Notas iniciais
Olha quem não aguentou a ansiedade e voltou bem rápido com o cap da fic pra vocês. Infelizmente esse é o penúltimo cap da fic, espero que vocês gostem. Recomendo que ouçam: 1- Coldplay - The Scientist quando aparecer 3 meses depois no cap. 2 - Thousand Years - Christina Perri quando aparecer "a música começou..." no cap. Boa leitura, desculpa qualquer erro eu não revisei, talvez um dia eu faça isso.

Os raios de sol entrava pela fresta da cortina iluminando o rosto de Callie, que ao sentir a pele de seu rosto esquentar abriu os olhos lentamente se deparando com a imagem mais linda que viu em toda sua vida, os sol batia nos cabelos dourado de Arizona os iluminando ainda mais, se anjos existissem com certeza eles se pareciam com a loira de tão belos, foi tudo que a morena pensou ao ver aquela cena, ficou ali a admirando por um tempo, tentava memorizar cada detalhe da mulher que dormia ainda um sono tranquilo. Se levantou devagar para não acordar a amada, vestiu um roupão e seguiu para o banheiro, fez sua higiene matinal e em seguida foi para cozinha, ela sabia que não demoraria para uma certa espoleta acordasse, começou a preparar o café da manhã; não demorou muito para que ouvisse passos rápidos no corredor, ela já sabia de quem se tratava, abriu um sorriso apenas esperando que fosse abraçada, sentiu o impacto em suas pernas, olhou para baixo e viu os olhos azuis brilhantes e um sorriso banguela na boca.

—Bom dia meu amor. – disse se abaixando e pegando a menina no colo em seguida enchendo seu rosto de beijos.

—Bom dia. – respondeu sorrindo entre os beijos que recebia – Mamãe ainda não acordou?

—Não, você gostaria de levar comigo o café da manhã dela? – perguntou a morena enquanto alisava os cabelos da garota. A menina balançou a cabeça afirmando que queria. – Então enquanto eu termino de prepara o café dela, você pode tomar o seu, o que a minha princesa banguela quer comer?

—Cereal com leite. – respondeu animada.

Callie colocou o cereal e o leite em uma tigela com desenhos de personagens infantil sobre a mesa e a menina sentou para fazer sua refeição, em seguida começou a organizar as coisas em uma bandeja para levar para Arizona, colou uma jarra com suco, torradas, ovos mexidos com bacon, geleia e xicara com café.

—Terminou princesa?

—Sim.

—Vamos? – a menina a sentiu e acompanhou a morena pelo corredor ate chegar em frente a porta do quarto.

—Calma, não entra ainda, espera um minuto que eu já volto. – a menina correu ate seu quarto e voltou logo em seguida com uma pena na mão e um sorriso travesso no rosto, Callie sorriu de volta e adentraram o quarto.

A medica colocou a bandeja do lado oposto de Arizona, sentou nos pé da cama e Melody ao lado da mãe, a menina começou a passar a pena sobre o nariz da loira que franziu o nariz, resmungou e virou o rosto para o outro lado, a menina insistiu e voltou a passar a pena de novo, a mulher passou a mão no nariz afim de espantar o que lhe incomodava, as duas riam ao ver os movimentos da loira; Arizona ao ouvir as risadas despertou, mas continuo de olhos fechados, Mel mais uma vez passou a pena no nariz da mãe, a loira em um movimento rápido abriu os olhos e agarrou a garota que levou um susto e soltou um grito assustando também a morena que gritou também, Arizona ao ver a cara de espanto das duas começou a rir.

—Peguei você sua pestinha. – disse Arizona, a mulher começou a fazer cocegas na menina que ria sem parar.

—Para mamãe, eu estou ficando sem ar. – dizia a menina em meio as risadas, seu rosto já estava vermelho.

—Arizona a menina vai desmaiar, para. – alertou a morena. A loira não deu ouvido e continuou.

