Notas iniciais
Oieeeeee Gente, então, desculpa a demora, eu não fiquei de castigo, mas tinha que esperar minha mãe esquecer um pouco das notas que tirei, bem, esse capitulo era para ser o último, mas eu me empolguei e se ele fosse um capitulo só, daria mais de 7.000 mil palabras e bem iria ficar muito grande, então vou postar esse agora e o último mais tarde. Espero que gostem!!!

16 anos depois

– Eu tenho uma namolada — Christopher disse, enquanto Rachel e ele estavam na cozinha da grande mansão, ajudando Clarissa, a empregada dos Hudson’s, a fazer o jantar.

– Você o que? — Rachel quase gritou, Chris era o filho mais novo do casal, tinha apenas 5 anos, enquanto Charlie tinha 10 e Annie tinha 16.

– Eu tenho uma namolada mamãe — ele repetiu e Rachel se apoiou na bancada, como seu bebê já tinha uma namorada?

– Cheguei — Finn gritou da porta e Chris saiu correndo até a pai, o rapaz o pegou no colo e deu vários beijos em seu rosto, foi até a cozinha com o filho no colo e se assustou ao ver a esposa apoiada na bancada, mas branca que papel — amor o que foi? — ele perguntou.

– Pergunte... Ao seu... Filho — ela disse ofegante e apontou para Chris.

– O que foi campeão? — ele perguntou.

– Eu disse pla mamãe que eu to namolando e ela ta assim — ele explicou e Finn sorriu de orelha a orelha.

– Esse é o meu garoto — ele disse feliz batendo um hifive com o filho, ele olhou a mulher que lhe lançou um olhar mortal — quer dizer... Filho você é muito novo pra namorar — Finn explicou.

– Mas, Charlie namola, polque eu não posso? — ele perguntou e só se tocou do que havia falado quando viu a cara da mãe e o desespero do pai, que o colocou no chão e se agachou na sua frente.

– Campeão, como assim o Charlie namora? — Ele perguntou.

– Opa, falei demais — ele disse e saiu correndo, Finn olhou para Rachel que tinha a cabeça baixa e saiu correndo atrás do mais novo

– Christopher volta aqui, que história é essa? — ele perguntou quando já estava perto do quarto do filho, porém quando se aproximou a porta fechou bem na sua cara — Filho abra essa porta — ele gritou porém não houve resposta, decidiu ir até o quarto do Charlie, bateu na porta e assim que entrou encontrou o filho jogando vídeo game — Charlie que história é essa que você está namorando? — perguntou ao garoto que se virou com os olhos arregalados.

– Da... Onde... Você tirou isso? — perguntou com a voz trêmula.

– Seu irmão acabou de me falar — ele disse.

– CHRIS — Charlie gritou e saiu correndo do quarto, a porta do quarto do pequeno já estava aberta, o que facilitou a entrada do garoto — você me paga — disse e saiu correndo atrás do irmão pelo quarto, o garotinho gritava desesperado, chamando o pai, Finn apareceu na porta do quarto do filho mais novo.

– CHEGA — gritou e os dois pararam de correr e olharam o pai — me expliquem que história é essa de vocês estarem namorando — Finn disse de braço cruzado.

– Polque a Ann pode namolar e nós não? — Christopher perguntou de braço cruzado igual o pai.

– É porque? — Charlie perguntou também, os dois arregalaram os olhos e se entreolharam, voltaram a olhar pro pai que estava ofegante, e sua expressão era de raiva.

– OPA — os dois disseram juntos e correram para o banheiro do quarto do mais novo, trancando a porta.

– RACHEL — Finn gritou e Rachel arregalou os olhos, parou as coisas que estava fazendo na cozinha e quando foi se virar pra ir até o andar de cima, levou um susto ao ver o marido já ali.

– Oi babe — ela disse forçando um sorriso.

