How Deep Is Your Love

21 How Deep Is Your Love


Notas iniciais
Bom, eu disse que iria postar ontem a noite, mas eu dormi hahahaha Então cá estou eu, postando esse último capítulo pra vocês, bem gente, eu não sei explicar o meu sentimento ao terminar essa fic, eu chorei escrevendo esse capítulo ontem, porque sinceramente, eu vou sentir muita falta de escrevê-la, eu posso dizer que ela foi a que mais me ajudou até agora em relação ao Cory, porque mostrou bastante sobre o significado do amor nessa fic, o amor que a Rachel sentia pelo Finn, nunca acabou, mesmo ele não se lembrando dela, e acho que isso funciona um pouco para a história de Monchele, pois como a Lea sempre diz, ela sente falta dele, todos os dias, e que mesmo ele não estando aqui ela sempre vai amar ele, não importa o que as pessoas digam, ela sempre vai ama-lo, e acho que é assim que temos que ficar também, sempre amá-lo, pois como eu sempre digo, Cory Monteith nos ensinou muito, eu tenho a alegria de dizer que eu tive a oportunidade de "conhecer" ele, ver o quão bom ele era, há uma frase dele que deve se aplicar não só a nós Montourage, mas a todas as pessoas desse mundo. "O Amor é como se manter vivo, mesmo depois que você já se foi." Eu agradeço a vocês por terem me dado a oportunidade de escrever essa fic, ela foi muito importante pra mim, muito mesmo e não tenho palavras pra descrever o quão feliz eu fiquei enquanto a escrevi, obrigado. O resto dos agradecimentos individuais estarão nas notas finais. Boa Leitura, eu espero que curtam este último capítulo...

4 meses depois

Fazia uma semana que Nicolas, o filho mais novo dos Puckerman, havia nascido, Finn saiu do banheiro derrotado, Puck tinha tirado férias do filme, porém ele continuava trabalhando e em dobro, já que o diretor tinha decidido gravar todas as cenas que o envolvessem, estava destruído, só queria sua cama, seu travesseiro e seu cobertor, porém foi outra coisa que encontrou, Rachel estava sentada passando creme na barriga que estava exposta, graças a um baby doll que era aberto na barriga, sabia que o ponto fraco do marido enquanto ela estava grávida era sua barriga, porém o rapaz estava tão cansado que seguiu até o closet pegando uma boxer, voltou e se jogou na cama, com a cabeça virada pro outro lado.

– Amor vem cá — ela pediu manhosa e ele se virou um pouco, para que pudesse olhá-la.

– Oi babe — ele falou.

– Eu to com saudades de você — ela disse manhosa se aproximando.

– Eu também amor, eu to tão cansado — ele disse já fechando os olhos.

– Finn Hudson — ela disse brava e ele abriu os olhos.

– Que eu fiz? — perguntou preocupado.

– Eu to aqui toda pronta pra você e você me diz que ta cansado? — ela perguntou irritada.

– Amor, eu to cansada, a minha dor de cabeça está voltando, eu prometo que quando eu estiver mais relaxado... — ele começou a dizer e ela começou a chorar.

– Você não me quer mais, porque eu to gorda, a culpa é tua, por ser burro, mas ter esperma esperto, sai daqui, eu não quero te ver nunca mais — ela disse o empurrando da cama.

– Amor, para com isso, você sabe que não é isso — ele disse já da porta, sabia que ficar perto da esposa em um momento desses não era bom.

– Sai — ela gritou pegando um vaso de flor, ele fechou a porta e deu pra ouvir o barulho do vidro se chocando com a mesma e quebrando, Finn fechou os olhos suspirando e assim que os abriu viu Christopher segurando seu ursinho e coçando os olhos.

– Papa, polque a mamãe ta glitando? — perguntou e Finn ficou sem saber o que responder.

– É por que... Por que... — ele não conseguia achar a palavra — porque eu não quis brincar com ela — disse fechando os olhos e pensando em quão idiota era aquilo que havia inventado.

– Polque você não quer blincar com a mamãe? — ele perguntou ainda com voz de sono.

– Porque o papai ta cansado, porque você não vai lá brincar com ela? — ele perguntou ao filho que pareceu ficar mais acordado.

– Eu vou buscar meus blinquedos — ele disse voltando pro quarto, Finn se encostou na parede do corredor, e suspirou, Annie saiu de seu quarto enrolada em seu robe.

– O que você fez? — ela perguntou ao pai.

