Hunter

23 Capítulo 23 - Rendição.


Notas iniciais
E depois de uma longa tempestade, furacões e tudo mais estou de volta com a nossa Bella vampibruxa detonando.
Conversamos mais lá em baixo amores, e claaaaro, mil e uma desculpas a todos que acompanham...

23º Capítulo – Rendição

Five For Fighting — Chances

POV Edward

O amor pode ser algo tão inconveniente e doentio, que eu chegava a ter raiva de mim por ter esse sentimento tão forte dentro de mim. Bella conseguia, sem dizer palavra alguma, me levar à loucura do desejo ou do ódio. Era tudo tão intenso que às vezes eu chegava a pensar que não era normal.

Essa história de deixa-la a mercê dos Volturi ainda não me descia à garganta e por mais que ela me garantisse que estava forte o suficiente, eu ainda tinha meu pé atrás. Só de pensar que ela estaria em grande perigo me deixava maluco. Eu sei que ela tinha um poder muito grande e que vencer um exército de vampiros seria algo fácil para ela, mas nem essa verdade me deixava mais a vontade.

Bella estava deitada olhando para o teto enquanto eu colocava uma roupa para ir conversar com o piloto, passando as explicações certas sobre a pista que pousaríamos, era longe da civilização e perto de uma casa que tenho lá, mas na verdade ficaríamos na primeira casa de Bella, que ficava um pouco mais afastada, na região de Orivieto. Olhei pra ela depois de colocar a camisa e salivei ao ver seus seios fartos. A imagem de minha mão, que nunca os cobria, por serem grandes, veio a minha mente. Passei minha língua em meus lábios.

- Passe essa língua gostosa neles vampirão – ela disse se apoiando em seus cotovelos, fazendo assim com que eles se mexessem.

- Não me atente bruxinha, só vou lá falar com o Sr. Foster e já volto pra me afundar em você mais dez horas ininterruptas! – ela sorriu safada e dobrou os joelhos, plantando os pés no colchão, deixando-a numa posição que meu pau revirou na cueca, só não pulei em cima dela porque, graças a Deus, sua intimidade estava coberta pelo lençol.

- Se não sair em meio segundo eu tiro – ela disse piscando pra mim, eu estava paralisado – vá agora! – eu rosnei de excitação e sai do “quarto”.

Andei a passos largos até a cabine dos pilotos, passando ao lado do espaço onde a funcionária estava sentada sensualmente tentando chamar minha atenção, apenas cumprimentei com a cabeça e abri a porta da cabine.

- Olá Josef! Thiago.

- Olá menino Cullen – o velho piloto, Josef, respondeu e o copiloto apenas maneou a cabeça.

Expliquei todas as coordenadas aos dois e me despedi, retirando-me dali. Afinal tinha uma bruxinha me esperando e eu estava louco pra pega-la do jeito que eu gosto.

[...]

O comandante avisou o pouso, depois de quase treze horas depois que tínhamos saído de Seattle, a pequena pista para aviões particulares na região de Orivieto. Bella e eu nos arrumávamos silenciosamente, apenas nos olhando.

- Pare com isso – Bella disse virando de costas.

- Com o que? – abotoei a calça e a abracei seu corpo por trás.

- Me olhar assim – ela corou, olhando para o lado oposto de onde minha cabeça estava.

- Assim como Bella? – segurei seu queixo, fazendo se virar pra mim.

- Como se eu fosse... Se eu fosse... – sua boca mexia e não saia palavras – como se você... ah! – bufou e se afastou de mim voltando a se arrumar, não deixei morrer o assunto e fui até ela, agarrando seus cabelos lhe dando um beijo cheio de desejo, tirando nosso desnecessário fôlego.

- Fale minha Bella – olhei intensamente em seus olhos, fazendo ela se perder em minha amaldiçoada alma.

- Como se eu fosse o ser mais maravilhoso que existe, com sentimentos profundos, com... – e nisso abaixou a cabeça balançando.