– Que história é essa que a minha princesinha está namorando? — ele perguntou e ela engoliu em seco — eu avisei que não queria nenhum homem perto dela — ele disse entredentes.

– Amor, amorzinho, babe — ela começou manhosa passando a mão em seu peito — ela já tem 16 anos, ela ficou com medo de te contar — ela explicou com cuidado.

– Não importa, eu não quero ela perto de menino algum — Finn disse, ouviram o barulho da porta principal se fechando.

– Cheguei — Annie gritou da porta e antes que Rachel pudesse fazer algo, Finn já ia em direção a sala.

– ANNIE HUDSON BARBRA BERRY — ele disse assustando a filha.

– Papai — ela tentou algo, olhou pra mãe e percebeu que seu pai já sabia do que estava acontecendo.

– Que história é essa que você está namorando? — ele perguntou vermelho de raiva.

– Quem disse isso? — ela perguntou com medo do pai.

– Seus irmãos — ele respondeu.

– SUAS PESTES, VOCÊ ME PAGAM — Ann subiu correndo as escadas e parou no quarto do mais novo, os dois estavam lá e arregalaram os olhos ao ver a irmã com cara de raiva.

– A culpa foi dele — Charlie apontou Chris que ficou mais assustado.

– Você também falou — o mais novo gritou.

– Vocês vão ver — Annie disse e começou a correr atrás dos dois, que saíram do quarto descendo e foram para trás do pai que tinha os braços cruzados, Rachel se aproximou da filha.

– Você está namorando? — Ele perguntou duro, os filhos olharam para irmã, enquanto seguravam na calça do pai.

– Papai... — ela tentou dizer porém ele levantou a mão — sim... — disse de cabeça baixa.

– Rachel você sabia disso? — perguntou olhando a mulher.

– Sim, mas Finn, eu conversei com ela e ele... — Ela começou a dizer.

– Annie Hudson, você já perdeu a virgindade? — ele perguntou.

– O que é perder a virgindade Papai? — Christopher perguntou e tanto Finn quanto Rachel arregalaram os olhos, ela lhe lançou um olhar mortal — eu posso perder a virgindade também? — ele perguntou.

– Christopher Hudson você não pode perder a virgindade — Rachel disse.

– E a sua filhinha pode? — Finn perguntou nervoso.

– Se eu tiver perdido a virgindade o problema é meu — Annie disse e o pai começou a respirar com dificuldade.

– Rachel, amor, eu to vendo tudo preto, eu acho que vou... — foi a ultima coisa que ele disse, antes que seu corpo se chocasse ao chão.

– Ah meu deus Finn — Rachel chamou se aproximando do marido desesperada, seus filhos choravam.

– O papai morreu — Charlie disse chorando descontroladamente enquanto abraçava o irmão.

– Annie, liga pro Tio Noah rápido e liga pra uma ambulância também, chame a Clarissa e peça pra ela trazer um pano com alguém fria — Rachel disse pra filha que ainda estava parada achando que tinha matado o pai — vai — ela disse e a filha saiu correndo até o telefone — meu amor fala comigo — Rachel disse com a voz fraca, viu tudo rodar a sua frente — amor — disse antes de deixar o corpo perder as forças e cair sobre o do marido.

...

– Ele ta acordando — Santana falou ao ver o concunhado começar a abrir os olhos, ele fitou a latina e Kurt, cada um de um lado da cama — você deu um baita susto nos seus filhos — ela disse.

– Onde eu estou? — ele perguntou confuso.

– Você desmaiou — Kurt disse e ele pareceu lembrar de tudo o que havia acontecido.

– Cade minha filha? Cade a Annie? Ela realmente perdeu a virgindade? Eu preciso ir falar com ela — Finn disse tentando se levantar da cama, Santana o empurrou pelo peito e apontou o dedo na sua cara.

– Você vai ficar aqui Frank, ou a Snixx vai assumir e você vai ficar machucado, muito machucado — ela disse ameaçadora e ele se encostou nos travesseiros.

