I Believe
25 Capítulo 22
Notas iniciais
PDV ARIZONA
Dou um pulo da cama assim quem sinto um liquido quente vir de encontro ao meu corpo, bufo ao ver que Melody havia feito mais uma vez xixi na cama, acordo minha garotinha e a levo para o banheiro, começo a retirar seu pijama com ela ainda sonolenta. Desde quanto Mel "compreendeu" que Nick havia falecido ela regrediu drasticamente, seu organismo havia desaprendido a dar comandos para levantar-se e ir ao banheiro. O processo nao foi tao demorado, rapidamente consegui retirar a roupa de cama, dar banho e trocar Melody, tomar meu banho para e descer para o cafe da manhã. Segurando em uma das maos de Mel, seguimos para o andar inferior, meu pai estava sentado na cadeira com os cotovelos apoiados a mesa lendo o seu jornal, minha mae estava na cozinha preparando ovos com bacon, pois o cheiro estava otimo, Minha filha vai para a sala e eu continuo no fim da escada olhando para mesa e cenas de Nick e Tim rindo durante o cafe da manhã passa diante dos meus olhos, o sorriso de cumplicidade dos dois quando estavam para aprontar algo, isso faz meu coracao se quebrar ao lembrar que nenhum dos dois estara comigo, que estara ao meu lado para encarar a vida. Como eles me fazem falta.
–Ari minha filha, o que voce faz ai parecendo uma estatua?- mamae fala me tirando do transe momentaneo.- Venha e chame minha neta para tomar cafe tambem.
–Sim senhora.- obedeco.- Mel, venha tomar cafe.-chamo-a.- Comprimente seus avós Melody.- peço.
–Bom dia vovô, bom dia vovó.- sussurou.
–Bom dia meu anjo.- retribuiram em unissono.
Sentei ao lado do meu pai com minha mae a minha frente, Mel ao meu lado direito, coloquei em uma tigela um pouco de sucrilhos com leite para minha princesa, enquanto conversava com meu pai sobre como estava sendo minha vida em Seattle. O cafe da manha foi bem agradavel apesar da tristeza que sentiamos, afinal Nick fazia parte da famila, o Coronel Daniel era muito amigo do pai de Nick, o Sargento Michael Muller, eles se conheceram no exercito, e ambos viajavam muito, e por coicidencia ou nao, na maioria das vezes iam para os mesmos lugsres, ate que Muller resolveu comprar uma casa aqui no Colorado, sua casa ficava á seis quarteiroes da casa dos meus pais, e foi assim que nossa familia praticamente se tornou uma só. E acho que pela enorme consideracao e afeto que meu pai adquiriu por Nick, ele aceitou com mais facilidade minha gravidez, mas isso nao significa que ele nao deu uns belos puxoes de orelha no Muller mais novo, e depois que seu velho amigo morreu em missao antes de pegar sua licença, meu pai havia se prontificado de ajudar e dar total apoio a senhora Janet Muller. Sinto falta de todos dessa familia, pois todos infelimente se foram, um ano e meio atras, a senhora Muller tambem perdeu a a batalha contra o cancer de mama, acho extremamente triste as pessoas partirem assim tao cedo.
Terminamos o cafe da manha e fui ajudar minha mae na cozinha, enquanto ela lavava a louça eu secava e guardava, em conjunto com uma conversa agradável, Melody estava na sala com meu pai assistindo desenho, meu celular toca o pego no bolso, vejo uma chamada do advogado Verçosa e rapidamente me lembro que tinha marcado de me encontrar com ele hoje em seu escritório.
–Quem era minha filha?- a Robbins mais velha pergunta, assim que me entrga mais um prato.
–Era o advogado de Nick, ontem ele me pediu para encontra-lo em seu escritorio hoje, e acabei me esquecendo momentaneamente. Vou me arrumar para ir, a senhora pode ficar com Melody enquanto vou ate Denver?- peço. Seco minhas maos e a olho ate obter sua resposta.
