Hunter
24 Capítulo 24 - Enfrentando o monstro interior.
Notas iniciais
Trouxe esse cap com todo gosto pra vocês.. E só lembrando, as musicas que coloco é só uma opção, sou bem eclética em relação a tudo na minha vida, e gosto musical é uma delas kkk3, então fiquem a vontade para ouvi-las ou não!
Boa leitura, nos falamos lá em baixo!
Olhava a linda mestiça em um sono profundo, velava seu sono a mais de 20 horas sem sair de perto, nunca a deixaria indefesa.
Imagens dos três dia cheio de tesão vieram a minha mente, gemi com as deliciosas lembranças que vieram em minha cabeça, o fogo de Bella me surpreendeu, deixando-me praticamente no chinelo, quase me fazendo pedir por descanso, mas como vampiros não cansam mesmo. Era como se sua barreira tivesse ruído e sua entrega tivesse sido completa. Eu realmente rezava para que isso fosse verdade.
Abri as cortinas de um tecido antigo e puído e deixei os raios de sol banhar meu corpo frio, era uma sensação gostosa, amava o sol, e diferente do que se falava nos livros, eu não queimava, ou brilhava igual purpurina, apenas me fazia sentir humano, minha força sobrenatural sumia, dando lugar á uma força de um humano extremamente forte.
Olhei em volta da casa analisando os detalhes atentamente, eram objetos muito antigos, mas incrivelmente conservados, fazendo as contas, tinham quase dois mil anos de idade. Impressionante esse poder dela, ainda estava impressionado com o que vi quando chegamos.
Sentei na cama e analisei seu corpo inerte, ela estava apenas com um vestido de algodão bem branco e um colar de ouro com uma pedra preta que não fazia ideia qual era, mas parecia poderosa e com muita energia, ela disse que eram suas vestimentas para os rituais de magia. O colar era sua proteção, e o vestido era fino e feito à mão por Zafrina, não impedindo de sua energia sair ou entrar, não entendi muito bem, já que ela estava extremamente focada em suas coisas.
Cacei um lobo que passava por perto da casa, mas nem deu cinco minutos e já estava ao seu lado de novo.
Já tinha se passado 36 horas quando suas incríveis íris roxas apareceram, e logo me fitou abrindo um sorriso.
– Boa noite vampiro – fiquei por cima dela, deixando meu corpo pesar em cima do seu, sabendo que não a machucaria, e afundei meu rosto em seu pescoço sentindo seu cheiro.
– Boa noite meu amor – olhei profundamente em seus olhos e ela sorriu com paixão – senti saudades desse seu sorriso lindo – ela apenas me olhou e me puxou para um beijo urgente, enlaçando suas pernas na minha cintura, mas logo soltando e me empurrando, fazendo-me cair deitado na cama de barriga pra cima.
– Não podemos – soltou o ar com força e sugou como se buscasse calma – tenho que estar repousada pra esse feitiço – explicou quando olhei em seus olhos não entendendo – é uma troca de energia muito grande, e afeta minha magia – assenti, compreendendo.
– Mas posso te abraçar? – fiz voz mole e cara de cão sem dono, ela sorriu.
– Claro que pode – subiu em cima de mim e abraçou meu pescoço me dando um beijo calmo – mas eu tenho que arrumar as coisas pro feitiço, tenho que fazer ao amanhecer – olhei em meu relógio de pulso e faltava apenas 5 horas para os primeiros raios aparecerem no horizonte.
– Me dê apenas cinco minutos assim com você, senti sua falta amor – falei afundando meu rosto em seu pescoço, ela relaxou deixando seu peso todo em cima de mim.
– Hmm.. Que pena não dizer o mesmo, já que estava dormindo, mas é tão bom ficar assim contigo! – rimos, mas logo suspiramos sentindo um ao outro, ela me abraçou ainda mais forte e beijou meu pescoço, estremeci e senti ela sorrindo contra minha pele.
