Hunter

25 Capitulo 25 – Transformação, Ciúmes e Redenção.


Notas iniciais
É.... Depois de um longo ano eu dou as caras novamente com um cap novo de Hunter, da até vergonha de aparecer depois de tanto tempo, mas como disse uma vez, eu sumo, mas não largo nunca minhas fics. Espero que gostem desse cap lindo que fiz com todo o amor e carinho do meu coração ♥

25º Capitulo – Transformação, Ciúmes e Redenção.

Danny Elfman – The Traveling Montage

Faltava apenas poucos minutos para o sol aparecer no horizonte, Edward se localizava no meio do grande circulo que fiz na floresta aberta perto de minha casa, era rodeado de flores, plantas, ervas, tudo o que era necessário para que o feitiço saísse sem causar danos graves a mim.

O céu começou a mudar de tom mais bruscamente, o azul escuro, que começava a clarear, foi sendo atravessado lentamente por luzes alaranjadas, um gradiente que só o amanhecer nos trazia. Inspirei o cheiro do calor ainda bem suave do sol que começava a mostrar sua grandeza. Em mais de 1800 anos nessa terra, o amanhecer era algo que me tirava o fôlego.

– Sei o quanto o sol te enfraquece – falei calmamente sem o olhar, estava em êxtase pela cena a minha frente – mas ele é o inicio de um novo dia, é o calor que nos permite viver aqui, ele é a vida! – sorri e o olhei de canto, ele sorria admirado – E se é com vida que iremos lidar, é na chegada do senhor da vida que iremos fazer o que devemos – o olhei novamente vendo-o assentir – quando ele mostrar toda sua grandeza, meus guias tomarão conta do meu ser e farão esse feitiço, então eu não vou controlar nada que faço, não se preocupe com nada que acontecer, deixe que eles vão saber exatamente o que tem que fazer, tudo bem Edward? – sorri e ele retribuiu.

– Sem problemas bruxinha – pisquei e olhei novamente para frente, a hora chegou.

Antes que percebesse as palavras saíam de minha boca, sozinhas, os ventos mudaram, senti Edward se mexer, mas não sei ao certo, entrei num transe, sentindo a energia de meus antepassados e a força do feitiço, uma avalanche de cores passava por meus olhos e meu corpo se mexia sem minha autorização, mas a sensação era maravilhosa. Comecei a tomar mais consciência do que fazia depois de alguns minutos naquele transe. Senti-me feliz, nunca tinha conseguido ser tão consciente em um feitiço desse tamanho. A neblina em meus olhos se dissipou minimamente, mas agora enxergava o que acontecia. Uma ventania nos rodeava, como se um pequeno furacão nos engolisse. Edward, que estava boquiaberto com tudo, foi ao chão quando, sem minha permissão, minhas mãos seguraram sua cabeça dizendo algumas palavras. Ele parecia dormir pesado, tão estranho, já que ele não dormia nunca.

Meu corpo seguiu até o lado do seu e o ergueu sem nenhum esforço, abraçou seu tronco e com mais algumas palavras um fogo nos consumiu, levitamos juntos e giramos conforme o furacão que nos engolia com força. Raios e trovões foram soados e riscados no céu, mostrando a força do fogo e do trovão trabalhando juntas para essa grande mudança em meu ser e o físico de Edward. E de repente eu vi, havia vários vultos de luz em nossa volta, em forma de circulo, em cima da marcação que fiz na área utilizada para o feitiço, não enxergava nitidamente, o furacão cheio de folhas e terra me permitia ver em algumas frechas que se abriam, rezava internamente que tudo desse certo, com certa insegurança, totalmente oposto do que meu corpo demonstrava. Eu olhava focada para um ponto no horizonte, meus olhos cobertos pela camada purpura mostrando minha marca de bruxa, meu corpo ereto e segurando firmemente Edward, fazendo movimentos com a mão direita, traçando caminhos pelas costas dele, sem erro algum, como se os movimentos tivessem sido meticulosamente ensaiados. O tempo mudou, o vento se tornou mais forte, os raios foram se acalmando sendo seguidos por um vento gelado, congelando tudo dentro do circulo mágico, e dentro do meu corpo foi a mesma coisa, uma lava vulcânica me consumiu sendo endurecida por uma nevasca fria como a morte, devastando todo calor de minha vida com gelo, endurecendo cada molécula dentro do meu corpo. Uma tristeza me abateu como sempre ocorria, meu corpo morria. Olhei para Edward que começava a mudar, seus cabelos, rosto e corpo, mas não pude analisar mais, bloquearam minha visão nublando tudo em minha volta. Percebi que o feitiço chegava ao fim.

