I Bet I'll Get You Hermione
47 The end... for a while
Notas iniciais
Hermione estava nos braços de Draco e chorava inconsolável. Ela ainda tinha esperanças que ela veria seu amigo voltando.
– Shi Hermione, vai ficar tudo bem. – disse o loiro acariciando seus cabelos, sabendo que essa era a maior mentira que poderia ter contado a ela.
Ela não ficaria bem. Ele sabia o quanto Harry significava a ela e isso o fazia sofrer. Ele ficava imaginando o que ela passara sem ele, como fora sua jornada atrás das horcruxes. Um arrepio passava por seu corpo só de imaginar. Ele a apertou mais forte inconscientemente.
– Eu te amo Hermione. – falou ele mais uma vez, beijando o topo de sua cabeça.
Ele nunca se imaginou realmente dizendo isso a alguém, ele nunca se imaginou conseguindo amar uma trouxa, acima de todas as coisas. Draco suspirou ao sentir o beijo fraco e molhado por lágrimas da garota em seu pescoço.
– Eu também Draco Malfoy. Não quero nunca mais ficar longe de você. Não posso suportar perder mais alguém.
– Eu sei pequena. Eu sei. – ele se inclinou e beijou seus lábios suavemente.
–*-*-
Hagrid trazia Harry em seus braços. Toda os resistentes a causa observavam os comensais em procissão atrás de Voldemort, seguindo em sua direção. Os olhos que viam o menino que sobreviveu não acreditavam no acontecido. Pairava no ar a angustia do luto. Burburinhos preenchiam o ar. E foi a voz de McGonagall que se destacou no ar. Seu “não” de descrença cortando o peito do garoto que se fingia de morto.
E então ele pode ouvir o grito agonizante de seus dois melhores amigos. O choro de Hermione lhe partia ainda mais o coração do que poderia dizer. Draco tremia sem poder acreditar que ele teria participado dessa atrocidade e sorrido se não fosse pelo feitiço que a tal bruxinha lhe lançara. Doía em Harry fazer seus amigos sofrerem. Mas seria só por mais um momento. E então pode ouvir Gina... sua Gina. Seu coração ameaçou explodir no peito.
– Aqui jaz, o seu poderoso Potter. – riu-se Voldemort para o seu público.
– Seu... seu – o grito em protesto de Rony ficou preso na garganta.
– É uma vergonha até mesmo para Potter. – piscou o mais velho. – Foi pego fugindo do castelo.
– Mentiroso! – se atreveu Hermione em dizer, enquanto burbúrios de dúvida preenchiam o espaço.
– Como ouça se dirigir ao meu mestre dessa forma? – sibilou Bellatrix. Draco que estava a ligeiramente atrás de Hermione retesou. Seu coração palpitando. – Será a primeira a morrer, sangue-ruim!
E então ouviu-se um estrondo no meio da multidão e um corpo lançando-se em direção ao Voldemort. No entanto não teve sorte, um dos comensais fora mais rápido e o mesmo se encontrava no chão, sem varinha.
– Neville Longbottom. – riu-se Bella. — Puro-sangue e um desperdício de espaço. Foi prazeroso destruir a sanidade de seus paizinhos.
Neville cuspiu em sua direção.
– Puro sangue, hã? – debateu Voldemort. – Você poderia se juntar a mim e a meu fiel grupo. És imprudente, mas corajoso. E nenhuma gota de sangue mágico deve ser derrubado.
– Prefiro morrer. – cuspiu novamente. – A Armada de Dumbledore e ao Harry! – gritou o garoto no chão, seus olhos passando todo ódio que sentia.
Gritos de aprovação a ele iniciou, no entanto ligeiramente silenciado pelo feitiço de Voldemort.
– Sendo assim, você servira como primeira demonstração do que acontecerá àqueles que se oporem a mim. – sorriu diabolicamente Voldemort e então ergueu sua varinha em direção ao garoto.
Uma sucessão de fatos ocorreram então, todos reiniciando a batalha anterior. Hagrid largou Harry ao mesmo tempo que todos se locomoviam para ajudar Neville. Ninguém aceitaria perder para Voldemort e seus capangas. Harry aproveitando a deixa se colocou sob sua capa de invisibilidade e partiu imobilizando os comensais mais próximos, Grope veio em apoio ao mesmo tempo que todos brandiam as varinhas e jorros de luz passavam ao redor de todos.