—Socorro mãe Callie. – gritou a menina. A loira parou imediatamente quando escutou o que a filha tinha dito. A morena sentiu uma corrente passar por seu corpo ao escuta o que a menina falou, seus olhos lagrimejaram, ela retirou a menina das garras de sua amada e abraçou a menina.

—Você me chamou do que? – perguntou, pois mesmo tendo ouvido ela não conseguia acreditar.

—Desculpa. – pediu a menina envergonhada.

—Não meu amor, não precisa se desculpar. – falou emocionada. – Eu gostei, se quiser me chamar assim eu não vou brigar com você, na verdade eu amei. – confessou. Arizona se aproximou das duas e depositou um beijo no topo da cabeça de cada uma.

—Então eu vou chamar sempre, pois você agora também é minha mãe. – a menina beijou o rosto de Callie e abraçou forte, a morena sentiu como se todos os pedaços de seu coração que estavam em pedaços por conta de quando soube que não poderia gestar uma criança futuramente se juntasse naquele momento, ali ela descobriu que ser mãe vai além de gestar um ser, ser mãe é amar uma criatura acima de tudo, tendo gestado ou não e Melody nasceu sim dela, mas foi no coração. A morena limpou as lagrimas de alegria que brotou de seus olhos e beijou a testa da menina.

—Eu amei saber que tenho uma filha maravilhosa como você, prometo que vou tentar ser a melhor mãe, ta bom?

—Você já a melhor. – sorriu.

—Hey!!! – exclamou Arizona.

—Você também é a melhor, não precisa ficar com ciúme mamãe. Vocês são as melhores mães do mundo todo.

Após o momento família Callie colocou a bandeja sobre as pernas de Arizona para que ela tomasse seu desjejum.

—Assim eu vou acabar ficando mal-acostumada. — falou a loira ao receber uma torrada na boca que sua amada lhe deu.

***3 meses depois***

Callie, Arizona e Melody passeavam pelo Woodland Park, uma área pública da cidade de Seattle, que fica situada entre dois bairros da cidade Phinney Ridge e Green Lake, um lugar com bastante verde e espaço para que Melody corresse e brincasse tranquila, momentos assim virou rotina toda vez que elas conseguiam uma folga do hospital, elas sentaram perto de uma arvore, esticaram um toalha xadrez no chão, depositaram uma cesta com algumas coisas para comerem sobre a toalha, hoje foi o dia de piquenique, elas ficaram ali olhando a menina brincar com algumas crianças enquanto compartilhavam amor e carinho. Quem diria que elas estariam juntas e em paz hoje em dia, noivas e com a data do casamento marcado? Elas resolveram que não queriam mais esperar para se unir definitivamente, depois de um ano e meio cheio de altos e baixos, finalmente elas conseguiram se acertarem, conversaram, se entenderam e se perdoaram por terem guardado segredos. As famílias de ambas estavam unidas para prepara o casamento das filhas, o senhor Torres se tornou o avô mais babão do mundo depois de Daniel, claro; era ate cômico ver como os dois disputavam para ver quem fazia mais as vontades da menina, Lucia que era uma mulher mais fria e preconceituosa se rendeu aos encantos da criança, fazendo que todos seus muros fossem derrubados no dia que a menina lhe chamou de abuela, a mulher se sentiu tão feliz que parecia que seu coração fosse explodir.

Os dias passavam correndo e o dia do casamento chegava cada vez mais perto, a corrida contra o tempo era cada vez maior, o casal de mulheres já estavam ficando loucas, cada dia era algo novo que tinha que fazer com suas mães, combinaram de nenhuma das duas saberem qualquer detalhe do vestido da outra e isso estava matando ambas de ansiedade e curiosidade. Callie, Ária e Lucia estavam na loja onde seu vestido foi feito, hoje era o dia da última prova do vestido.

—Callie você está linda, minha irmã. – a Torres mais nova se pronunciou ao ver sua irmã vestida com o vestido.

—Obrigada, você também esta linda com o seu. – respondeu a medica. Ária seria a madrinha de seu casamento junto com Mark.

—Como vocês estão lindas, nem acredito no que estou vendo. – falou a matriarca orgulhosa ao ver as filha quando entrou onde ficava o provador.