E no meio da ventania de sensações e folhas, tudo ficou escuro e não senti mais nada, uma mar negro me engolfou e me deixei mergulhar. Antes de minha mente desligar como sempre acontecia, a imagem do rosto de minha mãe me tomou, ela estava triste.

– Me desculpe, ainda vamos nos encontrar filha.

– MÃE! – gritei numa busca cretina e inútil de ir atrás dela, perdi os sentidos.

30 Seconds To Mars – Was It A Dream

POV EDWARD:

Acordei meio desnorteado. Pera ai! Acordei? Como assim? O que aconteceu? Forcei minha mente a voltar nos momentos anteriores e lembrar o que tinha acontecido. Mas antes disso, meus olhos foram em direção a um corpo feminino desacordado. Sem eu perceber, meu corpo já tinha levantado do chão e se encontrava ao seu lado a pegando no colo. Em meu interior sabia que era ela.

– Bella! Isabella! – eu chamava a sacudindo enquanto nos encaminhávamos até a cama. Deitei-a com cuidado e a analisei quando seus cabelos se espalharam no travesseiro, analisando todas as mudanças de minha amada.

Seus cabelos agora estavam loiros, sua boca antes cheia, estava mais fina e com menos cor, suas bochechas coradas estavam pálidas, ou pior, estava inteira pálida, entre outros detalhes pequenos, algo que realmente me incomodou foi o silêncio que imperava de seu corpo. Demorei alguns segundos para ter alguma reação, já que percebi que estava paralisado. Não estava preparado para essa mudança, esse silêncio. Enquanto mergulhava nesse estado de choque, seus olhos tremeram e abriram inteiros, como se fossem saltar de suas órbitas e seu corpo deu um pulo pra frente sugando o ar com todas as suas forças, como se sua alma voltasse ao corpo.

– Aaaah! – sua garganta soltou um som engasgado que me fez voltar ao meu normal.

– Isabella! Estou aqui – ainda abraçado em seu tronco segurei sua cabeça, seus olhos mirando os meus depois de vagarem para todas as direções.

– Edward? – perguntou, eu assenti – Oh meu Edward! – falou com emoção me abraçando com seus braços que agora eram tão gelados e mais duros que o seu normal, se parecia tanto comigo nesse momento, retribui seu gesto de imediato soltando meu ar dos pulmões – Ainda sou eu sanguessuga – riu em meu ouvido, ergui a sobrancelha – e sim, ainda tenho meus poderes – eu ri.

– Uma eternidade com você ainda será pouco para descobrir cada encanto seu bruxinha – ela riu e a puxei para um beijo um pouco desesperado, gememos de desgosto estranhando o físico diferente – ok, isso é estranho – ela concordou, mas deixando isso pra lá e a abracei – que susto você me deu — sussurrei em seu ouvido quando pausamos o beijo.

– Eu sou mais forte do que pensa – deu um meio sorriso passando as mãos em meus cabelos, e mesmo com toda a mudança, minha Bella estava ali. Seu rosto deu uma entristecida por conta de meu pensamento.

– Suponho que você ainda não se olhou no espelho – ela disse alisando minha bochecha.

– O que? – um vislumbre roxo passou por seus olhos e um espelho veio levitando em alta velocidade direto para sua mão.

