Notas iniciais
Olá meus amores, já faz algum tempo desde a nossa última atualização, mas eu realmente não estava conseguindo produzir. Sem contar o fim do semestre na faculdade. Queria dizer pra vocês que eu gosto muito desse capítulo, e apesar de não ter contado quantas palavras tem nele, acho que ele está grande... Boa leitura e lembrem-se: Wicked always wins!

Zelena Mills

Eu aprendi muitas coisas nesses últimos meses. Quanto mais eu lia, mas eu achava que sabia sobre "como ser mãe", mas agora, com a minha filha em meus braços, eu não sabia exatamente nada. Estava amedrontada, era uma vida totalmente dependente de mim. Um coraçãozinho que eu deveria tomar conta e proteger todos os dias da minha vida, e eu o farei até que minhas forças se esgotem.

Já estávamos bem instalados em casa, e ainda assim, não consegui dormir bem naquela noite. Todos os momentos eu levantava para ver Rose em seu berço, até que fiz com que August perdesse o sono também. Então, ele pegou a nossa filha e a deixou dormindo entre nós dois.

— Zel, você precisa acordar. — August chamou por mim bem calmo. Abri meus olhos com dificuldade, nem ao menos sabia que havia voltado a dormir. Ele estava de pé e já vestido, Rose estava em seu colo e parecia chorar.

— Oi… — Eu disse bem calma, enquanto ele passava ela do seu colo para o meu. — Está acordado a muito tempo?

— Há algum tempo, ela também, mas ela ficou com fome. — Ele sorriu pra mim, enquanto eu olhava aquela linda menininha dar um chorinho manhoso procurando pelo meu seio. Abaixei minha camisola e levei os lábios dela até o meu seio. — Obrigada.

— Bom dia. — Beijou meus lábios e eu retribui. — Pensei em trazer café na cama pra você.

— Vamos ter que levantar… — Murmurei ao me aconchegar melhor na cama. — Tem um bebê que precisa de um banho.

— Bem que eu senti um cheirinho esquisito. — Ele riu fungando perto dela. — Vou preparar a água do banho dela.

— Obrigada. Regina já acordou? — Perguntei.

— Ela e Emma foram deixar as crianças na escola, é o primeiro dia deles lá desde que voltaram a morar aqui.

— Verdade, Regina me disse ontem, mas fiquei tão cansada e preocupada que acabei esquecendo. — August beijou-me novamente. — Como vamos dar banho nela sem Regina aqui?

— Eu posso ajudar você. — Tocou a ponta do meu nariz com o dedo dele.

— Eu adoraria, papai. — O beijei, e ele riu. — Bom, enquanto eu termino aqui você prepara o banho.

— Claro, jamais deixaria as duas esperando. — August riu e nos deixou no quarto.

— Você está gostando? — Perguntei para Rose que tinha seus olhinhos fechados, apenas sugando meu seio. — Eu nunca amei ninguém antes… Ninguém além da minha irmã, mas eu amo você e espero fazer você feliz. Muito feliz. — Beijei seus poucos fios de cabelo e ela começou um novo chorinho quando meu seio saiu de seus lábios. — Ok, Rose, a mamãe entendeu que você está com fome.

— Prontinho. — Murmurei para August que já havia deixado a banheira pronta no quarto da nossa filha. — Livre das roupinhas, papai, prontinha pra você me dar banho.

— Mas eu não vou dar o primeiro banho da minha princesa em casa. — August riu e eu o olhei confusa. — Eu disse que te ajudaria.

— Mas…

— Sem “mas”. — Ele riu e moveu os dedos de forma sexy me induzindo a chegar mais perto.

Ok… Mas se eu fizer tudo errado, a culpa vai ser sua. — Eu disse rindo.

— Impossível, você é uma mãe incrível. — Beijou a minha testa. — Antes de você colocá-la, você sempre testa primeiro a temperatura da água.

— Certo. — Ainda segurando Rose, enrolada em sua toalha clarinha, coloquei minhas mãos na água. — Está agradável.

