How Things Began...
15 Do you wanna?
Notas iniciais
Demorei um pouco por que eu estava super entretida lendo umas fics antigas (da época do orkut, sabe? HAUSHAUSHUA) e também porque estou *sons de tambores ao fundo* escrevendo outra fic HB! Isso mesmo, MAIS UMA! YEEEEEY *-* rs
E para a felicidade de vocês, estou super criativa (eu acho né...) e prevejo mais capítulos durante o feriado e fim de semana! :D
Ah, e ontem foi Halloween! EU AMO HALLOWEEN! É tipo meu dia preferido do ano todo! Então estou toda felizinha! Yeeeey! (quem perguntou, né? ok, calei a boca) / Aleatória Off
PS.: Eu escrevi esse capítulo todo ouvindo The Kooks (outros amores da minha vida) então tentei deixá-lo bem cute! Espero que gostem ♥
Nos apressamos para ficar prontos, afim de sairmos logo antes que os meninos estivessem de volta — mesmo que provavelmente bêbados e impossibilitados de até notarem se eu, por acaso, decidisse começar a dar uns amassos em David na frente deles — e então começamos a descer as escadas juntos.
Eu estava com a mão direita sendo ocupada pela mão esquerda dele. A minha esquerda estava com um embrulho, que estava deixando — CLARAMENTE — David morto de curiosidade, encarando o pacote intrigado.
– Piéééé… — Ele me chamou exatamente assim, puxando todos os "e's" do planeta em um tom completamente manhoso — Que isso? — Ele apontou para o embrulho infantilmente, como criança em véspera de Natal, negociando o presente mais cedo com os pais. Não pude deixar de rir.
Nem pude responder.
– Hmmm, mãos dadas, ham? — Seb falou em um tom paternal, e eu sei que eu riria, se aquilo não tivesse me deixando constrangido — Vejo que os senhores "Frescura 1 e Frescura 2" realmente se acertaram.
– Corta essa, Seb… — David disse, ainda mais vermelho. Lindo.
– Só se lembrem que eu também durmo naquele quarto, ham? E quero continuar dormindo. Sem barulhos e gemidos enquanto eu estiver lá, ok? — Seb nos deu uma piscadela e um sorriso maroto.
– Falando nisso, David, você vai voltar para o nosso quarto, né? — Fiz questão de ignorar completamente a malícia indiscreta de Sébastien. Não que eu me importasse com isso realmente, mas eu sabia que David não ficava confortável com essas coisas.
– Ahmm, claro… Se Sébastien parar de ser tão idiota, acho que posso fazer isso. — Ele respondeu ainda meio corado e deu a língua para Seb.
Seb se fez de ofendido, colocando a mão no peito — Oh, mas que absurdo! Não sou eu que fico me agarrando com meu "colega" de banda por aí, né? — Cruzou os braços e bateu o pé teatralmente.
– Eu sei que você gosta, Seb. — David provocou abobado e eu não consegui não rir. Seb revirou os olhos e David mostrou a língua mais uma vez.
– Ei, ei, ei! — Falei saindo do seu lado e ficando de frente para ele, consequentemente, de costas para Seb — Guarda isso — Puxei sua língua mais pra frente — pra mim, Sr. Desrosiers. — Sorri e David abriu um sorriso envergonhado no canto dos lábios.
– O-ooook… Eu vou ali fingir que tenho alguma coisa para fazer, já que vocês não se incomodam em me deixar constrangido. — Seb disse sarcástico.
– Como se isso te deixasse constrangido, ham? — Falei me virando para a frente de novo e Seb começou a rir. — Bem, que seja, Sr. Lefebvre. Nos temos que ir. — Respondi rápido, terminando de descer o resto de degraus que antes haviam em nossa frente, puxando a mão de David comigo e enfim alcançando a porta.