– Eu... — ele não conseguia falar.

– Você negou sexo a ela? — Annie perguntou e ele arregalou os olhos — qual é pai? Você acha que eu não sei, eu a ajudei a se arrumar — a garota falou.

– Eu to cansado demais e minha cabeça está doendo — ele disse passando a mão pelo rosto.

– Porque não vai pro escritório, toma um remédio e eu vou tentar falar com ela — Annie falou e ele assentiu, desceu as escadas e foi direto para o escritório, sabia que nenhum remédio faria aquela dor de cabeça passar, se sentou na cadeira que ficava atrás de sua grande mesa de madeira e mármore, abriu uma gaveta da mesma, e pegou um álbum de foto, abriu o mesmo e havia muitas fotos de Finn e Rachel juntos na adolescência antes do acidente acontecer, fechou os olhos sentindo a dor piorar, odiava quando aquilo acontecia, já havia passado 16 anos e ele não conseguia lembrar de tudo que havia acontecido em sua vida, sempre iria ter aquele buraco e por mais que ele insistisse em tentar lembrar algo, aquela era a verdade, ele não iria lembrar de tudo, seriam poucas as coisas, encostou a testa na mesa.

– Você sabe que se nós cairmos daqui é morte certa? — ela perguntou.

– Pelo menos morreremos juntos — ele disse sério, o que fez ela gargalhar, levou a mão até o rosto do rapaz e acariciou seu rosto — se morrermos juntos, significa que eu cumpri minha promessa de passar o resto da minha vida ao lado da mulher que eu amo — ele disse e ela sorriu emocionada.

– Eu te amo — ela disse e ele se aproximou roçando seus lábios.

– Eu te amo — ele repetiu e ele encostou seus lábios, começando um beijo calmo.


– Amor, isso é tortura — ouviu a voz que tanto o acalmava e levantou a cabeça a fitando, Rachel estava usando um moletom — você sabe que ver fotos faz sua dor piorar — ela disse e ele sorriu de lado, fez sinal para ela vir até ele.

– Me perdoa? — ele pediu entrelaçando sua cintura.

– Não tem pelo que te perdoar, você está cansado, está com dor de cabeça, me perdoa por estar tão explosiva e sentimental nós últimos dias — ela disse acariciando seu rosto e ele sorriu.

– Não tem problema — ele disse e selou seus lábios, se levantou e pegou a mulher no colo a fazendo gargalhar, ela encostou a cabeça em seu peito — está com soninho? — ele perguntou e ela assentiu.

– Me nina? — pediu manhosa.

– Claro — ele disse dando um beijo no topo da sua cabeça.

...

Era 04h44min da manhã, Finn estava no oitavo sono quando sentiu a mão pequena da esposa lhe cutucando o rosto.

– Oi — ele disse ainda sem abrir os olhos.

– Amor, acho que eu to entrando em trabalho de parto — ela disse.

– Legal amor — ele disse se mexendo na cama e virando pro outro lado, sorriu, e de repente abriu os olhos os arregalando, se sentou na cama em um salto, fitando Rachel sentada na cama — Ah meu deus, vamos lá amor, respiração de cachorrinho — ele disse começando a respirar igual um cachorro e ela começou a rir.

– Amor, quem pode estar possivelmente parindo aqui, sou eu — ela disse se levantando da cama — pega as malas rosa no quarto da Sophie e da Melanie — ela disse e ele saiu correndo, Rachel vestiu apenas seu robe e logo Annie apareceu no quarto parecendo o pai de tão nervosa — filha calma, eu to bem — ela respondeu e Finn apareceu no quarto correndo, quase caiu quando entrou — amor calma — ela disse a ele.

– Amor, você ta parindo — ele disse nervoso.

– Tudo bem, respiração de cachorrinho amor — ela disse fazendo para ele que começou a imitá-la.

– Vamos logo — Annie disse ajudando a mãe a sair do quarto.

– Vamos, eu te amo — ele disse a Rachel e lhe deu um selinho demorado.

– Eu te amo — ela repetiu sorrindo.

...

Finn adentrou a casa praticamente dormindo, Annie e Rachel vinham abraçadas.

– Desculpa te acordar princesa — Rachel disse a filha.

– Tudo bem mãe — ela disse dando um beijo no rosto da mãe e a ajudando a subir as escadas.

– Ninguém me pede desculpas, por me acordar as 04h40min da manhã, sendo que estava tudo bem — Finn sussurrou e subiu as escadas, se jogou na cama e fechou os olhos, o sono veio rapidamente.

