Notas iniciais
Oi gente demorei um pouco, pois o desanimo bateu aqui e ficou, isso faz parte de mim mesmo se acostumem, esse capitulo não esta otimo, na verdade pra mim esta bem bosta mesmo, afinal escrevi ele de madrugada e estava cansada demais, mas espero que gostem. Aos leitores fantasminhas podem aparecer e comentarem não ligo não e aos que estão sempre comigo obrigada. Dedico esse capitulo a Rafinha e a Renata. Desculpa os erros de português digitação e falta de coerência, não revisei quase nada e estou com sono, ainda não dormi.

PDV ARIZONA

A claridade invadia minha retina me causando uma enorme dor de cabeca, a luz extramamente branca e forte me impedia de abrir por completo os olhos me dando irritabilidade ocular, comeco a piscar varias vezes para minha visao se acostumar com a claridade do ambiente que tambem era branco, assim que me acostumo, observo o local desconhecido, me sento na cama e olho atraves da perciana e me dou conta que estou em um hospital ao prestar a atencao nos monitores ao lado da minha cama, arranco os fios que me ligava aos aparelhos e uma enfermeira aparece e tenta me acalmar, mas tudo o que passava por minha cabeca era o bem estar da minha filha, queria saber onde ela estava e como estava, se estava ferida, se algo grave aconteceu, pois a ultima lembraca que eu tinha, era de ainda estar no aviao com minha pequena no colo, enquanto o aviao fazia um pouso forcado.

–A senhora poderia ficar calma? — pede um pouco impanciente a enfermeira, pois tentava sair do quarto a todo custo.

–Como voce quer que eu fique calma se eu não sei onde esta minha filha?- falo exasperada.

–Se voce me prometer que ira se acalmar lhe darei todas as informacoes que necessita saber sobre seu estado e onde esta sua filha.- a mulher fala em folego antes que eu tentasse lhe impedir.

–Okay, okay, eu ficarei calma.- voltei para minha cama, sentei e esperei a mulher falar, me dar as informacoes.

Depois de horas naquele hospital finalmente fui liberada apos os resultados dos meus exames, Melody não sofreu nenhum arranhao, o anjo da guarda dela estava trabalhando muito bem durantes essas ultimas semanas, tenho esperanca que Nick reforcou a protencao dela, para que nada aconteca com ela pelos proximos cem anos, acho que ele proprio tomou esses trabalho para se. Peguei um taxi e pedi ao motorista que me levasse para o hotel mais proximo, estava realmente cansada, aconteceu muita cousa hoje, eu queria apenas deitar e relaxar nem que seja por uma noite. Em cinco minutos estava na porta do hotel, mas estava lotado, devido uma conferencia que aconteceria essa semana cidade deixando a maioria dos hoteis lotados, fazendo com que eu rodasse praticamente a cidade toda. Fiquei quase uma hora procurando uma vaga em um hotel ate finalmente encontrar um livre. Melody dormia no banco do carro, era de madrugada quando adentrei no hall do Torrance Palace, o unico lugar que encontrei um quarto disponivel, e dei gracas a deus por isso. Fiz meu cadastro, peguei meu cartao e segui para o quarto, ainda teria que ligar para o aeroporto e saber do restante das minhas malas. Nunca que eu imaginaria esta em Los Angeles de frente para o mar. Mar? Era isso!! Começo a caçar o vaso que continha as cinzas de Nick, mas me lembro que havia guardado em uma das malas que ficou no aeroporta. Amanhã buscarei sem falta, penso. Nick poderia ser mais sutil, para eu poder atender seus desejos, não precisava tentar derrubar o aviao, so para ter suas cinzas jogadas no mar. Arrumo minha princesa que dormia como um anjo toda esparramada na cama, sorrio ao observar toda sua serenidade e inocencia durante seu sono, as bochechas rechonchudas e rosadas, algumas mechas de seu cabelos caiam sobre seu rosto, dando um toque mais angelical, se isso fosse possivel. Resolvo tomar um banho antes de deitar. Banho tomado, deito na cama, afim de dormi, mas os pendamentos me domina antes de pegar no sono, minha mente me leva diretamente para uma morena de olhos cor de chocolate, que continha o beijo mais doce e prazeros que se pode receber, a saudade daquele sentimento que a pouco tempo foi descoberto dentro do meu peito. O frio no estomago resurge so de lembra do toque de suas maos no meu corpo, o pouco que tive de Callie foi o suficiente para saber que ela tornou-se a paixao e futuro amor da minha vida, so de pensar um sorriso bobo nasce em meus labios, ao lembra do seu sorriso megawatt pelo hospital ou quando conversamos sobre algo no refeitorio que a fazia rir. E foi com esses pensamentos que mergulhei no mundo dos sonhos.

