I Believe
32 Capitulo 28
Notas iniciais
PDV CALLIE
Passar o dia com a Arizona me proporcionou as melhores sensações que alguém pode ter na vida... Sentir seus lábios tocarem os meus então fez que com borboletas voassem no meu estomago.
–Bom muito obrigado pelo dia maravilhoso Callie. – a loira disse se aproximando de mim. – Adorei tudo de verdade. – ela estava tão perto que sentia seu hálito cálido se misturar ao meu. Uma energia fluía entre nós silenciosamente que era ate sufocante. Arizona chegou mais perto invadindo meu espaço pessoal, seus braços deslizaram por minhas costas nuas puxando-a para dentro do seu aposento.
–Eu que agradeço. – digo. Abro um sorriso assim que ela prende meu corpo entre ela e a porta.
Seu beijo aquecia ate minha alma, não conseguia protesta ou impedir tal ato, tudo porque o desejo me consumia. Fechei os olhos quando a boca da medica cobriu a minha, sua língua deu inicio ao mais suave ataque quebrando todas minhas barreiras, incertezas e medos que sentia ate aquele momento. Sorrateiramente suas mãos subiram por meus braços ate alcançarem minha nuca, deixando um rastro ardente por toda extensão de pele tocada. Um tremor de prazer percorreu meu corpo quando os dedos da loira começaram a abaixar as alças do meu vestido sem interromper o beijo, enquanto sua língua explorava todo o interior da minha boca, ela saboreava meus lábios como necessitasse deles para sobreviver.
–Callie eu estou perdidamente apaixonada por você... –ela sussurrou. – Eu te amo. – acrescentou enquanto seus lábios deslizavam em direção ao meu pescoço. Meu coração parecia que ia explodir diante aquelas palavras, meu corpo estremeceu, derreteu diante aquela declaração.
“Que mulher intensa...” gritou meu cérebro. Inclinei minha cabeça para trás quando a boca da pediatra tomou posse do meu pescoço, percorrendo a curva da clavícula enquanto me cobria com beijos molhados e suaves caricias com a ponta da língua. Após descer as alças de forma lenta, Arizona se desfez dos poucos botões existentes no vestido, com seu pano leve foi fácil ao chão revelando meu corpo seminu.
–Você é tão bonita... Perfeita... Nunca desejei nada nesse mundo da mesma maneira que desejo você... – ela sussurrou, e o meu coração ficou descompassado ao sentir seus dedos roçando meus mamilos rígidos. Meu corpo todo se arrepiou, meu corpo estremeceu com a onda de calor que percorria por todo meu ser.
Retirei minhas mãos que antes estavam nos cabelos da loira para dar inicio a tarefa de lhe arrancar a roupa, conforme puxava seu macacão para baixo a guiava em direção da cama, deixando a peça caída pelo caminho. Os olhos de Arizona se fecharam naturalmente quando meus lábios tocaram o pescoço, ombro e colo, chupei seu lábio inferior ameaçando beija-la, fiz isso algumas vezes apenas para provoca-la. Os olhos cor de céu estavam agora dez tons mais escuros carregados de desejo, um sorriso nasceu nos nossos lábios e sem esperar um segundo á mais Arizona me jogou na cama. O peso do seu corpo cobriu meu corpo, e suas pernas alvas se acomodaram entre minhas coxas nuas.
Tem certeza que quer fazer isso? Se você não se sentir a vontade, podemos... – seu olha se intercalava entre meus olhos e boca.–Posso fazer uma pergunta? – perguntou depositando um beijo curto. Apenas assenti com a cabeça. –
–Sou toda sua, hoje e sempre, se você quiser claro, você quer? – devolvi com outra pergunta. Contemplei o mais belos dos sorrisos se forma naquele rosto angelical, minha boca foi tomada por um beijo casto.