– Descansou bastante hein bruxinha! – sussurrei em seu ouvido, ela apenas deitou a cabeça em meu peito e brincou com os dedos nos poucos botões de minha camiseta.
– Só não posso me permitir falhar dessa vez – falou tão baixo, como se pensasse alto apenas, soltei o ar com força. Por mais que fosse totalmente contra esse plano, eu tinha que dar um apoio a minha mulher. Vi um sorriso surgir em sua boca quando leu meu pensamento. Sim, MINHA MULHER, a mais bela e encantadora MULHER que podia existir. Ela me beijou com paixão logo após eu ter esse pensamento.
– Minha Bella – falei encostando minha testa na dela quando paramos o beijo – Você sabe que pode fazer isso com as mãos nas costas minha linda, e você mesma disse estar forte desta vez! Você, mais que ninguém é capaz disso, e você sabe! Só está insegura meu amor – ela me olhou e um brilho apareceu em seu olhar.
– Obrigada! – falou baixo, mas com um enorme sorriso no rosto, me deu outro beijo de tirar o folego e se levantou – Melhor eu começar a arrumar as coisas antes que eu perca a cabeça – eu ri acompanhando seu rebolado. Como podia ser tão gostosa? – Pare de babar e venha aqui – chamou quando se sentou no sofá, logo sua expressão ficou um pouco tensa, fiquei preocupado – preciso conversar sobre uma coisa com você.
– O que foi Bells? – falei sentando no sofá a encarando.
– Bom... Eu não comentei antes, esperando a possibilidade de realmente mudar isso, mas infelizmente não tem como – ela mordeu o lábio, sinal de nervosismo.
– Fale... – incentivei.
– Desculpe não falar nada antes, fiquei com receio – se calou olhando as suas mãos em seu colo, levantei seu rosto e assenti pedindo pra ela continuar – O feitiço é muito complexo, mudar a estrutura de nós dois é realmente algo muito pesado, e eu preciso de ajuda – ela limpou a garganta – em relação a mim, eu já tenho essa ajuda, mas você faz algo que vai contra a minha magia, e isso a deixa mais difícil de ser feita – franzi o cenho não entendendo muito bem.
– E o que eu teria que mudar Isabella? – ela me olhou fundo nos olhos juntando coragem e soltou tudo de uma vez.
– Sua dieta – olhou pra baixo novamente. Eu travei, o monstro dentro de mim deu risada. Levantei rapidamente e fui até a janela aberta e olhei a lua, fechei os olhos deixando a brisa leve lavar meu rosto deixando meus pensamentos se ajeitarem – Desculpe Edw...
– Por quê? – perguntei, cortando suas desculpas.
Suspirou e caminhou lentamente até mim, senti seus braços abraçando minha cintura por trás e sua cabeça se aconchegar em minhas costas.
– Por favor, não fique bravo comigo, Zux sabe o quanto orei para que pudesse ter outro jeito, ou que pelo menos o feitiço não me matasse sem precisar disso – tencionei todos os músculos ao ouvir isso, virando para ela e segurando o seu rosto com desespero.
– Eu bebo, não importa, eu mato quantos for preciso pra isso não acontecer – ela me olhou em choque, surpresa com minhas palavras. A beijei com força logo em seguida, como se afogasse o desespero que me preencheu.
– Não... – ela disse ainda perdida, me afastando dela – Meu Deus, olha o que estou pedindo a você! – soltou um rugido e se afastou andando pela casa, como se estivesse enjaulada – Que bosta, que grande bosta! – grunhiu segurando firme na raiz de seus cabelos – Por que não me deixam em paz? Já não tenho tanta porcaria pra resolver sobre mim, por que não me deixam viver essa merda de vida sem mais incômodos? – me assustei com seu pequeno surto, fiquei paralisado sem saber o que fazer.
– Bella? – sussurrei meio inseguro.