Desperto com os raios do sol que entrava pela a porta da sacada do quarto, o barulho das ondas chegando a margem ao fundo, faz com me sinta em um sonho. Volto a realidade quando o meu celular toca, pego o mesmo e atendo ainda sonolenta, era Teddy do outro lado da linha, queria noticias minhas e de Melody, pois tinha aparecido no noticiario sobre o "quase" acidente do aviao, o piloto foi muito habilidoso ao pousar o aviao no extenso gramado do aeroporto, sem qualquer dano grave aos passageiros, apenas escoreacoes e cortes sem muita gravidade, o piloto fou realmente um heroi, e foi concluida falha mecanina. Teddy se preocupou ainda mais quando nossos nomes foram anunciado na lista de passageiro, e fui a unica que saiu desacordada do local. Depois de repetir varias vezes que estava tudo bem, pedi para que desse noticias ao chefe Webber, para que não se preocupasse, e assim, que resolver tudo com a empresa aerea estaria de volta a Seattle e que se precisasse faria plantoes extras para repor a minha ausencia.

Apos o cafe da manha, decidi ir ate o aeroporto pegar o restante das minhas malas, pois so havia ficado com as bagagenn de não, que continha poucas peças de roupas. Perdi as contas com quantas pessoas falei naquele aerkporto e quantas ameacei de processsr para obter minhas malas de volta, minha filha ja estava impaciente, fiz promessa para tudo que santo para aquela enrolacao acabasse, se era destino, coincidencia ou se Nick realmente podia ouvir que tinha falado, prometendo jogar as cinzas dele no mar assim que colocasse as maos nas minhas malas e segurasse o vaso na minha mão, eu imediatemente faria o que ele tanto deseja, assim que terminei essas palavras, um homem de estatura mediana com a pele bronzeada me aparece com um carrinho com minhas malas, olho para ceu e agradeço mentalmente. De volta ao hotel começo a desfazer a mala na procura de uma roupa mais leve, pois a temperatura em Los Angeles é bem elevada, quando finalmente consigo achar uma roupa adequada para o tempo la fora, me deparo com o vaso no fundo da mala e, a cobrança ja pesa em meu peito. Rapidamente me arrumo e desço com Melody, passo em uma loja e compro um maiô rosa para minha princesa, que esta louca para conhecer o mar. Atravessamos a rua e ja estavamos na praia, valeu a pena rodar a cidade e encontrar esse hotel. Caminhamos pela areia fofa ate chegar a beira do mar, minha filha estava alheia no que faria, elas apenas estava empolgada de entrar na agua e se divertir, e ela realmente merecia, converso com ela por alguns minutos explicando os perigos que o mar oferecia e, sempre prestar a atenção onde eu estava para não se perder, mas parece que tudo que haviia lhe falado minutos antes foi em vão, mal terminei de jogar as cinzas de Nick na agua, um minuto que deixei de olha-la ela simpleste desapareceu.