– Ah, vocês vão sair, ham? Ok, só não demorem muito se não eu vou ligar para todos os cassinos de Las Vegas e perguntando se vocês fugiram para lá e resolveram se casar de uma vez! — David arregalou os olhos e eu sabia que Sébastien ia começar a falar mais um monte de besteira, então abri a porta pra sair de uma vez.
– Aham, tchau Seb. — Falei meio aos gritos, fingindo que não o escutava.
– Ei, espere, eu…
– Tchau! — Bati a porta.
Chegamos ao início da rua e um silêncio tomou conta de nós.
– Finalmente livres, ham? — Falei meio sem-graça. Por um momento me senti como aquela criança do pré, que tem vergonha do amiguinho mais bonito da sala. Obviamente David era esse.
– Uh… É. — Ele respondeu e então começou a encarar seus próprios pés, sorrindo corado — Tudo bem se eu quiser muito te beijar? — Surpreendeu-me.
Aquilo me fez sorrir mais do que uma criança sorri na manhã de seu aniversário…
Então tudo que eu poderia fazer era puxar meu presente para mim.
Rocei meu nariz no seu maxilar, fazendo um carinho delicado, sentindo sua respiração leve e quente contra meu rosto. Fui escalando sua face distribuindo beijos espalhados pelo rosto angelical tão próximo ao meu. Cheguei ao seu nariz, depositando mais um beijo ali. Ele fechou os olhos e então dei-lhe um beijo de esquimó, fazendo-o sorrir instantaneamente.
Ele logo enlaçou seus braços finos em volta de meu pescoço, me puxando para mais perto. O sorriso doce ainda brincando em seus lábios rosados — o que me fazia sorrir também, mesmo sem perceber -. Ainda em sorrisos, colei nossas bocas. Acariciava sua cintura em um movimento repetitivo, enquanto nossas línguas variavam entre uma massagem calma e lenta e uma brincadeira gostosa e agitada.
Era impressionante como, não importasse o tempo que duraria, beijar David fazia o tempo parar. Fazia o resto do mundo sumir. Me fazia ir até o espaço e voltar à Terra, tendo sua boca como meu único combustível.
E quer saber?
Bastava isso. Era o melhor beijo do mundo.
Nos afastamos um pouco, apenas o suficiente para que eu pudesse ver seu rosto por completo. Suspirei fundo. Um suspiro de bem estar. Calmaria. Felicidade.
– Vamos? — Perguntei enlaçando nossas mãos, ele começando a acariciar minha mão com movimentos circulares. Dei-lhe um beijo na bochecha.
[…]
Chegamos em uma espécie de parque, bastante arborizado e cheio de jardins, que eu já havia visitado a alguns dias. O céu era completamente visível dali e, especialmente naquela noite, ele estava encantador. Milhões de estrelas iluminavam aquela negra imensidão acima de nós.
Tínhamos comprado cachorro-quente em uma barraquinha mais à frente e agora estávamos sentados perto de uma grande árvore, em uma parte mais distante e elevada do parque, o que nos dava total visão do resto ao redor de nós e ao mesmo tempo, nos mantinha com privacidade.
– Érr… Desculpa, anjo. — Falei, olhando para baixo corado, depois de alguns minutos de um silêncio confortável.
Quando levantei meus olhos para ele de novo, encontrei um par de sobrancelhas arqueadas em confusão.
– Porque? — Ele perguntou, fazendo jus a sua expressão.
– Eu queria te levar para jantar em algum lugar chique e romântico da cidade… Não à um carrinho de cachorro quente e te fazer sentar na grama fria. Mas te levar para jantar fora é meio arriscado demais para a gente… — Respondi.
Ele sorriu brando, pegando minha mão logo em seguida.
– Você é muito maravilhoso, sabia disso? — Ele disse meigamente — Isso aqui é muito melhor que qualquer restaurante no mundo. Isso é muito mais nosso, sabe? — Ele falou ressaltando o "nosso" e eu sabia exatamente o que ele estava falando.
