Hurricane

27 Is she normal or real?


Notas iniciais
Oiiiiiiiii gente!!! Nossa, a semana está voando, não? Já é fim de semana de novo (ADORO!), e no que passou não tive tempo para atualizar, mas aqui estou eu, e espero que gostem do novo capítulo!

Dois meses. Dois meses desde que Santana e Quinn passaram de amigas para namoradas. Dois meses que Quinn e Santana decidiram confiar não só em Brittany, mas também em Ashley, contando a elas sobre seu relacionamento. No começo Santana hesitou, porém, ao ver o quanto Quinn confiava em suas amigas, Santana decidiu que faria isso por sua namorada. Ambas ficaram surpresas, mas felizes ao extremo por suas duas amigas. O que favoreceu Quinn e Santana, já que Brittany e Ashley as ajudavam todas as vezes que fugiam juntas para a biblioteca, ou quando Quinn precisava de alguém para lhe dar cobertura enquanto estava na casa de Santana. Dois meses desde que Santana se aproximou ainda mais de Jake – o que anda causando ciúmes em Quinn. Dois meses desde que Kitty as observava de longe, fazendo sua raiva aumentar a cada dia percebendo que definitivamente tinha pedido Quinn Fabray para a perdedora da Santana Lopez, e isso sem dúvidas ela não aceitaria.

— Hey Puckerman... – Kitty se aproximava do rapaz no corredor, sorrindo.

— E aí, Wilde, o que manda? – Noah guardava seu livro, ajeitando sua mochila em suas costas.

— Mmmm, o que anda fazendo da vida? Namorando? – Kitty perguntava, fazendo Puck revirar os olhos. O mesmo nunca teve paciência alguma para Wilde.

— O que você quer, Kitty? – Puck perguntava, irritado.

— Whoa... Se acalme, gatinho... – Kitty se aproximava, pousando suas mãos sobre o peito de Puck, sorrindo maliciosa para o mesmo. – Só quero conversar e talvez, pensei de . – A risada de Puck a interrompia a afastando.

— Não estou interessado, obrigado.

— E por que não? – Kitty o provocava e no momento, Quinn passava sorrindo ao lado de Brittany, e Wilde podia perceber o modo como Puckerman olhava na direção da capitã das Cheerios. – Oh, esperanças de que ainda vai ter Quinn de volta, Puckerman? – Kitty o olhava, e Puck arqueava uma de suas sobrancelhas, e Wilde começava a rir. – Posso te ajudar se quiser.

— E como você faria isso? Todo mundo sabe que Quinn não é mais sua amiga.

— Ela pode não ser mais minha amiga, mas sei do que ela gosta, Noah. Acredite, posso e ajudar. – Kitty não queria exatamente que Puck voltasse para Quinn, mas sabia que se os dois voltasse, Quinn se afastaria de Santana e de Ashley, voltando a focar nas cheerios e Kitty teria sua melhor amiga de volta.

Xxxx

— Não sei o que você pensa, Kitty. Quinn deixou claro que não quer mais falar com você. – Suzanne, uma das amigas de Kitty comentava enquanto a mesma olhava em direção a Santana e Quinn, observando o modo como as duas se olhavam. – Isso é perda de tempo, Kitty. Você deveria focar nas cheerios e na competição, porque se perdemos, Sue vai acabar com a gente.

— Só quero minha amiga de volta. Isso é pedir muito? – Kitty falava inocente, franzindo o cenho ao ver o modo como Quinn tocava o braço de Santana a sua frente. – Suze, você nunca ficou interessada na vida de Santana?

— E por que eu ficaria?

— De repente ela aparece nessa escola se isolando. Sequer fez amigos e sobre bullying sem sequer reclamar ou contar para o diretor. Da última vez quebrou o nariz de um dos garotos de repente mostrando que sabia se defender... Não acha estranho Quinn, Brittany e até mesmo Ashley se interessar por essa garota sem graça? – Wilde olhava para Quinn e em seguida para Santana. Sem dúvidas aquela latina era um enigma para Kitty e a mesma não conseguia entender como Fabray tinha se interessado por uma garota sem graça, sem classe e sem dinheiro como Santana.