PDV CALLIE

Chegar ao decimo andar, nunca pareceu tao demorado, ainda mais quando tudo que eu queria era descer novamente e verificar se realmente tinha visto Arizona na recepcao do hotel ou se era apenas o alcool no meu organismo fazendo meu subconciente ver aquilo que desejara desde o sonho que tive com a loira. Realmente não sei o que tanto me atrai naquela mulher, eu mal a conheço ou me lembro dela, mas a sua reação quando acordei no hospital, o seu choro a sua reacao me deixou meio mexida, afinal era possivel ver um certo desespero em seu olhar quando não pude reconhecer, e eu deveria reconhecer? Quem era Arizona Robbins? O que ela tem haver com a minha vida? Essas perguntas rondavam minha mente enquanto o elevador subia. As portas se abrem e carrego minha irmã ate seu quarto, não sei por que fui deixar minha irmã beber tanto, pelo menos estava de olho de algum modo que ela se divertisse sem tirar sua liberdade e privacida, ate que foi legal, apesar de Beatrice estragar um pouco minha noite, mas dei a ela o que era merecido. Ao entrar no quarto coloco Aria na cama e retiro seus sapatos, vestido, procuro algo confortavel para que durma, não deu nem tempo de encontrar um dos seus pijamas, a latina mais nova desmaiou na cama, apenas a ajeitei na cama e a cobri com o lençol, dei um beijo no topo de sua cabeça e sai.

Refaço o trageto ate a recepção, queria ter certeza que não tinha ficado louca, que não estava imaginando coisas, que Arizona realmenteestava no Torrance.

–Oi.- cumprimento a recepcionista, ela sorri.- Voce poderia me dar uma informacao?- pergunto.

–O que a senhorita deseja? Talvez posso lhe ajudar.- informa.

–Voce poderia verificar pra mim se tem alguma hospede de nome Arizona Robbins?- peço.

–Desculpe senhorita, mas nao posso lhe dar informações desse tipo.- diz com pesar.

–É que ela, é uma amiga. — tento mais uma vez, sendo o mais gentil possivel ao pedir novamente.

–Realmente me desculpe, mas não posso.- diz.

–Voce sabe com quem esta falando?- me exalto. -Sou Callie Torres dona desse hotel!! — a arrogancia fica em sobre tom, o alcool tambem ajudou a tomar essa atitude. A mulher arregala os olhos e começa a procurar no computador a sua frente.

–Algum problema senhorita Torres?- pergunta Mike o gerente do hotel. A mulher ao ouvi-lo ficou mais nervosa ainda e seu olhar de medo ficou bem nitido.

–Não mais, a senhorita...- olho no cracha da recepcionista a procura do seu nome.- Deborah teve uma pequena dificuldade, mas ja esta sendo resolvida, não é mesmo?- pergunto ironica.

–Sim, senhorita. — responde com a voz falha.- Encontrei... Arizona Robbins, esta no sexto andar no quarto 643.- dessa vez a voz sai mais firme, e suspira em alivio. Agradeço e me despeço de ambos.

Parada na frente da porta do quarto, encaro a madeira insistentemente, por algum tempo tentando encontar coragem para bater e chamar pela loira, mas o que iria dizer á ela? Começo a andar de um lado para o outro tentando formar alguma desculpa para bater na sua porta essa hora. Escuto barulho vindo de dentro do quarto, perco a coragem que nem tinha ganho e saio pelo corredor em direcao ao elevador e seguir para meu quarto. Chegando no oitavo andar, caminho o mais rapido possivel para meu quarto, abro a porta, entro, me jogo de costas na cama e encararo o teto. Questionamentos sobre minha atitude de minutos atras me veem a cabeça, nunca agi com uma pessoa daquela maneira, ainda mais falando que era dona do lugar, nunca liguei pro hotel ou dinheiro da minha familia. Mas o pior questinamento era por quê fui ate o quarto da Arizona? Por que quero tanto vê-la? Fecho os olhos e um sorriso magico passa diante dos meus olhos, automaticamento meus labios se curvam em um sorriso. Lembro- me do abraço que ela me deu antes de vir embora, o seu perfume adocicado misturado com o cheiro de camomila que emanava de seus cabelos me deixam zonza. A cena de um beijo se instala junto com essas breves lembracas e uma dor de cabeça muito forte faz com que tudo se dicipe. Levanto, tomo um banho, tomo uma aspirina, me deito e espero o sono me dominar, não demorou muito...escuridão.