– Desculpe Edward, desculpe meter você nessa história, nessa merda dessa história da minha vida de caça e caçador – andou apressada até mim e segurou meu rosto forte em suas mãos – Está sendo como a morte te pedir isso, esqueça.. Você fica aqui, e eu vou sozinha, será algo rápido, não...
– Nem cogite essa ideia Isabella – segurei seus pulsos firmemente, tanto como estava minha voz – prefiro matar quantos humanos forem precisos a te deixar a mercê dos Volturi.
– Edw...
– Nem discuta! Só me explique o motivo!
– Argh! Sua dieta é à base de sangue animal, e eles fazem parte da energia em que trabalho. O conflito seria tão grande que sugaria toda a minha energia e os riscos seriam grandes demais pra mim – soltou o ar derrotada – desculpe por isso, não sou tão forte quanto eu achava – sua fragilidade se mostrou tanto que me impressionou, nunca a vi desse jeito, derrotada e como porcelana, prestes a quebrar a qualquer momento.
– Olhe meu amor – abracei seu corpo erguendo para que ficasse na minha altura – NINGUÉM é imbatível, você chega perto disso, mas todos temos nossos pontos fracos! Não se sinta menor por isso, apenas que num mundo tão cheio de fraquezas você apenas encontrou a sua – falei e dei um beijinho na ponta do seu nariz, ela sorriu, e eu como amava quando ela se permitia a isso, fiz o mesmo.
– Só você pra me fazer sorrir numa hora dessas amor – sorri ainda mais pelas palavras, era a primeira vez que me chamava assim. Ela corou, Deus! Como amava quando ela corava.
– Minha linda – a abracei mais forte, soltei o ar depois de alguns segundos – vamos? – engoli em seco, mas por fora tentava mostrar tranquilidade.
– Amor... – ela me olhou com tortura.
– Nem tente me fazer mudar de ideia Bels – falei firme, mas logo abaixei a cabeça – apenas não faço isso a muito tempo, tenho medo de parecer o Jack Estripador – fiz uma careta amarga ao lembrar das minhas recaídas. Ela se aproximou de mim segurando meu rosto.
– Você vai ter minha ajuda dessa vez, vou te ajudar a se controlar, e outra, você é muito bom pra fazer isso com alguém! – olhei pra baixo com tristeza, incrédulo desse fato e ela ergueu meu rosto com brutalidade – acredite no que te falo, por favor!
A abracei forte afundando meu rosto em seu pescoço, deixei seu cheiro entrar em cada célula de meu corpo e me fazer relaxar, ela retribuiu firme.
– Vamos agora – falei num sussurro, ela ficou rígida e me olhou nos olhos como se perguntasse se eu tinha certeza de fazer isso – não me faça repensar Bella – lhe dei um selinho. Ela soltou o ar e me puxou pra fora da casa e num estalar de dedos tudo estava apagado e trancado, sorri de canto encantado.
Ela continuou me puxando e em meio segundo corríamos em velocidade vampírica, e em meio minuto paramos perto de um beco de uma cidadezinha ali perto, visualizei um rapaz maltrapilho de olho em uma garota que passava apressadamente e com medo pela rua, sem perceber o olha malicioso do homem, o monstro dentro de mim rugiu em felicidade. Dei um passo com raiva e Bella me segurou o pulso, olhei confuso e ela apenas negou fazendo sinal com a mão para que ficasse onde estava, fiz uma careta de desgosto rosnando baixo, ela apenas negou e com um beijo rápido correu, capturou o homem e o trouxe até mim, tudo isso em menos de 2 segundos, um homem pálido e zonzo se encontrava caído a minha frente. Rosnei alto, com os olhos negros cintilando, o monstro em mim em festa. Sem perceber minhas costas se chocavam na parede do beco em que estávamos. Olhei em desespero para Bella.
