I Believe
34 Capitulo 30
Notas iniciais
***2 Semanas depois***
Tudo estava pronto para embarcarem rumo a Seattle, a família Torres saiu da sua mansão em San Diego e adentrou no carro de luxo, o motorista da família os levou ate o aeroporto, Callie se sentia super ansiosa, pois ela finalmente iria ver Arizona novamente, a saudade não cabia mais dentro de si, nesse período elas se comunicavam por ligação, mensagem, Skype, mas sentir, tocar, beijar, olhar nos olhos é bem melhor, por isso a morena estava tão ansiosa, mais ate do que para a consulta com o Dr: Shepperd. Ária e Callie se sentaram nas poltronas e começaram uma conversa agradável, afinal ela era a única que sabia sobre Arizona, e a morena mais nova conhecia sua irmã o suficiente para perceber que toda aquela aflição não era só pelo medo de entrar no avião.
–Eu e a mãe de vocês estamos indo á lanchonete, meninas gostariam de alguma coisa?- o senhor Torres perguntou. Ele estava com o braço entrelaçado ao de sua esposa, em frente á suas filhas á questionando.
–Quero um suco de laranja. –diz Ária. Ela olha pra irmã que estava um pouco fora do ar com o nervosismo estampado em seu rosto. – Traga um suco de maracujá pra ela, por favor, quem sabe acalma os ânimos dela?- os Torres mais velhos saíram assim que ouviram os pedidos das filhas amadas.
Callie segurava a mão de sua irmã com tanta força, ela se sentia diferente, ela queria está de volta aquela cidade, embora a ortopedista não lembrar-se ainda de muita coisa, ela tinha Arizona lá e isso já bastava, nem seu trabalho fazia tanta importância quanto ter a loira ao seu lado.
–Vai dar tudo certo, vamos pensar positivo. – falou a caçula. Acariciou a mão da mais velha para passa confiança e conforto. Callie retribuiu com um sorriso e deitou sua cabeça no ombro da irmã.
Callie andava de um lado para o outro dentro do quarto no seu apartamento, tudo estava da maneira que lembrava, faltava ainda duas horas para a consulta, seu coração palpitava em seu peito, ela havia ligado para loira, mas a mesma não tinha atendido, ”deve estar em cirurgia” pensou, a morena não tinha falado com a pediatra desde tarde do dia anterior, e sua agonia parecia aumentar á cada minuto que se passava, Ária observava a irmã ter um ataque de ansiedade, Callie pegava seu celular e o olhava de cinco em cinco minutos, para ver se Arizona havia mandado uma mensagem ou uma ligação perdida.
–Calma Callie, por favor, você pode se acalmar por um minuto? – pediu. Ária se aproximou segurando a irmã pelos ombros á fazendo parar de andar de um lado para o outro. – Eu sei que você quer vê-la, e eu quero muito que você á veja. Então vamos sentar um pouco aqui e se concentrar um pouco em sua consulta, é hoje que saberá se estará liberada para voltar á ativa. — a caçula pegou o celular de sua mão e o colocou na cabeceira da cama, voltou e se sentou ao lado da irmã mais velha.
–Obrigada. – agradeceu. Callie se jogou de costas sobre o colchão macio e encarou o teto. –Sabe o que eu mais quero nesse momento? – perguntou, olhou para a outra morena que também se jogou ao seu lado; Ária sorriu como brecha para que ela continuasse o que iria dizer. – Eu queria uma cirurgia, com vários ossos expostos, assim me distrairia e pararia de pensar nela.
Como sempre as duas conversaram sobre suas vidas abertamente, desde que Ária soube da loira, ela seria a única pessoa que Callie poderia contar, porque seus pais jamais aceitariam. A Torres mais nova por sua vez ficava feliz por sua irmã estar feliz, ela nunca viu Callie daquela maneira, nem mesmo pelo marido.