- Amor! – ela me olhou e tinha chamas nos olhos, mas abaixou de novo negando — E você é tudo isso pra mim! – ela continuou balançando, negando tudo isso.

- Não, não sou, como pode pensar isso Edw...

- Pare! – tampei sua boca – Você é tão autoconfiante em algumas horas e tão autodepreciativa em outras que me deixa a beira de enlouquecer! – seu olhar se estalou com minhas palavras, não costumava ser tão direto com ela – eu gosto de você desse seu jeito Isabella. Você é letal, mas ao mesmo tempo fundamental a vida, a minha vida. Eu amo essa mistura, te torna única e... isso é perfeito pra mim. Você é perfeita pra mim. Então pare com esse pensamento. Você teve e tem seus motivos pra ser desse jeito! – ela não piscava, percebia uma enxurrada de emoções passar por seus olhos, e uma discussão interna virando caos, segurei seu rosto – Bella? – ela fechou os olhos soltando uma lufada de ar em frustração – Eu também já fiz muita coisa errada! Já matei por simples prazer, mesmo tendo um pai amoroso e presente, junto com minha mãe, me ensinando o caminho certo, você não! Então não se julgue tanto meu amor, tudo isso faz parte de quem você é e o que já viveu – ela sorriu de leve, aliviando um pouco meu coração parado – E por Deus, cada humor seu, principalmente o seu do mal me enlouquecem – ri com malicia, ela gargalhou, abri um sorriso amando aquele som – amo tudo em você Bella! – deu um sorriso cheio de amor e me abraçou me dando um beijo delicioso e cheio de vontade.

- Obrigada por isso – falou quando nos afastamos e me deu um abraço apertado, retribui com gosto.

Como minha Bella decidiu, alugamos um carro bom para andar em estradas de chão, e ela foi dirigindo, já que o lugar onde ficaríamos era fora de estradas e apenas ela sabia o caminho.

Percebi sua ansiedade por chegar, já que o carro gritava chegando à sua velocidade máxima, e Bella não falava nada e seus olhos estavam fixos à frente. Diminuiu a velocidade num certo ponto, não entendi o porquê, mas não ousei perguntar, parecia que ela estava em seu mundo. Seus olhos vagaram rapidamente, e logo parou no acostamento olhando um ponto na entrada da floresta. Não sabia o que era, já que a mata era muito fechada.

Muse — Exogenesis Symphony Pt 1: Overture

- É aqui – sussurrou.

- O que? – ela não respondeu, apenas olhou pra mim com um sorriso e seu rosto era de uma criança chegando ao parquinho, me surpreendi — como sempre — quando seus olhos foram para o purpura. Aquele sorriso de poderosa se apossou dela e senti alguém se animar, essa face de fodona dela era a que mais me deixava maluco.

Ela disse algumas palavras que não entendi muito bem e foi como se as arvores tivessem criado vida e se movido para o lado, abri a boca, totalmente incrédulo, quando me acostumaria com os poderes extraordinários de minha bruxinha? Já sabia muito bem a resposta: NUNCA.

Como aquela estrada não era muito movimentada, Bella cruzou as duas pistas facilmente e entrou na floresta. Ainda estava incrédulo, olhando as arvores se abrindo e fechando conforme passávamos. Bella não mais guiava o volante, o carro se movimentava sozinho, ela tinha seus olhos vidrados no caminho e suas palavras começaram a soar mais forte, como se duas vozes saíssem dela ao mesmo tempo, era algo assustador, mas extremamente espetacular. A velocidade era extremamente alta, não como um vampiro, mas um carro normal não chegaria aquela velocidade nunca. Paramos em uma espécie de campo aberto, era pequeno, e era coberto por arvores ao redor. O que mais surpreendia era o monte de flores coloridas que cobriam todo chão no meio daquele verde escuro.