— Não sei, Kitty. Não fico pensando nessas coisas. – Suzanne dava de ombros, comendo um pedaço de seu lanche.

Sem dizer nada, Kitty apenas semicerrou os olhos, percebendo que algo estranho acontecia entre Santana e Quinn, mas ainda não conseguia entender o que exatamente. Apesar de ninguém entender o modo como Kitty agia, a mesma era possessiva e não aceitava perder. Porém, algo que ninguém sabia era que desde pequena, Kitty descobriu que sua atração por garotas sempre falou mais alto do que por garotos. A forma como ela deveria gostar de garotos de seu colégio, ela gostava de Quinn, e não sabendo como aceitar aquilo, agia da pior maneira possível, achando que de alguma forma agradaria Fabray. Kitty era uma garota difícil de entender, e nem mesmo suas “amigas” das cheerios compreendiam o porque Wilde agia daquela forma. O sentimento que sempre guardou se tornava em seu incrível Hulk sempre que se sentia ameaçada por alguma garota que lhe tentava tirar Quinn. Não funcionou quando Kitty tentou afastar Brittany, mas com certeza Kitty Wilde não falharia novamente. Ela teria sua Quinn Fabray de volta, e Santana pagaria por tê-la feito se afastar de Kitty.

Xxxx

— O que acha de passarmos a tarde juntas? – Quinn perguntava, encostando sua testa sobre a de Santana.

— Na biblioteca? – A latina perguntava confusa, fazendo Quinn rir.

— Não, boba, na sua casa.

— Oh... Adoraria passar essa tarde com você. – Santana olhava para os lados, tendo certeza de que ninguém as olhavam após a aula, e depositou um beijo carinhoso na bochecha de Quinn.

— Já faz dois meses que estamos namorando. – Quinn sussurrava, enquanto se afastavam.

— Dois meses... Os dois melhores meses da minha vida. – Santana passava seu polegar pelo lábio inferior de Quinn a fazendo fechar seus olhos por alguns segundos.

— Tana... Nós precisamos tomar cuidado... – Quinn segurava na mão da latina, dando um beijo na palma de sua mão, antes de soltá-la.

— Eu sei, mas não tem ninguém aqui. – Ambas estavam sentadas no corredor do colégio, próximas a sala do coral, e naquele horário as aulas já tinham se encerrado e apenas alguns funcionários do colégio estavam por lá.

— Eu te .-

— Quinn? – Uma voz que soava no corredor as fazia pular de susto e rapidamente se afastavam, encontrando Kitty com seu uniforme e sua bolsa se aproximando.

— Kitty, o que faz aqui? – Quinn perguntava séria, mostrando claramente que não estava feliz com a presença da mesma.

— Nada demais. Estava no treino, no qual você não apareceu essa tarde, estava no chuveiro tomando banho. – Kitty sorria, arqueando uma de suas sobrancelhas ao olhar para Santana.

— Bom, nós já estávamos indo. – Quinn se levantava, ajeitando sua bolsa e Santana fazia o mesmo. – Nos vemos depois.

— Quinn, espera! – Kitty segurava a loira pelo braço. – Será que podemos conversar?

— Não. – Quinn soltava seu braço e antes que Kitty pudesse dizer alguma coisa, Quinn e Santana se afastavam deixando uma furiosa Kitty para trás.

— Ugh! Por que é tão difícil ser sua amiga, Quinn? Você ainda vai se arrepender por isso. – Kitty falava consigo mesma, sentindo seus olhos encherem de lágrimas por ter sido rejeitada.

Xxxx

— Você reparou que não tem nenhuma rede social com o nome dela? – Suzanne mexia em seu celular, enquanto Kitty olhava em seu laptop no facebook de Quinn.