As horas finalmente passaram e todos seguiam para o hospital, Callie insistiu para que eles fossem meia hora mais cedo, seus pais questionaram um pouco, mas Ária á ajudou convence-los ir, inventaram uma desculpa qualquer, disseram que a caçula queria conhecer o hospital e Callie mostraria, assim ajudaria sua memoria se familiarizar com o ambiente. Mal os Torres sabiam que tudo isso era para que Callie conseguisse encontrar a loira antes de sua consulta. O apartamento não era muito longe do hospital, cerca de vinte minutos o corolla vermelho de Callie estava parado em um das vagas do estacionamento do Seattle Grace. Seus pais decidiram dar uma volta pelas imediações do hospital enquanto não dava o horário da consulta de sua filha, Callie por sua vez após se despedir dos pais, arrastou a irmã para a ala da pediatria, esse andar ela conseguia se lembra, e também as placas de sinalização que continha nas paredes para que os acompanhantes dos pacientes conseguissem encontrar o andar e ala desejada facilitou muito sua chegada ate onde queria. Quando as portas da caixa de metal se abriram, viu ao longe a figura da loira no posto das enfermeiras assinando alguns prontuários, aquela paisagem iluminou seus olhos, o sorriso nasceu instantaneamente no seu rosto, seus passos ficaram mais rápido, segundo depois ela já estava no encalço de Arizona, suas mãos cobriu os olhos da mulher á sua frente, a loira passou suas mãos sobre as mãos da morena na tentativa de identificar a pessoa que tampava sua visão.
–Hum... Teddy? – tentou. – Mas Teddy não esta de plantão hoje. – respirou fundo. O perfume da morena entrou em suas narinas, o sorriso nasceu no mesmo segundo, pois aquele cheiro maravilhoso apenas uma pessoa o possuía. Sabendo quem era que lhe cobria os olhos decidiu entrar na brincadeira. – Ham... Acho que é a Meredith. – errou propositalmente.
–Não achei que seria tão difícil me reconhecer. – Callie sussurrou. Arizona sentiu todos os pelos do seu corpo eriçarem.
–Eu já sabia que era você Calliope. – retrucou. Retirou mãos da morena de seus olhos e se virou lhe dando o seu melhor sorriso. – Suas mãos são inconfundíveis e seu perfume exclusivo. – sussurrou ao se aproximar mais do rosto da morena, depositando um beijo em sua bochecha em seguida. Callie sentiu seu coração acelerar perante aquelas palavras dita ao pé do ouvido. – Oi Ária, tudo bem? – disse assim que percebeu a cunhada atrás de Callie.
–Estou ótima, obrigada. — respondeu. – Bom já que as bonitas se reencontraram, eu vou ver se acho algum medico bonito e solteiro aqui nesse hospital. — disse em tom de brincadeira e saiu. Ela não queria ficar ali segurando vela das duas.
Arizona terminou de assinar alguns dos prontuários que faltava e deixou o resto do trabalho com os internos que estava de plantão, a loira segurou a mão de Callie e á guiou ate um dos quartos de descanso daquele andar. Abriu a porta e ao verificar que ninguém estava ali, puxou a morena imediatamente para dentro, encostou a ortopedista na porta, trancou, subiu sua mão ate a nuca da morena puxou seu rosto para si e atacou os lábios dela com vontade, o beijo era carregado de saudade, paixão, desejo e a excitação que estavam á flor da pele naquele instante, as mãos de ambas percorria o corpo de cada uma com ânsia de sentir o calor da pele que elas emanavam, sem perder mais tem Callie empurra a loira ate a cama e cai sobre o corpo da pediatra, sua boca começa a traçar um caminho por sua mandíbula ate chegar em seu pescoço, fazendo uma trilha milha por sua língua, um gemido escapa da boca da loira, o sorriso cheio de malicia se apodera dos lábios da medica (ortopedista), sua mão percorre a extensão do corpo marfim a sua frente por dentro da blusa do uniforme, arranhando o abdômen ate chegar nos cós da calça, ela enfia a mão e senti a umidade da loira transpassar o tecido da calcinha, a morena volta olha a boca rosada da loira á beijando em seguida, sugando e mordendo ao final do