Horizonte Eterno

1 Capítulo 1 - O Mundo Abaixo de Drakroth


Por centenas de anos o reino de Drakroth ficou preso em uma impiedosa guerra contra Alidomani, um povo que invadiu o continente pelo leste e logo cresceu sua influência atrás da cordilheira Eslie, dividindo o continente em duas forças principais ao sulete do continente de Stehvor.

Essas forças ficaram presas numa duradoura guerra que pendeu para ambos os lados diversas vezes, sendo finalmente encerrada apenas a sete anos atrás.

Íssák Alidomani, o rei que em sua juventude se mostrou um grande estrategista, teve um trágico fim em seu reinado com decisões controversas em seus últimos anos. Isso permitiu a aproximação de uma poderosa geração Drakrothiana, liderada pelo lendário general Johan Altair e o comandante Talin Aeron.

Após setecentos anos de inimizade com Drakroth, o reino de Alidomani teve a cabeça de seu rei ceifada pelo jovem comandante do reino do sul. A derrota de Alidomani culminou no fim da maior guerra entre dois reinos da história do continente.

Johan e Talin tiveram seus nomes marcados como os maiores inimigos daquele local que mesmo derrotado, não pôde ser conquistado. Não só pela resistência de sua população, mas pelo repentino aumento de monstros que surgiu atacando os dois reinos fragilizados pela guerra, impedindo que eles pudessem se reestruturar de forma eficiente.

Graças ao crescente surgimento de monstros pelas estradas e rios, Drakroth e Alidomani vieram a perder qualquer suporte possível de reinos vizinhos e aliados que sempre tinham de lidar com diversas criaturas pelo caminho. Com o passar dos anos, os dois reinos mais poderosos foram isolados e enfraquecidos a um nível indescritível.

Drakroth tão orgulhosa de suas muralhas no passado, agora enfrenta constantes ataques de monstros que encontram brechas para invadir as cidades do reino.

Mesmo a capital tão segura um dia agora é intimidada pelo surgimento de grupos de monstros atacando a população. Entretanto, enquanto as tropas do reino se empenham ao máximo em conter o avanço, Talin, o comandante que matou o rei Issák se esforçou em descobrir o que estava causando a coalizão de monstros.

Estudando sobre o comportamento deles, o Aeron buscou entender a causa e sua busca por respostas o levou a um lugar ainda não explorado durante a guerra: o subsolo da capital.

Nos livros mais antigos de história contam que Drakroth foi construída sobre ruínas de uma antiga civilização, e lá era o único lugar que não foi investigado pelo seu difícil acesso.

Desde sua conclusão, há três semanas, Talin pediu a Johan para montar um grupo capaz de o auxiliar em sua busca por respostas, e o general concordou reunindo valentes guerreiros que pudessem ajudá-lo.

Agora, ao meio-dia frente ao quartel das tropas estão todos reunidos para a missão que pode salvar a capital. Sobre uma plataforma de pedra branca em frente ao quartel, três pessoas são observadas pelos valentes guerreiros.

— Eu sou Talin Aeron, um dos comandante de Drakroth e aquele que pediu a Johan para reunir vocês aqui — o comandante abriu o discurso com seu tom formal e frio, acompanhado dos olhos verdes que parecem brilhar conforme observa a pequena quantidade de guerreiros — Antes de nos atirarmos nos perigos, quero repassar a causa dessa missão para vocês.

Talin é um homem de presença imponente e olhar calculista, com longos cabelos prateados e olhos verdes intensos que transmitem frieza e precisão. Sua expressão raramente se altera, refletindo alguém sempre no controle da situação, como se estivesse constantemente antecipando os movimentos ao seu redor.

Ele veste uma armadura verde musgo com detalhes dourados e brancos, combinando resistência com nobreza. Uma capa branca cai sobre seus ombros, reforçando sua imagem de comandante com 1,76 m de altura.

— Nesses últimos anos uma quantidade absurda de monstros suprimiu Drakroth como nunca antes na história, não só impedindo ajuda de fora, mas impedindo que possamos sair.