— Não tem facebook, ou instagram, ou qualquer outra rede social. – Kitty franzia o cenho, olhando os amigos de Quinn.

— Que garota estranha. – Suze começava a rir, tirando selfie para seu instagram.

— E ela sequer tem fotos com Quinn, ou Brittany ou Ashley... Ela parece sequer existir.

— Acho que ela não é fã de rede social. Já procurou no site do colégio? De repente ela tem algum perfil para participar do grupo do coral, conversar com os amigos perdedores.

— Já, não tem nada. – Kitty fechava seu laptop frustrada, deitando em seu travesseiro, fechando seus olhos por alguns segundos antes de um sorriso malicioso surgir em seus lábios. – Nós somos duas idiotas. Vamos pesquisar o nome dela no google e ver o que encontramos.

Xxxx

— Quinn... – Santana ria sem parar, enquanto Quinn estava sentada em sua cintura, lhe fazendo cócegas.

— Você é tão linda, Tana. – Quinn aproximava seus lábios aos de Santana, sorrindo, depositando vários selinhos nos lábios da mesma.

— Não tanto quanto você. – Uma de suas mãos pousava sobre o rosto de Quinn, acariciando suavemente. — Dois meses e ainda tenho medo de tudo isso ser apenas um sonho.

— Isso é real, Tana. E a cada dia que passa vejo o quanto é fácil se apaixonar por você. Linda, inteligente, encantadora. – Quinn sorria, roçando seu nariz ao da latina. – Amo cada minuto que passamos juntas.

— Já disse que sou apaixonada por você? – Santana brincava.

— Algumas vezes... Sim, já disse.

— E já disse também o quanto você é boba? – Santana ria, depositando um selinho demorado nos lábios de Quinn.

— Fica quieta... – Quinn começava a rir contra os lábios da latina. – O verão está chegando, e provavelmente não sairei de Lima. Você já sabe o que seus pais vão fazer? – A loira se ajeitava na cintura da latina, entrelaçando seus dedos aos da mesma.

— Ainda não. Meus pais não costumam viajar, mas já passei alguns anos em Nova York com a minha tia.

— O verão inteiro?

— Sim, mas não se preocupe. Já avisei meus pais que nesse verão passarei aqui e assim vamos poder passar vários dias juntas.

— Mesmo? – Quinn sorria, e Santana se levantava, passando um de seus braços em volta da cintura de sua namorada, assentindo. – Já disse o quanto eu sou apaixonada por você? – Quinn passava seus braços em volta do pescoço de Santana, fechando seus olhos ao encontrar os lábios da mesma.

— Algumas vezes... Sim, já disse. – A latina a imitava, sorrindo, iniciando um beijo suave entre elas.

Seus lábios se encaixavam e ambas fechavam seus olhos abraçando uma a outra. Quinn inclinava a cabeça para o lado oposto da latina e logo sua língua passava pelos lábios da mesma pedindo permissão para entrar. Santana massageava sua língua na de Quinn, apertando seus braços em volta da cintura da loira, pressionando seu corpo cada vez mais ao da mesma. Elas estavam juntas a dois meses e nenhuma delas falavam sobre sexo, até porque ainda não estavam preparadas para esse próximo passo, porém, a cada beijo que davam, não podiam ignorar o calor que sentiam entre suas pernas todas as vezes que intensificavam o beijo. Caricias eram inevitáveis, mas nenhuma das duas chegava ao ponto de tocar uma a outra, apenas no rosto, na barriga e nas pernas. Quinn se segurava para não roçar seu centro contra a cintura de Santana, ou até mesmo tocar um de seus seios por cima da blusa, mas não queria agir como um garoto adolescente excitado, Fabray não queria agir como Puckerman e sem dúvidas esperaria que a hora chegasse, até porque, Quinn não sabia como sexo entra elas aconteceria.

