How To Be A Heartbreaker?
25 Capitulo 24- A Caminho da Liberdade Parte 2
Notas iniciais
Pov Damon
–Lembra-se do que eu lhe contei sobre a morte da minha mãe e tudo mais, bom eu vou lhe contar a outra parte antes disso e depois do que lhe falei e quem a matou.
–Não precisa amor se isso o machucar não precisa.
–Precisa sim, deixe-me contar-lhe tudo. Bom, anos antes disso o casamento de meus pais estava em crise eu tinha uns 2 ou 3 anos não me lembro disso direito só que antes de meu pai fazer uma de suas viagens longas eles brigaram e aquilo me assustou muito porque eles gritavam e atiravam coisas um contra o outro e minha mãe dizia que ele não tinha tempo para a família e só vivia no escritório ou em viagens com suas modelos e atrizes e que ele provavelmente a traia com as garotas novas e bonitas ele enlouqueceu ao ouvir isso e lhe agrediu, foi a primeira vez que isso aconteceu e eu vi tudo e não contei a ninguém, então duas noites depois disso minha mãe estava ainda louca com o que aconteceu e dormiu com um dos melhores amigos de meu pai e não sei como ele descobriu isso, foi mais uma grande confusão e ele armou tudo e sabotou o carro desse homem e o matou em um acidente, como nenhuma prova apontava a ele, ele saiu impune disso tudo e mais uma vez eu sabia disso e fiquei com medo por ser pequeno e o que aconteceria comigo, depois de alguns meses eles voltaram a se entender e minha mãe engravidou, no começo foi tudo maravilhoso só que novamente disseram algo para meu pai que trouxe algo maléfico para dentro de casa, seria essa criança seu filho mesmo? Ele enlouqueceu com tudo isso e quando o bebê nasceu por mais parecido com ele que fosse deu para adoção e minha mãe entrou em depressão, nossa vida foi um terror depois disso, e enfim quando estava com mais ou menos 7 ou 8 anos houve a sua morte, meu pai era agora um louco possessivo controlava cada passo dela e vivia distante da família, minha mãe estava cansada de tudo aquilo e pediu divorcio, ele surtou dizendo que ela era uma vagabunda que só queria seu dinheiro e que estava com outro por isso estava o chutando, nesse dia foi tudo horrível e ele bateu nela que só chorava e como pela primeira vez me meti naquela confusão até eu apanhei e quando ela me defendeu ele e lhe atirou um vaso que o machucou ele sai com ódio de tudo e todos e sumiu minha mãe viu se ele tinha me machucado e como não ocorreu nada grave comigo ela me pegou no colo e subiu comigo para fazer nossas malas para irmos para a casa de seus pais, ela deixou tudo na sala menos uma roupa que separou para mim e no tempo em que eu tomei banho e me arrumei para ir o grande Salvatore chegou, podre de bêbado louco e só piorou ao ver nossas malas lá como ouvi todo aquele rebuliço novamente desci lentamente as escadas e dependesse de como fosse eu iria chamar o mordo para me ajudar, mas foi tudo muito rápido eles diziam muitas coisas que não entendia e depois de minha mãe acabar falando que poderia ser sim que ela estava indo para casa de outro ele lhe deu um tapa forte a derrubando e a fazendo rir de sua cara, ela se levantou e falou algo baixo para ele que realmente o desagradou e lhe fez sacar uma arma e como ele estava com uma luva, pois era no inferno não teria suas digitais ela gritou mais alguma coisa e ele lhe deu dois tiros certeiros, ela morreu na hora e da escada eu vi seu corpo caído no chão envolta daquele mar de sangue, eu quis gritar, mas me segurei subi em silencio para meu quarto segurando as lagrimas e tirei minha roupa e fui ao banheiro fazendo como se estivesse saindo agora então meu pai entrar em um rompante gritando comigo e eu me fazia de desentendido só perguntei que barulho foi aquele, porque estava no banho e me assustei com aquilo como fui confiante no que disse ele acreditou e disse que minha mãe estava doente e que ela tinha se matado, desgraçado eu sabia que foi ele que fez aquilo, mas não pude falar nada naquele momento, pois não sabia o que faria comigo então comecei a chorar o que queria a tempos ele me abraçou e tive que aguentar aquilo por mais que não quisesse não poderia colocar-me em risco mais do que já estava, eu sabia quem matou minha mãe foi o meu pai o grande Giuseppe Salvatore, ele se fez de coitadinho pra mídia e como nada o incriminava e ele acertou-a de modo que realmente fizesse parecer que ela tinha feito isso e eu falar a verdade e ser pequeno e ninguém acreditar, ele continuou impune até hoje.
Eu olho para ela que chorava tanto quanto eu e minha grande duvida era: ela realmente acreditou em mim ou acha que é minha mente que me fez acreditar nisso por não gostar muito dele?
–Ai meu Deus Damon, como ninguém acreditou em você? Você estava lá e por mais que fosse criança não mentiria sobre isso, ah meu querido como deve ter sido duro isso aguentar com isso martelando em sua mente e ninguém acreditar, ver seu próprio pai fazer isso com sua mãe...- ela vem até mim e me abraça forte, me fazendo ficar melhor por ter acreditado em mim.