...

Finn abriu os olhos ao sentir alguém lhe cutucando.

– Amor — Rachel falou manhosa.

– Oi babe — ele disse e fechou os olhos.

– Eu to com desejo — ela disse mexendo ele.

– De que bebê? — ele perguntou.

– Jiló com abacaxi e... Cupcake azul da Carlos — ela disse animada.

– Amor, você sabe que a Carlos vai estar cheia hoje, vai estar lotada, além de ser em New Jersey — ele disse já de olhos abertos e viu os olhos da esposa se enchendo de lágrimas — não não, eu to indo bebê, daqui a pouco eu volto ta — ele disse antes que ela começasse a chorar, se levantou, pensou em ir trocar de roupa, porém lembrou que nem tinha tirado antes, deu um beijo em Rachel e saiu de casa.

Já era mais de meia noite quando Finn chegou em casa, apenas com o jiló e o abacaxi, a Carlos já estava fechada quando ele chegou lá, Rachel iria querer matá-lo, porém ele sabia de alguém que poderia ajudá-lo.

"Você ta fudido."Puck falou assim que atendeu o telefone, Finn podia ouvir o choro de Nicolas, e os gritos de Santana, lhe xingando em espanhol.

"O que eu fiz?" Ele perguntou enquanto ouvia o filho recém nascido do casal se esgoelar de tanto chorar.

"Era a primeira vez que ele estava dormindo a tanto tempo e você liga, ele acordou."Puck disse e bocejou. "Santana mandou falar que você é um cara morto e o Jake apoiou." Puck falou.

"Realmente eu sou, sua irmã ta com desejo de jiló com abacaxi e Cupcake azul."Finn disse passando a mão no rosto.

"Jiló? Sério?" Puck perguntou.

"Sério, isso eu consegui, mas o Cupcake azul não, e eu preciso da sua ajuda pra fazer."Finn disse e Puck começou a rir.

"Cara, eu não sei fazer isso." Ele disse.

"Por favor, eu vou morrer se não aparecer com um Cupcake azul no quarto."Ele disse e sorriu ao ouvir o amigo bufar.

"Ok, nós estamos indo, sim Santana, NÓS.”Puck disse antes de desligar causando risada no cunhado.

Finn foi até o escritório e ligou o computador para poder pegar alguma receita de cupcake, assim que conseguiu uma que parecia boa, foi até a cozinha e separou alguns ingredientes, uma mensagem chegou em seu celular, avisando que os Puckerman's já estavam lá, foi até porta e assim que a abriu, uma Santana mal humorado adentrou sua casa, ao lado de Jake que praticamente dormia em pé e Puck que trazia o bebê conforto, onde Nicolas agora dormia.

– Sobe lá cara — Finn disse tocando o ombro do sobrinho, que subiu as escadas praticamente se arrastando.

– Eu não posso ir também? — Puck perguntou sonolento.

– Se eu ficar aqui, você também vai — ela disse irritada e ele colocou o bebê na sala e foi até a cozinha junto com os dois, afinal tinham que fazer um Cupcake azul.

...

Finn abriu a porta do quarto devagar, Santana e Puck entraram juntos com o grandão, Finn colocou a bandeja na cama e se aproximou da esposa que dormia tranqüilamente, deu um beijo em seu rosto e ela sorriu.

– Eu trouxe o que você pediu — ele disse e quase caiu da cama de tão rápido que ela levantou.

– Desculpa amor — ela disse lhe dando um selinho, olhou o irmão e a amiga ali — o que vocês estão fazendo aqui? — perguntou.

– Seu marido estava meio desnorteado e nós viemos ajudá-lo — Puck disse sorrindo e Rachel sorriu de volta.

– Obrigado — ela disse aos três — agora cadê as coisas que eu pedi, eu to salivando de tanta vontade de comer — ela disse passando a língua pelos lábios, Finn lhe entregou a bandeja, e ela começou a comer o jiló com o abacaxi, enquanto os três ali quase vomitavam, se arrumou na cama parecendo incomodada com algo e com a mão tremendo abriu o prato que estava tampado, sorriu com um pouco de dificuldade, o que passou despercebido pelo marido e os outros dois, pegou o Cupcake e assim que deu a primeira mordida, fez uma careta.