O barulho irritante do meu celular tocando insistentemente me acorda, desligo sem ao menos olhar quem era, queria apenas voltar a dormir mais um pouco, quando estou voltando para meu mundo dos sonhos ele toca novamente, atendo com os olhos ainda fechados e a voz mais rouca que o normal carregada de sono. Era Aria do outro lado da linha, estava passando mal, queria que eu fosse ate seu quarto. Me troco e vou.

–Nao deveria ter deixado voce beber tanto, se papai souber vai me trucidar, afinal era para eu tomar conta de voce.- digo. Sentada atras de Aria no banheiro segurando seus longos cabelos negros enquanto ela despejava toda a bebida do dia anterior na privada.

–NÃO se preocupe, não vou contar, voce sabe que não sou esse tipo de irmã. E voce não tem culpa por eu estar passando mal.- diz assim que regorgita mais do liquido.

– Esta com dor de cabeça?- pergunto. Passando minha mão por suas costas e ela afirma com a cabeça.- Vou lhe dar uma aspira assim que acabar com essa sessão de vomito.- me levanto e começo a encher a banheira qua havia no local.- Sabe o que otimo para curar ressaca?- pergunto e ela nega com a cabeça.- Um banho de mar, que tal irmos assim que voce der uma melhorada? Estou com saudades do mar tambem, o que voce acha?- digo, arqueando uma das sobrancelhas.

A melhor parte desse hotel, era que a praia era logo em frente, alguns passos ja estavamos pisando na areia fofa, seguimos mais um pouco em frente para ficar proximas do mar, estendemos nossas cangas na areia e nos sentamos para observar as pessoas que ali estavam, não sei quanto tempo ficamos ali observandoas as pessoas, mas o sol estava realmente quente e o mar convidativo para um mergulho, levanto-me arrumo meu biquini vermelho que destacava-se ao tom bronzeado da minha pele, insisto para Aria ir comigo, mas ela se nega, decido ir sozinha.... a agua estava realmente maravilhosa a temperatura estava ideal e refrescante. Saudade me definia no momento, não sei quanto tempo ao certo nao entrava no mar, mas fazer isso estava renovando minhas energias, relaxando meu corpo, lavando minha alma e mente. Alguem me abraça por tras, levo um susto, pois estava destraida.

–Tive que entrar, faz quase uma hora que voce esta aqui.- diz Aria fazendo uma careta. — Voce me abandonou e... isso não se faz com uma irmã de ressaca.- ela joga agua em mim.

–Ja estou completamente molhada Aria.- mostro a lingua pra ela.- Agora voce parece que esta resistindo demais a isso.- aponto para o mar. Puxo a latina mais nova comigo ao mergulhar quando uma onda esta prestes a quebrar proxima de nós.- Acho que sua ressaca esta curada agora.- digo assim que submegir.

–NÃO ACHEI GRACA CALLIE, QUASE MORRI AFOGADA.- brada a morena mais nova, tossindo porque havia engolido um pouco da agua salgada.

–Me desculpe, não fiz por mal.- me aproximo á abraçando, dou um beijo em seu nariz.- Vem, vamos sair.

–Voce vai me pagar Calliope.- ela desfaz o abraço e da um sorriso ameaçador. Começo a correr com dificuldade por conta da agua esta acima da minha cintura.

–CHEQUE, DINHEIRO OU CARTÃO? PODE ESCOLHER A FORMA DO PAGAMENTO!- desafio.

Ja com uma certa distância olho para atras, para ver o quão longe estava de Aria, ainda correndo sem prestar a atenção por onde estava indo uma trombada é a unica coisa que me faz parar de correr. Ao ver quem era a pessoa que esparrei meu coracao bateu mil vezes mais rapido nesse momento. Esta ai a desculpa para falar com ela Calliope.

Notas finais
Quem sera que Callie trombou ali?