– Shii – ela veio até mim segurando meu rosto – se foca em mim – olhava pra todos os lados – Edward! – falou mais alto, olhei em seus olhos – Se foca em mim, olhe pra mim, não pra ele – meus rosnados foram se acalmando – não respire e feche os olhos – obedeci. Escutei sua movimentação e me foquei em manter-me calmo e focado pra não fazer nada errado.
POV Bella
Matava-me por dentro ver a expressão torturada de Edward por fazer isso, só Zux sabia o quanto queria que fosse diferente. Abaixei-me quando seu corpo relaxou minimamente, cortei com a unha uma linha fina em seu pescoço e senti a saliva cheia de veneno se acumular em minha boca, igual ao vampiro torturado a minha frente. Ele não tinha sentido o cheiro totalmente, eu não tinha permitido ainda, bloqueei seu olfato, deixando-o quase imperceptível.
– Eu não vou deixar você voltar ao que era meu amor – passei um dedo no corte, ensanguentando meus dedos, e logo espalhei por seus lábios, beijando em cima, sua língua ao tocar o sangue, fez seu corpo inteiro se tencionou. Ele começou a rosnar, desci o beijo para seu pescoço e ele gemeu agarrando minha cintura, e ainda segurando o corpo inerte, continuei agindo conforme o meu plano. Ergui o homem, deixando seu pescoço perto da boca do vampiro torturado que eu beijava – se concentra em mim — ele me apertou mais forte – beba, mas pense em mim – ele assentiu depois de um tempo.
Suspirei tomando coragem de continuar com isso. O apertei forte, evitando qualquer perda de controle sobre ele, e com um simples movimento, encostei o corte aberto em seus lábios, seus olhos se abriram negros como a noite de lua nova, e começou a sugar como um bebe faminto sugando o alimento do seio materno. Ele se debateu, querendo soltar seus braços de meu aperto, mas não permiti.
– Edward, foco em mim – ele continuou surdo tentado sair – Edward, sou eu, Bella, sua bruxinha, me deixa te ajudar – ele parou, mas em pouco tempo se debatia novamente – foco em mim, foca em nós dois, em como te toco Edward – ele diminuiu a intensidade de suas debatidas, então continuei – se foca em como é gostoso nós dois nus juntos, nos amando, você dentro de mim, se lembre disso, de como é gostoso – ele continuava bebendo, parou de se debater e direcionou sua imensidão preta à mim – você é mais forte que isso Edward, pensa no esforço que Carlisle fez para que você não se tornasse um monstro, se lembra meu amor? – ele fechou os olhos parando de sugar, com dor – você conseguiu lembra? Então termine isso, você está indo tão bem meu amor! – ele me olhou torturado e logo em seguida fitou o corte que ainda escorria um pouco de sangue, voltando-se a mim, eu assenti e ele vagarosamente voltou a sugar, percebia seu desespero, mas ele se controlava para ir com calma – Quer que eu te solte? – ele abriu os olhos, transtornado – Ok, eu continuo te segurando, mas continue focado em seu objetivo tudo bem? – ele continuou me olhando, e em poucos segundos o corpo estava seco.
Sem dizer nada, ele bateu de leve os dedos em minha cintura, como se falasse pra eu solta-lo, o olhei e sem controlar, lambi todo seu queixo e boca sujos, fechando os olhos deliciando-me com o sabor. Soltei um gemido sem perceber, passando o dedo no canto da boca onde tinha uma gota, e sugando avidamente o dedo como criança esfomeada. Logo em seguida senti meu corpo sendo puxado e prensado duramente. Edward invadia minha boca com voracidade, sugando meus lábios e minha língua com gosto. Gemi alto, chocando-o contra a parede e meu corpo, o agarrava com vontade, e quando vi minhas costas estavam quase se misturando com o concreto e minhas pernas em volta da cintura de meu vampiro totalmente tomado pelo tesão.