— Então coloca ela devagar, pra ela poder se acostumar… Igual você viu uma das enfermeiras fazer no hospital.

— Parecia tão fácil lá… — Dei uma risada e fui colocando Rose aos pouquinhos. Ela ameaçou chorar, mas foi se acostumando.

Deixa ela apoiada no seu antebraço, pra ela ficar confortável. Recomendo que você primeiro vá molhando o corpo dela, mas lave a cabeça dela logo em seguida. Então, você vai para as outras partes. — Explicou e eu prestei atenção em todos os detalhes.

Apoiei Rose no meu antebraço e fui molhando seu corpinho tão pequeno e bem branquinho, ela tinha alguma manchinhas pelo corpo que lembravam as minhas, sorri delicadamente. Minhas mãos foram em direção aos seus cabelos, molhando o mesmo e depois lavando seu rostinho. August me deu um pouco do shampoo infantil que havíamos comprado para ela e assim, lavei seus cabelos e os enxaguei. Ele tinha murmurado algo como “Lavar a cabeça é a pior parte e que eu havia ido muito bem”, dei uma risada e continuamos o banho. Lavei o corpinho de Rose e depois a virei para fazer o mesmo trabalho com suas costas, mas assim como aconteceu no hospital, ela pareceu não ter gostado muito de encarar a banheira, optamos por finalizar seu banho rápido.

— Viu, eu disse que você se sairia bem. — Ele a pegou do meu colo, enrolando ela em sua toalha e levando-a para o trocador de fraldas, onde a secaríamos.

— Eu tive ajuda.

— Você fez tudo sozinha. — Beijou minha bochecha e secou nossa filha como ele pode. — Você termina de secá-la pra eu jogar a água fora?

— Claro. — Sorri chegando mais perto dela e antes dele ir, o beijei. — Obrigada.

— Você não precisa me agradecer, tudo o que estou fazendo aqui é por amor. É por a vocês duas.

Eu não sabia que seria possível que eu ficasse chorosa depois de ter tido o bebê, mas August havia conseguido me deixar assim. Ele tinha razão, eu posso, eu sou capaz e eu vou conseguir fazer tudo isso: ser mãe e ter a minha carreira.

— O que acha de irmos jantar em algum restaurante da cidade? — Perguntei olhando o mesmo.

— Bom, eu teria que passar em casa pra pegar algo pra vestir. — Murmurou.

— Não tem nada aqui que você possa vestir? — Perguntei.

— É impressão minha ou você está querendo me manter em cárcere privado? — Perguntou enquanto mexia o molho do macarrão que almoçaríamos.

— Eu só não quero que você demore. — Revirei os olhos e depois olhei para Rose dormindo no bebê conforto.

— Era sobre isso que eu estava dizendo quando sugeri que morássemos juntos. — Ele riu e eu respirei fundo. — Acho que não tem nada para eu vestir aqui, levei minhas roupas para lavanderia ontem e não tive tempo de buscar.

— Podíamos ter enviado as suas junto das nossas. — August desligou o fogão e voltou-se pra mim.

Zelena… Você acabou de ter um bebê, sua irmã e cunhada estão em processo de adoção de duas crianças, não dá para eu sobrecarregar vocês. — Beijou-me.

— Você tem razão… Eu não pensei direito. — Ri baixinho e o abracei por trás enquanto ele voltava a mexer o molho.

— Gente, sério… Essa é a minha cozinha, vocês não podem respeitar? — Regina chegou fazendo com que nós dois déssemos risadas.

— Hábitos, querida cunhada, não mudam. — Brincou com minha irmã.

— Onde estão Emma e as crianças? — Murmurei vendo Regina vir em direção a Rose e pegá-la do bebê conforto.

— Tirando do carro algumas algumas coisas que compramos pra eles hoje. — Rose ainda permanecia adormecida em seus braços, desde a hora que ela mamou, seu sono estava inabalável.

— Tia Regina! — Ava entrou correndo segurando algumas sacolas nas mãos e a mochila nas costas. — Tia Emma disse que podemos brincar lá fora antes do almoço!