– O que foi? Está ruim? — Finn perguntou preocupado e ela deixou o bolinho cair na bandeja, com cuidado, ergueu a coberta e concluiu o que estava achando, sua bolsa tinha estourado, ela estava entrando em trabalho de parto.

– A... Bolsa... — foi tudo que ela conseguiu dizer antes de gritar por conta da dor, o desespero invadiu o corpo do três ali.

– Ah meu deus, ela está em trabalho de parto — Finn disse desesperado — Amor, lembra respiração de cachorrinho — ele disse fazendo aquilo e ela imitou — Ah meu deus o que eu faço? — ele perguntou desesperado, para Santana que já estava ao seu lado, ela depositou um tapa com força em seu rosto.

– Se controla, você já teve 3 filhos — ela disse enquanto Puck corria até o quarto das gêmeas e pegava as bolsas delas — pega ela e vamos pro carro, amor você fica aqui com as crianças, liga pro Kurt e pro Blaine e vai pro hospital — A latina disse ao marido ao vê-lo voltar com as coisas, ele assentiu e ela desceu as escadas correndo enquanto Finn, descia do mesmo jeito, porém com uma Rachel gritando em seu colo.

– Calma amor, vai dar tudo certo — ele disse enquanto ela gritava cada vez mais.

...

– Oi, minha amiga ta entrando em trabalho de parto, e como esse era o hospital mais perto, nós viemos aqui, ela está grávida de gêmeas — Santana disse tudo apressadamente, enquanto Rachel respirava com dificuldade.

– Tudo bem você precisa preencher isso aqui — O enfermeiro disse entregando uma prancheta a Santana.

– E você acha que eu tenho tempo pra isso? — Ela disse jogando a prancheta pro alto.

– Senhora, você deve... — ele começou a dizer.

– AHHHHHHHHHHHH... — Rachel e Finn gritaram juntos.

– ELA TA TENDO OS BEBÊS — ele gritou enquanto ela ficava cada vez mais vermelha e gritava cada vez mais.

– Vão por ali — ele disse nervoso apontado um lugar para eles que seguiram correndo pra lá, duas enfermeiras vieram com uma cadeira de rodas para poder levar Rachel para a sala de parto, enquanto Finn e Santana se preparavam.

...

– EU NÃO AGUENTO MAIS — Rachel gritava enquanto empurrava, Finn estava de lado segurando sua mão, enquanto Santana estava do outro fazendo o mesmo.

– Vamos Rachel, empurre — a médica disse, enquanto ela se esforçava o máximo possível.

– NÃO SAI — Ela gritou de novo — EU TE ODEIO FINN, A CULPA É SUA, VOCÊ NUNCA MAIS VAI POR UM DEDO EM MIM — ela gritava cada vez mais alto, e apertava cada vez mais a mão do marido.

– Já estou vendo a cabeça, mais um pouco Rachel — o médico disse e ela forçou mais um pouco, logo um choro aguda foi ouvido, o médico tirou a menininha que ainda chorava descontroladamente, deixando os pais emocionados — vamos lá Rachel, precisamos empurrar mais agora — ele disse e assim ela fez, porém parecia que estava mais difícil — empurre Rachel — o médico pediu.

– VOCÊ QUER TROCAR? — ela perguntou irritada e ele fez que não com a cabeça.

– Mais um pouco — o médico disse e Rachel gritou mais uma vez, antes de relaxar o corpo, outro choro foi ouvido e o médico ergueu a outra filha do casal, que mesmo estando sujinha, era percebível sua semelhança com o pai.

– Eu disse que ia dar tudo certo — Finn disse tirando um cabelo da testa molhada de Rachel, enquanto ela sorria, ainda um pouco ofegante.

– Mamãe — a enfermeira disse segurando as duas menininhas nos braços, Rachel sorriu entre as lágrimas e Finn pegou uma das duas, enquanto a enfermeira colocava a outra sobre Rachel.

– Eu te amo — ela disse olhando o marido que se abaixou um pouco para que ela pudesse olhar a filha.

– Eu também te amo — ele disse sorrindo enquanto acariciava o rosto da filha.

...

– Elas são tão lindas — Santana disse, ela, Kurt, Blaine e Puck estavam juntos de Finn admirando Sophie e Melanie que estavam no berço ao lado da cama de Rachel, que ressonava tranqüilamente, a enfermeira tinha acabado de levar as gêmeas para junto da mãe, que acabou dormindo.