Isabella desceu do carro sem dizer uma palavra, ainda na sua bolha de concentração, não fechou a porta e nem me indicou alguma instrução. A segui e apenas alguns passos a frente do carro ela para, seus olhos marejaram e ela olhou pra mim com uma alegria e amor contagiante, e não tinha nada a ver comigo, era com algo oculto que apenas ela estava vendo, ou poderia simplesmente ser o fato de ela estar no lugar que ficava nos seus primórdios. Provavelmente os dois.

- Bella... O que? – ela apenas me olhou sorrindo e com algumas lágrimas caídas em seu rosto e fez sinal para que eu esperasse, calei-me e esperei o que viria. E como sempre, ela me fez ficar com a boca no chão.

Uma leve brisa começou a nos rodear, ficando cada vez mais fortes, conforme a voz de Isabella ficava mais alta. Ela se abaixou, mexendo meticulosamente com a terra e as folhas secas no chão e uma pequena fogueira se acendeu sozinha, ela continuou fazendo gestos ensaiados com as mãos, controlando o fogo, o vento e.. Deus! Minhas emoções!

O fogo a envolveu, me preocupei, mas uma onda de calma me cercou e me fez paralisar. O vento virou praticamente um furacão de tão forte. Nessa hora, a voz de Bella parecia vir de todos os cantos, pareciam milhares dela falando ao mesmo tempo, e nisso ela seguiu até o meio de nosso pequeno campo, sendo ainda cercada pelo fogo e o vento sacudindo a tudo e a todos daquele espaço. Ela abriu os braços e com um movimento aparentemente forte, praticamente lançou tudo, o fogo, o vento, as folhas e tudo mais em direção ao nada, mas uma espécie de explosão aconteceu, e conforme o fogo ia se apagando e as folhas caindo, um casebre conservado e muito antigo ia se revelando, juntamente com um belo jardim e composto por horta e um espaço que não consegui identificar.

Sem eu ter percebido eu estava sentado no chão encostado ao carro, minha boca permanecia aberta e minha cabeça estava a mil. Como um ser que é capaz de fazer tudo isso, de uma beleza incrível, e ainda se dizer um monstro, um trevoso? Olhei pra ela que se encontrava curvada e de joelhos no chão, os braços abertos e as palmas pra cima numa espécie de prece.

- Me guie no melhor a fazer e me proteja minha Deusa, que os espíritos e guias que comandam meus poderes e meu ser possam deixar as coisas claras e que o bem vença dentro de mim. Obrigada por guardar minha casa, e iluminar minha cabeça. Assim seja, por mim, pelos cinco elementos e por ti Zux.

E por mais impossível que seja ela me deixou maravilhado ainda mais naquele momento, sua fé me comoveu e sua devoção me fez ama-la ainda mais, além de tudo, o seu incrível poder demonstrado hoje, vai me deixar estupefato por alguns anos.

- Isabella – sussurrei me levantando devagar, ela se virou pra mim, o roxo escuro que cobria seus olhos inteiros, tinham sumido, e apenas suas íris estavam num lilás brilhante, mais alguma coisa para adorar nela, amava a cor de seus olhos, eram puros – Isso foi... Uau! – ela sorriu também esplendida.

- Foi – voltou a olhar a casa e assentindo com a cabeça lentamente, em uma espécie de transe ela foi automaticamente seguindo até a entrada da casa, eu como o dependente que era a segui em silêncio.

Ela passava a mão pelas flores que marcavam o pequeno caminho de pedra até a porta e olhava todos os detalhes. Sem eu pedir, sua mente se abriu para mim, e as lembranças do pouco tempo, mas pelo visto, maravilhoso, passadas aqui a tomavam. Meu coração se encheu de carinho pela confiança e necessidade de compartilhar desse momento plenamente comigo, sorria bobamente. Ela chegou à porta e retirou a grande, porem simples, chave debaixo do tapete feito de pele de animal, a olhou sorrindo, e colocou na fechadura abrindo a porta. Umas enxurradas de lágrimas caíram de seus olhos, seus momentos com Zafrina preencheram cada espaço de sua mente, andei até ela e a abracei por trás.