–Você é a primeira a acreditar em minhas “tolices” de criança.
–Damon pare para pensar eu era um pouco mais velha na minha situação, mas e se ninguém acreditasse em mim e pensasse “ela que quis isso” porque muitas meninas nessa idade ficam loucas por atenção, o que eu faria, aquele animal estaria solto e nem sei o que faria comigo, então foi desumano desconfiarem de sua palavra.
Ela encosta a testa na minha e ficamos ali assim por um bom tempo enfim me sinto melhor por alguém confiar em minhas palavras e por estar ao meu lado nesse assunto tão delicado.
–Mas eu estou aqui pensando em algo Damon.- ela quebra o silencio.
–O que?
–Se você tem um irmão que foi adotado, você o conhece?
–Sim, ele foi adotado por uma boa família e está bem, quando era mais velho investiguei e fui atrás dele que sempre soube que foi adotado, mas não quis contato comigo, pois eu fui criado por nossos pais e ele abandonado ele me odeia, e não o culpo por isso, mas é melhor ele como está, pois assim não sofreu metade do que eu sofri.
–E quantos anos ele tem?
–20 anos, e mora em uma cidade aqui perto, não sei como vai sua vida e nem seu sobrenome, mas sei que está bem e isso que importa, eu tentei me aproximar ele não quis.
–Ao menos você tentou e culpa você não teve ele que foi burro por não aceitar ter esse irmão incrível.
–Não sei se seria tão bom irmão talvez esse fosses o melhor.- sorrio fraco e ela me puxa para um beijo doce e calmo.
Como era reconfortante tê-la assim, eu simplesmente era viciado o doce sabor de seus lábios e na textura macia e delicada deles, no modo como ela às vezes parece uma menininha ao dar seu primeiro beijo, ou uma mulher louca que está sedenta por algo mais selvagem, ou esse pela primeira vez, um beijo tranquilo e romântico, onde ela me passava o que eu precisava, sem pressa, sem urgência só a tranquilidade necessária para acalmar meu coração.
Logo ela começa a recorrer a algo com mais urgência e digo até um pouco mais de malicia correndo seus dedos por meu peito despido e cada vez descendo mais, quando o ar começou a ficar escasso de nossos pulmões, ela como jamais fez desceu seus beijos por meu pescoço e foi em direção ao meu ombro beijando e me tocando de forma que tudo em mim queimava por isso, ela mordeu meu lóbulo e aquilo realmente já estava me tirando do serio, nenhuma mulher fora tão abusada e descarada a esse ponto, somente... Deixo aquele pensamento morrer quando Elena vai descendo os beijos por meu peito, abdômen o tão famoso caminho da felicidade e não era apenas beijo, ela mordia, lambia e sugava minha pele e já estava a ponto de fazer algo que eu queria guardar até ser o momento certo.
Enfim quando ela começa a deslizar seus dedinhos preciosos para o elástico da minha calça e assim da minha pele livre de roupa intima, e aquilo me tira do transe que eu estava. Puxo sua mão dali com um sorriso de lado.
–Pare com isso querida não vou deflorar você em um momento de fraqueza de ambos, quero te dar uma primeira vez inesquecível, se quiser isso comigo.
–Mas eu estou com desejo disso agora, meu corpo clama pelo seu.
–Noop, já disse tudo ao seu tempo, depois do que me disse, você merece ser tratada como uma princesa inocente e que merece algo lindo, não um sexo de um momento tristonho.
–Damon desde que me conheceu você me queria nua em sua cama e eu neguei, agora que eu quero você não?
–Yep, acertou eu queria porque não sabia metade do que sei hoje, mas agora você merece meu respeito.
–Argh e vai me deixar aqui sedenta por isso?
–Yep.
–Urgh isso é horrível.
Ela se joga na cama frustrada e eu ri disso, agora eu não poderia trata-la como uma vadia qualquer em minha cama ela é minha doce e inocente menininha que merece um bom momento doce e romântico.
Eu deito e vou abraça-la, mas ela se recusa.
–Se tocar em mim agora eu juro que vou fazer o que nunca fiz e vou agarrar-te e vou ter o que eu quero por bem ou por mal.
–Não então se é assim vou dormir bem longe de você, senhorita Elena Gilbert Grey.
–Hahaha sou capaz mesmo de te prender nessa cama e fazer como ele faz.
–Nossa, mas é inocente acredita mesmo que conseguiria algo assim, Elena isso são livros, ficção não realidade, agora vá dormir, já é tarde.
–Chato.
Ela diz e tira a língua me fazendo rir.
–E pare com isso, boa noite.
Ela faz bico e não aguento e lhe dou um selinho rápido antes que ela viesse me atacando.
–Boa noite.
Ela deita-se de frente para mim e assim dormimos um olhando para o outro e isso me agrada, pois ela é a primeira que sabe muitas coisas sobre meu passado e acreditou em mim.
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