Honey, Your Dad Fucked Me!
14 Warless
Notas iniciais
desculpa desculpa desculpa desculpa desculpa desculpa
desculpa desculpa desculpa desculpa desculpa desculpa
desculpa desculpa desculpa desculpa desculpa desculpa Ç___Ç
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Cara, me sinto horrível por ter demorado tanto. ;-; mas deu um bloqueio mental enoooorme pra essa fic. G.G
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Mas ok, me recuperei. u_u
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Pra variar, sei que mais da metade vai parar de ler. OLHA_QUE_LEGAL.mp3 -n
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Mas quem quiser ler e me ajudar comentando, aqui está mais um cap. :) é pura viagem @____@
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BOA LEITURA!
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ps: RyRo mto mto mto obrigada pela recomendação, morri aqui véi, sua linda ♥
Fiquei chocado quando ouvi aquilo.
Era inacreditável. Lindsay nunca teve problemas de saúde nem nada...
Claro que no instante, mal pensei na possibilidade de ser uma armação dela...Não, sei que ela não iria tão longe. Por mais que eu tenha achado-a muito estranha naquele dia, é madura e não brincaria com algo sério desse jeito.
Sem perguntas, desliguei o telefone e chamei Frank; Fomos à casa de Lindsay às pressas; O caminho todo permanecemos em silêncio, porém entre suspiros e faróis amarelos ultrapassados, eu sabia que possuíamos o mesmo pensamento de estarmos sendo enganados; Mas nunca se sabe.
O céu já estava levemente azulado, um vento terrível alastrando as ruas; Bati a porta da casa três vezes, me encolhendo no meu casaco; Olhei para Frank, ele estava sério.
-Se for mentira, apenas vamos embora e pronto. Não quero papo com elas. –disse ele. Voltei meu olhar à porta, que se abriu.
Bandit segurava o telefone, podia ver choque em seus olhos, rosto pálido, cabelo bagunçado e pijama amassado. Claramente acabou de acordar também.
-Pai – fiquei imóvel quando ela se jogou em meus braços, me apertando forte. Não esperava que algo do tipo fosse acontecer. Acariciei seus cabelos.
-Calma, querida. Me fala o que houve!? –pedi, ela assentiu e me puxou para entrar na casa. Nem olhou para Frank. Ele nos seguiu até o andar de cima;
-A mamãe está estranha. Faz três dias que não a via. Ela chegou há uma hora, deplorável. Parece estar bêbada ou sei lá! Fica falando coisas sem sentido e destruindo tudo – sussurrou ela, rápido; Estávamos os três de frente a porta do quarto de Lindsay, era possível ouvir choro, estrondos e gritos agudos.
-Melhor chamar a polícia – Frank tocou meu ombro, falando baixo;
-Eu pensei nisso, mas não queria expor ela ou deixa-la mais nervosa! –disse Bandit, passando a mão na testa e suspirando cansada – Tenho que estar no trabalho em uma hora e meia.
-Desça e prepare um chá que eu vou falar com ela. Se não der...Teremos que chamar a polícia mesmo. –suspirei. Aquela situação era tão estranha, inusitada e paralela, que era como se eu estivesse sendo protagonista de um filme. Ou fosse acordar a qualquer momento. Simplesmente não me via daquele jeito.
-Certo. Boa sorte. –ela disse, fez um movimento como se fosse me beijar, mas parou no caminho como se estivesse se dando conta de algo. Desviou e desceu as escadas. Seria burrice minha pensar que aquela ligação mudaria tudo entre nós.
Olhei para Frank, ele fez cara de desapontamento. Abri a porta, vi Lindsay sentada na cama, parecendo mais tranquila, abraçando o travesseiro. Olhos escuros de maquiagem borrada, linhas de expressão em seu rosto. Parecia que fazia séculos que não a via.
-Lyn-Z...?
-G-Gerard...Sai daqui! Não pode me ver desse jeito –tapou o rosto, suspirei. Me aproximei dela, olhando rápido para Frank que estava ao pé da porta. Ele assentiu como se me assegurasse de algo.
-O que houve?
-Eu não aguento mais... –disse, a voz estava fina devido choro, soluçou em seguida.
-Não aguenta o que?
-A solidão. Eu preciso de você – disse baixo, cobrindo apenas metade do rosto, a voz soava sincera ao invés de sínica como da última vez que nos falamos. –Não quero te ver com outra pessoa.
-Não vamos regressar a este assunto, por favor – disse eu, cansado.
-Não é justo você ser feliz sem mim! –jogou o travesseiro na cama, com força. Franzi a testa.
-Pai – Bandit entrou no quarto, olhando Lindsay um pouco assustada; Deu-me a xícara com chá morno. –Tenho que ir.
-Eu também – dei a xícara para Lindsay, que aceitou-a na hora. Estava louco para sair daquela casa, daquela atmosfera pesada. Cada segundo que passava lá me sentia mais pertencente daquele lugar. Como se não pudesse nunca mais sair de lá. Odiava aquilo. –Se cuide, Lindsay. Você não é mais uma criança sem controle. Não posso largar a minha vida cada vez que você decidir beber e surtar.