Santana nunca pensou em tomar esse segundo passo entre elas e assim como Quinn se segurava para não agir como um garoto excitado, porém, diferente de Fabray, Santana era insegura e não sabia se tinha a liberdade para tocá-la. A latina não se sentia confortável ou segura o suficiente para avançar e deixar que suas mãos deslizassem para alguma parte intima de Quinn. Seus dedos apertavam na cintura de Quinn, sentindo o calor subindo entre suas pernas, e seu quadril chocava contra o da loira sem conseguir se segurar. Seus lábios massageavam um sobre o outro e um gemido suave escapava entre os lábios de Quinn, fazendo Santana morder o lábio inferior da mesma, prendendo entre seus dentes antes de soltá-lo, depositando selinhos carinhosos e suaves contra os lábios de Quinn.

— Tana... – Quinn sussurrava entre os lábios da latina.

— Eu sei... – Santana sabia exatamente o que Quinn diria, e suas mãos acariciavam a cintura da loira.

— É tão gostoso quando fazemos isso. – Quinn pressionava seus joelhos contra a cintura da latina, deixando seu quadril chocar contra o de Santana. – Tana...

— Mmm... – Sem dizer nada, Quinn se virou, ficando novamente por cima da latina, levando uma de suas mãos até a de Santana, a segurando e pousando lentamente sobre um de seus seios, surpreendendo a latina que rapidamente prendeu sua respiração, abrindo seus olhos.

— Quinn...

— Shhh... – Quinn apertava seus dedos sobre a mão da namorada, fazendo Santana apertar seu seio. – Sei que ainda não estamos prontas para isso, mas será que podemos tentar uma coisa? – A loira encontrava os olhos da latina que assentia suavemente, confiando em sua namorada.

Ainda segurando na mão da latina, Quinn a conduzia sobre seu seio a fazendo massageá-lo por cima de sua roupa suavemente, e logo Santana podia sentir o mamilo hereto de Fabray em seu polegar. O calor entre suas pernas aumentava, e Santana podia jurar que sua calcinha já estava molhada. Fabray levou seus lábios até o pescoço da latina, beijando sua pele suavemente, enquanto colocava uma de suas pernas entre as de Santana, deixando que seu joelho tocasse o centro da mesma, e lentamente, movimentava seu quadril, deixando que o centro de Santana roçasse em sua coxa e o seu na coxa da latina.

— Quinn... – Santana sussurrava, e era difícil se segurar já que era a primeira vez que sentia algo assim. Com Marley, a latina nunca chegou a esse ponto, pois eram novas demais para pensar em sexo, e aquela sem dúvidas era a primeira vez que sentia sua calcinha tão molhada por uma garota. Ela sabia o que aquilo significava e por mais que estivesse com medo, deixava que Quinn a direcionasse. – Mmm... – A latina respirava ofegante, deixando um gemido escapar de seus lábios, sem parar seus movimentos no seio da namorada.

— Está tudo bem? – Quinn perguntava, depositando beijos sobre o pescoço da latina, subindo sobre seu queixo e encontrando os lábios da mesma que assentia rapidamente.

— Isso... É tão gostoso, Q. – Santana movimentava seu quadril e podia sentir que logo atingiria seu clímax. A garota contraia sua barriga e apertava o seio da loira, deslizando para a lateral do corpo da mesma, pressionando mais contra seu corpo.

— E-eu estou quase lá, San, não para, está bem? – Santana assentia e sem dizer nada, voltavam a a beijá-la intensificando o movimento no quadril, fazendo as gemer baixo uma contra o lábio da outra.

Não demorou para que Santana sentisse seu corpo tremer suavemente e logo seus dedos apertavam com força a cintura de Quinn enquanto atingia seu clímax, pausando o beijo e pressionando seus olhos fechados, enquanto Fabray apoiava seus cotovelos ao lado da cabeça da latina, pressionando com força seu centro contra a coxa de Santana atingindo seu clímax, prendendo sua respiração soltando um gemido entre seus lábios.