— Ei, não foi isso que eu disse. — Minha cunhada veio seguida por Nicholas, ambos carregavam mais algumas coisas.

— Ela disse que se você deixar, ela deixa. — Ava murmurou e Nicholas foi até August.

— Tio, vamos brincar com a gente? — Nicholas perguntou, e eu olhei para ambos.

— Ninguém fala com a tia Zelena, é isso? — Perguntei e os dois vieram correndo me abraçar. — Ah bom. — Era estranho o modo que eu passei a lidar com crianças de forma diferente. Talvez porque Ava e Nicholas são tão especiais quanto Rose ou eu simplesmente comecei a gostar de crianças.

— Talvez depois que eu voltar da minha casa, tudo bem, crianças? — August murmurou e eles pareceram entender.

— Ah tio, poxa. — Nicholas pareceu ficar chateado e acabou falando um pouco mais alto, o que fez Rose abrir seus olhinhos e começar seu chorinho fraco.

— Oi meu amor, não chora. — Regina balançou minha filha de um lado para o outro. — Dá uma chance pra sua madrinha.

— Amor, acho que não vai dar certo. — Emma sorriu divertida e beijou a esposa. — Ela deve estar com fome.

— O que é bem possível. — August riu.

— Desculpa por ter acordado ela, tia Zelena. — Nicholas me olhou, enquanto eu levantava e, antes de pegar minha filha do colo de Regina, baguncei os cabelos dele.

Está tudo bem, garotão, foi sem querer. — Sorri para o mesmo e peguei Rose. — Bom, eu vou dar mamá pra ela lá em cima, e logo descemos para o almoço. — Eles concordaram e logo subimos as escadas, após cruzar o corredor.

***

— Ei, o que acha de sairmos para comprar enfeites natalinos com a Mary? — Regina me perguntou enquanto Ava e Nicholas brincavam no quintal. Rose permanecia dormindo no bebê conforto.

— Não sei se é bom sair com a Rose tão pequena.

— Não há contra-indicação nenhuma para isto e nós podemos deixar as crianças com August e Emma. — Regina murmurou.

— Emma ainda deve demorar no mercado e August ainda não veio da casa dele, pedi que ele não demorasse. — Bufei numa frustração que eu desconhecia.

— Mas Zelena, não foi você que não quis morar com ele? — Minha irmã olhou confusa pra mim, e eu revirei os olhos. — Ok, entendi.

— Entendeu o que?

— Você ainda está avessa a compromissos sérios demais e não quer se decidir. — Cruzou os braços.

— Regina, nós temos um compromisso muito sério. Somos pais da mesma criança, mas eu literalmente não quero deixar minha casa.

— Você não precisa deixar a sua casa, e ele praticamente mora aqui, talvez seja bom você fazer um convite formal. — Regina disse ao olhar pra mim e depois para as crianças. — Ele é um bom homem, ama vocês duas, se tornou um bom amigo para minha esposa e eu. Talvez vocês queiram um pouco mais de privacidade, porque agora temos três crianças em casa, mas acho pode dar certo.

— Tem certeza? — Perguntei olhando-a. — Talvez ele não se sinta bem com isso.

— Você só vai saber se perguntar. — Sorriu. — Então, vamos sair para comprar enfeites natalinos?

— Com uma condição. — Disse a ela que pediu que eu prosseguisse. — Se vocês puderem olhar a Rose hoje a noite. Talvez seja bom falar com August sem choros de bebê ou crianças correndo, ele pode desistir a qualquer momento.

— Ele nunca desistiria de vocês. — Segurou em minhas mãos.

— Chegamos. — Emma murmurou ao aparecer na porta da cozinha que dava para o quintal. August apareceu logo atrás dela.

— Viu, é um sinal. — Regina riu e colocou-se de pé. — O round 2 é com vocês, voltamos antes das 17. — Beijou Emma, e eu olhei para August.