E quando ele citou isso, seus olhos se voltaram para dois elfos entre os guerreiros. Esses chegaram há pouco mais de um ano e estão aprisionados em Drakroth desde então.


— Durante minhas investigações descobri uma quantidade anormal de mana escapando do solo, uma mana maligna e distorcida.

Talin deu um passo adiante atraindo mais para si as atenções e observando o comportamento daqueles que vão segui-lo nessa missão. Já buscando entender as pessoas que vão trabalhar com ele.

— Algo lá embaixo está atraindo esses monstros — implacável, Talin já fora testado demais para hesitar em qualquer informação que fosse passar — Drakroth foi criada sobre outra civilização…! Enquanto estávamos em guerra com Alidomani, esse algo lá embaixo despertou e está atraindo para cá.

Ele fechou o punho direito e o apontou em direção à sua equipe.


— Ao encontrarmos essa coisa e a destruirmos, Drakroth será livre novamente — fechou seu discurso.

Ele recolheu seu punho observando um silêncio inquietante entre os membros da expedição, mas não deixou eles refletirem demais sobre o assunto.

— Agradeço ao lendário general por me dar ouvidos — ele voltou a falar apenas para dar espaço ao lendário herói de Drakroth.

Johan abre um sorriso amigável para Talin, diferente do comandante sua postura é muito mais amistosa. Caminhou até o lado do Aeron.

— Eu sou o General Johan Altair, apesar de já me conhecerem.

Ele sabe o poder do seu nome, assim como o quão distante sua fama se expandiu.

— Agradeço a todos por terem aceitado essa difícil tarefa — o general sorri confiante, abrindo os braços — Queremos averiguar se a solução para esse problema realmente está lá embaixo, e é por isso que apenas vocês foram chamados.

Johan possui cabelos lisos, curtos e bem penteados. Alguns fios brancos denunciam a idade que começa a chegar, mas o castanho ainda domina, assim como em seus olhos e na barba cuidadosamente aparada.

As cores de Drakroth fazem parte de sua identidade. Sua armadura negra com detalhes dourados reflete a imponência de seu título, enquanto uma elegante capa branca cai sobre os ombros. Algumas joias de ametista completam o conjunto, discretas, porém marcantes. 1,85 m de altura.

— Como se trata de uma missão no subsolo, o tamnho das áreas em que vocês estarão deverá variar, por isso, temos aqui uma pessoa que será peça central para essa expedição — Johan levou seu olhar para a terceira pessoa na plataforma.

Essa caminhou até o seu lado

— Quer se apresentar?

— Pode deixar comigo, senhor — após sorrir, a mulher levou toda a atenção para seus companheiros fora da plataforma — Eu me chamo Lena Barret. Farei o que puder para ajudar a todos.

Lena Barret possui uma aparência serena e acolhedora, com longos cabelos castanhos que caem de forma suave sobre os ombros e costas, emoldurando seu rosto delicado. Seus olhos castanhos transmitem calma e inteligência, enquanto uma pequena pinta abaixo do olho esquerdo adiciona um charme sutil à sua expressão gentil, que parece sempre carregar um leve e tranquilo sorriso.

Ela veste trajes elegantes em tons de branco com detalhes dourados e marrom, combinando leveza e sofisticação. O tecido fluido de suas vestes, junto à capa e aos adornos refinados, reforça sua presença como alguém ligada à magia e ao conhecimento, enquanto o cajado que carrega e o símbolo místico ao seu lado sugerem domínio arcano e uma aura de equilíbrio e sabedoria.

1,65 de altura.

— Muito bem — Johan leva uma mão ao ombro dela, sendo breve agora — Lena manterá todos vocês seguros e Talin os levará até nosso objetivo. Quaisquer dúvidas se dirijam a eles.

— Você não vem conosco? — um homem alto, careca e de pele escura perguntou. Em suas costas um grande machado.

