Notas iniciais
"Olha elaaaaaaaa!!" Hahahaha, oi gente estou de volta, é eu sei que demorei, mas olha ta difícil as coisas, mas prometo que farei de tudo pra não sumir de novo, poderia dar mil desculpas, porem nada seria justificação para eu sumir tanto tempo assim, poderia ter dado as caras por aqui antes, portanto eu estava sem inspiração nenhuma, sem ideias, sem animo, sem nada, tava numa bad louca no quesito produzir a fic. O capitulo esta bem menor que o normal, mas é só um aperitivo para o que vem pela frente, e é pra mostrar também que tenho um bom coração e tirarei vocês dessa angustia. Boa leitura, desculpe pelos erros de português e digitação.

***2 Meses***

A cada dia que se passava Callie e Arizona estava mais ligadas, conectadas, o relacionamento estava maravilhoso, nada poderia destruir a bolha cor de rosa que construíram, ou assim elas imaginavam que aconteceria. Como nos últimos dias uma passava o dia ou à noite na casa da outra, de lá sempre iam para o trabalho, mas hoje o dia começou diferente, Arizona foi primeiro para o hospital, deixando Melody antes na creche depois seguiu para seu destino, pois havia um paciente em especial a sua espera, porem Arizona não sabia disso ainda, seu pager apenas tocou antes do seu horário normal para o plantão, uma emergência.

No quarto do paciente a interna passava o caso pra Arizona:

—Nathan Williams, 16 anos, branco, procurou o serviço de emergência devido à febre alta associada à dor lombar há quatro dias. O paciente informou que apresentou inicialmente quadro de disúria transitória. Após seu desaparecimento, manifestou vários episódios de febre (até 39°C diários) associados a mal-estar, cansaço, anorexia e intensa dor lombar à esquerda. Ao realizar exame, verificaram-se temperatura auxiliar de 37,8°C, frequência cardíaca de 100 bpm, ausculta cardíaca e respiratória sem particularidades. Foram observados abdome depressível e punho-percussão lombar positiva à esquerda. – Lea disse tudo em um folego.

—Quero que você o leve para fazer esses exames. – a pediatra entregou o prontuário do garoto com os pedidos dos exames para a interna, que saiu prontamente empurrando a maca com o garoto.

—Ari? – uma voz familiar que escutara alguns meses atrás a fez virar prontamente. – Oi. – acenou meio tímida.

—Joane? – indagou ainda surpresa. – Você esta bem? Aconteceu alguma coisa? – a médica se preocupou com a velha amiga. – Vem, vamos ate a lanchonete comigo. – segurou sua mão e a trouxe consigo.

Ainda na casa da loira, Callie terminava de se arrumar, um batom claro aqui, uma jogada no cabelo ali, todos aqueles detalhes finais, até finalmente pegar seu carro e partir. O caminho foi tranquilo, com o som do seu carro ligado na sua radio favorita, uma musica agradável tocando, a sua preferida no momento pra falar a verdade (Grow woman- Beyoncé), um belo sorriso no seu rosto, pois ela sabia que veria sua amada assim que colocasse os pés no hospital. Passar todo esse tempo junto á Arizona estava realmente lhe fazendo bem, aos poucos suas lembranças tentavam dar as caras, mas infelizmente a dor de cabeça fortíssima aparecia e impedia tal acontecimento. Fora isso estava tudo as mil maravilhas, Callie aguardava ansiosamente pelas papeladas do divorcio chegar ate suas mãos através do ex-marido que se prontificou de resolver tudo, e sendo um bom advogado se encarregou de organizar tudo, assim evitaria alguns rumores por parte da mídia, já que seus pais são bem conhecidos devido à rede de hotéis pelo mundo á fora. Não demorou muito ate chegar ao seu destino, a casa da loira não era de veras longe, em vinte minutos com o transito que fluía livremente, parecia que hoje estava tudo indo ao seu favor, os cosmos estava ao seu favor, parecia que o mundo que a cercava sorria para aquela morena toda radiante que acabara de entrar pela porta principal do seu serviço, mas a cena que via não agradou muito, sua namorava estava de mãos dadas com outra mulher que não era ela, isso deixou Callie muito irada, ninguém poderia tocar a loira se não fosse ela, sim a ortopedista estava com ciúmes correndo por suas veias, suas pernas davam passos largos e rápidos para assim chegar onde desejava e saber quem era aquela mulher que tocava sua mão, que ousadia!

***Continua...***

Notas finais
Desculpa pelo cap curto, prometo que logo postarei outro, só não digo quando exatamente, mas postarei. Obs: sobre a doença do garoto, vocês saberão mais no próximo cap, explicarei melhor também, pois evolve muita pesquisa, e hoje não estava afim de fazer isso, então deixarei para o próximo cap mesmo. E NÃO DEIXEM DE COMENTAR, NÃO TRABALHO DE GRAÇA PRA VOCÊS NÃO! *na verdade faço porque adoro escrever, mas não custa deixar um comentário, né?* E ME DEEM IDEIAS PRECISO MUITO DE IDEIAS, TO SEM NADA GENTE AJUDA AÍ, VAI? OLHA AI A OPORTUNIDADE DE DEIXAR A FIC COMO VOCÊ QUER.