Draco aturdido puxou Hermione para trás de si ao mesmo tempo que um dos comensais vinha em sua direção. Antes que Voldemort pudesse se dar conta do fato, Neville puxava o chapéu seletor que estava sob sua cabeça e de lá retirava a espada de Gryffindor e num rápido golpe a lâmina decepou a cabeça de Nagini, destruindo a última Horcrux. Voldemort foi atingido por uma dor inesperada tropeçando sob seus pés. Ele limitou-se a olhar aturdido para o jovem em sua frente.
– Por Hogwarts! – gritou o garoto, lágrimas de raiva em seus olhos, apenas desejando a vingança por sua família.
Harry em ajuda ao amigo lançou um escudo entre ele e Voldemort e correu em sua direção, ao mesmo tempo que Voldemort sumia no ar. O grifinório então correu em direção ao hall de entrada, imobilizando todos comensais que conseguiu pelo caminho, a procura de seus amigos ou de Voldemort.
– Harry! – Hagrid bradou. – Onde está o Harry?
Lágrimas surgiram aos olhos de Hermione no momento que via Monstro batalhando contra os comensais em nome de seu antigo dono, Régulus. Harry viu a amiga e correu em sua direção, ao mesmo tempo que ouvia a voz de Molly gritando para defender Gina e Voldemort atacando um garoto da Lufa-Lufa a sua frente.
– Protego! – gritou Harry em direção ao garoto, puxando a capa de seu corpo.
Voldemort piscou os olhos e redirecionou sua atenção para Harry. Todo o salão parou ao ver o garoto. Draco que estava de costas para Hermione na batalha virou-se em direção a mesma e a puxou para trás de si, para protege-la de Voldemort.
– Draco, saia. – disse ela nervosa, ficando na ponta dos pés para ver seu amigo. – Harry! – gritou ela, não acreditando.
Harry não permitiu-se distrair. Ele pode ver de canto que Gina e Rony também estavam bem, além de Hermione. Era tudo que ele precisava saber, antes de começar a circundar o homem a sua frente. Hoje finalmente aquilo acabaria. O mundo bruxo ia ter chances de paz novamente. Ele venceria aquele homem para poder vida a seus amigos.
– Tom Riddle. – disse Harry, arrancando um olhar de nojo do homem a sua frente.
O grifinório disse à Voldemort tudo aquilo que pode para fazer com que ele enxergasse qual seria o próximo passo que enfrentaria se o homem não se arrependesse. E ele não o fez. Por mais que não quisesse, Harry sentia pesar em fazer aquilo. Ele não queria matar, queria ser diferente daquele homem.
– Expelliarmus – foi o grito de Harry.
– Avada Kedrava. – respondeu ao mesmo tempo Voldemort.
E então, no que pareceu ser impossível aos olhos de todos, Voldemort deu um passo para trás, ao mesmo tempo que o raio vermelho atingiu seu peito. E como se fosse em câmera lenta seu corpo foi caindo para trás. O mundo tornou-se mudo por um breve segundo, para então explodir em milhões de gritos.
– Harry! – Hermione empurrou Draco e correu em direção ao amigo, que abaixava seu braço lentamente.
Rony veio ao seu encontro ao mesmo tempo em que Hermione pulava nos braços do amigo. Harry amparou a amiga ao mesmo tempo que sentiu os braços do amigo ao seu redor. Era possível ouvir gritos de alivio ao redor e também gritos de feitiços de desarmamento. Os comensais estavam todos rendidos.
E então, para a satisfação de Harry muitos outros amigos estavam ali perto. Hagrid o puxou para um abraço de quebrar ossos quando os amigos o largaram e o ergueu do chão, fazendo Harry rir e massagear as costelas quando foi largado.
– Eu pensei – fungou o gigante – que estava morto. Óh Harry! – riu o amigo.
– Seu idiota. – disse Gina puxando-o para um beijo, fazendo todos aplaudirem ao redor.
No canto mais distante do salão, com o canto dos olhos, Harry pode visualizar a família Malfoy. Draco se encontrava nos braços da mãe que chorava inconsolável. Lúcio se limitava a olhar os dois, com os ombros curvados como se cansado demais para dizer algo.
– Ele se foi. – murmurou Narcisa. – Você poderá ter uma vida livre de tudo isso.
