Hope to find my way

6 Rescuing the meaning of Christmas better


Notas iniciais
Hello my Sunshine. Como vão? Então eu demorei a postar e peço mil desculpas, estava meio bloqueada nesta parte, mais no final este acabou sendo o maior capitulo. Queria agradecer a Mands, que compreendeu o significado da história e favoritou e recomendou Agradeço também a Duda Tinista que também favoritou. Gente eu fiquei chateada, pois só tenho recebido no máximo 6 rewies, e minhas leitoras? O que houve com elas? Só tive 15 acessos nessa história, eu sinceramente estou desanimando! Eu me esforcei ao planejar, me esforço para escrever e tentar dar o melhor de mim nos capítulos! Esta história não é movida a rewies, mas a opinião de quem lê é muito importante! Peço que tenham mente aberta. Tudo não passa de fases. Nem tudo é um conto de fadas. Não quero tornar essa história auto construtiva, mas de vez em quando temos que cair na realidade. Claro que devemos devanear, temos esse direito, mas preciso que compreendam essa parte da história que virá a ser muito importante, querendo ou não faz parte. Leitoras fantasmas, por favor comentem. Não é pedir de mais, se não gostou escreva, se gostou melhor ainda, escreva o que mais gostou. O que gostaria que tivesse no capitulo, isso ajuda muito vocês não tem ideia. . . . Good read.!

Leiam as notas iniciais, são de extrema importância

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– Nós vamos dar algum jeito, você verá.

–Não é disso que eu tenho medo – odiava me sentir impotente, mas poderia ser sincera por pelo menos uma vez na vida- é do que vem a seguir. Por várias vezes me peguei pensando no amanhã, e se ...ele não existir, e se for obrigada e fazer algo que eu não queira só para ver um sorriso no rosto da pessoa que batalhou por um futuro promissor para mim. Me sinto na obrigação de fazê-lo, mas vou viver o que sobrou da minha vida sendo infeliz. Eu não quero ser como as outras pessoas, passar metade da vida estudando e a outra trabalhando, para depois dizerem que foi insuficiente todo meu esforço, que eu devia ter me dedicado mais. Eu não quero isso para mim. E eu não sei o que existe além disso, pois durantes anos tudo que eu vi foi o cotidiano, eu não sei como eu posso mudá-lo.

–Toda minha infância via pessoas descontroladas querendo algum futuro e é o certo...- meu coração se apertou- mas, não somos como as outras pessoas. Nós vamos fazer nosso próprio caminho e quem nos ama realmente irá compreender. Cada um tem seu objetivo, e o nosso é procurar alguma resposta para o mundo. Os porquês, que sempre rondaram nossas mentes, enfim vão receber respostas.

Olhei para ele com um sorriso que desconhecia, nos olhares se encontraram e o sustentamos. Havia mais que desespero em encontrar uma saída, mais que necessidade de algo melhor, mais que encontrar respostas, e ambos sabíamos disso.

– Nunca pensei que encontraria, depois de tempos em solidão, alguém que realmente pensasse como eu, muito obrigada- o abracei, com a intenção de não mais solta-lo.

–Eu digo o mesmo- disse me apertando mais. Aquilo era ótimo e eu necessitava.

...

Semanas se passaram e nós nem nos demos conta que só faltava uma semana para o natal. Eu, particularmente não fazia questão de me juntar com parentes, afinal todos na minha família eram brigados, German conseguiu destruir o que restava no ultimo ano novo. E quando nos reuníamos, todos ficavam bêbados e brigavam mais uma vez. O significado do Natal, já não faz sentido, não para mim. Sempre houve desordem, e o verdadeiro motivo de estarmos todos juntos desapareceu.

Ouvi, por uma acaso, na semana passada, um telefonema. Conversavam German e um de seus “amigos”, diziam que na semana de Natal iriam para uma excursão em alguma cidade vizinha. Animado com o assunto aceitou sem hesitar, esquecendo que existíamos. Pensou até em levar Fred, mas minha mãe o impediu, dizendo que fariam alguém loucura. E ela estava certa. Enfim, vendo que Maria estava com a razão desistiu, sabendo que não confiava em sigo mesmo. Ele iria viajar hoje mesmo, e simplesmente arrumou a mala se foi, sem nem ao menos se despedir. Não que eu me importasse, ele era a pessoa que eu mais tinha nojo e repulsa, mas... de vez em quando faz falta ter a presença de algum apoio e alguém para contar. Para isso tinha minha mãe mas, ultimamente não está dando conta nem de seus problemas e eu não queria emprestar os meus a ela.