— Melhor não discordar. Vou deixar uma mamadeira, mas acho que ela não acorda antes de eu chegar. Tudo bem?

— Sim, senhora. — Beijou-me e passou por mim para pegar o bebê conforto.

***

Depois de comprarmos uma árvore de natal e muitos enfeites que seriam entregues no dia seguinte, chegamos em casa a tempo de tomar café da tarde todos juntos e de ver minha filha acordada. Rose usava apenas sua fralda e meias verde-água, desconfiava que ela deveria ter resmungando tanto até August arrumar uma solução que lhe deixasse confortável, ele também estava com a camiseta aberta, o que indicava que ele estava seguindo a risca as recomendações de Ruby.

Ele se importava tanto, ele fazia tanto e eu sempre mantinha um pé atrás da nossa relação. Por que não? Pela primeira vez na vida sentia que talvez eu devesse me permitir e nós não estávamos nos casando, era só algo que pudesse ser confortável para nós dois.

Me arrumei antes mesmo dele ficar pronto, era apenas um jantar. Antes não tinha motivo algum, mas de alguma forma, ele sabia que tinha algo por trás disso. Tirei o leite para deixar uma mamadeira para Rose, ela parecia bem acordada em seu berço e não dava sinal de que dormiria tão cedo.

— Regina, qualquer coisa…

— Vamos ligar pra vocês e, Zelena, vocês não estarão a cinco quarteirões de casa, fique tranquila, sua filha está a salvo. — Minha irmã respondeu nos tranquilizando.

— Ok, agora vem com a madrinha. — Emma murmurou ao pegar a neném dos meus braços quando estávamos parados a porta de casa.

— Por favor, não deixem de ligar. — August completou.

— Tchau para os dois. — Regina respondeu fechando a porta e nós dois demos uma risada enquanto caminhamos para fora do quintal.

— Tem certeza de que não quer ir de carro?

— Tenho sim, quero caminhar um pouco com você. — Sorri delicadamente, ele uniu nossas mãos. — Foi ver o seu pai hoje?

— Sim, ele está louco para ver nossa filha, mas está tendo muito trabalho. — Respirou fundo.

— Que tal marcarmos com ele no fim de semana?

— Ele ficará muito feliz, não marquei nada porque queria saber se você concordaria. — Me abraçou por cima dos ombros. — Você está tensa. Aconteceu algo?

— Acabamos de ter um bebê, acho que estou tensa por sairmos de casa. — Murmurei, ainda precisava de coragem. — Você sabe, ela pode precisar de gente.

— Como sempre enrolando pra fugir de algum assunto. — Ele riu, e eu junto dele. — Quer voltar pra casa? Podemos comer macarrão instantâneo.

— Não, de forma alguma. — Parei de andar e o olhei, ficando de frente pra ele. — Nós conversamos sobre isso antes da Rose nascer, e eu nunca dei grandes passos em relacionamentos, porque de fato, não tive um relacionamento real depois de sair da adolescência.

— Você vai me pedir em casamento? — Zombou de mim e eu revirei os meus olhos.

— Nos seus sonhos. — Mostrei minha língua pra ele que me abraçou forte em meio às risadas. — Você não me leva a sério.

— Eu levo, mas é engraçado ver você tão séria e não ser dentro do seu atelier.

— Por favor, me leva a sério agora, eu estou tentando. — Beijei o pescoço dele e ele concordou ao se afastar. — Eu quero fazer o que temos funcionar, e eu pensei… O que acha de você morar comigo e a Rose?

— Termos a nossa própria casa? — Perguntou ao levar suas mãos ao meu rosto.

— Eu pensei em ficarmos na mansão.

— A minha resposta é não. — Ele murmurou.

— Sério que você vai desdenhar de mim na minha cara? — Perguntei surpresa e ele riu. — Afinal, o que você quer?

— Zelena, eu só quero você. — Ele sorriu e segurou meu rosto. — Não importa onde nós três vamos morar, mas talvez seja bom termos a nossa própria casa.

— Você já me tem, August.