–Oh meu amor e precisa pedir? Voce sabe que adoramos ficar com nossa neta e estamos morrendo de saudades dela.- diz com ternura ao se aproximar e depositar um beijo em meu rosto.
–Muito obrigada mamae, e por favor não estraguem ela, e muito menos cedam aos olhos de cachorrinhos que faz pra conseguir tudo o que quer.- agradeco, deixando recomendacoes, como se ela não soubesse o que fazer.
–Deixar de ceder as suas vontades, ja e pedir demais, somos avos, temos esse direito de estraga-la. Arizona, voce educa e nós estragamos esse e o papel dos avós.-minha mae da dois tapas nas minhas costas e vai em direcao a sala.- Ari? Ja que voce esta indo a Denver, voce poderia passar no mercado pra mim?
–Claro mamae.
–A lista esta no balcao, junto com meu cartao, a senha continua a mesma.
Subo as escadas e vou para meu quarto, troco minha roupa colocando um vestido preto simples, com um salto, dou uma ajeitada no cabelo e faço uma maquiagem que da apenas uma realcada no meu rosto, não queria nada marcante ou "cheguei." Me despeco dos meus pais e minha filha que assistiam Monster High, na sala e o riso foi inevitavel ao sair pela porta e perceber que o Coronel Daniel Robbins todo durao deixava uma crianca de quatro anos fazer o que bem queria com ele. Entro na S10 do meu pai, dou partida e saio com destino a Denver. Quarenta e cinco minutos, por conta do transito na estrada, cheguei finalmente ao predio onde o Dr. Verçosa tinha seu escritorio.
–Obrigado por comparecer Arizona, estava realmente precisando falar com voce. — diz o homem assim que entro em sua sala apos ser anunciada por sua secretaria.
–O que seria de tanta importancia, para o senhor falar comigo com essa urgencia toda?- pergunto um pouco apreensiva, pois temia por algo ruim.
–A verdade da urgencia e para conceder a ultima vontade de Nick, que alem de cliente acabou ser tornando um grande amigo nos ultimos dois anos.- diz. Vercosa abre a gaveta de sua mesa e retira uma pasta com alguns documentos que não sei exatamente do que se travava ate o momento.- Nesses papeis consta seu testamento onde a unica herdeira e a filha de ambos a menor Melody Robbins Muller, que herdara por lei e por vontade do falecido a casa que era dos seus pais e a quantia de trezentos mil reais que continha em sua conta bancaria, a menor so podera mexer no dinheiro quando completar a maior idade, mas o real fim do dinheiro e para pagar a faculdade que a crianca pretender cursar, quando concluir os estudos.- o homem me entrega o documente onde leio cada linha detalhadamente e tudo que Vercosa havia resumido estava ali no papel com codigo de suas leis e artigos que consta.- Assim que terminar de ler, voce pode assinar logo abaixo, para deixar claro que voce esta ciente do que consta no testamento do falecido.
Assinei todos os documentos que foram necessarios, queria sair dali o mais rapido posdivel, agora estava reamente concreto em minha mente que Nick se foi para sempre, mas o que me deixava mais sem nocao, era como organizaria uma festa de velorio, como iria fazer isso? Sempre soube que Nick queria ser cremado, mas uma festa era novidade pra mim. Ele nunca tinha me contado isso quando nos encontramos alguns meses atras e, sempre conversamos sobre tudo, nunca escondemos nada um do outro. Isso foi como um murro no meu estomago, como iria explicar para minha filha que o pai havia falecido e estaria dando uma festa para comemorar? Pois isso era bem a cara dele, fazer essas coisas de surpreender as pessoas. Estava tao pensativa em tudo isso que quando dei por mim ja estava no estacionamento do mercado Lowe's, um dos mercados mais antigo de Denver ele existe desde mil novecentos e sessenta e quatro. Uma vez ja dentro do mercado, começo a pegar as coisas nas prateleiras que estava na lista, mas uma coisa que me tira da minha concentracao nos ingredientes que eu procurava, uma garota de aproximadamenter ter seus quatro ou cinco anos bate no meu carrinho enquanto corria para se esconder de alguem.