– Que bom que está feliz, pequeno! — Ele terminou o hot-dog e veio engatinhando até mim. Encostei-me direito na árvore atrás de mim, deixando as pernas abertas em um convite para que ele se sentasse entre elas. Ele o fez e eu o abracei por trás, dando um beijo na sua nuca e ele se arrepiou. Sorri.
– Pie? — Virou o rosto o máximo que conseguia e eu grunhi para que continuasse a falar — Eu estou quase feliz.
– Ah é? E o que eu tenho que fazer para você ser completamente feliz? — Perguntei com as sobrancelhas arqueadas.
– Você podia… Sei lá, me mostrar o que tem no embrulho… — Ele falou ainda mais infantil do que o normal e eu comecei a rir.
– Meu deus, David… Isso tudo é curiosidade? — Zombei e ele prontificamente balançou a cabeça em concordância.
– Sim. Eu sou curioso, todo mundo sabe disso! Sem rodeios Bouvier! — Ele disse de braços cruzados, já emburrado.
– Bouvier? Uhm, eu gosto quando você me chama assim, sabe? É bem mais agradável do que "idiota" ou algo assim. — Falei, fingindo ignorar sua curiosidade. É tão legal irritar David!
– Gosta que eu te chame de Bouvier? — Ele disse, quando percebeu que fazer birra não iria funcionar comigo — Se eu te chamar bastante de Bouvier, você me deixa ver o que tem no embrulho? Hein, Bouvier?
– Não sei, David…
– Por favor, Bouvier! Eu ia ficar tão feliz, Bouvier! Você não quer que eu fique bem feliz, Bouvier? Então deixe-me ver, Bouvier! Por favor, Bouvier… — Eu ria sem parar achando aquilo adorável. Ele virou o corpo, ainda no meu colo, mas de frente para mim agora — Faz isso por mim… Bouvier… – Ele sussurrou no meu ouvido com a voz mais sexy do mundo. Estremeci.
– Ok, Desrosiers. Você ganhou. — Disse em falsa derrota — Mas acho que vai ficar ainda mais feliz em saber que não vai só olhar dentro do embrulho, como também vai ficar com ele. — Disse pegando o tal pacote que estava atrás de mim e entregando para David — Espero que goste.
– Uau! É um presente para mim? Sério? — Ele disse animadamente, puxando o pacote das minhas mãos — Obrigado! Obrigado! E ah… Você é muito fácil, Bouvier. — Disse sacana.
– Bom, é. Pra você eu sou bastante fácil, realmente. — Respondi ainda rindo.
– Hmmm… Bom saber, bom saber… — Ele falou abrindo o embrulho, com o sorriso sacana ainda no rosto… Só que puxado mais para a perversão. Revirei os olhos pelo ato.
Ele sorriu. Eu sorri.
– Ai meu deus! Não acredito! Ai meu deus! — Ele exclamou assim que retirou o tal objeto do pacote — Uma zebra?! Uma zebra de pelúcia para mim?! Ai meu deus, obrigado, Bouvier! — Antes que eu pudesse responder qualquer coisa, ele agarrou meu rosto e começou a me beijar euforicamente — Obrigado… Obrigado… Obrigado… — Cada palavra sendo separada por um selinho que ele me dava.
– Caramba, se eu soubesse que você ficaria tão fácil assim, eu teria te dado isso muito antes! — Falei fazendo uma careta de brincadeira e ele revirou os olhos, ainda com um sorriso que mal cabia em seu rosto.
– Ué… Essa não é a zebra…
– Do aeroporto? Do dia que você desapareceu da minha vista? — Falei exageradamente em tom de rancor — Sim, bebê. — Beijei seu rosto — É ela mesma.
– Quando você comprou isso que eu não vi?
– Ora, David… Eu tenho meus dotes! Sei ser super discreto e Seb me ensinou algumas tática ninjas… — Falei e ele ria sem parar — Sem falar, é claro, que você não é exatamente o cara mais atento do mundo… Por assim dizer, você é bastante desligado.
