me fez sorrir e ficar um tanto vermelha pela lembrança.
Malfoy marchou até seu quarto. Por incrível que pareça seu quarto era incrivelmente organizado, somente sua cama estava bagunçada com uma colcha verde esparramada de qualquer jeito sobre o colchão. Ouvi um clique e Draco entrou num banheiro que era idêntico ao meu, exceto pelas cores. Lentamente Draco me colocou no chão, fazendo com meu corpo deslizasse pelo dele.
– Você podia colaborar as vezes. – resmungou o garoto me segurando pela cintura.
Balancei a cabeça de um lado para o outro, como se eu estivesse ponderando, enquanto Draco dirigia um olhar esperançoso para mim e ligeiramente me puxava junto com ele, ligando as torneiras da banheira.
– Acho que não... – ele revirou seus olhos cinzas para mim e então me puxando junto com ele entrou na banheira que se enchia rapidamente, com vapores quentes se espalhando pelo banheiro. – Draco...
– Sim? – perguntou ele, me puxando contra seu corpo, de maneira que eu ficasse sentada de costas para seu corpo. Lentamente as mãos do loiro passaram a massagear meus ombros o que me fez pender a cabeça para um lado e suspirar alto.
– Isso é bom. – eu disse baixinho, sem mesmo parar para pensar no que eu estava falando.
Draco’s pov
Não consegui evitar um sorriso besta em meu rosto quando ouvi as palavras dela. Dei um beijo no topo de sua cabeça e continuei a massagem por seus braços e costas, fazendo-a relaxar sobre o toque de minhas mãos.
Aquilo estava estranhamente me acalmando junto. Eu nunca fizera aquilo com nenhuma garota antes, eu nunca ficara com uma garota tempo o suficiente para trocar uma palavra depois de uma... bem, foda.
– Draco... – envolvi meus braços por sua cintura e a puxei mais para meu corpo, escondendo meu rosto na curva de seu pescoço e dando ali leves beijos.
– Fale – disse baixinho.
– Eu não sei o que pensar disso. – disse ela baixo, num ofego, novamente tímida... tão linda.
– Não pense então. – levei minhas mãos espalmadas em suas coxas e acariciei suavemente.
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Depois que saímos da banheira e nos secamos, ela timidamente se dirigiu até a porta e se encostou ali, me olhando enquanto eu seguia até o closet e colocava uma calça, trazendo uma camiseta junto comigo e me deitava na cama.
– É realmente uma cena deliciosa ver você com essa carinha tímida, nada típico seu, diga-se de passagem, mas é... fofo.
– Idiota. – ela revirou os olhos corando o que me fez rir.
– Vem aqui deitar comigo. – eu disse, tentando parecer meu típico autoritário eu, tentando esconder qualquer vestígio de pânico em minha voz. Eu definitivamente não a queria longe de mim.
Ela parecia a coisa mais linda do mundo enquanto ela vinha até mim enrolada em minha toalha branca, seus cabelos escuros jogados para um lado molhados. Estendi minha camiseta para ela, sem conseguir tirar meus olhos de seu rosto, sua expressão parecendo perdida nesse momento.
– Eu não sei se eu devia ficar.
– Fique. – eu disse num tom mais alto do que esperava, então suavizei minha voz: — Por favor.
Ela suspirou e então lentamente largou a toalha, deixando-a cair ao redor de seu corpo, aquilo fez com que meu corpo reagisse ao dela, desejando-o novamente. Controlei minha excitação enquanto assistia a garota deslizar a camiseta por seu corpo, tapando-lhe somente até o inicio de suas coxas.
– Venha. – estendi minha mão, sem retirar meus olhos dos dela e a puxei forte, fazendo-a cair na cama ao meu lado, ajeitei meu corpo de maneira a fazê-la ficar de frente para a parede e de costas para mim. Beijei logo abaixo de sua orelha, fazendo-a arrepiar. – Boa noite Hermione.
– Boa noite. – disse ela baixinho, acariciando suavemente meus dedos que se encontravam abraçados contra ela.