— Tana... – Quinn sussurrava, deitando sua cabeça no peito da latina, escondendo seu rosto no pescoço da mesma, e lhe abraçando. – Hey, está tudo bem? – A loira perguntava, preocupada, acariciando o braço de Santana.

— Mhm... Está...

— Tem certeza? – Fabray levantava seu rosto, encontrando os olhos da latina.

— É que... Nunca tinha sentido isso antes. – Santana respirava ofegante, mordendo o canto de seus lábios. – Fico feliz que tenha sido com você. Isso foi bom.

— Você é tão linda, San.

— Quinn, você precisa parar de falar isso o tempo todo. – Santana sorria envergonhada, não sabendo aceitar muito bem os elogios de sua namorada.

— E fica ainda mais linda com vergonha. – Quinn ria baixo, depositando um beijo demorado na bochecha da latina.

— Acho que preciso tomar banho. – Santana disfarçava, ainda com vergonha, sentindo o quão molhada estava.

— Você não é a única. – A loira ria, saindo de cima da latina e sentando na cama.

— Você vai ficar para o jantar? – Santana se sentava, amarrando seu cabelo e pegando seus óculos do criado mudo. — Meu pai quem vai fazer a janta essa noite já que minha mãe ainda estará no restaurante.

— Não sei, amor. Meu pai pediu que eu estivesse em casa para jantar com eles essa noite. – Quinn ajeitava seu cabelo e Santana sorria feita boba ao ouvir a forma como Quinn a chamava. – O que?

— Nada. Você me chamou de “amor”. Você nunca tinha me chamado assim antes. – Santana, sorria.

— Aw, amor. Amor. Amor. – Quinn fazia um bico suave, fazendo Santana rir.

— Boba. Queria que você ficasse, mas entendo que precisa ir.

— Estava pensando, o que acha de conhecer minha irmã? – Quinn comentava. – Ela é totalmente diferente dos meus pais e tenho certeza que vai amá-la.

— Mmm... – Santana sabia como os pais de Quinn eram rígidos e ela não podia mentir que se sentia intimidada por eles, porém, sempre ouviu coisas boas da irmã de Quinn e imaginou talvez que não seria tão ruim assim, até porque, Quinn conhecia seus pais, seus avós e sua tia Eva, e Santana poderia dar uma chance para Frances. – Claro, por que não?

— Mesmo? – Quinn se ajoelhava na cama, surpresa e feliz ao mesmo tempo.

— Sim, boba. Acho que vai ser legal conhecer sua irmã.

— Ah meu Deus, Tana! Fico tão feliz em saber disso. Minhas duas pessoas favoritas finalmente se conhecendo! – Quinn passava seus braços em volta do pescoço da latina a jogando na cama a fazendo rir. – Obrigada, obrigada, obrigada. – Fabray a enxia de beijos a fazendo rir ainda mais.

— Você não precisa me agradecer, okay? Você já faz tanto por mim, Q. Quero fazer o mesmo por você e também te fazer feliz... Amor. – Santana falava carinhosa, fazendo o coração de Quinn saltar se apaixonando ainda mais por aquela garota encantadora a sua frente.

— Te amo, amor.

— Eu também te amo, amor.

Xxxx

Kitty e Suze riam sem parar olhando para a tela do computador. Elas estavam tão surpresas e felizes que não viam a hora de mostrar para todo mundo o que tinham achado. Kitty sabia que aquilo que tinha encontrado sem dúvidas lhe faria ter sua melhor amiga de volta. Wilde via ali uma grande chance com Quinn e não só teria sua melhor amiga de volta, como também faria o que fosse preciso para mostrar que as duas eram melhores juntas do que separadas. Santana ia se arrepender por ter levado Quinn Fabray.

Notas finais
E então, o que acharam? Olha mais drama chegando!!!! haha. Bom, para quem me conhece e conhece minhas histórias sabe o quanto AMO drama, então já aviso que em breve terá sim mais drama, espero que continuem comigo nessa! Review? Obrigada.