Do outro lado da cidade Barbara, Arizona, Teddy e Melody também realizavam a última prova do vestido. Melody era a mais animada de todas, a menina estava radiante, pois ela que levaria as alianças ate suas mães, Ária quem ajudou a menina no ensaio de entrada do casório. A felicidade que fluía das mulheres poderia contagiar a cidade de Seattle toda, por onde elas passavam deixava o rastro de alegria, Arizona saiu do provador com o seu vestido, sua mãe e amiga ao vê-la deixou que lagrimas de felicidade brotassem nos olhos. Assim que terminou a prova dos vestidos a grande família que agora era, se encontraram em um restaurante no centro da cidade, na mesa era um falatório, todas estavam animadas com o casamento que aconteceria em poucos dias, e o assunto na mesa não poderia ser outro, ate que a pauta filhos surgiu da boca da criança.

—Mãe, quando você casar com a mamãe e for morar lá em casa, você pode me dar um irmãozinho? – todos os olhares se voltaram para criança e Callie, os olhos se intercalavam entre a morena e a menina, esperando por uma resposta.

—Acho que está um pouco cedo para isso, e outra coisa temos você, quem sabe mais para frente? – a morena sentiu uma pontada em seu peito, mas sabia que não poderia culpar a menina, ela era a única ali que não sabia sobre esterilidade da ortopedista.

—Eu não acho que esta cedo, a mãe nova da minha amiga da escola disse que quando a mamãe e a mãe dela se casaram ela já veio com um bebê na barriga como presente de casamento. – falou seria.

—Melody, depois a gente conversa sobre esse assunto em casa. – disse um pouco ríspida, mas com o tom suave para não chamar a atenção das pessoas na mesa. O almoço seguiu tranquilo com muita falação e risadas. – Eu vou no banheiro, Melody se comporte e obedeça suas avós.

—Espera amor, eu também vou. – a morena se levantou e seguiu a noiva. Seguiram para o banheiro, assim que chegaram a loira foi direto para uma das cabines e colocou tudo que havia consumido para fora. – Arizona? – chamou preocupada. – Você esta bem?

—Eu acho que foi alguma coisa que eu comi que não me fez bem. – respondeu alguns minutos depois. – Ou é apenas nervosismo pelo casamento. – concluiu depois que saiu da cabine. Ela lavou o rosto e a boca. – Desculpa pelo o que a Mel lhe disse. – pediu.

—Ari ela é só uma criança, fora que ela nem sabe o que aconteceu comigo, ela só está animada com tudo isso. – falou abraçando a noiva por trás. – É normal ela querer um irmãozinho, ela é sozinha e a única criança dessa família. – beijou o pescoço da loira.

***Dia do casamento***

O grande dia havia chegado e as mulheres estavam no hotel onde aconteceria o casamento, o que era para ser uma cerimônia simples acabou se tornando um grande evento, pois Lucia fez questão de convidar meio mundo, Callie estava em um dos quartos se arrumando, o quarto estava cheio de profissionais, cabelereiro, maquiador, fora sua mãe e irmã que estavam ali para ajudar. No quarto ao lado estava Arizona com sua mãe, Teddy e Melody, mais os profissionais que lhe arrumariam, a menina era única que transitada entre os dois quartos, ela ia no quarto de Callie e via toda aquela movimentação, voltada para o quarto de Arizona, ela estava uma pilha de ansiedade assim como as mães, ela queria logo poder entrar e levar as alianças. Tudo corria perfeitamente bem, uma semana antes do dia do casamento receberam a notícia que George havia sido encontrado e preso, ele responderá por todos seus crimes, inclusive desvio de dinheiro, era isso que faltava para elas ficarem em paz, por mais que tudo corria bem, saber que o homem que causou tanto mal estava atrás das grades era esplendido.

