Notas iniciais
Oi, oi gente, desculpa a demora, mas estou em semana de provas, o cap esta curto, porem não queria deixar vocês na mão... eu ia escrever mais algumas coisas, mas meu sogro teve uma parada cardiorrespiratória domingo e eu tive que ficar fazendo massagem cardíaca ate o Samu chegar e agora o estado dele é critico e eu ainda estou em estado de choque, vim aqui postar esse cap para tentar me distrair um pouco, prometo que assim que eu estiver mais calma e estável mentalmente voltarei a escrever. Ah estou com fic nova, espero que vocês gostem deixarei o link para vocês. https://fanfiction.com.br/historia/708465/A_Procura_da_Felicidade/ Recomendo que ouçam Beyonce - Dangerously in love, assim que iniciar o cap. Desculpa os prováveis erros estou sem cabeça para corrigi-los.

Callie caiu desmaiada nos braços de Arizona, que entrou em desespero, a loira agora se sentia culpada por ter a pressionado tanto.

Com o corpo mole da latina em seus braços, a loira ficou completamente desesperada, por mais que soubesse o que fazer ver a morena daquele jeito fez seu cérebro entrar em pane. Arizona respirou fundo, fez força e ergueu a morena em seus braços e a carregou até seu carro que estava estacionado a poucos metros dali; um homem que passava a ajudou abrindo a porta do carro para colocar a outra médica deitada no banco traseiro, a pediatra saiu do seu estado de choque e deu uma examinada rápida, colocou seus dedos na jugular e verificou o pulso que estava normal, respiração também estava normal, Callie aparentemente só havia desmaiado, mesmo assim a mulher estava preocupada, a loira dirigiu ate a porta de entrada da lanchonete, entrou rapidamente, pegou Mel e pagou a refeição, a mulher estava tão apressada que nem esperou o troco, Melody corria devido os passos largos da loira que praticamente a puxava pra fora do local, colocou a menina no banco do passageiro e partiu apressadamente para o hospital. Ela não estava nem ai para as regras de transito, ela só queria chegar no hospital rápido e saber o que sua latina tinha.

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—O que aconteceu? — pergunta ainda desnorteado. A morena olha para o lado e vê Arizona sentada na cadeira ao lado.

— Você desmaiou. — disse assim que se aproximou. Inclinando seu corpo para frente. — Você está bem? — perguntou preocupada.

—Sim. Só estou com um pouco de dor de cabeça. — respondeu passando a mão no local da dor.

— Eu sei que não tenho nada haver com sua vida, mas... — a loira não sabia como continuar. — Você tem se alimentado direito, percebi que você emagreceu e está um pouco abatida.

—Você realmente se importa? — perguntou com sarcasmo. Callie começa a massagear suas têmporas.

—Okay Calliope, eu fiz minha parte. — bateu suas mãos em suas coxas e se levantou. — Espero que você fique bem. — e saiu em direção à porta.

Alguns flashes passavam em frente os olhos de Callie enquanto massageava o local da dor, antes ela sonhava com aquilo, depois do ocorrido com George ela sonhava com essa coisa de Arizona ter dormindo com ela, delas ter feito o melhor sexo do mundo e depois a dispensava, mas agora ela percebeu que aquilo foi real, real o suficiente.

— Arizona, por que você dormiu comigo e me dispensou depois??? — jogou antes que a loira atravessasse a porta.

—Que?- perguntou confusa.

— Eu lembrei...- a morena sentou na cama e olhou em direção a loira- E você teve varias oportunidades para me falar o que havia acontecido depois que eu perdi a memória e você não o fez. Parece que não é só eu que tenho que admitir os erros.

—Callie você sabia que eu era casada, não me venha bancar a vítima. — revidou.

—Mas também não precisava me usar como estepe para curar sua dor de cotovelo ou tentar amenizar a dor do par de chifres que levou. — retrucou. Arizona ficou boquiaberta com o que a morena havia dito. — Desculpa. — pediu. A morena estava confusa, as memórias vieram como um raio. — Eu não devia ter falado isso.

—Tudo bem. — bufou — O que você disse não é mentira. — disse sem ânimo. Olhou a hora em seu celular — Eu tenho que ir. — respirou fundo — Espero que melhore logo.

—Espera!!! — pulou da cama e Arizona virou-se novamente — Manda um beijo pra Mel... — disse baixo. Não era isso que Callie gostaria de falar, por mais que agora ela se lembrasse de tudo, ela ainda amava a loira. Ela queria dizer que a amava, que aconteceu coisas que a deixou daquele jeito, mas tinha medo de conta-la. — Obrigada. – foi tudo que ela conseguiu dizer.

