I Bet I'll Get You Hermione

46 Capítulo 45 - AJEITANDO A CONFUSÃO


Notas iniciais
(RESPOSTA AOS REVIEWs, LOGO ABAIXO SEGUE PEDAÇO DA FIC: ) Nyah bugou e blá, o capítulo de minha fic Demigos are real veio parar na I bet. De vez em quando aparece que deletei essa fic, de vez em quando mostra que to sem nenhum leitor. Então somente ignorem o capítulo anterior e ignorem se do nada a I bet aparecer deletada, porque EU NÃO DELETEI, eu NÃO SURTEI e sim essa merda de NYAH que tá de zuera HUIASH Vou deixar aquele cap lá pra não dar mais merda ainda, MAS ele não tem NADA a ver com a história. IGNOREM ESSE CAP, vou postar um capítulo de umas 600 palavras agora só pra compensar, saibam que tentarei escrever amanhã pra postar, mas como estarei cheia de visitas para a próxima semana não posso prometer muito. Desculpem a confusão beijos da Ornitorrinca :x

LEIAM AS NOTAS INICIAIS — para entender confusão do cap anterior

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Malfoy’s pov

– O que você está fazendo? – eu disse com um sorriso idiota na cara.

– Beijando você. – ela revirou os olhos para mim, como se fosse uma pergunta estupida.

Por mais que eu quisesse ignorar, eu não conseguia deixar de notar os olhos de todos do salão em cima de nós. Ainda sorrindo que nem um idiota encostei minha testa na dela e fiquei a olhando nos olhos, segurando seu rosto em minhas mãos, enquanto suas pequenas mãos se encontravam envoltas em minha cintura.

– Eu te amo Hermione Granger. – soltei um riso baixo. – Melim, como eu preciso de você.

– Eu sei. – ela sorriu como se estivesse escondendo um segredo de mim. – Eu também amo você Draco Malfoy. Será sempre só você.

– Bom mesmo, senão me sentiria traído. – pisquei para ela, arrancando um riso.

Selei seus lábios mais uma vez. Ambos estávamos sujos e machucados, mas não nos importaríamos com isso. Estávamos sendo avaliados por pelo menos uma centena de olhares curiosos, mas não nos importamos. Não depois de tanto tempo afastados. Não quando nosso sentimento era maior do que qualquer coisa que existia.

– As pessoas não param de nos olhar. Provavelmente pensam que você enlouqueceu. – disse depois de desviar brevemente meu olhar do dela.

– Bem, certamente eles estão com razão. Eu apaixonada por um Malfoy? – ela bufa. – Isso nem existe.

– Idiota. – revirei os olhos para ela, recebendo em troca um tapa em meu peito. Olhei para ela atravessado.

– Não me chame assim. – ela fez biquinho e eu ri para ela.

– Mas é minha idiota. Veja por esse lado. – foi vez dela de revirar os olhos.

– Eu quero sair daqui. – disse ela depois de um segundo calados.

– Vem comigo. – segurei sua mão e a levei em direção ao hall de entrada, agora destruído.

Assim que atravessamos a porta o Salão se encheu com burburinhos.

– Aposto 10 galeões que eles estão achando que eu lancei um Imperius em você. – olhei de lado para ela, até chegarmos a uma parte da parede caída que nos serviu como um banco.

– Não vou apostar isso com você. Pois você ganharia. – ela piscou.

Ficamos quietos por um minuto que me pareceu eterno. Sua mão esquerda apertada forte contra minha direita. Sua cabeça pousada em meu ombro. Beijei o topo de sua cabeça, angustiado. Parecia que nossa bolha de alegria estouraria mediante a todos os fatos da noite. Nossas responsabilidades e medos pareciam pairar sobre nossas cabeças.

– Eu preciso te dizer algo sobre o Pot... Harry. – soltei antes que eu pudesse mudar de ideia.

– O que tem o Harry? – repentinamente ela parecia assustada, parecia sentir o que eu estava prestes a dizer. Levantou-se do meu lado e olhou em meus olhos.

– Hum, não quer chamar o Weasley?

E sem mais nenhuma palavra ela saiu de perto de mim e foi atrás do ruivo. Um minuto depois ela estava de volta com o garoto. Ele parecia abatido. Olhando para eles senti meu estomago afundar. Eu não queria ser aquele que contaria isso para eles, no entanto eu o fiz. Lentamente comecei a contar o que aconteceu quando subimos as escadas juntos e entramos no escritório de Dumbledore.

Hermione abraçou o amigo ao seu lado e colocou-se a chorar, enquanto o mesmo me encarava incrédulo, acariciando, sem ter consciência do ato, a cabeleira de Hermione.

– Se você está falando sério, Voldemort logo estará aqui para tomar o castelo. Ele vai vir e tentar tomar a escola. Mas não deixaremos. Lutaremos até o fim. – ele suspirou — Hermione. Hermione! – ele a afastou, enquanto ela enxugava as lágrimas.

– Precisamos matar a cobra. – sussurrou ela inconsolável.

– Precisamos? Nada disso, Hermione, você não vai ficar aqui e encarar Voldemort de frente. É perigoso demais.

– Não seja um idiota. Eu nunca abandonaria você. Já perdi... ele. – de repente seus olhos estavam marejados novamente. Meu coração se apertou. Era demais para mim vê-la assim.

Writer’s pov

Um mão suave apertou-se contra seu peito:

– Ele está vivo? Draco está no castelo? – a voz quase passou despercebida tão mínimo o som da voz da Srª Malfoy.

– Sim. – respondeu Harry de volta, inacreditavelmente vivo. Ele sobrevivera pela segunda vez a uma maldição da morte.

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Como eu disse, seria curto, foi só o que pude escrever agora no improviso. Desculpa de novo!