– Elas são perfeitas — Finn disse como pai bobão que era, Sophie começou a chorar e Rachel acordou, Finn pegou a filha e começou a niná-la, enquanto a baixinha, assim como os outros ali, admiravam a cena, as crianças adentraram o quarto gritando, principalmente Christopher, o que acabou fazendo Melanie acordar, Rachel pegou a filha, e começou a niná-la, enquanto os filhos ficavam em volta dela e do marido conhecendo as irmãs, enquanto os tios babões imitavam voz de crianças pra chamar a atenção das recém nascidas, sim eles realmente tinham uma família louca.

...

5 meses depois

Finn e Rachel estavam cada vez mais felizes, a vida do casal não poderia estar mais perfeita, Finn finalmente havia parado de gravar o filme junto de Puck, Rachel recebeu um convite pra protagonizar um filme de romance musical, o que causou uma briga entre eles, porém tudo ficou perfeito quando Finn foi contratado para ser o par romântico da esposa. Eles haviam resolvido tirar umas férias com toda a família, isso incluía os Puckerman's, os Anderson's, os Evans, os pais de Finn e os pais de Rachel, eles iriam para a Carolina do Norte, na verdade já estavam lá, Rachel estava se arrumando para o jantar da primeira noite, Finn estava sentado na cama do quarto dos dois, esperando a esposa, ele perdeu o fôlego assim que ela saiu.

– Você está linda – ele disse levantando e indo até a esposa, ela usava um vestido preto um pouco acima dos joelhos e um scarpin preto, na opinião de Finn, nem parecia que ela já havia tido cinco filhos, continuava com o mesmo corpo perfeito.

– Você também esta – ela disse, ele estava usando um jeans, camiseta social e uma blusa de couro.

– Eles disseram que vão estar no restaurante – Finn avisou enquanto os dois saiam do quarto.

– E as crianças? – Rachel perguntou preocupada, odiava ficar longe dos filhos, ainda mais agora que também havia Sophie e Melanie.

– Fica tranqüila, o Kurt e o Blaine estão cuidando delas – Finn disse e ela sorriu, os dois foram até o carro, onde Finn abriu a porta do banco de trás, logo entrando também, o motorista começou a ir para onde havia sido instruído, o caminho foi cheio de sorrisos, carinho e beijos.

O carro parou na beira da praia e os dois estranharam.

– Cody porque estamos aqui? – Finn perguntou confuso.

– Ordens da senhorita Lopez – ele disse descendo do carro e abrindo a porta para os dois, Rachel tirou os sapatos assim como Finn e foram para a areia, havia algumas placas que indicavam para onde eles tinham que ir e depois de andarem um pouco, havia uma ultima placa.

Chegaram a seu destino!!! Façam um bom passeio.

Santana, Puck, Kurt, Blaine, Sam, Britt, seus pais, seus sobrinhos e seus filhos amados...


Os dois riram ao ler o ultimo, havia uma seta que apontava para o píer que havia ali, havia um iate ali e assim que chegaram um homem fardado veio até eles.

– Bem Vindos ao Romeu e Julieta – ele disse cumprimentando os dois que sorriram como resposta, foram para frente do barco, que logo começou a se movimentar.

– Não acredito que eles fizeram isso – Rachel disse rindo e tomando o champanhe que Finn tinha aberto.

– Acho que eles queriam nos dar um descanso, não que ficar sem minhas princesas, Charlie e Chris seja bom – ele disse com cara de pai protetor.

– Eu também não queria isso, mas é só uma noite amor, faz tanto tempo que não ficamos sozinhos assim – ela disse já começando a abrir sua camisa social.

– Eu estava morrendo de saudades disso – ele sussurrou perto de sua orelha e ela se arrepiou toda.

– Eu também, mas eu quero dançar – ela disse se afastando e indo até o aparelho de som que havia ali, sorriu ao ouvir a música que começou a tocar.

I know your eyes in the morning sun
I feel you touch me in the pouring rain
And the moment that you wander far from me
I wanna feel you in my arms again


Se aproximou dele encostando seus corpos, começou a se movimentar lentamente envolvendo os braços envolto seu pescoço, enquanto ele a abraçava pela cintura.

– Eu me lembrei – ele disse baixo e ela ficou confusa.

– Do que? – perguntou.

– Do que aconteceu quando eu fiquei apagado – ele disse e ela ficou mais confusa ainda – pode parecer coisa de louco, mas você estava lá – ele disse acariciando o rosto da esposa – eu disse, eu não quero te perder e você disse, você não vai, nunca, digamos que você cumpriu sua promessa — ele disse sorrindo e ela sorriu também.