– — -
– DROGA! – ela pulou da cama, me fazendo acordar e olhá-la sonolento, tentando lembrar de tudo que acontecera na noite anterior. – DROGA DE NOVO. ESTOU ATRASADA PARA A AULA DA MINERVA.
Me sentei na cama e a olhei distraído, vendo-a pular da cama e se dirigir correndo para a porta.
– Bom dia para você também.
– Não me venha com bom dia! Você fez com que eu me atrasasse! – eu a olhei de canto e abri a boca em indignação para então rir alto.
Lentamente segui a garota até seu quarto para vê-la desesperadamente vestir seu uniforme e puxar o cabelo preso por um elástico. Eu ri novamente.
– Você sempre pode faltar aula sabe?
– Eu não vou perder meu cargo para você Draco. – ela revirou os olhos e apontou sua gravata para mim. Eu ergui minhas mãos como se estivesse me rendendo.
– Tudo bem, corra para a aula, eu nunca me perdoaria por roubar um cargo que já é nosso sem sombra de duvidas já que temos um escritório, quartos e tudo para DOIS.
– Não me venha com suas ironias agora. – ela estreitou seus olhos o que me fez rir alto ainda outra vez.
Ela terminou de se vestir e veio em minha direção, ainda com olhar ameaçador, o que me fez ter um pouco de receio, mas então ela parou e segurou em meus ombros e deu um selinho rápido em mim.
– Nos falamos Malfoy. – ela acenou e foi em direção ao banheiro como um furacão.
Uau. Me sentei na cama dela e olhei distraído para a porta que ela acabara de sair, pensando o que isso poderia significar.
– — -
– Isso são horas senhor Malfoy? – perguntou o pequeno professor Flitwick, enquanto todos estavam empenhados em exercícios de revisão para os N.I.E.M.S.
– Perdão professor, não acontecera novamente. – sorri de canto de forma irônica e segui caminho até os fundos da classe, onde se encontrava um Blás com olhar inquisitivo.
– Parece que finalmente estamos de bom humor, hã?
– E teria algum motivo para eu não estar?
– Não sei, eu que pergunto. – ele me olhou de canto. – O que está escondendo Malfoy?
– Nada que seja de sua conta Blás. Que inferno, às vezes nem parece que é meu melhor amigo. Você está mais resmungão que a Pansy. Merlim! – ele me olhou e então riu alto, empunhando a varinha e treinando o feitiço Accio com uma rocha do outro lado da sala.
– Draquinho. – disse Pansy animada vindo até meu lado e abraçando-me pela cintura.
– E aí? – disse distraidamente.
– Estava pensando, o que acha de nos encontrarmos na sala precisa hoje? – lentamente sua mão desceu até minha coxa, apertando ali.
– Hoje não vai dar Pans, foi mal. – sem olhar para ela puxei minha varinha e convoquei a classe do professor, causando um grande alvoroço na sala, enquanto todos se abaixavam para evita-la.
– Que isso senhor Malfoy! 15 pontos a menos para a Sonserina! Imperdoável tal atitude para um monitor, agora ponha essa classe no lugar! – esganiçou-se o pequeno professor e então eu fingi minha melhor careta de culpado.
– Desculpa professor. – e conduzi a classe para seu devido lugar, fazendo os sonserinos explodirem num coro de gargalhadas.
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– Draco, você precisa ver isso! – gritou um Crabe alvoroçado correndo em direção ao mural de avisos no salão principal. Lentamente segui até o meio do povo, empurrando e expulsando alguns calouros.
– Mas o que é isso tudo? – revirei meus olhos e comecei a ler o comunicado.
Prezados,
Temos a honra de informar que no próximo semestre teremos a honra de receber novamente os nossos caríssimos amigos do norte, os alunos da Durmstrang.
Foi aprovado pelos diretores, bem como pelo ministro da magia, uma nova competição mágica onde serão escolhidos dois alunos de cada ano de cada escola, sendo uma garota e um garoto, para a realização de atividades que concederão prêmios aos vencedores.
Mais informações em breve.
Vice-diretora
Minerva Mcgonagall
– Com licença! – disse uma voz imperativa logo atrás de mim, aquela voz que eu conheceria a quilômetros agora. O pensamento me fez sorrir de canto.
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