– Eu sei. – Draco encostou a testa na da mãe, sorrindo. – Nós teremos uma nova vida.
– E ela? – perguntou a mãe piscando.
Draco afastou-se da mãe e viu sua garota sorrindo, os olhos brilhantes olhando para o amigo. Ele sorriu com isso. Ele ficara feliz por Potter estar vivo. Não somente por poder vir Hermione feliz novamente, mas porque ele mesmo se apegara ao menino que sobreviveu – e não só uma vez.
– Estamos bem. – respondeu simplesmente o garoto, virando-se para a mãe.
– Quando vai me apresenta-la? – perguntou a mulher encarando o filho seriamente.
– Logo.
– Do que estão falando? – perguntou o Sr. Malfoy.
– Estou namorando. – disse Draco, encarando seu pai. A magoa que sentia pelo mesmo nunca passaria, mas se sua mãe estava disposta a perdoa-lo, ele também o faria. Por ela.
– Quem?
– Hermione Granger. – respondeu o garoto de peito estufado.
– O quê?! – os olhos do Malfoy mais velho se arregalaram. – Você não se atreveria. – sussurrou o homem, tentando evitar os olhos curiosos que se dirigiram a eles.
– Você não tem nada a ver com isso. – retorquiu Draco com desprezo.
– Eu sou seu pai e te digo que está proibido em vê-la novamente!
– Como se tivesse autoridade para isso. Se me da licença mãe, não vou mais ficar aqui. Gostaria de me acompanhar, por favor? – a loira olhou assustada do pai para o filho e então deu um passo para o lado.
– Você vai se arrepender dessa decisão. – sorriu ironicamente o homem ao ver a mulher adiantar-se para o filho.
– Eu não vou e nem pense em se meter nisso Lúcio! – disse a mulher rispidamente. – Deixe Draco em paz. Você já fez o suficiente por ele por uma vida.
Sem uma palavra o homem virou as costas e saiu do castelo.
– Vem mãe. Tem alguém que quero te apresentar. – Draco sorriu ao ver a sua morena olhando curiosamente para ele.
– Seria um prazer – respondeu a mulher sorridente.
– Hermione – Draco adiantou-se para a garota, abraçando-a pela cintura. – Gostaria de lhe apresentar minha mãe, Narcisa.
– Olá Srª Malfoy, prazer em conhece-la finalmente. – sorriu timidamente a garota, estendendo a mão para a mulher mais velha em sua frente.
– O prazer é todo meu Hermione. Pode me chamar de Narcisa. – sorriu de volta a mulher, abanando sutilmente a mão no ar e então puxando a garota dos braços do filho para ela mesma a abraçar. – Obrigada por ter mudado meu filho. Ele o ama tanto! – sussurrou para que somente a morena pudesse ouvir.
Hermione ruborizou e respondeu de volta um simples : — Não há de quê.
– Ei, o que estão falando? – perguntou Draco estreitando os olhos. – Por que está vermelha Hermione?
– Deixe de ser curioso. – a garota revirou os olhos.
Draco limitou-se a olhar com indignação enquanto Narcisa observava.
– Ora, isso é novo. – riu ela.
– O quê? – perguntou curiosa Hermione.
– Draco aceitar ficar sem uma resposta. – a mãe deu de ombros.
– Ela é ainda mais teimosa do que eu. – explicou o garoto. – Se eu insistisse eu continuaria sem a resposta que eu quero.
– Eu não sei o que fez ao meu menino. – disse Narcisa emocionada. – Mas por favor, continue fazendo.
– Mãe! – disse Draco erguendo as sobrancelhas, enquanto Hermione corava violentamente.
– Pode deixar, srª Malfoy.
– Pare de me chamar assim! – brincou Narcisa.
– Me desculpe, senhor... hã, Narcisa. – gaguejou Hermione, arrancando um riso de Draco e Narcisa.
– Com licença. – chamou Harry chegando por trás do trio. – Será que posso roubar minha amiga por um momento?
– Potter. – sorriu Draco. – Nunca fiquei tão feliz em te ver vivo.
– Isso é algo novo Malfoy.
– Realmente... – sussurrou Hermione, fazendo os garotos rirem.
– Cuide de minha menina. – disse Draco, beijando Hermione na testa.