Eu tinha duas primas e um tio bem legal. Nos dávamos bem, e tinha inveja de como ela era com minhas primas, o oposto, nuca ninguém, jamais, tinha me tratado daquele jeito. Ele era tudo que desejaria em um pai, um coitado e não sabia onde estava se metendo. Eu mesma já me perguntei o que eu estava fazendo nessa família. Em uma dia com todos, desgrenhou um discussão entre meu “pai” e meu tio, que saíram nos tapas. Era de se esperar que um não fosse com a cara do outro. Desde então raramente o vejo. O que me deixava indignada era o fato de minhas primas não darem o maior valor. Tem pessoas que não dão valor a outras até perderem as mesmas, mas ai já viera a ser tarde.

Com German fora de cena minha mãe se alegrou um pouco, era um alivio quando não estávamos sobre pressão. Convidou minhas avós para passarem os feriados em casa. Mesmo não gostando da idéia, eu me dava bem com minha avó, apesar do ocorrido passado, eu tirei quase tudo que sou dela, principalmente a personalidade, e tenho que admitir que ela é uma figura.

Claro que convidei Leon também, o mesmo ficaria sozinho em casa pois cada um de seus pais foi para um lado e simplesmente o esqueceram. Fiquei indignada com isso, mesmo com todos os meus problemas, minha mãe pelo menos, nunca esqueceria de mim.

Me lembrei que precisava comprar algum tipo de presente para ele algo especial, como o próprio Leon.

...

Era ante véspera, e as ruas de Buenos Aires estavam cobertas de neve. Eu e Leon estávamos no meu quintal, pela primeira vez, nos divertindo de verdade. Meus parentes nos olhavam com sorrisos nos rostos principalmente minha mãe. Uma vez ela me dissera que o mais precioso era ver uma sorriso no rosto que quem amávamos, que aquece o coração. Sentia isso perto dela, dos meus avós e, principalmente de Leon. Era incrível saber que eu o ajudava e ele me ajudava e que nunca estivemos tão felizes como agora.

...

Nos reunimos na sala, agora era uma lugar de conforto, para prepararmos a arvore. Estávamos concentrados e pendurar bolinhas e amarrar fitas. Eu estava de uma lado da arvore e Leon de outro, nos víamos através de galhos, e cada vez que nos olhares se encontravam, sorriamos e revirávamos os olhos, enquanto o restante nos passava os enfeites. Minha, pequena, família, adorou Leon e agora já fazia parte dela.

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Leon dormiria no meu quarto já que os outros quartos já estavam separados e decidimos que ele viria para cá de ultima hora.

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Leon nuca entrara no meu quarto, não tinha motivos para entrar no mesmo, eu odiava rosa e aquela listra no meio da parede, não era nada minha cara. Mas o que não fazemos para deixar nossas mãe felizes. Bom...ela queria pintar a parede inteira de rosa, mas eu a impedi a tempo. São as regras, meninas usam rosa e meninos azul, é a regra da sociedade, uma regra falha, como todas as outras. Sempre gostei de coisas de meninos e isso me fazia diferente, todos implicavam com minhas atitudes e companhias, que por um acaso eram meninos, mas sou o que sou e ninguém vai me mudar.

Leon colocou seu colchão ao lado da minha cama e se acomodou lá. Por incrível que pareça ela conseguiu deixar a “cama” improvisada impecável. Nada fora do lugar, todas as cobertas dobradas e arrumadas, os lençóis esticados e postos debaixo do colchão.

Eu estava em cima da minha cama, sentada em cima das penas de boca aberta, olhando como ele fazia tudo com eficácia.

Quando o mesmo acabou olhou geral pela quarto e parou, justo na parte rosa. Deu um sorriso e me olhou intrigado.

–Antes de qualquer comentário, essa parte do quarto não fui eu quem escolheu- protestei antes que deduzisse alguma coisa

– É a sua cara- emburrei.

Deu mais um olhada e desta vez parou na minha estante de livros.

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O mesmo ficou impressionado e chegou mais perto para dar uma analisada. Antes dele abrir a boca eu disse

–Eu te empresto- deu o meu sorriso encabulado.

Nos despedimos de todos e fomos dormir.

No dia seguinte, na véspera, acordei primeiro. Eu nunca conseguia dormir até tarde o máximo era 9:00 e eu acordei as 8:00. Levantei sem fazer barulho, fiz minha rotina, a única indispensável e me vesti.

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Apesar de estar nevando não fazia tanto frio e eu me sentia confortável com minhas roupas. Sempre achei meu estilo estranho e anormal ...era minha cara. Não me importava com moda, os as cores mais legais eu simplesmente ia colocando uma coisa sobre a outra e gostava do resultado. Mais o indispensável eram os saltos, e desde que me entendo por gente, ele faz parte de qualquer roupa.

Descia as escadas em fazer barulho, ninguém estava acordado. Eu lutava contra meus cabelos escorridos até a cinturas, quando o vento frio me atingia do vão da porta.