— Não foi nada Calliope... – respondeu decepcionada. Ela esperava que Callie dissesse aquilo que ela estava sem coragem de dizer a morena, então ela apenas se virou e foi embora.

A morena ficou de pé ali parada, apenas vendo a loira se afastar cada vez mais. Ela queria se jogar nos braços da loira e dizer que a amava, contar tudo o que havia acontecido com ela, ela não queria guardar segredos, sua vida estava sem graça sem a loira ao seu lado, ela queria Arizona com ela, mesmo se no começo ela fora apenas um estepe, ela não estava se importando com isso, ela só queria a pediatra com ela, sentir seu cheiro, sentir seus lábios suaves tocando os seus e sua pele macia em seu corpo. Ela não sabe exatamente quanto tempo ficou ali, mas saiu do seu devaneio quando a Dra: Baylei entrou no quarto.

—Vejo que a bela adormecida acordou. Como se sente?

— Estou bem, apenas um pouco de dor de cabeça.

— Deite-se na cama, por favor. — a morena obedeceu. — Você tem notado algo diferente? Alguma dor? Teve outros desmaios?

—Não. — respondeu.

—Enquanto você estava desacordada colhemos algumas amostras de sangue, fizemos alguns exames e aguardamos os resultados. Shepherd também vira vê-la, soube que sua memória voltou. — Callie olhou com espanto para a mulher baixinha.

—Como você sabe se acabei de me lembrar das coisas e não contei pra ninguém.

—Torres eu sei de tudo. — apontou com a cabeça para o posto das enfermeiras.

—Fofoqueiras. — bufou. Entortou a cara ao olhar para fora e ver as enfermeiras no posto olhando para seu quarto.

—Dra: Bailey aqui estão os resultados dos exames. — um interno entrega o envelope para a mulher.

—Que cheiro é esse? — a morena faz uma cara horrível, seu estômago embrulha- Por favor, pegue a lixeira pra mim. — assim que segura o objeto a latina despeja tudo que havia em seu estômago. — Vocês não estão sentindo?- pergunta. E ambos negam. E a morena volta a colocar tudo pra fora.

—Ainda precisará de mim Dra: Baylei? — perguntou o interno.

—Pede para Dra: Grey verificar meus pós-operatórios.

—Sim senhora. — disse e saiu apressado.

Depois de uns dez minutos a latina se recompôs e Bailey conferiu o resultado de seus exames.

—Callie pelo que estou vendo aqui, esta tudo bem. Não tem nada errado com você... — interrompeu a mulher

—Então qual o motivo? Tem que ter algo de errado, ninguém desmaia do nada.

— Você apenas teve uma queda de pressão, isso é bem normal nas suas condições.

— Que condições? — perguntou confusa.

—Callie você está grávida, parabéns!!!

— O QUÊ?- perguntou com espanto.

— Ou não. — se corrigiu assim que viu o estado da mulher a sua frente.

— Me dá a lixeira? – pediu de novo. O susto e o nervoso a fez vomitar novamente. — Não pode ser. — disse incrédula. — Impossível. — riu nervosa. — Se levantou da cama e começou a andar de um lado para o outro. — Esse exame só pode esta errado. Eu grávida? — ria. O corpo da morena estava trêmulo e suas mãos suavam frio. A mulher negra apenas observava Callie — Posso lhe pedir um favor? — perguntou ao se virar para a mulher.

—Sim, claro. – disse prestativa.

— Não conte sobre isso para ninguém, por favor. – pediu chorosa. A morena estava uma pilha de nervos, aquilo caiu como uma bomba em sua cabeça.

— Torres, eu sou uma médica e respeito o sigilo médico. — respondeu e piscou pra ortopedista. Essa era a forma da mulher durona demonstrar que guardaria o segredo.

—Obrigada. – agradeceu aliviada.

—Tome, guarde esse exame com você, eu já vou indo, por mim você esta liberada para ir embora, mas acho melhor você esperar o Derek dá uma examinada em você, devido a sua memória ter retornado.

—Tudo bem. – sorriu fraco.

—Acho bom você procurar um obstetra. — concluiu. E Callie apenas concordou com a cabeça.

Bailey saiu do quarto e Callie sentou na cama, para esperar o neurologista. Enquanto tentava digerir o que estava acontecendo.

— Eu não acredito que estou grávida. — sussurrou para si.

Notas finais
Acabou o mistério, não me matem, apenas deixem seu comentários.