– Ah! — Ele bateu "forte" no meu braço e eu ri mais ainda — Para de pirraçar, Pierre!
– É muito difícil não te provocar anjo… — Mordi sua bochecha e ele ofegou bem baixinho. Provavelmente pensando que eu não ouvi.
– É, tudo bem, vou ignorar que você é um pirracento só porque eu realmente amei a Zebra e porque… Você fez umas coisas realmente legais hoje.
– Ah é? Que coisas realmente legais eu fiz hoje? — Falei enquanto acariciava suas costas e ele fazia o mesmo… Na zebra.
– Ah, muita coisa… Tipo quando você fez carinho com os nossos focinhos. — Ele parecia um bebê ali no meu colo e depois desse comentário pareceu ainda mais.
– Focinho, David? O nome é beijo de esquimó, bebê. E a gente não é bicho, entende? O nome é nariz! — Bati meu indicador de leve na pontinha de seu "focinho" — Nariz, David.
– Ah, eu sei que é nariz… Mas focinho é muito mais bonitinho de falar. Que nem patinha… É mais legal dar as patinhas do que dar as mãos! — Ele falou enquanto enlaçava sua mão na minha. Revirei os olhos brevemente e ri.
– Ai ai, David… Você é muito bobo, anjo. — Beijei sua bochecha, em cima da leve marca que eu havia deixado lá há pouco.
– Vou tomar isso como um elogio.
– É um elogio, Dav.
– Ótimo! — Falou me dando a língua, mas logo a colocou pra dentro. David sabe que eu sinto a necessidade de morder a língua dele quando faz isso. — Enfim, esse beijo de esquimó… Ele é bem legal, sabe? Eu gostei quando você fez isso. Assim como gostei quando falou aquelas coisas bonitas pra mim lá no quarto… Ou quando me beijou. Todas as vezes que me beijou eu gostei. Eu gosto de beijar você, sabe? E eu gosto de você também. Talvez eu goste até demais e isso não seja legal, mas eu não posso não gostar de você. É muito difícil não gostar de você, Pierre. Você é sempre perfeito demais, maravilhoso demais. E você é tão lindo, meu deus… Você é lindo demais. — Ele contornou todo meu rosto com as mãos, delicadamente — Então acho que a culpa de eu acabar gostando mais de você do que eu deveria, é toda e completamente sua.
Ficamos alguns segundos apenas olhando um no fundo do olho do outro. Dois sorrisos bobos nascidos em duas bocas tão próximas. Acabei com a pequena distância das mesmas, dando-lhe um selinho.
– Hmmm… Eu gosto tanto de você assim… — Eu já imaginava que ele fosse perguntar, então respondi antes — Assim… Falando coisas bonitas pra mim. Sendo um amor… Não me dando dúvidas de que você é completamente perfeito.
– Ah, eu não sou bom em falar essas coisas. Você sabe, você que é o rei das declarações por aqui. — Ri de leve — Mas eu não quero você pensando que eu não sinto nada disso por você. Eu sinto, ouviu, meu bem? — Ele segurou meu rosto com as duas mãos para que eu o olhasse sem poder desviar o olhar. Não que eu fosse fazer isso. Claro que não.
– Ouvi meu outro bem. — Disse brincado e ele riu gostosamente antes de aproximar meu rosto ainda mais e me beijar.
– Então… Qual vai ser o nome da minha Zebra? — Ele perguntou acariciando o bicho de pelúcia novamente.
– Zavid! — Disse exclamando — David mais Zebra… Zavid. É perfeito!
– Para de besteira, Pierre! Porque Zavid? Porque não Zierre? — Ele perguntou fingindo indignação.
– Primeiro porque Zierre é um péssimo nome, anjo. Nem inventa. — Falei e ele balançou a cabeça concordando enquanto sorria — E segundo porque a culpa não é minha se você realmente parece uma zebra.