beijo, colocando a calcinha de lado habilidosamente como dedo a mesma sem avisar adentra a fenda da loira que geme, o movimento de vai e vem é iniciado, o prazer aumenta no corpo de Arizona. A loira querendo dar o mesmo que Callie lhe dava não pensou duas vezes antes de erguer o vestido ate a cintura da morena, entre gemido e prazer ela conseguiu encaixar sua mão no meio das pernas da morena e invadir sua intimidade com o desejo de senti-la e lhe dar o prazer merecido, estocada também foram iniciada no interior da morena e como uma dança ela entraram em uma sincronia harmoniosa, gemidos eram abafados entre os beijos trocados, a excitação era tão intensa que não demorou para que seus corpos começassem a receber a descarga elétrica do orgasmo, as paredes dos seus sexos apertavam os dedos de ambas no seu interior, as mulheres intensificaram mais as estocadas, bastou mais algumas e elas caíram em seus abismos. Callie caiu mole sobre o corpo belamente definido de Arizona, elas estavam ofegantes, mas o sorriso satisfatório permanecia em seus rostos, a morena passou seus dedos que antes abitavam o sexo da loira em seus lábios e os sugou, pegou os de Arizona e fez o mesmo, a loira mostrou suas covinhas e á puxou para um beijo.
–Callie esta em perfeitas condições de exercer novamente sua profissão, a área do cérebro afetada com á perca de memoria não prejudicou em nada a área de aprendizagem durante esses anos na faculdade e residência. – disse o Dr: Shepperd ao receber o diagnostico de Callie. – E aos poucos o restante de sua memoria voltara com o tempo, pode ser hoje, amanha, daqui uma semana, um mês, não sei ao certo, o cérebro é um lugar misterioso, que às vezes nem nós os neuros conseguimos decifrar. — concluiu. Todos prestavam a atenção no que o Shepperd dizia.
– Quando eu posso voltar a trabalhar? – perguntou Callie. Seus pais ficaram com cara de espanto ao ouvir a pergunta de sua filha.
–Assim que eu terminar de assinar seu prontuário lhe dando alta. – respondeu.
Callie foi liberada para exercer novamente a profissão que tanto amava, ela estava feliz por ouvir aquela noticia, mas seus pais começaram a questiona-la sobre sua volta para a cidade, eles não queria ver sua filha longe novamente, a ultima vez que ela ficou longe de seus olhos a morena sofreu um acidente e perdeu a memoria, eles não queriam que ela voltasse aquela cidade novamente, a volta para seu apartamento vou regada de discussão.
–Mas papai eu tenho minha vida, não quero voltar pra Califórnia! — reclamava.
–Eu sei que você tem sua vida, mas cadê seu marido? Ele deveria estar aqui com você, ele faz parte da sua vida não faz?- questionou. O corpo da morena enrijeceu mediante aquelas palavras, ela não sentia mais nada por George, na verdade ela se sentia solteira, mas a difícil parte era dizer isso pra seus pais, que ela não o amava mais e queria o divorcio. – Anda, eu quero uma resposta, você consegue me dar uma? – o homem mais velho foi rígido ao querer sua resposta.
–Por favor, já chega, vamos deixar esse assunto pra depois? Hoje o dia foi cansativo para todos. – Ária se pronuncia pela primeira vez a desde hora que aquela discussão havia começado. – Vamos deixa essa conversa para mais tarde ou para amanha. – conclui. Ela intercala entre o pai e a irmã. – Esfrie a cabeça, pai vai tomar um banho, relaxa, Callie vamos comprar a janta, assim você espairece um pouco.
Ária conseguiu apaziguar o local, Lucia foi preparar o banho para o seu marido, enquanto as duas saíram para encontrar um lugar onde possam compra o jantar, antes de chegar no destino, pararam em um barzinho e tomaram um drinque, naquele local elas conversaram mais uma vez, Callie contou que sua vontade era de ficar ali, naquela cidade, ela se sentia bem no seu apartamento, quando pisou novamente naquele hospital sentiu que lá era seu lar, e que faria tudo para ficar ali. Contou que não sentia mais nada por George e que tudo que ela mais queria era pedir o divorcio.