- Foi muito feliz aqui, não é minha linda? – ela sorriu abertamente e me olhou de canto.

- Muito! Só me preocupava em como fazer minhas tarefas e brincar com as crianças da aldeia aqui perto, e... – ela engoliu em seco e olhou pra baixo fungando.

- Tinha alguém pra chamar de mãe – sussurrei e ele assentiu, chorando mais forte, apenas a apertei mais.

- Eu era pura, Edward, nunca tinha matado nenhuma mosca, não tinha preocupações com a busca de minha história e nem tinha que fugir do que eu sou – negou como se quisesse esquecer e lamentava-se por ter se transformado tanto.

- Mas você era apenas uma criança Bells, você sabe disso, não se culpe! – ela apenas continuou quieta não querendo continuar aquela conversa, e apenas se aconchegou mais a mim relembrando cada detalhe de sua primeira casa em sua mente, fiquei quieto apenas a apertando mais a mim.

Depois de muitos minutos parados olhando cada pedacinho a nossa frente, Bella saiu de sua bolha e falou comigo.

- Vamos tomar um banho e relaxar um pouco, quero ver se consigo dormir pelo menos um dia para estar cem por cento preparada para o feitiço – fiquei tenso na hora que ela me lembrou desse feitiço, e endureci, ela notou, porque se virou de frente a mim e segurou meu rosto em suas mãos – Por favor, por favor, por favor Edward, não vamos entrar nesse assunto de novo sim? Eu não vou mudar de ideia e só vamos brigar, e definitivamente, odeio só de pensar nessa hipótese! – fez uma careta, sorri ao ouvir isso.

- Vamos tomar um banho sim minha linda – deixei esse assunto de lado, afinal, eu também tremia só de pensar em me ver brigado com ela – mas, não tem encanamento aqui, a não ser que em 200 d.c. agua encanada já existia – e ri junto com ela.

- Não bobo, eu não sei se você percebeu, mas tem um rio a apenas 8 metros dos fundos da casa – franzi o cenho e realmente, eu não prestei atenção ao barulho do rio.

- Não percebi – falei envergonhado. Que tipo de vampiro sou eu para não perceber o barulho de algo a 8 metros de mim, que cabeça a minha.

- Que desatento esse meu vampiro – riu e foi abrir a porta – Então seja um cavalheiro e encha a banheira – sorriu vitoriosa e eu apenas bufei.

- Nasci na época certa – levei um tapa na cabeça ao passar do lado dela – Ok, calei-me – ela riu, mas depois fez um pose ereta, firme, grunhi passando pela porta e peguei o grande balde e corri em velocidade vampírica até o rio, voltando em menos de 5 segundos.

Yeah Yeah Yeahs — Phenomena

- Vai enchendo a banheira, eu já acendi o fogo para esquentar a agua da banheira – assenti e fui buscar mais água. Em apenas 2 minutos a banheira estava cheia, e tinha mais três baldes reservas.

Ao entrar no banheiro prendi a respiração ao ver o corpo esculpido de minha Bella, coxas grossas me chamando para lhe apertar. Seus longos cabelos marrons avermelhados caiam em cascatas até o começo de sua bunda empinada e grande, perfeita para uns tapas, e já imaginava seus seios fartos e suculentos esperando pela minha boca.

- Apreciando a visão sanguessuga? – ela me olha sobre os ombros e com uma mão passa da sua nuca até metade parte de trás da cabeça erguendo um pouco seu cabelo. Gemi baixo e meu membro se mexeu, passei a mão sobre ele, tentando uma aliviada inútil.

