Há tempos
1 Prólogo
Notas iniciais
Então, pra comemorar que voltei a ativa, estou postando essa fic nova pra vcs.
Aqui está um pequeno prólogo.
Espero que gostem
Boa leitura
— Prólogo -
Há muito tempo atrás em uma terra distante, cercada pelos sete mares e longe da civilização, existia um jovem casal que, juntos, governavam sua terra com paz e justiça. Seu amor era conhecido e celebrado por todos ou era assim que se pensava...
Aizen Sousuke, grã-sacerdote, era o mais poderoso feiticeiro e conselheiro do imperador Kurosaki. No entanto, seu maior pecado era amar a imperatriz do outro em segredo.
Ah, e como a amava!
Dia após dia, vivia a observá-la de longe, a espreitá-la. Não conseguia tirar os olhos dela e com isso, passou a ser o principal confidente da mulher, que o amava como a um irmão.
Porém, para sustentar sua posição; Sousuke decidiu se afastar, pois Kurosaki se mostrava incomodado com a atenção que o outro dedicava a sua mulher, afinal, não era bobo. Conseguia enxergar de longe o olhar de um homem apaixonado e o alertou de que não aceitaria traições.
Após isso, o sacerdote passou a andar cada vez mais afastado e silencioso, não falava com ninguém e quase não saía durante o dia, para não correr o risco de se encontrar com a bela imperatriz. Ele estava se tornando outro homem e o imperador podia sentir isso através das poucos palavras que trocavam durante as reuniões do conselho. Mas, ainda assim, decidiu ignorar a mudança do outro. Considerava-o um dos seus melhores amigos e se via de mãos atadas, pois ele mesmo havia contribuído para aquela situação.
O tempo foi passando e com isso, uma grande festa foi anunciada pelo jovem imperador.
E o motivo?
A imperatriz estava grávida e o ele não conseguia esconder sua alegria.
Todas as pessoas do país foram convidadas a celebrar junto ao casal a chegada do novo herdeiro e Sousuke não pode conter sua fúria.
Cego pela dor e pelo ciúme, o feiticeiro envenenou o casal, assassinando-os em uma silenciosa noite sem estrelas, amaldiçoando-os com palavras banhadas de ódio:
“Com sangue em minhas mãos, eu juro tomar tudo o que era de vocês. Para que no dia em que nós encontramos novamente, eu lhes olhar de cima. Por isso, eu os amaldiçoou a nunca encontrar a paz eterna, seu inferno será aqui na terra. Vida após vida. Morte após morte. Vocês iram renascer para que eu possa ser o seu carrasco. E o amor que um dia os uniu, será estraçalhado por mim ao longo do tempo até que não sobre mais nada...”
E assim, de mãos dadas, a morte os levou.
Como prometido, Aizen Sousuke tomou para si o país e o governou com tirania e crueldade. Qualquer um que se mostrasse contra seu governo, era morto violentamente e o povo livre, se tornou escravo para se livrar de sua maldade e assim foi durante eras, pois, Sousuke, como maior feiticeiro do país, logo encontrou o caminho para a imortalidade.
Milênio após milênio, ele atendia por um nome diferente governando o império que construiu e também, caçando os amantes que amaldiçoou, matando-os ao longo dos tempos sem saber, que o destino estava prestes a mudar.
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Karakura, dias atuais
O sol estava alto no céu, distribuindo seu calor pelas ruas e Ichigo se sentia entediado em meio a todas as antiguidades do museu, onde trabalhava a apenas um dia.
Já havia organizado tudo à espera do novo curador como havia sido instruído pelo antigo dono e, agora, via-se sem nada para fazer a não ser esperar e pensar na droga que sua vida havia se tornado em tão pouco tempo.
— Nii-sama, não entendo o porquê dessa sua mudança repentina — ouviu uma voz feminina reclamar e logo se pôs em pé, esperando que fosse o novo curador a passar pela porta. — Existem muitos museus em Tóquio e você foi escolher um aqui, no fim do mundo?!
— Aqui não é o fim do mundo, Rukia — rebateu um homem alto ao adentrar o lugar, confirmando a expectativa do rapaz. Aquele realmente, era seu mais novo colega de trabalho.
— Ainda assim, Nii-sama, não gostei daqui...
— Boa tarde, Kuchiki — saudou Ichigo, interrompendo a pequena mulher, que o olhou surpresa ao se dar conta de que já não estava a sós com o irmão. E então, como polos opostos, seus olhos se encontraram pela primeira vez, sendo atraídos um ao outro como o imã atraia o metal e aquilo os afalou, fazendo uma conda de arrepios toma-los incontrolavelmente.
Buscando fugir daquela sensação, Ichigo completou apressado ao não receber resposta de nenhum dos irmãos:
— Me chamo Ichigo Kurosaki e serei seu novo assistente.
E assim, com um encontro acidental e com poucas palavras, inicia-se um dos maiores contos de fada do destino, que, há tempos, nem a morte ou a maldade de um homem vil pode separar.
Notas finais
Comentem, pf e logo logo volto com mais
Bjus ♥
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