Preparei dois chocolates quentes e voltei para meu quarto. Deixei um em cima do criado mudo e o outro fui bebendo aos poucos enquanto me sentava de frente para varanda.

Como previsto, Leon levantou logo, sentindo o cheiro de chocolate. Ele foi rápido em arrumar suas coisa e deixá-las impecáveis outra vez. Se trocou, colocando uma roupa quente, fez a sua rotina e pegou a caneca, se sentando junto a mim na varanda.

Conversamos normalmente quando ouvimos passos. O restante das pessoas já deviam ter acordado. Estávamos prestes a sair quando minha avó veio me entregando uma caixa. Eu não entendi, a hora de presente não tinha chegado. Abri a caixa com receio, olhei e continuei sem entender, até retirar o que havia dentro da caixa. Leon soltou um risinho, e quando eu ia protestar minha avó interfere.

– Essa vai ser sua roupa para passar o dia de hoje. Eu particularmente adorei e queremos que você coloque-a.

–Mas eu não gosto de roupas de Natal- falei emburrada, ela não para de ser hilária até quando temos visita

–Coloque querida.

Bufando fui e me troquei

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Até que eu gostei, mas ...eu estava ...fofa. E não gostava de me sentir assim.

Apareci no quarto e Leon deu uma piscadela, e eu só mostrei a língua.

Minha avó insistiu de tirarmos algumas fotos. E eu queria relatar, guardar lembranças e recordações desses dias. E para todos, pó uma vez, o significado do Natal estava presente em cada um.

Depois das fotografias instantâneas, escrevemos em cada foto, relatando o momento os sentimentos e emoções, para que ficassem ali presentes todo o ocorrido do momento. Fotos minhas e de Fred. Minhas e das minhas avós, com minha mãe e com Leon. Fotos que vou guardar. Atrás das fotos minhas e de Leon cada um de nós dois colocamos uma frase e torcíamos para que mais dias assim se repetissem.

Enquanto eu e Leon subíamos para guardar as fotos, minha avó ficava com Fred, enquanto a outra ajudava minha mãe com a ceia.

Decidimos colocar nossas fotos juntos em um livro: “Obrigado por existir”

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Sorrimos ao mesmo tempo quando pegamos o livro juntos. Nós dois estávamos a procurar justamente este livro, em meio de tantos outros. E Leon era um bom observador, ele só vira uma vez minha estante e parece que guardou o nome dos livros mais importantes.

– Quero te mostrar um lugar- disse o puxando dali, e o levando para varanda- Como eu agora, graças a minha avó, não estou de salto fica mias fácil.

Escalei até uma porta pequena, onde ficava o forro e entrei seguida por Leon. Lá dentro era como um túnel que, havia espaço suficiente para andar lado a lado com outra pessoa. Nos agachamos diante de outra portinha, nos debruçamos e a abrimos. Dava direto para a sala, onde podíamos ver todos.

– Descobri esse lugar bem antes de te conhecer, digamos que sou curiosa e subia aqui várias vezes para não dar de cara com pessoas lá de baixo. Nunca reparei da sala que existia uma portinha aqui. Na verdade ela é da mesma cor da parede e só abre por dentro. Era meu refúgio, meu esconderijo...Só não conte a minha avó, é capaz dela surtar ao saber que eu escalo coisas, subo nelas, e fico a metros do chão- disse rindo baixo.

– Então esse vai ser mais um dos nossos segredos, guardados com lembranças na memória.

–É bom compartilhá-lo com você.

– É bom saber que sou digno de você me mostrá-lo.

Sorrimos e descemos, pois já estava na hora do almoço.

Após almoçar subi pro meu quarto, deixando Leon com Fred para se enturmarem, afinal, eles são meus melhores amigos.

Estava preparando o presente do Leon, que não deixava de se sincero, mas também não sabia se ele iria gostar. Colocando o ultimo detalhe, uma foto nossa juntos, uma que tirei a mais na nossa seção de fotografia mais cedo. Já estava tudo planejado e meu presente estava pronto desde meu surto do presente especial.

Afinal e não tive que comprar algo, tive simplesmente que colocar todos meus sentimentos ali, o que já o tornava especial.

...

Era de tarde e mais uma vez estamos na neve do quintal, e por lá ficamos até serem 7:00

Entramos e cada um iria colocar seus presentes na arvore, e como o meu não cabia lá tive que enrolar dizendo qualquer asneira.

A ceia de Natal estava deliciosa, meus familiares sempre cozinharam muito bem, ao contrário de mim que sou um desastre.

Depois sentamo-nos nos bancos de balanço no quintal esperando a hora chegar. Haviam três balanços em um ficamos eu e Leon, no outro minha mãe e minhas duas avós e no ultimo Fred com uma “amiga” que chegou a pouco, chamada Ludmi. Nós nos demos bem e gostamos das mesmas coisas. Todos conversavam baixo, sobre qualquer assunto.