- Pare de graça bruxinha, venha pra cá sentar no meu colo vem – falei rouco, ela soltou os cabelos, que deram umas quicadas em suas costas por conta dos grandes cachos, e se virou pra mim. Analisei novamente cada ponto daquele corpo de porcelana. Desde seus pés bonitos e pequenos, passando por suas pernas bonitas e cochas grossas, sua boceta lisa e sem vestígio de pelos. Parecia uma virgem, apertada e nua, mas cheia de calor da experiência de me dar prazer. Subi o olhar passando pela barriga lisa e moldada, indo pros seios fartos e empinados cobertos por seus cabelos. Mas o que me fez perder o ar desnecessário foi sua cara lasciva e cheia de tesão. Ela arfava como se meu olhar a tocasse, a devorasse, e era exatamente isso que meu corpo ansiava.

Sem perceber, levantei e fui até ela, sem me importar em estar molhando o chão. Seu olhar guloso caiu em meu membro e passou a língua nos lábios, me olhando logo em seguida. Fiquei a poucos milímetros de seu corpo, sentindo sua respiração quente bater em meu peito. Ela me olhava fervendo, e eu estava no mesmo estado, rapidamente peguei todo seu cabelo enrolando em minha mão fazendo com que ela arqueasse seu corpo, relando no meu. Ela gemeu alto estremecendo. Aproximei o nariz de seu pescoço e rocei sentindo seu cheiro delicioso, passando a língua logo em seguida.

- Oh fuck! – ela perdeu as forças nas pernas, tendo a sorte de eu ter segurado sua cintura na hora exata.

- Você cheira a fêmea, a minha fêmea, cheia de tesão pelo seu macho – sussurrei rouco em seu ouvido, deixando meus instintos virem a tona – só não é melhor que o teu gosto – desci a mão que segurava seu corpo, deixando-a inteira arrepiada, até sua intimidade, passando os dedos de leve por seus lábios encharcados, rodeando logo em seguida seu centro durinho, levando a boca, chupando seu prazer com gosto, gemi em glória, voltando minha mão ao seu centro.

- Aaah Edward, não me torture – ela agarrou minha mão, forçando meu dedo em sua entrada – Me foda aqui, quero teu pau me fodendo agora! – ela quase rosnava. Apenas afastei minha mão dela e em meio segundo ela estava de costas pra mim, eu segurava sua cintura grudando sua bunda em meu membro, enquanto a outra mão ainda segurava seu cabelo, puxando pra trás para que seu pescoço ficasse totalmente exposto a mim, que devastava com minha língua.

Gemi alto quando ela começou a se esfregar com vontade em mim, desci rapidamente minha mão em sua intimidade, cobrindo-a, apenas puxando pra mais perto, mas praticamente perdi o controle quando começou a encharcar minha mão com seus fluidos enquanto mexia em minha mão.

- Você é uma cachorra mesmo, me faz perder o controle – olhei pra ela que encostava a cabeça em meu peito, ela sorriu com malicia e lambeu os lábios, enfiando um dedo na boca e chupando com vontade, gemendo como se fosse meu pau ali, soltei um urro, ergui seu corpo e me encaixei brutalmente em sua entrada, pela lubrificação exagerada ali.

- Aaaaaah caralho, me fode, ooooh – ela gritou ensandecida, enquanto eu sentava em uma cadeira que tinha ali e segurava sua cintura, fazendo-a quicar com força no meu colo.

- É isso que você quer né vadia... Merda Bella, tão apertada – grunhi, aumentando a força e a intensidade.

- Maaaais, eu quero mais Edw.. Aaah! – nisso virei um tapa naquela bunda empinada, que pulava a minha frente, não resisti e dei mais outros, escutando seus berros de prazer. Suas mãos agora foram para meus joelhos, segurando ali e a visão foi do paraíso.

Ela ficou com as costas abaixadas e sua bunda empinou inteira, se abrindo pra mim, ainda quicando em mim, me olhou por cima do ombro me mostrando seu rosto tomado pelo prazer.