Finalmente as mulheres estavam prontas e divinas, assim que os padrinhos entraram todos os presentes se levantaram no grande salão, todos aguardavam ansiosos para a entrada das noivas, a música começou e Callie entrou acompanhada de seu pai, ela caminhava tranquilamente com um enorme sorriso no rosto, hoje estava sendo um dos dias mais feliz de toda sua vida, seu coração batia cada vez mais forte a cada passo que dava para chegar diante ao altar, suas mãos suavam pelo nervosismo e ansiedade, ela queria ver como sua noiva estava, ela sentia suas pernas fraquejarem quando chegou ao alta, seu pai depositou um beijo em sua testa e foi para seu lugar ao lado da esposa Lucia, poucos minutos depois Arizona apareceu na entra da passarela com seu buque nas mãos, com o braço entrelaçado com o de seu pai, o magic smile estampado em seu rosto, assim que seus olhos se encontrou com os chocolates de Callie ela sentiu todo o amor que emanava entre elas, ela continuou caminhando olhava para os convidados vez ou outra, mas seus olhos insistiam em se conectar com de sua noiva que lhe aguardava radiante no altar, parecia que quanto mais ela andava mais ela parecia longe, ela queria chegar logo e concretizar seu matrimonio. Ao chegar no altar, seu pai lhe entrou a Callie e depositou um beijo no topo da cabeça da filha. Elas se arrumaram ficando de frente para o cerimonialista aguardando que ele iniciasse o casamento.

— Noivas caríssimas, viestes hoje para que o vosso propósito de contrair Matrimónio seja firmado com o sagrado selo de Deus, perante o ministro da Igreja e na presença da comunidade cristã. Cristo vai abençoar o vosso amor conjugal. Ele, que já vos consagrou pelo santo batismo, vai agora dotar-vos e fortalecer-vos com a graça especial de um novo Sacramento para poderdes assumir o dever de mútua e perpétua fidelidade e as demais obrigações do Matrimónio. Diante da Igreja, vou, pois, interrogar-vos sobre as vossas disposições. – iniciou o homem — Arizona Elizabeth Robbins e Calliope Iphigenia Torres, viestes aqui para celebrar o vosso Matrimónio. É de vossa livre vontade e de todo o coração que pretendeis fazê-lo?

—Sim. — responderam

—Vós que seguis o caminho do Matrimónio, estais decididos a amar-vos e a respeitar-vos, ao longo de toda a vossa vida?

—Estou.

—Sim.

—Estais dispostos a receber amorosamente os filhos como dom de Deus e a educá-los segundo a lei de Cristo e da sua Igreja?

—Estou. – responderam em uníssono

—Uma vez que é vosso propósito contrair o santo Matrimónio, uni as mãos direitas e manifestai o vosso consentimento na presença de Deus e da sua Igreja. — Os noivas unem as mãos direitas.



—Eu Arizona Robbins, recebo-te por minha esposa a ti Calliope Torres, e prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da nossa vida.

—Eu Calliope Torres recebo-te por minha esposa a ti Arizona Robbins, e prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da nossa vida.

—Pode dizer seus votos Arizona.

—Bom, estou um pouco nervosa, hoje é o dia mais feliz da minha vida. Eu não sei o que dizer sobre Callie, pois ela é perfeita e não tem como descrever a perfeição com simples palavras... – a loira olhava nos olhos de sua esposa – No dia que há conheci senti algo incrível, o seu sorriso iluminou todo aquele hospital, confesso que me apaixonei ali por ela, isso era segredo. – riu – Na verdade quero agradecer por ter feito dos meus dias os melhore, você se tornou o amor da minha vida, e a melhor mãe que pude escolher para nossa filha, você conquistou a gente de uma maneira incrível, e preciso confesso que o nosso amor por você é o mais puro e verdadeiro, te amo e sempre irei te amar Calliope Torres.

—Callie, agora você pode começar o seu.