– Edward... – gemi quando seus beijos foram para meu pescoço, fechei os olhos me deixando levar, mas ao fazer isso, meus guias apitaram em meu ouvido avisando do feitiço – Edward... – sussurrei, ele nem me ouviu apertando mais forte, eu gemi novamente – EDWARD! – ele levou um susto quando gritei pela quinta vez.
– O que? — ele ficou um pouco desnorteado, parecendo perdido.
– Não podemos meu amor – falei entre arquejos, segurando seu rosto, ele me olhou sem entender o que acontecia, meio transtornado – fique calmo, se foque em mim e deixe você voltar a si ok? – ele piscou algumas vezes, mas fez o que pedi, aos poucos seus olhos foram voltando ao normal e sua expressão se suavizando.
Sem perceber, olhava fixamente para seus olhos vermelhos, intensos. Não eram os olhos do meu Edward, não que o tenha deixado feio, longe disso, mas o dourado de sua alma limpa, boa, tinha sido devastado por um vermelho duro, vibrante, violento, e definitivamente não era isso que ele era. Vendo minha expressão uma dor o atingiu em cheio, virando rapidamente, mas ficando duro quando viu o corpo inerte no chão.
– Oh meu De... – se calou e tremeu ligeiramente, corri para ficar a sua frente e me desesperei ao ver lagrimas de sangue descerem por sua bochecha, sem perceber, as minhas transparentes desciam por minha face. Eu sou um monstro.
Rapidamente me virei para o corpo o erguendo e correndo numa velocidade extraordinária deixei o corpo na esquina de um hospital, em menos de 15 segundos estava no beco com Edward novamente. Ele se mantinha na mesma posição, virei de costas e abracei meu corpo, uma dor me abateu por inteira. Eu causei isso a ele, por minha culpa ele deixou seu monstro acordar, o vampiro louco interno que ele tanto odeia. Chorei silenciosamente, me abraçando com força me desesperando um pouco. Sem nem escutar a aproximação, braços me envolvem por trás, abraçando-me com desespero.
– Não pense isso por favor! – ele disse, eu deixei as lágrimas caírem e ele me pegou no colo como um bebê – Não se titule um monstro por acordar o meu, eu quis isso...
– Por minha culpa Edward!
– Não...
– Sim! – gritei – Se não fosse por mim você não teria feito isso, você ODEIA isso em você, e eu fiz você fazer isso! – ele veio e segurou meu rosto firmemente.
– Se não fosse por você eu continuaria na vida morta que tinha, sem razão, sem sentido – o que sentia por ele se revelava com toda força – você me fez viver de verdade, como nunca tinha vivido! Então não venha com isso, se pra viver de verdade e ser feliz, que só será se você estiver comigo, eu tiver que enfrentar alguns desafios, eu topo, sem pensar duas vezes! Eu am...
– Shiii! – cortei e lhe dei um beijo. Eu sentia o mesmo, apenas queria o momento certo dizer em voz alta, porque dentro de mim eu tinha a certeza – Vamos... – olhei novamente em seus olhos a surpresa ainda me tomando, ele fechou com força, eu apenas pigarreei limpando as ideias e me chutando por dentro por fazer isso. Peguei seu rosto com vontade e lhe dei um outro beijo — Vamos pra casa? – sussurrei quando cortei o beijo, ele me olhou no fundo dos olhos, apenas assentindo.
Notas finais
Coitadinho dele ter que ceder ao mal dentro dele, mas o que não fazemos por amor não? Bellinha furacão que o diga, ta ficando mansinha kkkk.
É isso meus amoores, logo logo o próximo cap da seu olá! Não exitem e mandem suas perguntas se tiverem dúvidas sobre qualquer coisa, podem perguntar, se não por comentários, podem mandar pelo face, email, sinal de fumaça, qualquer coisa kkk, no meu perfil tem todas as minhas páginas, fiquem a vontade!
Beijinhos na alma!
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