- Gostosa do caralho, vou te foder tanto que vai pedir arrego bruxinha – passei a mão em sua intimidade, molhando os dedos e segui para o outro buraquinho, molhando ali, Bella gemeu ainda mais alto e estremeceu. Senti sua boceta me apertar com força. Ponto pra mim. Segurei forte na sua cintura incentivando seus movimentos, com o pedido atendido, segui essa mão ao seu clitóris, esfregando-o, enquanto meus dedos esfregavam seu buraquinho apertado. Os apertos em meu membro ficaram mais fortes.

- Eu vou... – perdeu o ar.

- Eu também, goza comigo vai!

- Ai meu De... – se calou e seu corpo travou algumas vezes, tremendo, sua boceta praticamente sugando meu pau.

- Caralho ta me esmagando – falei entre os dentes, e sem consegui me segurar mordi seu pescoço sugando um pouco de seu sangue, recebendo apertos ainda mais fortes.

- Isso, suga sim – ela falou pegando meu pulso, e mordendo também, gritei de prazer, socando com ainda mais força, sem mais espera, me libertei entre seus apertos e seus fluidos quentes, mostrando que alcançou seu clímax.

Girl Named Toby — Holding A Heart

- Nossa... Isso... Meu... Deus... – ela dizia entre arfadas.

Estava sem condições de falar, segurei seu corpo e a abracei com vontade, ela se aconchegou mais a mim, retribuindo o carinho. Olhei pra ela, que virou o rosto me olhando e dando um sorriso verdadeiro. Suspirei.

- Se você me permitisse dizer...

- Eu sinto o mesmo por você – disse rapidamente, prendi a respiração com a surpresa de sua declaração, sua mão foi para meu rosto – só não estou preparada pra dizer isso ainda, mas eu sinto o mesmo e muito!

- Isabella! – sussurrei a abraçando mais forte e afundando meu rosto em seu pescoço, sentindo seu cheiro que me dava paz, ela puxou meus cabelos e me deu um beijo gostoso, passando todo o sentimento que tinha por mim, e eu passava o mesmo. Todo o meu carinho, meu afeto, meu prazer, e o principal, foi um beijo cheio de amor! Sim, era amor, e muito! – Minha linda – falei quando separamos nossas bocas e encostamos nossas testas olhando profundamente um pro outro.

Sem dizer nada, sai de dentro dela, tendo por consequência nossos gemidos de desgosto, e nos levei até a banheira, sentando calmamente nela. Ainda naquele clima de romance, banhamos o outro, atiçando o desejo. Não aquele selvagem de poucos minutos atrás, aquele calmo e cheio de admiração. Saímos da banheira, envoltos numa mesma toalha, nos enxugando pouco, e logo a peguei no colo a levando pra cama.

- Como você é linda – disse quando seu corpo deitado se deleitava da macies do colchão de algodão. Ela sorriu e me chamou com o dedo, deitei em cima em seu corpo, abrindo suas pernas e colocando em volta da minha cintura, apenas sentindo seu corpo morno. Mas perdi o raciocínio com suas palavras.

- Me ame Edward – olhei em seus olhos e todo o sentimento ali presente era visto.

- Sempre minha Bella – ela me beijou exatamente na hora que nos uni.

E naquele momento foi como se tudo não mais existisse, só eu e ela, minha Isabella, o ser mais bonito e mágico desse planeta, e o melhor, entregue todo a mim.

Notas finais
Foge de um mooooooonte de sapatos e frutas podres! Mas ok, mereeeeço, mereçoo mesmo.
Minha vida deu uma mudada esses dois anos e minha cabeça ficou imprestável pra escrever e não queria colocar qualquer porcaria pra vocês!
Esse cap foi um dos mais difíceis, reescrevi um monte de vezes, fugindo do meu plano e adiantando coisas que não quero..
Minha cabeça está voltando ao ritmo das fics, e agradeço muito por isso.. A história finalmente voltou com tudo na minha cabeça.
Peço desculpas pela falta que tive com vocês, mas isso acabou e a velha Marina está de volta.
Beijo meus amores, nos vemos no próximo cap que virá na próxima semana, se Oxalá me permitir!
Fuuuie!