– Eu sei me cuidar sozinha. – resmungou a morena para o garoto.
– Eu sempre cuido.
– Com licença, — Hermione bateu o pé – mas quem anda salvando vidas ultimamente sou eu. Eu sei me virar.
– É, cuide dela. – Draco fez uma cara séria, somente para incomodá-la.
– Dá pra parar de fingir que não estou aqui? – alteou o tom de voz.
– Logo ela volta. – respondeu Harry a segurando pelos ombros enquanto a mesma fazia cara feia para os garotos e saia de braços cruzados, deixando para trás um sorridente Malfoy.
– Você a ama. – riu Narcisa para si mesma.
– Muito. – piscou Draco. – É bom vê-la rindo mãe.
–*-*
– Finalmente em paz. – respondeu Draco arrastando Hermione pelo corredor do dormitório dos monitores chefes.
Destroços podiam ser vistos por todo o castelo, mas eles não se importavam naquele instante. Tudo em que podiam pensar era em ficar a sós por tempo indeterminado. Ele precisava dela só para ele.
Os dois atravessaram correndo o corredor e escancararam a porta correndo através do escritório para ir direto para a sala deles, que estava incrivelmente intacta. A janela estava aberta, mostrando o céu estrelado e a lua cheia que se encontrava do lado de fora. A cachoeira jorrava a água, formando no ar gotículas que brilhavam como diamantes. Parecia que aquilo tudo estava planejado para eles.
– Hermione Granger. – disse Draco virando-se para ela. encostando-a na parede, apertando seus dedos entrelaçados e roçando sua testa na dela.
– Draco Malfoy. – respondeu ela sorrindo. Ele inclinou-se para morder suavemente seu lábio inferior.
O coração da morena pulou em seu peito, mal podendo ser contido. Ela não podia acreditar que finalmente poderiam ficar juntos. Para sempre. Nada no mundo poderia impedir os dois de serem felizes agora.
Sem mais delongas o garoto apertou seus lábios nos dela, beijando-a com uma saudade incontida. Os braços da morena estavam agora envoltos no pescoço de Draco, puxando-o para si. Seus dedos encontravam-se apertados contra os fios loiros. Os dedos do garoto perdiam-se por baixo da blusa da garota, tocando-a em busca daquilo que havia tanto ele não tinha mais.
Eles mal conseguiam conter os suspiros de felicidade por os dois estarem ali, depois de tanto tempo.
– Draco. – disse a garota entre um beijo e outro.
– Hum? – disse ele sem conseguir tirar os lábios dos dela.
– Nós está imundos.
Ele se afastou a encarando incrédulo.
– Não é sério que você me fez parar de beija-la por isso.
– Eu não estou inclinada a beijar seu corpo assim todo sujo.
– Você é inacreditável. – riu ele, puxando-a para um abraço e selando seus lábios outra vez.
– Que tal um banho de cachoeira? – disse ela massageando os ombros do garoto.
– Você tem uma mente perversa. – riu ele, segurando-a pelas coxas e jogando-a sobre o ombro. Ela soltou um gritinho e bateu na bunda do garoto. — Isso me lembra muito nossa primeira vez. Tirando que agora não vou te jogar naquele sofá.
– E eu não to com uma calcinha rosa.
Draco riu alto com a lembrança, então puxou sua vassoura que estava ao lado de janela e montou na mesma com uma só mão, indo em direção ao solo, lá embaixo.
– Não vai trazer a cesta com comidas hoje também? Pode me pedir em namoro novamente também. – gritou Hermione de olhos fechados. Seu rosto pressionado contra as costas do loiro.
– Achei que já fosse minha namorada. – gritou ele contra o vento.
– Eu achei que tivéssemos terminado. – disse ela de volta.
Draco revirou os olhos e apontou o cabo da vassoura diretamente para a água a sua frente.
– Se eu fosse você trancava a respiração.
– O quê?! – foi o que Hermione conseguiu dizer antes de ser ver embaixo da água morna.
Draco se soltou da vassoura e desvirou a garota, puxando-a para a superfície junto dele. Hermione tossiu água e então estreitou os olhos para ele.
– Tá doido? Quer me matar afogada? – esganiçou-se ela.
– Não meu amor. – sorriu ele malicioso. – Se for pra te matar vai ser por outro motivo. – disse ele roçando seu quadril no dela, fazendo-a sentir sua ereção já proeminente.