– Quem disse que eu queria sair? — ele falou rindo nervosamente — onde as crianças estão? — perguntou.

– Estão lá fora com o Blaine e o Jake — Santana disse, o ultimo era o filho mais velho do casal, já que a latina estava gravida de 5 meses do segundo filho — Sam e a Britt estão vindo pra cá — terminou de explicar.

– Cade a Rach? — ele perguntou já meio nervoso, pois não viu nem sinal da mulher.

– Ela desmaiou enquanto tentava te acordar, ela foi levada para fazer alguns exames, logo os enfermeiros já irão trazer ela de volta — Kurt explicou, a porta do quarto foi aberta e Rachel apareceu, estava em uma cadeira de rodas, a enfermeira a levou até o lado da cama de Finn, a baixinha tinha a aparência cansada e estava um pouco pálida, porém sorria.

– Oi amor — ela disse um pouco baixo.

– Babe, o que houve? — ele perguntou preocupado, acariciando seu rosto.

– Você começou a passar mal e desmaiou e consequentemente, eu passei mal também, por nervoso e outra coisa... — ela sussurrou a ultima parte, porém ele ouvi.

– Que outra coisa? — perguntou nervoso.

– Eu to gravida... — disse baixo e ele ficou confuso.

– O que? — perguntou, pois não tinha escutado.

– Eu to gravida... — falou baixo, porém um pouco mais alto que antes, mas ele continuou sem escutar.

– Amor fala mais alto — ele pediu já meio angustiado.

– EU TO GRAVIDA — Rachel gritou e todos colocaram a mão na boca, Finn ficou mais branco que papel.

– Amor, ta tudo escurecendo de novo, eu to vendo uma luz — ele disse olhando pro teto.

– Não vá pra ela Frank — Santana zombou e recebeu um olhar de fúria de Rachel, a baixinha voltou a olhar para o marido e deu pequenos tapas em seu rosto.

– Amor, para de drama, olha pra mim? — ela pediu e ele assim o fez — você não quer mais ter filhos comigo? — ela perguntou a ponto de chorar e Finn arregalou os olhos, sabia o quanto a mulher fiava emotiva quando gravida.

– Não é isso meu bebê, é só que eu to surpreso, você tinha dito que gostaria de parar após o Chris, só isso, mas, eu estou muito feliz por isso, você não tem noção — ele disse sorrindo e se curvou um pouco, colocando a mão sobre seu ventre, que já estava um pouco inchado, o que tinha passado despercebido por eles, como em todas as outras gestações, Puck adentrou o quarto com Chris no colo.

– Então você já contou pra ele que são dois? — Puck perguntou sorrindo e todos arregalaram os olhos.

– Minhas irmãzinhas — Chris disse sorrindo.

– Eu ia chegar lá Noah — Rachel disse entredentes e os dois olharam para Finn que já respirava com dificuldade.

– Opa, falei demais — os dois disseram ao mesmo tempo com cara de assustados.

– Ah agora eu descobri da onde essas crianças tiraram essa frase — Santana disse de braços cruzados e Puck sorriu cúmplice.

– Amor — Finn sussurrou ainda ofegante — dois? — falou no mesmo tom.

– Sim, gêmeas, eu já estou de quatro meses, então já deu pra ver no ultra — ela explicou de cabeça baixa.

– Ah deus, eu preciso de ar — Finn começou a se abanar e Chris se assustou.

– Mamãe o papai vai morrer? — perguntou já chorando e Rachel abaixou a cabeça, Finn suspirou e olhou a mulher, percebeu que a estava magoando.