– Olhe-se – e no mesmo instante mirou o espelho para meu rosto.

– Caceta! – soltei um resmungo estarrecido com a imagem refletida.

Meu rosto estava mais fino, meus olhos vermelhos brilhavam contrastando com os cabelos negros, mais curtos que os meus, olhei para minhas mãos, estavam menores, meus braços mais finos. Ergui minha camiseta analisando meu corpo estava mais magro e mais fino. Olhei em desespero para minha bruxa.

– Eu realmente prefiro você antes sanguessuga – soltou uma risada – mas que você está com uma carinha bonitinha de bad boy, ah isso está! – bufei me levantando e trazendo ela junto a mim – e se passar na sua mente me dar um beijo novamente, eu corto fora isso que tem entre as pernas! – não pude evitar gargalhar.

– Calma bruxinha – apertei o abraço em sua cintura e a olhei, seus olhos vermelhos brilhantes não batiam com o púrpura que tanto amava – eu gosto das morenas cheias de curvas – sorri torto e pisquei, ela franziu o cenho me analisando.

– E sou bem mais seus cabelos cobres, seu corpo grande e seus lábios cheios – eu ri, estranhando o som de minha voz, aliás, eu me sentia inteiro estranho.

– Fica tranquilo, logo que voltarmos de Volterra, tudo volta a ser como era ok? – sorri e assenti.

– Seja breve, já sinto a falta de seu beijo – ela sorriu maliciosa.

– Só meu beijo? – Sua sobrancelha se ergueu bruscamente, eu ri.

– Não me tente sanguessuga, antes que eu te faça desistir dessa história – ela riu de mim por usar seu apelido, balançou a cabeça e começou a seguir seu caminho para dentro da casa.

– Vamos nos trocar magrelinho – eu rosnei enquanto ela gargalhava.

– Falou loirinha sem sal – ela parou de repente – e sem bunda! – virou lentamente sua cabeça de boca aberta – Já disse que gosto de curvas – ela me mostrou o dedo do meio e entrou num falso rebolado forçado, eu gargalhei.

The Royal Philharmonic Orchestra — La Traviata

Seguimos correndo até o castelo, as roupas que usávamos não carregava nem meia centelha de nossos cheiros originais, vieram vedadas desde Forks num pequeno feitiço.

Poucos minutos já nos encontrávamos na porta do castelo, Bella, que passou seu nome como Hayden, conversava com o guardião da entrada, eu com uma leve ajuda de suas deusas e um básico feitiço, eu, no caso Mathew, e ela entramos como meros nômades curiosos por conhecer a nobreza vampírica, um corja de filhos da puta.

Já tinha vindo a Volterra uma única vez com Carlisle, cerca de 60 anos atrás, e essas muralhas ainda eram as mesmas, bufei em desgosto com o falso glamour arcaico que essas estátuas empoeiradas mantinham. Mas não pude segurar o sorriso irônico ao ouvir a música, como se estivessem em um constante baile de época, Bella me olhou e disfarçadamente imitou o cantor, segurei a gargalhada.

O guardião nos mostrava o caminho sem um fio de desconfiança, essa minha bruxinha sabia muito bem o que fazia, minutos depois entravamos no grande salão Volturi, sendo anunciados, Sr e Sra Lincon.

– Well, well... – Aro diz pausadamente nos olhando divertido – A que devo a visita do belo casal? – apenas seu lábio se movia, seu corpo permanecia paralisado como uma pedra. Bella se fez de tímida e segurou minha mão ficando atrás de mim, mal sabiam que ela me passava tudo que tinha que falar a eles.

– Meu nome é Mathew, e essa é minha companheira Hayden – passei um braço por seus ombros – ela é praticamente uma recém-criada, estou mostrando nosso mundo a ela.

Aro parecia entediado, mas se levanta e caminha até nós, os outros irmãos nos olhavam sem muita atenção.