– Violetta, porque não colocou seu presente na arvore? – Leon e sua curiosidade, não muito diferente da minha.

–Quer saber mesmo? — ele assentiu- porque não cabe lá, e se eu derrubasse a arvore minha avó iria me esganar.

–Humm... e de quem é o presente?

–Não vou contar.

...

Eram 10 para meia noite e todos estavam eufóricos para abrir os presentes, principalmente eu, Leon, Fred e Ludmi.

Bom...no final das contas acabei encontrando um presente de ultima hora perfeito para Ludmi.

Começamos a contagem e no final fogos iluminaram o céu escuro de Baires. Corremos e fomos aos presentes.

Fred me deu um lindo colar, com uma maquina fotográfica.

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Deu para Ludmi um outro colar

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Minhas avós nos encheram de roupas.

Leon me deu uma caixinha com várias repartições revestidas com camurça vermelha, e dentro varias fitas de cabelos, nenhuma cor se repetia, e havia pelo menos 10 fitas em cada repartimento e na primeira gaveta avia um colar

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Eu o abracei forte dando meu maior sorriso. Eu adorava fitas de cabelo fazia vários penteados com elas. Me emocionei ainda mais com a frase do colar” Era uma vez “. Leon não deixava passar uma...

Ele deu um conjunto de louça para minha mãe, lindas toalhas de mesa para minhas avós e um jogo de Playstation para o Fred. Se desculpou por não comprar nada para Ludmi pois não sabia que a mesma viria, e ela disse que estava tudo bem.

Na vez da minha mãe, ela me deu um fone de ouvido novo e um Mp3, para o Fred deu um skate novo, para Leon deu a coleção de livros do Dr.Seuss com capas de couros, via-se o brilho em seus olhos.

Então chegou minha vez.

Para minhas avós dei um conjunto de louça de chá, para minha mãe uma sandália de salto, fechada na frente e aberta atrás de cor algodão-doce. Para Ludmi um dos meus sapatos preferidos a dois anos, que agora não servem mais, e como eram novinhos, pois não tinha onde usá-los, e por conta de que os pés da Ludmi eram pequenos, iriam servir.

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Ludmi ficou muito contente, e colocou os sapatos na hora dizendo que eram a cara dela, e me agradecendo sem parar.

E chegou a hora do presente de Leon. Pedi para esperarem enquanto ia correndo buscá-lo. Descias escadas, dizendo que esse era o mais importante. E mostrei.

http://2.bp.blogspot.com/_5o8T46Oxee8/TQwVXkodqsI/AAAAAAAADf4/ih06H7FaG6c/s640/quadro+de+jeans+2.jpg ( é só a cor viu, não tem nada disso ai grudado)

Neste quadro de cortiça haviam todas as capas dos nossos livros, os mais importantes, várias frases sobrepostas, escritas permanentemente: “Amigo de verdade é aquele que sabe que você está mal, sem você falar nada” “Quando tudo nos parece dar errado, acontecem as coisas boas, que não teriam acontecido se tudo tivesse dado certo” “Amizade é a corda que amarra o coração de todo o mundo” “Bonito mesmo é quando tudo acontece por acaso. Sem data, sem horário, apenas coincidências, ou então destino” “É mil vezes mais fácil você encontrar alguém que te julgue, do que alguém que sente ao seu lada e te diga: Eu te entendo. E esse alguém é você”.

E no meio de tudo isso havia uma foto minha e dele tirada a pouco pela câmera instantânea, onde estávamos abraçados, ele beijando minha bochecha e eu rindo e no espaço que era para se escrever havia a seguinte frase: “No final das contas, você não vai achar quem você sempre procurou, e sim se encontrar com alguém que sempre esperou por você...”

Ludmi, minha mãe a minhas avós estavam chorando. Fred estava de boca aberta e Leon desviou o olhar do quadro me olhando intensamente com um sorriso de orelha a orelha, jamais visto. Me pegou e me girou no ar me fazendo soltar altas gargalhadas. A essa altura todos estavam rindo e Leon já havia parado de me girar e me abraçou forte, com braços reconfortantes.

Notas finais
Had a good Reading? Esse capitulo na minha opinião, foi o melhor entre todos. As coisas estão melhorando. Um rumo está sendo traçado. Nesta história tem que prestar a atenção para os mínimos detalhes. Então, por favor, eu não estou pedindo de mais. Comentem. Nenhum de vocês gostam que suas história não sejam comentadas, e eu também não. Me deem sua opinião, não custa nada, quero conteúdo. No mínimo 12 comentários. Favoritem e recomendem. Até mais my dear.