–Ária, eu me conheço... – deu um gole em sua cerveja. – Eu não viria para um lugar distante se algo não tivesse acontecido. Por mais que não me lembre sei que tem algo errado, nesse momento o que mais quero é apenas me lembrar. Se eu me lembrasse resolveria todos meus problemas. – concluiu. Ária ficou feliz em saber que sua irmã não amava aquele homem, essa poderia ser a oportunidade perfeita para contar aquilo que estava engasgado por um bom tempo em sua garganta.
–Callie eu preciso te contar uma coisa, por favor, não fique nervosa, sei que deveria ter lhe contado antes, mas você amava ou achava que o amava... — foi interrompida.
– Conte logo e pare de enrolar, você esta me deixando aflita. — pediu.
–No dia em que você foi me buscar na festa, mas teve uma chamada do hospital e eu fiquei na sua casa...
Callie ouvia cada palavra atentamente, o ódio lhe consumia á cada segundo. Elas choram juntas, uma afagou a dor e o trauma da outra, Callie sentia nojo de si, pois havia se casado com um homem podre, com a alma mais suja que aterro sanitário e ela o deixou toca-la, nem precisava recuperar a memoria pra saber disso, eles era casados e claro que ela foi para cama com ele inúmeras vezes. Beberam mais uma cerveja e deixaram esfriar o ódio que fervia em sua veia, colocou os pensamentos no lugar, saíram e foram pegar o jantar, chegaram em casa, comeram e conversaram coisas aleatórias, Callie decidiu por si voltar a Califórnia e resolver algumas coisas pendentes.
***1 Mês Depois***
–Arizona? Acorda... – Callie sela seus lábios aos dela. – Levanta, Mel vai acabar perdendo a hora de ir para a escola. – Arizona se vira e abre os olhos lentamente, tentando se acostumar com a claridade. – Vamos fiz o café para vocês. – a morena cola seus lábios mais uma vez aos da loira e se levanta.
Enquanto a loira se levanta e vai tomar um banho para se arrumar, Callie foi ate o quarto de hospedes acordar a garota, passou a mão pela face angelical depositando beijo, ela acordou o pequeno anjo, que ainda sonolenta caminhava para o banheiro para se arrumar. Todas as três estavam prontas e sentadas nos seus lugares, à mesa estava posta com um delicioso café da manhã que a morena havia preparado. As duas resolveram assumir um relacionamento, Callie explicou sobre seu casamento conturbado, claro que ela disse aquilo que lembrava, não quis entrar em detalhes sobre o assunto de Ária e George, a loira fez exatamente o mesmo, elas jogaram as cartas sobre a mesa, ambas queria um relacionamento regado de sinceridade, sem nada para esconder, Arizona contou sobre as traições de Lauren, Callie contou sobre suas suspeitas sobre O’Malley, que tudo que ela mais queria era recuperar sua memoria, mas não se importaria de não lembrar, pois algo dentro dela lhe dizia que quando ela lembrasse, a memória lhe traria dor e sofrimento, mas resolveria os pontos de interrogações que á cercava, a ortopedista estava na faze de se interrogar com tudo, isso á incomodava um pouco, na verdade bastante, é horrível não se lembrar, é como se ela fosse á uma balada e bebesse a noite toda e não se lembra de nada que ocorreu durante a noite.
Arizona havia passado a noite no apartamento de Callie, agora que a morena voltou pra cidade de vez, e pegou seu cargo de ortopedista novamente no hospital, o namoro estava indo maravilhosamente bem, como muito amor exalando delas. Dentro do carro de Callie elas seguiam para a escola de Mel e depois iriam para o hospital, já havia virado rotina uma dormir na casa da outra, elas tinha crise de abstinência quando seu plantão era dobrado e não poderiam ficar juntas.