– Eu pareço uma Zebra? — Ele disse colocando as mãos no rosto em espanto — Que bom que eu gosto de Zebras! Mas não sei se isso realmente foi um elogio na sua concepção…
– Claro que foi… — Disse dando-lhe um beijo rápido — Você gosta de zebras e eu gosto de você. Logo, gosto de zebras também, minha zebrinha!
Ele sorriu fofamente e tornou a olhar para seu colo – E aí? gostou do nome? Posso te chamar de Zavid? — Ele começou a conversar com a Zebra, com aquela voz fina que todo mundo usa quando vê algum bebê ou um filhote de cachorro.
Até sendo um abobado David era perfeito.
– Céus, eu faria qualquer coisa pra ser seu namorado… — Soltei aleatoriamente e só quando os olhos arregalados de David foram de Zavid até mim que eu percebi que não estava apenas pensando — Uh… Eu falei isso alto?
– Sim… — Ele respondeu ainda com os olhos arregalados.
– Oh.
– Oh…
– Então… Zavid gostou do novo nome? — Perguntei tentando mudar de assunto. Ás vezes eu era tão patético…
– 'Pera Pierre, isso é sério?
– O quê?
– Você… Você sabe. — Ele respondeu.
– Hã… Ah, é sim. Bom, não é como se eu não fosse fazer isso de qualquer forma então… — Peguei suas mãos e deixei um sorriso de canto sair — David… Quer namorar comigo?
– Oh.
– Oh…
– Que pergunta idiota, Pierre! — Ele falou e eu congelei brevemente. Até ver um sorriso largo e maravilhoso nascer em seu rosto de novo — Não é como se eu fosse responder qualquer outra coisa que não fosse sim. — Ele respondeu revirando os olhos em brincadeira.
– Está dizendo sim? — Perguntei mais para confirmar.
– É claro que estou dizendo sim, Bouvier.– Ele sussurrou no meu ouvido e eu estremeci.
Ficamos mais algum tempo por lá. Conversando amenidades, nos beijando, trocando elogios e algumas provocações correlatas.
Eu estava simplesmente feliz.
E isso me assustava um pouco. Mas era um medo bom, tipo quando descobrimos que teríamos nosso primeiro show oficial, lotado de gente. Ou quando saímos do nosso país e de tudo que estávamos acostumados para gravar nosso CD. Ou quando Pat nos contou que íamos para Nova York — aquela cidade enorme e que definiria nosso possível sucesso -. Mas principalmente quando eu descobri que estava apaixonado por outro homem. Um homem que me fazia mais feliz do que qualquer outra mulher poderia tentar me fazer.
Próximo passo era Nova York.
E eu só conseguia pensar em como David conseguia fazer qualquer dia comum se transformar em dia de aniversário. Em véspera de Natal.
Notas finais
PS.: Detalhe que a autora infantil aqui tem uma Zebra desde que nasceu (SIM, EU AMO ZEBRAS! FUI CRIADA PARA AMAR ZEBRAS E SOU UMA DAVID q) e quando comecei a ouvir Simple Plan, dei o nome dela de Zavid! HAUSIASHAOS ♥ (e sim, eu desenvolvi meu amor pelo David por causa do nosso amor em comum por Zebras, pois é! rsrs)
MUITO IMPORTANTE
Ah sim gente... Como vocês podem perceber, o relacionamento deles tá avançando né? Então eu queria saber... *encabulada* eu meio que já escrevi a NC completa >< mas como quando criei a fic estava acostumada com a censura ser NC-17, dei a louca e não sei por que raios marquei para 16 anos! o.o' (oi? eu tenho problemas) então eu queria saber de vocês se ~ quando chegar a hora ~ vocês preferem que eu apenas cite, ou que mande a censura para o espaço e coloque a NC que eu escrevi? Me respondam por favor, não quero deixar nenhuma leitora linda desconfortável e tudo mais...
É isso! :3
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