— Não posso sair da capital, nunca se sabe quando os perigos vão surgir aqui — a observação de Johan fez o homem ficar reflexivo — Mas não se preocupem. Talin e Lena têm o necessário para conduzir essa exploração.

A declaração fez o grupo focar-se nas duas figuras na plataforma, enquanto o general dedicou sua atenção a duas das guerreiras que mantiveram a atenção sobre ele.

O sorriso confiante do general foi apaziguador para elas: Elise Altair, a jovem de cabelos ametistas e Lilith X, uma liberta de chifres escuros e longos cabelos vermelhos. Seus olhos se encontram, mas nenhuma palavra é trocada.

Logo, algumas perguntas foram colocadas à mesa pelos guerreiros.

Inicialmente Johan respondeu a todas, mas pouco a pouco deixou esse espaço para Talin e Lena, afinal, eles quem realmente tomarão as decisões ali.

Na pequena junção de guerreiros, três trios foram criados fora a liderança composta por Talin e Lena.

— Nosso objetivo é terminar essa expedição dentro de 8 horas, peço para que se esforcem ao máximo e não baixem a guarda. Não sabemos o que vamos encontrar — o comandante encerra assim as explicações.

Sob suas ordens cada membro da equipe posicionou-se em uma área frente a plataforma agora vazia. Lena deu uma última olhada ao redor observando a posição de cada um, e por fim conjurou sua magia.

Ela tocou a ponta inferior de seu cajado no solo e fechou os seus olhos. Aos poucos a pedra verde no topo de seu cajado começou a brilhar e pequenos feixes de luz da mesma coloração saíram do cajado e correram pelo solo, cobrindo uma área de 20 metros quadrados.

— Controle de Campo…! — Lena pronunciou, anunciando a ativação definitiva de sua magia.

Inicialmente um tremor, e em sequência o terreno afetado pela magia começa a afundar no solo, deixando alguns membros impressionados com o controle da maga de terra.

Lentamente é possível ver o céu desaparecendo sob suas cabeças e ter apenas rochas e terra ao redor. De imediato alguns membros da equipe entenderam a importância de Lena na missão.

— Que magia incrível… Isso deve consumir uma quantidade incrível de Elementun — o careca com machado de antes comentou com um sorriso no rosto.

— Em Drakroth, a única pessoa que talvez supere a Lena no controle de magia de terra, é a Raelynn — informou o comandante o encarando de canto.

Anderson tem uma postura firme e aberta, uma grande careca e grandes olhos pretos desafiadores. É possível ver uma camisa branca justa por baixo de sua armadura leve que possui as cores de Drakroth, o famoso preto acompanhado por detalhes dourados. Suas mãos empunham um grande machado de lâmina dupla. 1.88 m de altura.

— Que magia incrível… Quero fazer também! — a ruiva com par de chifres falou animada com o grande guerreiro.

— Hã? Mas a única coisa que você sabe fazer é se transformar em cachorro, Lilith — Anderson respondeu de forma descontraída, moldando o olhar animado de antes em algo fulminante.

— Como é!? — deu um passo adiante irritada comprando briga.

Mas a interrupção não demorou.

— Vocês deveriam estar mesmo tão relaxados? — outra presença feminina observada pelo general anteriormente. Um olhar sério e repreendedor — Essa missão pode decretar o futuro de Drakroth. Devemos manter o foco.

— Você está séria demais, Elise — um elfo arqueiro tocou o ombro dela num gesto pacificador — Se ficarmos tensos à toa, não vamos conseguir dar o nosso melhor.

A ruiva sorriu de forma esnobe com o elfo intervindo na repreensão da humana.

Elise balança a cabeça negativamente, mas o elfo não se importa.

Lilith possui cabelos vermelhos levemente ondulados que caem até a cintura, com uma pequena trança normalmente jogada sobre o ombro.

Um par de chifres pretos emerge de sua cabeça, contrastando com seus olhos azul-celeste intensos.

Veste uma armadura de aço de Drakroth ajustada para seu tamanho. De mãos nuas sua figura termina com 1,62 m de altura.