– Sweet Hayden, por favor, dê-me sua mão, sim? – ela me olha como se pedisse permissão, eu afirmo com a cabeça, gargalhando por dentro pela ótima interpretação de Bella. Vagarosamente ela entrega sua mão a ele, que segura com certa brutalidade, sua testa enruga não conseguindo ler absolutamente nada, enquanto isso ela entrava e analisava tudo em sua mente em uma velocidade incrível – Que criatura estranha... – ele murmura – é como se tivesse uma parede me bloqueando de entrar... – olha com ar de desgosto e maravilhado ao mesmo tempo – Como faz isso pequena Hayden?

– E-eu não sei, eu não me lembro – Aro a olha confuso – me lembro apenas de acordar de uma dor profunda nos braços de Mathew – me olhou apaixonada, eu retribui o sorriso. Aro pediu minha mão e Bella já havia me avisado que poderia entregar sem medo.

– Você também tem esse bloqueio, como pode? – ele olha meio irritado.

– Desde que a transformei, nenhum dom que mexa com minha mente me atinge, ela é de alguma maneira me passou quando a mordi – Aro escutava com a testa poeirenta enrugada.

– Como a encontrou? – enquanto me perguntava, Caius permanecia uma estátua olhando o nada atrás de nós, e Marcus cantarolava baixo a música, acompanhando o ritmo com o dedo, segurei fortemente uma risada.

– Em um beco de Surrey* – fechei meu rosto como se não gostasse da lembrança – seu crânio estava quebrado na parte de trás e o corpo todo espancado, antes que o coração parasse, mordi a trazendo para meu mundo – olhei pra ela sorrindo e ela retribuiu.

[* Surrey – Distrito de Vancouver, maior subúrbio da cidade]

– E as memorias de antes nunca voltaram?

– Até agora não pelo menos.

– Não se lembra de absolutamente nada? – ele perguntou extremamente chocado.

– Só de dor – ela fez uma careta.

– Que criatura interessante! – mal sabia ele que enquanto permanecíamos aqui, Bella terminava de sugar as últimas informações de Aro, ela tinha que se controlar e fazer um esforço maior para bloquear aos olhos de todos a verdadeira cor dos seus agora, aquele púrpura só dela.

Muse – Guiding Light

– Aro... – um vampiro de cabelos loiros, preso num rabo de cavalo curto entrou no grande salão, sendo interrompido por um levantar de mão de Aro. Bella aparentava indiferença em seu olhar, mas apenas eu sabia o quanto ela fervia de ódio por dentro e sua expressão fulminar, por milésimos de segundo, o vampiro recém chegado. Suas memórias apareceram pra mim por instantes, tive que me controlar para não demonstrar nossas mudanças a todos.

– Um minuto James – o vampiro assentiu permanecendo perto da entrada. Era ele, o antigo parceiro de Bella, segurei minhas emoções o máximo que conseguia, não poderia me arriscar, mas não pude evitar o veneno crescendo em minha boca e o ciúme me corroer por dentro, eu precisava sair dali!

“Por favor baby, se controle, por favor, por favor, não se esqueça que estou com você, e só você!” ela me olhava intensamente com uma mão acariciando meu braço, eu relaxei minimamente, respirei fundo e olhei para Aro.

– Aro, não queremos interromper, estamos apenas de passagem, ainda quero leva-la ao baile de máscaras hoje a noite – disse com falso respeito.

– Mas já? – falou um pouco desapontado.

– Mulheres, você sabe como são – Aro riu, um som além do ridículo.

– E como querido Mathew! – Bella manipulou o pensamento de todos ali dentro, facilitando nossa saída do castelo Volturi. Já que Aro maquinava alguma maneira de trazer “Hayden” para dentro da guarda tanto para proteção, quanto para não deixa-la bloquear a mente de outros vampiros por aí. Revirei os olhos pela ganância Volturi nunca mudar, o pensamento de dominar o mundo e monarquia parecia cravado em suas peles geladas.