—Arizona, a partir de hoje nos tornaremos esposa e esposa – sorriu – Prometo me esforçar para fazer do nosso lar, um lugar tranquilo e cheio de harmonia, eu te amo e sempre te amarei, você trouxe a melhor sensação que já vi em minha vida, você me trouxe o amor, o carinho, a amizade e a cumplicidade, também quero agradecer por você ter me presenteado com uma filha maravilhosa que amo e muito e como você fez o pedido para ser sua esposa e eu aceitei, mesmo sabendo que ela me aceitou como mãe, pois ela já me chama assim e eu amo ouvi-la me chamando dessa maneira, eu queria fazer uma pergunta pra ela nesse momento... – Callie desviou seu olhar de sua esposa, pegou a caixinha que estava na mão de sua irmã e chamou a garota que estava parada na entrada do salão segurando uma almofada vermelha que continha as alianças. – Venha cá meu amor. – chamou. A menina entrou apressada, mas ao lembrar do ensaio diminuiu a velocidade, poucos minutos ela já estava diante das mães. – Eu sei que você sabe o que esta se passando aqui, mas eu quero muito que você entenda que esse compromisso também será nosso, eu como mãe e você como minha filha, para sempre e é por isso que quero pergunta... – Callie se baixou ficando na altura da menina, seus olhos derramava algumas lagrimas, assim como os de Arizona. – Melody, você aceita ser a minha filha? – a morena retirou uma anel de dentro da caixinha de veludo e parou o objeto em frente o dedo anelar da menina.

—Eu aceito mãe. – respondeu emocionada. A morena colocou o anel no dedo de sua filha e depositou um beijo em sua mão. Melody ficou ali no meio de suas mães enquanto o casamento voltou a prosseguir.

—As alianças. – pediu o cerimonialista. A menina levantou a almofada entregando o objeto para suas mães. As noivas trocaram alianças. – Eu os declaro esposa e esposa, podem se beijar. – as mulheres selaram os lábios e os convidados aplaudiram de pé.

As mulheres passaram pelo corredor onde uma chuva de pétalas de rosas foram jogadas sobre elas, sorrisos e trocas de olhares foram compartilhados entre as esposas, seus olhos brilhavam mais que uma constelação. Ali elas tiveram certeza que mais nada poderia estregar a felicidade delas, independente de tudo que passaram o destino se encarregou de junta-las novamente para nunca mais lhe separarem. O casal entraram no outro salão onde ocorreria a festa, cumprimentaram todos os convidados, conversaram com seus pais, amigos, e dançaram.

—Callie venha aqui. – chamou Ária, a mulher se aproximou.

—Oi.

—Já esta tudo pronto, as malas já estão no carro, é vocês irem.

—Mas e os convidados?

—Que se dane os convidados, vai aproveitar sua lua de mel maninha, pode deixar que eu e dona Barbara cuidaremos da nossa pirralha. – Callie fingiu magoa com a última palavra da irmã. – Para, você sabe que amo essa garota, agora pega aquela loira e se manda daqui. — Callie chamou a filha e Arizona.

—Filha a mamãe e sua mãe vai viajar, você vai ficar com a vovó e a titia, se comporte.

—Que? – Arizona perguntou espantada.

—É isso que você ouviu amor.

—Mas eu nem arrumei nada.

—Já esta tudo pronto, só precisamos ir. – sorriu.

—Posso saber onde vamos?

—Não. É surpresa. – a loira fez um biquinho – Se despede logo, se não vamos chegar atrasada.

—Tchau meu amor, mamãe te ama, voltaremos logo e se comporte e obedeça sua avó e sua tia maluca aqui. – disse apontando para Ária.

Assim que terminaram de se despedir de sua filha, elas saíram de fininho sem ninguém ver, entraram no carro que estava estacionado em frente ao hotel e seguiram para aeroporto.

—Aeroporto? – perguntou Arizona assim que chegaram ao local.

—Uhum. – o motorista as levou direto para a pista.

—Senhora Torres-Robbins o jatinho já esta a espera de vocês. – disse o homem ao abrir a porta do carro para que as mulheres saíssem.

—Jatinho? – perguntou espantada.

—Fecha a boca que você ainda não viu nada senhora Robbins -Torres, agora vamos. – pegou na mão da mulher e seguiu o caminho para o avião.

Notas finais
Me diga o que vocês acharam, por favor?