Por outro lado, a outra jovem que a repreendeu anteriormente se mostra tão firme quanto.

Elise possui cabelos roxos que caem até o meio das costas, lisos na parte superior e ondulados nas pontas. Seus olhos têm a tonalidade profunda de uma ametista, dando a ela um olhar marcante e quase hipnótico.

Ela utiliza uma armadura justa, predominantemente branca, com detalhes em amarelo fosco que remetem à nobreza de sua linhagem.

1,70 m de altura.

Após minutos descendo, Barret cessa sua magia quando finalmente as paredes ao redor desaparecem. Uma escuridão se faz presente e a luz vem somente quando Talin projeta uma poderosa fonte de noús em sua mão direita. Um amarelo suave que conecta-se com algo invisível no ar e finalmente revela o que tem ao redor.

Uma área semelhante a uma cúpula com centenas de metros, com solo desalinhado e tendo até buracos e crateras espalhadas pelo local. Entretanto, o que mais chama a atenção são algumas estruturas foram destruídas e agora estão cobertas de poeira.

O ar lá embaixo parece limitado se comparado à superfície e as paredes iluminadas pela magia causam uma certa intimidação por seus formatos irregulares, como se fossem ceder a qualquer instante derrubando aquele teto de incontáveis toneladas sobre eles.

Talvez um ou dois membros da equipe ficassem receosos com essa possibilidade.

— Quanto tempo se passou para esse lugar ficar tão distante da superfície? — Talin perguntou a si mesmo. Drakroth existe a mais um milênio e sua mente não conseguia fazer ideia de quanto tempo a civilização anterior foi extinta.

Focando na missão, fechou os olhos em busca de localizar algum tipo de energia que pudesse estar influenciando as coisas lá em cima, para sua surpresa sentiu que acertou em cheio. Noús, a energia da mente lá embaixo é tão densa que ele sente até seu poder ficar maior.

— Isso é loucura.

— O que foi? — curiosa, Lena perguntou — Conseguiu sentir algo?

— Naquela direção — Talin aponta seu dedo para uma área da cúpula, culminando numa grande parede de rochas.

Não que isso fosse problema, afinal, se a maga da terra os levou até lá embaixo, uma ou duas paredes gigantes não seria problema algum.

Lena fechou seus olhos para se concentrar.

Utilizou de sua magia de domínio de campo, uma das faixas no chão se dirigiu à parede e bastou tocar nela para que essa se abrisse, criando uma abertura que perfurou vários metros adentro, indicando a quantidade de terra que os separa dos objetivos.

— Tem monstros vindo, se preparem! — quem alertou foi o outro elfo da expedição ao lado de Aether.

Do buraco surgem seis esferas de luz verde que crescem a cada passo, revelando criaturas quadrúpedes do tamanho de homens adultos.

As criaturas carregam diversos espinhos em suas costas estendendo-se até a ponta de suas caudas. Entretanto, o que se destaca principalmente nelas é o único e grande olho de cor verde acompanhado por uma enorme boca logo abaixo, carregada de dentes desalinhados.

— Confessar que eu nunca vi um desses…! — Anderson sorri nervoso se colocando em posição de batalha — Vamos ver sua força!

Ele avançou na frente sendo acompanhado pelas duas jovens.

Logo atrás deles o elfo arqueiro, Aether, realizou um disparo com grande precisão que acertou em cheio o olho do primeiro monstro.

O ataque fez a criatura que estava correndo perder o equilíbrio e cair no chão antes de morrer.

O elfo tinha um olhar afiado.

E a batalha veio a ser uma tarefa simples para uma equipe tão capaz. O trio que avançou primeiro abateu rapidamente três daquelas criaturas, enquanto os que não avançaram tiveram a mesma facilidade para lidar com os dois restantes.

Ao final da batalha o comandante se aproximou dos corpos das criaturas para achar alguma pista sobre o local ou elas mesmas. Por mais bizarras que fossem, não eram poderosas.