A língua da loira serpenteava pelo interior da minha boca, escorregava por cima da minha língua e á chupava com fervor e desespero, quando o ar foi necessário o beijo foi quebrado, arqueei meu quadril para obter mais contato, quando os lábios quentes tocou um dos meus seios, aquele contato formou uma explosão no meio das minhas pernas, causando-me um desejo desesperador e incontrolável de ser possuída o mais depressa possível por aquela mulher diante de mim. Sua boca explorava meus seios, minhas mãos ainda meio tremulas por conta do momento presente apertavam as laterais do corpo marfim. A loira parou suas caricias por breve momento e se afasta, soltei um gemido em protesto. De pé ainda próxima da cama pude ver o corpo dela com uma ótima forma física coberta apenas pelas peças de lingerie que vestia, a loira segurou por um dos meus pés e elevou ate que ele ficasse próximo da sua boca, onde ela começou a dar beijos sutis, iniciou pelos dedos do pé, passando pelo tornozelo, subindo pela panturrilha, joelho e coxa não foi esquecido, a coxa foi o local onde ela mais demorou, depositando beijos demorados com chupadas, lambidas e mordidas generosas. Ela fez o mesmo com a outra perna, só então retornou sua posição anterior, seu corpo cobriu o meu que estava em chamas na cama, nos seus olhos conseguia ver a predadora que emanava no seu olha e eu era a presa que seria devorada, eu não ligo de despertar o desejo dela me devora não me importo nem um pouco.
Saboreava sua língua mais uma vez, o seu perfume entrava nas minhas narinas e me deixava embriagada, esse maravilho cheiro de erva do campo emanava dos seus cabelos loiros que reluzia como ouro, perante a lua cheia que entrava pela janela e iluminava o quarto. A tortura só aumentou quando a língua quente de Arizona voltou a manipular meus seios intercaladamente novamente.
–Tudo em você me deixa louca... Seu gosto, sua pele, seu cheiro. – gemeu. Deslizando sobre meu corpo, a loira deixava rastros com sua língua entre os seios, costelas e toda a extensão do meu abdômen. Gemidos saiam por minha enquanto meu corpo se contorcia de prazer, segurava no lençol da cama como se buscasse força para manter o controle do meu corpo. Abri meus olhos quando senti o único tecido que cobria meu corpo deslizar pra fora das minhas pernas, foi nesse exato momento que vi que estava em um caminho sem volta.
–Mio dios. — gemi, ao sentir o toque da língua de Arizona na minha intimidade.
Desejo, tesão, necessidade. Todas essas emoções se misturavam em meu corpo á medida que as carias dela se intensificavam sobre mim. O vulcão estava aceso no meu ventre, meu corpo todo formigava enquanto sua língua habilidosa fazia seu maravilhoso trabalho dentro da minha fenda, desenhando uma linha úmida com movimentos circulares. Sua boca quente era faminta, cobria todo meu sexo ela se deliciava com toda minha excitação que escorria. Rebola e fazia pressão contra seu rosto, suas caricias ficaram mais firmes e ritmadas... Dois dedos foram depositados, estocas foram iniciadas, ondas de prazer invadiam meu corpo, o êxtase estava bem próximo, meu corpo se contorcia sem parar, gemidos fluíam, a eletricidade percorria meu corpo com velocidade, percebendo isso a loira acrescentou mais um dedo.
–Ari... Eu não aguento mais... –disse entre gemidos. Cheguei ao meu estopo e me joguei do precipício, minhas unhas estavam cravadas nos ombros da loira, notei apenas depois que as convulsões pararam.
–Callie, você esta bem? –indagou Arizona ainda ofegante, perante o silencio que se instalou no quarto. Seu corpo ainda estava coberto pelas roupas intima, ela estava deitada sobre meu corpo nu que estava se recuperando do orgasmo que acabara de ter, uma linha tênue de suor havia ser formado em sua testa, depositei um beijo cheio de ternura no topo de sua cabeça.
–Uhum... Apenas preciso... Recuperar os sentidos... E folego... – disse descompassadamente.
–Agradeceria se você fizesse isso rápido, pois já estou necessitada dos seus beijos. –disse com um enorme sorriso de covinhas. Contemplei aquele sorriso que ouriçou as borboletas no estomago, e ela teve sua necessidade saciada.
Enquanto nos beijávamos, retirei as peças que ainda cobriam partes do corpo da loira, consegui, ela arfou perante a sensação que lhe dei no momento que meu joelho fez pressão entre suas pernas. Não foi difícil inverter as posições, já que a peguei de surpresa, ela estava vulnerável a mim, agora meu corpo estava sobre o dela.
Continua...
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