Aquele vampiro, James foi o que nos acompanhou até o elevador que nos levava a saída do castelo, era um código para que convencesse o vampiro a se juntar a guarda, ele tinha um dom de persuasão incrível e já convenceu muitos com suas palavras. Mal sabia ele que aquela não era uma simples vampira com um dom qualquer.

– Espero que tenha sido agradável esse curto tempo nas dependências de Volterra! – falou com um entusiasmo gritante, quis bufar. Isabella o olhou com falsa alegria.

– Encantador tudo que vi! – o sorriso era tão convincente que eu acreditaria se não soubesse os inúmeros impropérios que sua mente o envolvia – Obrigada! – ela lhe ofereceu sua mão para um comprimento, que de imediato ele aceitou.

– Espero que voltem! – ela pegava de tudo de sua mente com esse toque, não pude evitar meu maxilar trincar com essa mera ligação entre eles. Eu queria mata-lo!

“Por favor, não me tire esse prazer!” sorri minimamente olhando para o outro lado.

– Com certeza voltaremos! – exclamei com tanto entusiasmo quanto ele. Vai sonhando filho da mãe! Apertei sua mão e nos encaminhamos para fora.

O caminho foi silencioso e cheio de rastros falsos, como o da ida. Com o poder de Bella, encobrir rastro era coisa mínima. Enquanto fazíamos isso, meus pensamentos sobre Bella com aquele pedaço de merda me assombravam. Ela já tinha cortado a ligação com sua mente, o que me bloqueou mais lembranças dela com ele.

– Edward, por favor, pare com isso! – ela meio que rosnou depois que chegamos a uma parte escondida do pequeno lago perto de Castelnuovo, caminho oposto ao da cabana de Bella.

– Não me peça pra gostar e ficar indiferente ao vê-la perto do seu antigo parceiro! – praticamente cuspi as palavras.

– Por favor, não vamos ter essa discussão agora, se soubesse como eu estou ficando destruída por dentro por segurar tudo que peguei e manter esse corpo estranho em nós dois – ela falava alto e com certa angustia, calei-me – agora entra nessa merda de lago para que eu possa reverter o feitiço – enquanto falava, ela sentou no chão e retirou os sapatos.

Não iria discutir agora, essa conversa seria adiada para depois dessa confusão toda, e com certeza seria feita. Ela bufou com meu pensamento, revirei os olhos imitando seu gesto. Depois de retirar nossas roupas, sem olhar um para o outro, juntamos num monte e ela queimou.

– Vamos entrar no lago agora para despistar o cheiro, o dinheiro que deixamos separado já está sem cheiro algum – assenti, evitando olhar aquele corpo estranho e nu na minha frente, ela fazia o mesmo, pois quando olhei em seus olhos, ela olhava um ponto vazio atrás de mim.

– O feitiço será revertido dentro d’água?

– Aqui na beira, a água é elemento suficiente para me dar forças, e reverter é menos desgastante do que fazer – assenti novamente.

Entramos na água até cobrir a cintura, e logo que nos firmamos, Bella segurou seu colar “mágico” e começou a pedir bênçãos e autorização para reverter o feitiço a sua Deusa. Logo após essas pequenas orações, os olhos purpuras me encaravam e repetiam palavras em outra língua. Seu corpo caminhou até estar centímetros perto do meu e segurou meu rosto, continuou falando coisas que eu não entendia, até que tudo apagou.

...

Beyoncé – I Miss You

Como se tivesse levado um choque de desfibrilador no peito e precisasse de ar, meu tronco se ergueu sugando o ar com certo desespero voltando de um apagão. Olhei ao redor percebendo estar nu a beira de um lago ao lado de Bella.

– Bella – sussurrei vendo minha bruxinha com seu corpo perfeito novamente – Oh minha Bella – falei deitando minha cabeça em seu peito escutando aquele som que tanto amava.