– Foram os piores dias da minha vida, eu achei que você fosse morrer — ela disse com a voz embargada.

– Mas eu não morri, eu estou aqui, e sempre vou estar, a mãe dos meu filhos, a mulher da minha vida — ele disse encostando suas testas.


And you come to me on a summer breeze
Keep me warm in your love then you softly leave



– Você é minha vida — ele disse roçando seus lábios.

– E você a minha — ela disse e encostou seus lábios começando um beijo calmo.

Uma história de amor que sofreu complicações, teve momentos ruins, porém o amor foi mais forte, um amor profundo, capaz de qualquer coisa para manter aquilo intacto, um amor que colocou em risco a saúde e a vida dos dois, porém se ficassem separados isso sim, iria prejudicar eles. Existem vários tipos de amor... Amor doce, amor fundo, amor do tamanho do mundo, amor que aumenta a cada segundo, amor gostoso, amor perigoso, amor de alma, amor que intimamente acalma, mas não existe coisa mais forte e poderosa que o amor verdadeiro e é isso que os dois viviam, um amor verdadeiro e profundo.


And it's me you need to show how deep is your love
Is your love, how deep is your love
I really mean to learn
Cause we're living in a world of fools

Notas finais
E How Deep Is Your Love chegou ao fim!! Vamos lá, eu gostaria de agradecer a todos que comentaram, todos mesmo, gostaria de agradecer a Cory On Heaven, ao Robbie Supptiz, a Jujuba Gleek, Caroliis, a Paty Zampier, Lady Deluxe, Lubs, Bia Monteith, a Luna, Eveline Cardoso, Justawriter, GabiAndrade0905, Elaine Talevi, Raphilds, Bianca Ramos, Ninha e Nati, vocês foram as pessoas que comentaram HDIYL até o ultimo cap que postei e bem, foi por vocês que eu escrevi essa fic, e é por vocês que irei continuar escrevendo. E Ah sempre aquelas pessoas que há um agradecimento, como por exemplo... Robbie Supptiz que sempre está me ajudando, seja com o smut, seja com a sua opinião, posso dizer que você virou um grande amigo, sempre que eu to mal e conversamos, você sempre me ajuda, eu sempre fico melhor, obrigado por ter me ajudado quando eu quis parar de escrever, por acompanhar mais uma fic minha, por recomendar ela e por sempre estar me incentivando pelos comentários, obrigado... A Paty Zampier, que é uma das minhas melhores amigas, que brigou comigo quando eu disse que ia parar de escrever, mas depois me convenceu do contrário, a amiga que revira os olhos quando falo que tenho uma ideia, mas que fica ansiosa pra saber como é, obrigado por tudo de verdade, obrigado por me incentivar a escrever essa fic, por acompanhar, comentar e recomeda-lá, valeu miga... Bia Monteith, a amiga que eu conheci por comentar minhas histórias, a amiga que conheci pelo nyah e hoje não fico um dia sem falar pelo Whats hahaha obrigado por acompanhar minhas fics, e por falar pra mim não ficar triste quando o assunto é o Cory, obrigado de verdade, você virou uma grande amiga e que venha junho/julho pra gente se conhecer kkkk obrigado... Ah Cory On Heaven que sempre comenta coisas realmente engraçadas kkkk obrigado... Ah Eveline que recomendou minha fic, amei sua recomendação de verdade... Ah Caroliis que está acompanhando TODAS minhas fics hahaha obrigado... Ah GabiAndrade0905 que me deu uma ideia maravilhoso, nem sei como te agradecer, obrigado... Ah Nati, que eu esqueci de agradecer a recomendação, mas vou agradecer aqui hahaha obrigado linda... Bom, esse capítulo foi dedicado a todos vocês, não só a esses em especial, mas a todos vocês, os leitores que comentam e os fantasmas, se eu esqueci alguém mil desculpas, obrigado gente, de verdade... Eu não paro não viu, aqui já ta o link de uma nova história, que postei agora kkkkkk espero que vocês gostem dela... http://fanfiction.com.br/historia/501391/Could_Be_Another_Chance/ Aqui me despeço dessa história que me ajudou tanto, espero vocês em outras fics, obrigado por tudo!!! Cory Monteith 1982 - 2013 Finn Hudson 1994 - 2013 Essa foi por você Cory... Te amo grandão :')
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!