— Eu gosto de fazer as coisas de forma tradicional e você não, acho que é isso que me fascina em você. — Beijou minha testa. — Podemos tentar. Você gosta do diferente, passamos algum tempo na mansão, algum tempo no meu apartamento, o que acha?

— Teremos duas casas? — Perguntei e ele concordou. — Preciso voltar ao meu trabalho, uma mudança e reformas me deixariam atolada e a Rose é muito pequena.

— Enquanto ela é recém nascida, nós podemos ficar sempre na mansão e depois, passamos a ficar nos dois lugares. — Respirei fundo e tentei analisar de forma racional a sua proposta. De fato, estávamos parados na calçada do outro lado da biblioteca da cidade.

— Podemos discutir melhor isso no restaurante, mas talvez eu tenha gostado. — Sorri e ele também. — Além do mais, eu estou faminta.

— Sim, vamos e eu pago a conta, agora que tenho um emprego.

— O que? Como assim? — Perguntei enquanto voltamos a andar.

— Enquanto você estava no hospital mandei meu currículo para o Storybrooke Mirror, e eles me ofereceram um emprego. — Contou e eu o abracei com certa força.

— Meus parabéns, senhor escritor! — Ele me manteve em seus braços, mas depois eu lhe dei um tapa nos ombros. — Por que não me contou nada?

— Ai! — Resmungou em meio a um sorriso. — Queria fazer uma surpresa. — Me beijou. — Vem, precisamos jantar.

***

Nosso jantar ocorreu bem, concordamos em esperar algum tempo até que Rose ficasse maiorzinha para começarmos a nos ajustar a uma realidade diferente. No começo, eu não queria voltar pra cá, não queria lembrar de tudo o que passei nessa casa, mas agora, eu não conseguia pensar em sair dela definitivamente. Agora éramos todos uma família, meu pai ficaria feliz por ver que todos nós éramos muito unidos e que seus netos estavam crescendo juntos em nossa casa, mas ainda sim, eu precisava a seguir certos caminhos sem apoiar-me totalmente em Regina que tem sido meu porto seguro por anos. Talvez essa fosse a oportunidade.

August fez Rose dormindo enquanto eu tomava banho, também tinha feito com mesma arrotar depois que eu lhe dei mamá. Regina havia me dito que ela não havia gostado da mamadeira e quase não havia tomado o leite que deixei para ela.

— Ela dormiu? — Perguntei vendo o mesmo silencioso com ela em seu colo no quarto a frente do nosso. Ele parecia não ter me escutado devido a sua concentração.

Ele cantarolava estava de costas, balançando-a delicadamente enquanto cantarolava bem baixinho.

Hey, little girl
(Ei, garotinha)

Look what you've done
(Olhe o que você fez)

You've gone and stole my heart
(Você foi e roubou o meu coração)

And made it your own
(E tomou posse dele)

You've stole my heart
(Você roubou o meu coração)

And made it your own
(E tomou posse dele)

Ver os dois, juntos enquanto August cantarolava, era como me prender num cenário coberto de certezas, de possibilidades. Era me ver tentando. Não por ele, ou por minha filha, mas porque eu me sentia pronta para dar passos em direção à uma estrada de tijolos amarelos chamada felicidade.

You don't ever have to feel lonely
(Você não precisa se sentir só)

You will never lose any tears

(Você nunca perderá nenhuma lágrima)

You don't have to feel any sorrow

(Você não precisa se sentir triste)

When you look back on the years
(Quando olha para os anos que já passaram)

Eu não precisava dele pra viver, não precisava dele pra respirar, ele não era minha felicidade — porque minha felicidade não é um homem -, mas ele era parte da minha vida e eu me sentia bem ao pensar na possibilidade de vivermos juntos, de estar construindo a minha família e vê-lo feliz por reconstruir a vida dele. No fim, eu sorri e os deixei sozinhos.

Notas finais
Tentarei o mais rápido possível providenciar o novo capítulo. Qualquer coisa estou no @morrisswen :3 P.S.: a música se chama "My little girl" do Jack Johnson