-Porra. Duas mulheres sozinhas na mesma casa, uma grávida. O que você quer que eu faça?! –disse ela. Colocando a xícara no criado-mudo. – Você sabe que preciso de você. Você está vendo isso!
-Bandit, dá próxima vez, me chame quando for realmente importante. Sua mãe não está morrendo, está apenas de birra e precisando de um banho. –eu disse e Bandit assentiu.
-Obrigado por vir. Apenas...Não sabia o que fazer. Ela gritava por você o tempo todo... –sorriu fraco.
-Vou indo... –falei nervoso, depois olhei para Frank. Ele assistia tudo quieto. Fiquei me movendo na tentativa de abraçar Bandit, mas não conseguia completar o movimento, com medo de ser rejeitado.
-Tchau Gerard. –ela disse, parecendo também confusa. Suspirei. É, realmente seria tudo igual.
Ela acompanhou Frank e eu até a porta; Na hora lembrei que tinha algo importante pra saber.
-E o bebê? –perguntei, ela pareceu surpresa com a pergunta; Sorriu de lado e acariciou a barriga, grande. Ela estava linda grávida. Claro que eu não queria que fosse tão cedo, nem que ela fosse mãe solteira. Mas de um modo ou outro...Estava linda.
-Ótimo. O médico disse que em duas semanas, talvez... –disse e sorri assentindo.
-Não se atreva a me deixar desinformado sobre meu filho. –Frank disse, ficamos ambos surpresos com a fala dele. – O que? Eu ainda sou o pai. Embora não tenha certeza disso;
Não adianta. Frank sempre será Frank.
-Err...Tchau amor. –quando me dei conta que tomei a liberdade de falar isso, praticamente voei para o carro.
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Frank e eu resolvemos dar uma volta no parque da cidade, para relaxar um pouco; Toda aquela situação estressante me deixava frustrado e ele percebia isso. Ele sempre sabia interpretar meus sentimentos.
-Você está muito preocupado. Não vê que tudo pode dar certo se formos um pouco mais fortes? –disse. Estávamos sentados em um dos bancos de madeira. Crianças corriam de um lado pro outro, casais de mãos dadas, sorveteiros...Coisas típicas. Eu achava tudo estranho. Era como se eu tivesse acordado e fosse outra pessoa. Uma pessoa que nada sabe sobre essa vida e estranha tudo. Não me encontrava naquela situação.
Suspirei, o vento gelado me fez tremer; Olhei para Frank, ele me observava como se implorasse uma resposta.
-Eu confio em você. Eu sei que o que diz é verdade. Mas eu simplesmente não consigo. – sorri fraco, ele me olhou como se tivesse falado russo.
-Gerard. Você não faz idéia de como eu quero ter esse filho. – disse ele. Franzi a testa. Mudança drástica de assunto. Mau sinal. Eu disse algo errado?
-Eu não queria de desapontar antes. Mas eu não quero que peça a guarda do bebê. –eu disse, assim, como se dissesse que horas são. Ele me olhou surpreso. Me senti horrível.
-Como assim? Eu quero cuidar do meu filho com você!
-Achei que estivesse ficando mais maduro, Frank. E a Bandit? Acha que ela vai ceder, assim, tão fácil? Não quero separa-los...
-Ela nem liga pra isso, Gerard – disse sério, me perguntei o porquê disso – Eu sei porque ela é jovem também, eu sei como ela se sente. Ela não quer conviver com esse bebê, eu sei disso. Se nós cuidarmos dele...Ela ficara segura e nós felizes.
-Não é assim, Frank. –balancei a cabeça – Quando essa criança vier ao mundo, Bandit não verá outra coisa frente aos olhos. Eu sei, pois foi assim que me senti quando ela nasceu.
Ele ficou em silêncio;
-Bom...Então nós devemos adotar uma criança? –disse após algum tempo.
-Pare de ser tão apressado. Deixe rolar. Até porque, já tenho uma criança pra cuidar né... – sorri de lado e ele bufou, ri daquilo. –Eu amo você.
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Os dias se passavam e Frank já estava trabalhando, Bandit me ligava há cada três dias pra falar sobre o bebê, Lindsay não deu mais problemas; Eu ainda me sentia perdido meio tudo aquilo, mas talvez as coisas tivessem se acertando.
Foi em uma quinta-feira à noite, 23h:54min, Frank e eu voltávamos de um jogo de boliche; Eu ria da tristeza dele ter perdido; Havíamos saído com Bob e sua esposa. Frank estava bravo comigo, eu o perturbava. Ele pegava vinho, eu as taças. Atendi ao telefone logo no primeiro toque.Era Lindsay, eufórica.
-Gerard, você e Frank têm que vir para o Saint James Hospital agora mesmo. Bandit está dando a luz!
Notas finais
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Obrigada à todos que estão acompanhando e comentando, peço de novo desculpas eternas pela demora ):
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Mas aviso que estou tentando me reorganizar na postagem das fics.
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♥
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