– Hum, temos alguém feliz com minha presença aqui. – piscou ela.
Draco riu alto. Ele a segurou a garota pela cintura e a arrastou para uma parte do rio formado pela cachoeira que ambos conseguiam encostar os pés no chão, para então se encaminhar para uma parte onde ambos ficavam com a água tocando-os pela cintura. E então, puxando a varinha que estava no bolso conjurou uma esponja ensaboada, a mesma que estava no banheiro de Hermione.
– Tire sua blusa. – disse ele mandão como sempre.
– Sim Sr. Malfoy.
Segurando a blusa molhada, Hermione desabotoou os botões lentamente. Primeiramente desnudando seu colo, para então descobrir a barriga. Tudo isso sem tirar os olhos do garoto em sua frente. O olhar do loiro era de puro desejo e admiração para a garota. Ele amava cada pedacinho de pele da morena.
Lentamente Hermione deixou a blusa deslizar sob seus ombros. Se aproximando, Draco deslizou a esponja primeiramente sob as mãos machucadas da garota, vendo as marcas deixadas pela batalha. Draco sentiu uma pontada em seu peito, não gostava de vê-la machucada. Então passou a levar a esponja por seus braços e então para sua barriga.
Logo após Hermione se abaixou na água para retirar a espuma.
– Vire-se. – ordenou Draco. E foi o que a garota fez.
Aproveitando a deixa, Draco deslizou a esponja da base da coluna da garota até a parte em que o sutiã tocava então pulou essa parte e foi para os ombros da garota, passando por ali suas mãos fortes, massageando-a com delicadeza. Hermione tombou a cabeça para o lado, fechando os olhos. Deixou-se levar pelo toque do seu amado.
Depois dele ter jogado água sob seu corpo para limpá-la, ele ergueu-se novamente e levou as mãos até o sutiã da garota, empurrando para o lado as alças. Draco então encostou-se na morena, levando o rosto até seu ombro direito. Deixou uma trilha de beijos por ali, até encontrar o pescoço da menina, dando ali um beijo suave que foi seguido por um suspiro alto da garota.
Aproveitando-se da situação, Draco arrastou suas mãos pela cintura da menina, abraçando-a de costas para si. Suas mãos deslizaram por sua barriga e então suavemente subiram por seu corpo, até encontrar os seios da garota. Ali apertou-os suavemente, enquanto distribuía leves mordidas por seu pescoço alvo. Ele não se importava em apressar o momento. Ele ficara tanto tempo sem ela que sua única vontade agora era de estender aquilo pela eternidade.
– Draco. – chamou ela baixinho. Ele parou com os beijos e deixou que suas mãos fossem até a parte do fecho do sutiã da garota, abrindo-o.
– Sim? – respondeu ele.
– Eu te amo. – sussurrou ela para o vento.
– Eu sei. – suspirou ele, largando o pedaço de tecido na água e virando-a de frente para si. – E eu nunca terei formas de agradecer ao destino por isso. Eu sou louco por você Hermione. Eu te amo e eu nunca mais conseguirei amar outro alguém. Eu quero ter filhos contigo Hermione, quero me deitar ao seu lado todos os dias, poder te abraçar todos os dias. Quero poder ter o prazer de contestar suas teimosias – aqui ele riu. – E se um dia esquecer que me ama, eu te farei se apaixonar por mim novamente. Eu não só quero você Hermione. Eu preciso de você. Você é o amor da minha vida, e eu não me importo com quão ridículo possa parecer um Malfoy dizendo isso.
– Draco... –gaguejou ela, emocionada. Sua mão foi até o rosto dele, fazendo uma leve carícia. Ela estava pronta para falar algo quando ele a interrompeu.
– Hermione, eu não quero que diga nada além de uma palavra. – ele sorriu para ela, que pareceu confusa.
– O quê? – perguntou ela.
– Quer namorar comigo? De novo? – sorriu de canto.
– Sim. – ela mordeu o lábio e riu satisfeita.
Sem mais delongas ela se jogou em seus braços, apertando seu corpo no dele. Seus lábios encontraram-se furiosamente. Hermione desceu com suas mãos para a camiseta do garoto, levando suas mãos por baixo da mesma e puxando-a para cima. Seus corpos descolaram-se só pelo breve segundo em que Hermione puxou a camiseta por cima da cabeça dele. Os olhos de ambos conseguiam expressar todo desejo que sentiam.