Segurei seu corpo, nos erguendo dos cascalhos e nos levei até mais além do lago, banhando seu corpo delicioso, tinha sentido falta de seus seios fartos com seus biquinhos rosados apontados para mim, a barriga lisa com leves entradas nos quadris que levavam a uma entrada sem vestígios de pelos e também rosada, não ousei passar as mãos, pois ela ainda estava desacordada, apenas abracei seu corpo segurando sua nuca.

– Acorda meu amor, por favor, acorda – e a abracei novamente já que não sabia o que fazer, já tinham se passado vários minutos desde que acordei.

– Aaaaaah – ela gemeu acordando e buscando por ar.

– Shiiii, está tudo bem – ela estava agitada e olhava em todas as direções – calma Bella, está tudo bem, estamos de volta – assim ela me olhou, seu corpo relaxou.

– Oh Edward – ela me abraçou com certa brutalidade, apenas ri um pouco sufocado.

– Senti sua falta baby – falava alisando suas costas nuas.

– Idem – disse antes de me beijar com vontade, e antes que eu percebesse, meu corpo reagiu sozinho agarrando suas coxas a encaixando em meus quadris. Antes que pensássemos em fazer alguma coisa, Bella se desvencilhou de meus braços, retirando o colar e o levando a beira do rio perto do dinheiro dentro do pacote. E na mesma velocidade voltou, analisando cada pedaço de minha pele visível com fome – agora venha sanguessuga – e segurando em meus ombros encaixou suas pernas em meu quadril novamente e continuou a me beijar como se não tivesse parado.

Agarrei sua bunda com uma mão e abraçando suas costas com o braço livre, trazendo seu corpo ainda mais para mim. Desci meus beijos para seu pescoço, enquanto a mão que estava em sua bunda rastejava seu caminho até seu seio direito, brincando com seus mamilos, ela gemia e fincava suas unhas em minhas costas arrancando gemidos meus. Logo minha boca se juntava ao seio solitário, sugando e mordicando seu biquinho rosa.

– Ow Jez... Chega dessa tortura, estou a tempo demais sem você – olhei seus olhos ainda sugando seu mamilo, e sem parar o que fazia, ergui seu corpo e encaixei meu membro em sua entrada quente e encharcada – Oh shit! – soltou em meio a um gemido, que eu compartilhei revirando meus olhos.

Minhas duas mãos seguravam seu quadril com força, fazendo-a quicar e rebolar em meu membro, suas pernas se apertavam ao meu redor cada vez mais, mas meu tiro de misericórdia foi quando ela me abraçou forte grudando nossas testas, me olhou nos olhos cheio de luxúria e disse...

– Estou apaixonada por você – sussurrou rouca e antes que eu pudesse pensar nessas palavras, sua entrada pompoou meu pau, apertando e soltando, me fazendo perder o controle, apertei ainda mais seu quadril e comecei a movimenta-la pra mim como um louco, numa velocidade que humano nenhum conseguiria.

– Ah merda, eu vou.. – e ela me calou com um beijo, se movimentando junto comigo e juntos dividimos o máximo de nosso prazer – você já sabe, mas eu também estou apaixonado por você bruxinha – disse ainda recuperando do prazer delicioso e arrebatador que desfrutei. Ela sorriu e me deu um beijo calmo, cheio de sentimentos e declarações não ditas, e me deixei retribuir com todo amor que tinha em meu peito.

Notas finais
Aeeeeeeee, Bellinha furacão finalmente declarou um sentimento para nosso vampdelícia *-* Eu sei, eu sei, sumi por um tempo longo demais, não tem nem o que eu falar! Mas para todos, uma declaração que estou trabalhando duro para terminar Hunter e Not So Perfect ainda esse ano, espero cumprir o que estou dizendo! Bom meu amores, quero levar isso a sério mesmo, criei email novo e arrumei tudo para entrar de cabeça novamente na escrita das fanfics e espero que como eu, vocês também não tenham abandonado as minhas fics! Amo cada comentario que vocês mandavam e além de mim, eu escrevo pra vocês! Então é isso minha gente, até o próximo cap! Beijinhos :*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.