–Preciso contratar alguém urgente para ficar com Melody, hoje Lauren sairá mais cedo e a pegará, ficará com ela, mas nem sempre ela esta de bom humor assim. – riu alto ao dizer tais palavras, a morena deixou um fio de ciúmes transparecer em seu rosto, mas acabou rindo também. – Não seja ciumenta Callie... – a loira se estica um pouco e beija o pescoço da mulher que dirigia, Arizona ri ao ver os pelos da medica se eriçarem. – Bom melhor eu parar, queremos chegar vivas aos nossos destinos, né meu amor? – pergunta se virando para encarar a filha que esta sentada no banco de trás.
–Uhum. – cantarolou. – Mamãe eu vou ter uma babá?- perguntou com uma cara decepcionada. – Eu já sou uma mocinha não preciso de babá. – concluiu cruzando os braços e fechando a cara.
–Conversaremos sobre isso depois meu amor. Agora você tem que descer, pois já chegamos ao seu destino querida. — Callie se pronunciou antes que aquilo se prolongasse e todos perdessem seus horários.
A semana passou tranquila, Arizona ainda estava atrás de uma babá pra sua filha, pois ela não queria sobrecarregar sua namorada com uma obrigação que era sua e não dela, Callie não se incomodava em nada em ficar com a menina, ela ate gostava, Mel era uma criança doce e angelical, obediente, às vezes manhosa, mas nada que ela não conseguisse contornar.
– Melody meu amor, vá tomar seu banho, daqui a pouco sua mãe chega. – a morena fala um pouco mais alto, pois terminava de preparar o jantar.
–Posso tomar banho na banheira? Diz que sim, sim? – a menina estava com as mãos e os pés no batente da porta escalando. Callie quase cai pra trás quando vê a menina já numa altura bem elevada, ela caminha tranquila, assim Melody á enxergava, mas por dentro do corpo seu sangue parecia gelo.
–Mel, por favor, desça. – ela esticou os braços para pega-la.
–Posso pular? – a menina exibe suas covinhas em um sorriso travesso.
–Pode. Agora venha. — a menina pulou e ela a segurou, um alivio passou por toda extensão do seu corpo quando a filha da loira se aconchegou em seus braços.
A medica encheu a banheira, despiu a garota, começou a lavar o corpo do pequeno ser a sua frente, esfregou toda extensão do corpo, lavou os cabelos á deixou brincando com a espuma, enquanto foi no quarto da filha da loira separar seu pijama. O barulho na porta lhe chama atenção, ao olha para trás vê a loira com os braços cruzados á observando.
–Você chegou cedo... — foi em sua direção e a beijou. – Mas já estava com saudades. — seus rostos estavam ainda bem próximos, mais um beijo foi trocado, esse foi um pouco mais demorado.
– Eu quero você agora. – Arizona aprofundou mais o beijo e suas mãos começou a percorrer o corpo da morena, erguendo a blusa que Callie vestia. – Eu te amo. – sua mão tocou um dos seios da morena, um gemido abafado saiu por sua boca.
–Arizona você esta louca?- sussurrou- Sua filha pode nos ouvir, ela esta no banheiro apenas dois metros de distancia, fora que estamos no quarto da menina. — ela tentava se desvencilhas das investidas da namorada.
–Não seja por isso. — a loira puxou a morena ate o outro lado do corredor e entrou no seu quarto, colocou a cabeça pra fora do quarto. – Mel a mamãe já vai lhe tirar do banho, espera só cinco minutos.
– Okay mamãe. – gritou a menina do banheiro, totalmente alheia ao que aconteceria não muito longe dali.
–Cinco minutos Arizona? – Callie pergunta quando a loira volta para a posição inicial. – Você acha que consegue me dar prazer em apenas cinco minutos? – jogou mais uma vez.
–Eu não sei, mas não custa tentar... – a loira retira a blusa da morena e ataca seu pescoço, suas mãos erguem a saia jeans que a latina vestia, e sem avisar ela á penetra com dois dedos. Estocadas foram iniciadas.