–Anna ?- uma voz familiar chama pela garotinha que estava caida a minha frente, abaixo e tento ajuda-la, mas ela se encolhe ainda mais e funga tentando amenizar a dor com o choro que brotara.- Achei voce mocinha! — a loira tenta abaixar, mas sua barriga impede a a acao.
–Eu... Eu tentei ajudar, mas...- a mulher olha em minha direcao e a reconheço.- Maura?
–Arizona, e voce mesmo?- pergunta descrente.- Quanto tempo? Nossa nunca imaginei lhe encontrar por aqui.- ela me da um abraco desajeitado, pois estava com a crianca em seu colo e sua barriga que aparenta esta no setimo mes impede o total abraco.
–Nao nos vemos desde a faculdade em Baltimore, qual o motivo de estar aqui?- comecamos a andar pelo mercado.- Deixa que eu empurro seu carrinho tambem.
–Eu vim a trabalho com Jane.- ela faz uma careta quando citou trabalho.
–Jane? E quem e Jane, Maura?- pergunto curiosa.
–Jane e minha esposa Arizona.- tento segurar o riso, mas foi em vao.- Por que voce esta rindo?
–Eu nunca iria imaginar que aquela garota toda certinha, que morava na biblioteca gostava de garotas.- abaixo o tem da minha voz para a crianca não ouvir o que conversava exatamente.
Conheci Maura na Universidade de Hopinks, ela chegou no meio do anos e ficou pouco tempo, mas consegui ter sua amizade nesse periodo, a maioria das pessoas a excluiam por conta do seu conhecimento excessivo. Dividiamos algumas aulas juntas, como a de patologia. Durante nossa caminhada pelo mercado ela me contou o que aconteceu sobre a vida resumidamente e contei da minha. Fazia seis anos que Maura estava em Boston, onde conheceu Jane uma detetive durona, mas de bom coracao e meiga com ela e a filha, Anna era fruto do breve relacinamento que Jane teve com Cansey, pouco tempo depois do termino do relacionamento de Jane, ambas descobriram que se amavam de forma diferente, que ia alem da amizade verdadeira que condtruiram. Maura era legista do Departamento de Policia de Boston, onde aconteceu varios crimes onde foi sequestrada e Jane a salvou. Contei para ela sobre eu e Nick e nossa filha Melody, o convite foi feito para as criancas se conhecerem antes da partida de ambas do Colorado.
–Tchau Maura e ate breve.- despeço e sigo para meu carro.
*3 Dias depois*
Normalmente o dia amanhce ensolarado por aqui, mas acho que de alguma forma o o ceu contribuiu com a minha tristeza deixando o ceu parcialmente nublado, hoje era o dia que iria levar o corpo de Nick para ser cremado e fazer a festa balinesa de despedida. Resolvi fazer a festa na casa que fora de Nick e seus pais ao longo dos anos, chamei nossos amigos da cidade e vizinhos que amava Nick, um homem que era sempre bondoso e contribuia e ajudava a todos, que tirava a roupa do proprio corpo para dar ao mais necessitado, que sempre foi um cidadao exemplar, que foi pra guerra para ajudar e defender sua patria, sao poucas as qualidades que citei para uma pessoa tao incrivel que foi. Nesse momento estava em seu quarto escolhendo uma roupa para vesti-lo antes de ser cremado, as lagrimas rolam por meu rosto sem que eu perceba, noto que estava chorando, quando algumas gotas incolor caem na camisa branca social que havia escolhido junto com um blazer preto e uma gravata azul marinho. Enquanto deixava tudo arrumado na casa lembrava do que havia escrito em um dos papeis que Nick havia deixado com o advogado.