— O noús distorcido está impregnado neles, mas não acho que ele poderia mudar a estrutura de algo assim… — o elfo que alertou sobre o ataque novamente se manifestou — E esse cheiro estragado…

— Vai ficar zoando morto agora, Elmond? — debochou o arqueiro ao lado.

— Você não presta, Aether — Elmond deu uma risadinha.

Uma presença quente e amistosa é o que define Aether.

Cabelos lisos e longos pretos que chegam até o meio das costas, amarrados por uma fita também preta. Olhos prateados e orelhas pontiagudas de sua raça, tendo um grande brinco prateado na direita.

Confiando em sua agilidade, Aether vai ao combate com roupas pretas leves que consistem numa camisa aberta no peitoral, uma manto que cobre parte do seu pescoço e cai pelas costas abaixo dos cabelos. Um cinto de couro em volta da calça também preta.

O Elfo carrega um arco de metal.

1,76 m de altura.

O outro elfo é menos agitado, mas transmite uma aura amistosa semelhante.

Seus cabelos são castanhos e compridos, chegando a metade das costas. Olhos verdes vibrantes.

Faz uso apenas de um peitoral como armadura. Um grande manto branco se destaca em seu visual e em suas mãos um grimório.

1,85 m de altura.

— Um elfo com o núcleo da mente é uma combinação poderosa — os olhos do comandante se voltam para os cabelos de Elmond — E eles ainda assim o rejeitaram?

Elfos têm sentidos muito apurados e isso facilita que eles possam evoluir consideravelmente o núcleo da mente, e um com talento para as estruturas mágicas sem dúvidas chegaria a elite.

A magia das estruturas mágicas é muito versátil: Rastrear, ocultar, modificar.

O elfo tem um conjunto poderoso, mas sua raça tem um sério problema com ‘’escolhidos’’ ou ‘’rejeitados’’.

— Sim — apesar do assunto desconfortável, o sorriso do elfo não demonstra nenhuma amargura.

O comandante não entrou em detalhes.

Seu foco foi avaliar o cadáver daqueles monstros um por um. Achou estranho que a pele daquelas criaturas estava abaixo de uma espécie de casca composta por um tipo de sangue seco.

— Talvez magia de morte? — ele perguntou, mas a falta de confiança nessa hipótese é compartilhada pelo restante dos magos da equipe — Mas tem outro traço dessas criaturas que me chama atenção. Essa silhueta deles…

— Estava pensando nisso — Elise se aproxima, parando ao lado de Aether e Elmond — É como a daqueles cachorros que tem no castelo de vossa majestade.

— Será algum tipo de possessão? Os que têm no castelo não são grandes e nem assustadores como esses — Lena está mais afastada, focada no buraco que ela abriu na parede — Fora esse olho enorme… É assustador.

Para fazer uma análise precisa nesses cadáveres, horas e horas seriam tomadas e a missão não poderia ser tão prolongada.

Com essa conclusão, o comandante mostrou um anel em seu dedo indicador.

Uma pequena runa azul é visível em seu centro. Ao adicionar um pouco de noús no item, a runa brilha e ele toca o solo.

Um feixe de luz brota do solo onde o anel tocou se afastando em uma linha de quase dois metros de distância do seu ponto de origem. Ele abre um portal de 1 metro quadrado.

— Anderson, coloque o cadáver de um deles dentro do portal — com as palavras de Talin, Anderson levantou o corpo de uma das criaturas e a jogou lá dentro.

— O que fará com isso? — perguntou o combatente.

— É uma criatura desconhecida. É valioso entender sobre elas — explicou o comandante se levantando. Sem o contato do anel com o solo, o portal se fechou — Elmond, tem mais dessas criaturas lá dentro?

— Só vamos descobrir quando nos aproximarmos mais — respondeu o elfo mago — o noús lá dentro está densa. É difícil identificar as coisas mais distantes.

— Compreendo — o comandante assumiu a linha de frente — Elise, Anderson e Lilith, venham comigo.


Notas finais
Primeiro capitulo de uma grande longa! O próximo será semana que vem, espero que tenham gostado! :)