Toda a pressa que Draco não sentira um segundo atrás evaporara-se. Ele precisava dela naquele instante. Ele não conseguiria aguentar muito tempo mais. Ele precisava dela, assim como ela precisava dele. Os lábios de Draco agora estavam no pescoço da morena, descendo deslizando por seu colo, indo parar em seu seio direito, mordendo-o com delicadeza. A garota arqueou as costas a seu encontro. Sua mão se encontrava em seu cabelo loiro, puxando- para mais perto.
As mãos de Draco rapidamente encontraram o botão da calça da garota, enquanto sua boca continuava deslizando entre os seios da garota. Tudo que Hermione conseguia fazer naquele momento era arrastar suas unhas pelas costas do loiro. Ele não estava mais tão musculoso quanto costumava ser, mas seu corpo era de uma beleza inexplicável. A brancura de seu corpo era refletido pelo brilho da lua. Era como se toda a cena fosse de mentira.
Draco livrou Hermione de sua calça e então afastou-se brevemente, para poder desabotoar a sua própria. Aproveitando o momento, Hermione lentamente retirou sua calcinha, sendo atentamente avaliada pelo olhar de Draco. O sonserino não podia acreditar na sorte que tinha em tê-la. Ela parecia quase ser de mentira de tão perfeita que era para ele. Seu cabelo escuro criando grande contraste pelo corpo claro que tinha.
– Eu te quero Hermione. – disse Draco apenas em sua boxer, se aproximando e segurando-a pelo cabelo, beijando mais uma vez a testa da garota.
– Você me tem Draco. – sorriu ela, apoiando suas mãos em seu peito.
– Fica comigo para sempre. – sua voz tinha um tom de angustia.
– Sou somente sua, meu amor. – respondeu ela.
– Tenho tanto medo de te perder, Hermione. Não posso mais sobreviver com você longe. – ele a puxou para seus braços, a arrastando para a margem do rio. Deitou-a ali e encarou seus olhos castanhos.
– Sua. – sussurrou ela, segurando seu rosto machucado por alguns cortes. – Mesmo que minha mente não souber mais disso um dia, meu coração sempre saberá Draco. Eu te amo. Eu não posso viver longe de você tampouco.
Draco ficou de pé sobre a garota, enquanto encarava seus olhos lentamente abaixou sua ultima peça de roupa e deitou-se sobre seu corpo, elevando uma perna da garota para por envolta de sua cintura.
Ao mesmo tempo em que faziam de seus corpos um só, Draco alcançou a boca da morena e sussurrou contra seus lábios mais uma vez naquela noite:
– Eu te amo Hermione Granger.
–*-
– Ele não vai manchar o sangue da família. – foi o último pensamento de Lúcio Malfoy ao se refugiar na caverna.
–
–
–
–
–
NOTA FINAL:
Amores da minha vida que acompanharam isso do início ao fim, não tenho palavras para agradecer a todo carinho que demonstraram por mim. Muito obrigada pelos reviews maravilhosos, obrigado por favoritarem e muito obrigado também àqueles que deixaram recomendações.
Obviamente que quero agradecer aos meus leitores fantasmas também, vocês são maravilhosos tanto quanto! Afinal foram mais de 280 leitores, mais de 670 reviews, mais de 85 favoritos. Eu nunca imaginei que chegaria a tanto. Vocês me fizeram feliz com seu carinho em dias em que eu achei que minha vida tava indo pro buraco. Muito obrigada mesmo.
Eu poderia agradecer especialmente a cada uma das pessoas, mas eu teria medo de esquecer de alguém. Mas quero que saibam que vocês são especiais de verdade para mim!
Para aqueles que ainda não enjoaram da minha face, eu ainda não desisti dessa bagaça HUASHUAS eu vou estar de volta com a continuação. Tento postar o capítulo novo ainda essa semana aqui e mandar o link da continuação, ok?
Muito obrigada por tudo. E saibam que eu não estou mentindo quando digo: AMO VOCÊS ♥
PS: vocês sabem que não reviso o que escrevo e tal, então ignorem os erros que COM CERTEZA vai ter. Ah, e desculpem se não foi o melhor final esperado =xx
Fale com o autor