" Eu Nickolas Muller, fisicamente e mentalmente capaz, atesto que esses sao meus desejos em caso de morte. Caso eu morra antes de Arizona Elizabeth Robbins, deixo todos meus bens pessoais tangiveis a ela. Não vejo a minha morte como o fim, e sim como principio, uma trasicao para uma nova forma de ser. Não desejo um funeral luxuoso. Não quero que minha familia e amigos enfrente esse gasto ou estresse. Pelo presente, ordeno que meu corpo seja cremado, e minhas cinzas jogadas ao mar. E depois da minha cremacao não quero luto. Quero uma festa de despedida balinesa. Quero cancoes, risos e historias para celebrar minha vida. Eu vou estar em paz. Espero que esses desejos tambem levem paz aos meus amados."
Embora Melody não compreedesse perfeitamente o que estava ocorrendo ali no mimento, decidi leva-la comigo ate o local onde seria feita a cremacao, expliquei de uma forma que ela entendesse, e que quando for mais velha e entender realmente o que aconteceu ali, ela sabera que deu o ultimo adeus a seu pai. Um senhor grisalho colocou o caixao na fornalha, enquanto eu apenas observava pelo vidro transparente a minha frente, sentada em um longo banco de madeira e Mel ao meu lado segurando seu ursinho de pelucia que havia ganhado de Nick no ultimo Natal. Encaro o vidro por algum tempo ate criar coragem de aperta o botao que ativara a fornalha, respiro fundo tomando a coragem necessaria e aperto o botao vendo o fogo queimar o caixao, aquele momento foi os trinta minutos mais eterno da minha vida ate o momento, meu coracao pesava toneladas de tanta dor que sentia, que nunca mais veria meu melhor amigo novamente, a dor aumentou mais quando me dei conta mais uma vez que não tinha mais nenhum dos meus amigos comigo, que estava sozinha, literalmente sozinha. Tim e Nick não estavam ali comigo, acho que realmente vim a esse mundo destinada a sofrer. Finalmente aquele momento acabou e iria embora, o mesmo homem que havia colocado Nuck na fornalha me entregou um vaso de porcelana com as cinzas do meu melhor amigo dentro. O caminho de volta foi silencioso, sei que minha filha sofria tambem, todos esses dias ela perguntava sobre o pai e pacientemente explicava, se era dificil pra mim, imagine para ela, minha princesa era apenas um bebe grande, nosso bebe, Nick sempre dizia que Melody era a menina dos seus olhos, que por conta dela que tomamos jeito na vida e nos tornamos verdadeiramente responsaveis, ela veio para nos dar juizo e não deixar que fizessemos merda com nossas vidas. Como Maura ainda estava na cidade, eu havia convidado para festa, mas ela recusou e se ofereceu em ficar com Melody ate que a cerimonia terminasse, assim Mel poderia se distrair um pouco ao brincar com alguem da mesma faixa etaria. No caminho de volta a Lafayette deixei minha filha com a loira e Jane e segui viagem para a minha cidade.
Estaciono em frente a casa que era do meu amigo e ja havisto algumas pessoas dentro da casa, meus pais ja estavam lá, sendo anfitrioes antes da minha chegada, revi varias pessoas que ha muito tempo não via, pessoas riam, outras choravam ao contar algo que Nick havia feito por elas, minha cabeca doia de tanto segurar minhas emocoes, queria parecer uma pessoa forte, um bom homem na tempestade, mas estava ficando sufocada, vou em direcao a varanda na parte de tras da casa para repirar um pouco de ar fresco, sento no balanço que tinha no carvalho mais a frente e pego o maço de cigarro que tinha comprado mais cedo. Acendo o cigarro dando a primeira tragada, a nicotina entra em contato com meu corpo, me dando um certo alivio, me deixando mais calma, ate minha dor de cabeca havia sumido e o nervosismo amenizou.
–Pensei que voce tinha parado de fumar Robbins.- uma voz familiar feminina ecoa atras de mim e me assusto.- Desculpa ter lhe assustado.
–Joane??- pergunto surpresa. — Eu... eu pensei que voce tinha ido embora da cidade.- gaguejo ao tentar formar palavras coerentes para a tal surpresa em ver a mulher em minha frente.