– Não meu filho, o papai só está surpreso, porque você não vai lá fora brincar com seus irmãos e seus tios, enquanto eu converso com a mamãe? — ele perguntou e o filho assentiu saindo com os tios e deixando os dois sozinhos — deita aqui — ele pediu e ela fez que não ainda com a cabeça abaixada — deita amorzinho — pediu novamente manhoso e ela se levantou com um pouco de dificuldade da cadeira, ainda estava um pouco fraca, com a ajuda de Finn subiu na cama e se ajeitou, ele puxou sua cabeça de encontro a seu peito e passou a acariciar seus cabelos — desculpa — ele pediu e ouviu ela fungar.

– A culpa é minha, eu não deveria ter engravidado — ela disse com a voz embargada e ele se afastou para que poder olhar pra ela.

– Ei, eu estava ali, não foi culpa de ninguém, e se a culpa foi de alguém foi minha, lembra que eu pedi pra você parar de tomar remédio, continuamos fazendo sexo sem camisinha, porque você é minha mulher, a que eu amo, a mulher da minha, se nós tivermos mais filhos, eu vou cada vez mais ficar mais feliz, eu já sou o homem mais feliz do mundo e você não tem noção da minha alegria por ter mais duas princesas na minha vida, eu já amo elas mais que tudo, amo a Annie, amo o Charlie, amo o Christopher e amo você, você é minha vida Rach, eu nunca iria me arrepender de ter um filho com você — ele disse secando as lágrimas que escorriam por seu rosto, ela sorriu.

– Eu te amo — foi tudo que disse e se aproximou encostando seus lábios e começando um beijo calmo, ouviram um pigarro e afastaram os rostos, fitando a porta.

– Eu posso entrar? — Annie perguntou tímida e Finn assentiu.

– Seja compreensivo com ela — Rachel sussurrou para ele, voltando a deitar a cabeça em seu peito.

– Eu queria conversar como senhor papai — ela disse de cabeça baixa, ainda perto da porta, olhou para o pai que fez sinal para ela com a mão, Annie se aproximou e se sentou na ponta da cama.

– Eu só peço que você seja sincera — Finn falou encarando a filha.

– Pai, eu queria te falar, o Lucas tentou... — Annie colocou o nome na boca ao perceber que tinha falado mais do que deveria.

– Lucas? Lucas Evans? O filho do padrinho do Christopher? — ele perguntou elevando o corpo um pouco pra frente, ela apenas assentiu com a cabeça — me diz que você ainda é virgem, por favor — ele pediu de olhos fechados.

– Eu ainda sou virgem — ela disse e ele soltou todo o ar dos pulmões.

– Nossa, meu coração voltou a bater agora — ele disse voltando a se encostar e recebeu um tapa de Rachel — mas Ann, seja sincera com o papai, porque você não me contou? — ele perguntou.

– Pai, eu queria te falar, mas eu tinha medo da sua reação, medo que fosse do jeito que aconteceu hoje, você quase morreu do coração e a mamãe passou mal, tinha medo que você não quisesse mais ser meu pai — ela disse com lágrimas nos olhos, e Finn pegou em sua mão a puxando para mais perto.

– Nunca meu bebê, você é a minha princesinha, nem a pior das coisas que você fizesse, poderia fazer eu não querer mais ser seu pai, eu te amo filha — ele disse e ela começou a chorar, Finn a puxou delicadamente de deitando ao seu lado, sorte dele que a cama era um pouco grande e Annie e Rachel pequenas, abraçou uma de cada lado, Rachel deu a mão para a filha sobre a barriga de Finn e ficaram em um silêncio confortável, até a porta se abrir, Charlie aparece com Christopher, os dois cruzaram os braços.

– Momento família e não chamam — Charlie disse emburrado e Chris fez biquinho.

– Venham aqui amores — Rachel chamou e os dois correram até a cama, ficando deitados sobre o pai, Finn olhou cada um deles sorrindo.

– Eu amo vocês, as 6 pessoas que me fazem ter um motivo pra viver — Finn disse sorrindo, sim, eles eram a razão de viver.

Notas finais
Bem, o próximo é o último, prometo hahahaha Até lá, beijos...