–Oh Jesus, Arizona, continue... – disse entre gemidos abafados. A morena estava sobre o criado mudo próximo a porta, seu liquido encharcava seu sexo e escorria entre os dedos de sua amada, que sugava seu seio arduamente, Callie havia enfiado as mãos por dentro da camisa da pediatra e arranhava suas costas devido o aumento de prazer que invadia seu corpo, as pernas entrelaçou a cintura de Arizona diminuindo a distancia proporcionando mais atrito. — Me fode com força. – a morena implorava. Arizona não êxito nem um pouco ao acrescentar o terceiro dedo no interior da namorada, que começava a se contorcer, Callie gemia baixo, ela tentava se controlar o máximo, toda vez que ela sentia que não conseguiria segurar o gemido para que a menina não ouvisse ela atacava os lábios da loira.
–Você é tão gostosa Calliope. –sussurrou no seu lóbulo. Mordeu no fim do seu sussurro, fez uma trilha molhada com sua língua sobre o pescoço ate a clavícula, retornou para o pescoço lhe sugando um pouco da sua pele exposta deixando uma marca vermelha circular no local. – Poderia ficar aqui a noite toda, mas não posso, tenho que tirar ela do banho. – disse encarando a latina. Deu um beijo curto nos lábios, retirou vagarosamente os dedos do interior da morena, se afastou lentamente enquanto sugava seus dedos. – Você é doce igual mel, sabia? – provocou. Ainda sugando o seu indicador ela olhava no semblante indignado de Callie.
–Eu não acredito que você vai me deixar aqui passando vontade Arizona!!!- bradou em só folego. – Pode voltando aqui e terminando o que começou. – Callie se levantou do criado mudo, a fim de puxar Arizona de volta, mas a mesma imprensou contra a parede, ergueu ainda mais a saia da morena, puxou a calcinha de renda pra fora do corpo, fazendo-a rasgar, se abaixou ate o sexo da ortopedista deixou o cheiro da excitação invadir seu corpo, afastou as pernas de sua amada, e passou a língua sobre seu sexo, sentido o doce dos seus fluidos molhar sua língua, uma perna foi colocada sobre seu ombro, movimentos circulares era feito por sua língua, dois dedos foi introduzido na sua fenda, estocada era acompanhada por sua boca que sugava o clitóris rijo da morena, o vai e vem ganhou ritmo, Callie mordia seu antebraço para abafar o gemido que saia por sua boca, com a mão livre ela segura o cabelo de Arizona, para que ela não saísse dali ate ela lhe proporcionar o orgasmo merecido.
–Mio dios... – gemeu. – Ari... Eu não estou aguentando mais... – seu corpo já recebia os primeiros indícios que seu orgasmo estava próximo, os músculos apertavam os dedos de Arizona no seu interior, a loira não perdeu tempo em intensificar mais suas estocadas, na quarta estoca ela sugou dando uma leve mordida em seu clitóris, isso bastou para a morena se desmanchar, Arizona engoliu cada gota de seu liquido.
–Na verdade não demorou cinco minutos, lhe dei prazer em apenas quatro minutos e vinte segundos. – a loira disse assim que se levantou, olhando no seu relógio de pulso. – Isso eu estou contando com o começo ali no criado mudo. – apontou para trás onde o móvel fica. Callie ainda se recuperava do orgasmo, com o ar faltando em seus pulmões, sua única reação foi dar um tapa no braço da namorada.
Arizona tirou Melody do banho, á ajudou se trocar, Callie se ajeitou depois de se recuperar, foi ate a cozinha e arrumou a mesa pra jantarem, jantaram. Após a janta todas foram para sala assistirem televisão, um filme de comedia estava passando, Arizona abriu um vinho tinto e bebeu junto com Callie enquanto as duas limpavam a cozinha, Mel assistia um desenho nesse meio tempo que limparam a cozinha e tomaram um banho. Meia hora depois Melody dormia entre as duas no sofá, a loira pegou a filha e á colocou na cama, as duas terminaram suas taças de vinho e foram fazer o mesmo que a garotinha, hoje o dia havia sido cheio para ambas. Deitadas na cama Callie estava sobre o corpo da sua namorada que lhe afaga o cabelo já com os olhos fechados, o cansaço era tanto que minutos depois elas já dormiam.
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