–Cheguei ontem, mas estou de passagem, apenas vim ver minha mae.- ela se aproxima e meda um beijo no canto da boca.- Fiquei sabendo o que houve com Nick e nao poderia deixar de vir. Aos velhos tempos- ela ergue sua garrafa de cerveja blindando ao vento o passado.
–E foram bons tempos.- digo soltando a fumaca dos meus pulmoes e firmo meus olhos para o nada. Apenas lembrando do passado.
–Arizona?- me chama.
–Sim?
–Voce poderia me mostrar onde e o banheiro? Acho que bebi um pouco demais.- riu.
–Claro.- entramos na casa novamente, mas o banheeiro de baixo estava ocupado e tinha uma fila enorme, subimos as escadas e indiquei a porta corrreta.
–Entre comigo.- ela me puxa. Enquanto ela usa o sanitario desvio minha atencao para o pequeno armario e comeco a fucar nas cousas que tinha dentro.- O que tanto voce mexe ai Arizona.
–OH MY GOD!- grito e fecho a porta do armario assustada.- Nada digo meio exasperada com o susto.
–Me deixar ver.- ela vem em minha direcao e me prende entra a pia e ela e abre o armario.-Era isso que voce estava me escondendo senhorita?- pergunta. Ela se afasta e me mostra um cigarro de maconha.
–Nao!! Eu nem tinha visto.- digo envergonhada.
– Me da seu esqueiro.- pede e eu exito.- Me dê logo Arizona, vamos relembra os velhos tempos.- ela pega o esqueiro da minha mao e senta dentro da banheira acendendo o cigarro de maconha.- Venha me fazer companhia blondie.- ela bate a mao na porcelana da banheira me convidando.- verfico a se a porta esta trancada e e vou em sua direcao.
Ficamos ali por um longo tempo, decerta forma aquilo ali estava extremamente bom, acho que a verdadeira festa balinesa estava ocorrendo naquele banheiro entre nós duas ao relembrar de tudo que aprontamos, da aposta que fizemos, para ficar com Joane a filha da prefeita da cidade e todos nos do "Trio Sacana" conseguiu ficar com ela, mas eu fui a azarada e a mae dela nos pegou juntas no seu quarto, uma semana depois a prefeita Christine mae de Joane mandou ela para a casa dos avos na Carolina do Norte. As melhores historias estava sendo contada naquele cubiculo. Risadas altas ecoavam no local, ja que o efeito da droga havia feito efeito no nossos organismo. A maconha era um dos tratamentos que Nick estava tendo para o cancer, amenizava a dor que sentia. Embora foi passageira todo aquele extase do efeito da maconha, mas valeu a pena viver aquele momento sem tristeza.
*Ultimo dia no Colorado*
A ultima mala ja estava arrumada para poder voltar a Seattle, tudo que tinha para ser resolvido na cidade sobre o testamento de Nick, foi resolvido, deixei minha mae responsavel pela casa que era de Nick, no momento alugaria a casa e o dinheiro guardaria, para financiar melhor o futuro de Melody. Me encontrei com Maura com mais calma e conheci sua mulher Jane, uma mulher um pouco invocada, mas adoravel depois que a conhece melhor. Joane veio se despedir ontem a noite, pois ela tambem estaria indo embora hoje pela manha, tomamos algumas cervejas e colocamos o papo em dia, ja que estavamos sobrias, em comparacao ao dia do banheiro. Passei o dia tranquilamente na casa dos meus pais, eles estavam mimando Mel o maximo que podia, pois iriamos embora hoje a noite. Embacariamos as seis horas, entao tudo que a garotinha queria os avos tratavam de fazer.
A viagem seguia tranquila, estava poucos minutos de Sao Frascisco para fazer a escala para Seattle, mas uma pane no aviao deixou todo mundo completamente assustado, segurei Melody no meu colo o mais firme que conseguia. A forte turbulencia fazia o aviao cambalear no ar deixando meu coracao acelerado e minha filha aos prantos. O comandante avisa que fariamos um pouso forcado, e tudo que me lembro apos essa informacao e de levar uma forte pancada na cabeça e a escuridao tomou conta da minha mente.
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