Honey, Your Dad Fucked Me!
15 Double Shot
Notas iniciais
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peço desculpas pela demora, mas só consegui de responder os reviews agr e e .-. *tochas sendo jogadas na autora*
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É...O que aconteceu? Logo agora que estamos entrando na parte mais FODÁSTICA :D da fic, váááaaaaaaaaaaaarias leitoras me abandonaram!! Chorei d+ abraçando o travesseiro ;-; meu coração está despedaçado ;-;
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MAS agradeço as minhas leitoras lindas, dignas, e maravilhosas que estão sempre ai me apoiando u_u Obrigado!!
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LEIA E FIQUE LOUCOO UUH ÇLKSAFALÇSKF n
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ps> Seja bem vinda EmyIero!! ♥ ^.^
Hospitais me perturbam mais do que deveriam. Não me agrada a idéia de ficar em um lugar cheia de gente doente, chorando ou quase batendo nas enfermeiras. Sem falar das máquinas de snacks que nunca funcionam direito, ou só tem salgadinhos vagabundos.
Senti a mão de Frank cutucar meu ombro. Olhei-o. Meu Deus. Parecia uma criança no primeiro dia de aula. Ele fazia um bico enorme, choroso, os olhos cheios de lágrimas, as mãos tremiam. Me olhava como se me pedisse um abraço. Sorri, tentando lhe passar conforto. Ele levantou do meu lado e saiu da sala de espera. É, acho que não funcionou muito bem.
-Juro que nunca pensei que estaria aqui. Nessa situação. Sério mesmo, nem quando Bandit fosse já uma adulta formada. –Lindsay disse, sentando do meu lado. Sorrindo, me estendeu um copo de café. Aceitei.
-Nem eu. Quero dizer...Não nessa parte do hospital, só rindo da cara de nojo que ela faria ao trocar as primeiras fraldas –sorri sem graça e ela gargalhou, me dando um leve soco no ombro.
-Idiota.
-Obrigada.
-Sabe, ainda não entendi porque Frank está tão emocionado. Digo, nós que somos os pais não estamos tão apreensivos assim. –ergueu as sobrancelhas rápido, como se debochasse, e tomou um gole do café.
-Eu diria que você está errada, mas concordo – ela fingiu se engasgar e ficar surpresa, revirei os olhos .
-Espera. VOCÊ concordando comigo? Wow, isso me deixou mais surpresa que descobrir que você é bi.
- ... Eu deveria encarar isso como algo...Bom?
-Cala a boca, Gerard.
...
Após meia hora naquele hospital, eu realmente estava de saco cheio. Eu sei, soa estúpido. Eu deveria ficar como o Frank, histérico. Ou alegre, bravo, sei lá, sentir qualquer tipo de emoção intensa. Mas não. Parecia que eu estava esperando um bolo terminar de ser assado. Tinha raiva de mim por isso.
Ainda mais na situação em que o médico disse que Bandit não estava dando a luz, mas seria logo. Vai entender? Lógico, na hora “os dramáticos” encararam isso como o fim do mundo...
Lindsay a esse ponto já estava com medo, preocupada, tensa. Claro, sendo mãe eu imaginava que ela não suportaria por muito tempo disfarçar isso. Me sentia até envergonhado de estar tão indiferente.
Frank ficava dando voltas pelo hospital, chorando feito louco. Juro que não entendi nada, mas decidi dar espaço pra ele. Isso seria fácil, se os seguranças não tivessem que trazê-lo de volta há cada quinze minutos. Até tentaram lhe injetar calmante, mas claro, eu neguei até a morte e ameacei fazer um escândalo, se fosse necessário.
-Fica calmo, por favor?! –pedi para Frank, pela milésima vez. Milagrosamente, havia conseguido fazê-lo ficar quietinho, sentado ao meu lado, assim como as outras –agora poucas- pessoas da sala. Ele me olhou com aqueles olhos grandes, vermelhos e molhados, suspirou e me abraçou.
Bufei, observando a mulher da TV falando de como o tempo estaria amanhã;
Ela realmente é uma mulher de sorte, não tem que ficar nessa situação que estou. A minha vontade, realmente, era de pegar um carro, sair em alta velocidade pela cidade, fazer umas tatuagens, beber muito e quebrar garrafas nas cabeças das pessoas. É isso.
-G-Gee...
-Frank. Que porra! Para de drama, caralho. Fica chorando feito condenado, até parece que alguém morreu! –eu disse meio exaltado, ele se soltou de mim, assustado com meu berro. Olhei em volta e percebi que todos estavam igual. Isso, legal, parabéns Gerard, que simpático você é.
-Tá doido?! –Lindsay sussurrou, folheando a revista e me olhando brava – Para de gritar.
-Para você de me encher! –eu disse, cansado. Fiquei de pé e olhei os dois, me olhando surpresos – Tô cansado dessa merda. Você não é mais minha mulher, não tenho que ouvir suas bobagens. E você –apontei Frank – ...Vá se foder, senhorita bipolaridade. E arruma um balde pra essas lágrimas, antes que todos morram afogados.
Sai da sala sem falar nada, nem ouvir nada também.
Certo, talvez eu tenha exagerado um pouquinho. Mas, juro que não me arrependo. Essa coisa de hospital não é pra mim. Não tenho paciência pra nada. E ficar em uma sala abafada, entediante, durante horas com sua ex-mulher e seu namorado que tá de TPM não é NADA suportável.
Entrei no carro e, em alta velocidade quase atropelei umas velhinhas e latas de lixo, mas o que importa é... Bandit? Hm. Rádio no último volume, velocímetro à mil, e eu pensativo. Por que será que o Frank estava daquele jeito? Digo, ele sempre tratou a B tão mal depois que separou-se dela. Aí tem coisa. Será que ele tá apaixonado por ela, mas ficou com medo de me contar?
Ah cara. Se for isso, ele DEVE ter medo, porque eu juro que o amarro em uma árvore e ateio fogo.
...
-GERARD WAY, ONDE INFERNOS VOCÊ ESTÁ? –Lindsay, tão amigável, pelo celular.
-Err... Só dei uma parada pra ir ao banheiro em uma loj-
-VOCÊ TÁ BEBENDO, SEU DESGRAÇADO?
-Claro que não, amor. Eu logo volto pro...É... Mc Donald’s, né?
-NÃO SE ATREVA A SAIR DAÍ, VOU TE BUSCAR. –desligou na minha cara. Fiquei com cara de cu.
-Problemas com a mulher? –perguntou o barman. Suspirei, massageando a testa.
-Sempre, e pra sempre.
....
-Como pôde beber logo nessa situação, Gerard? – Lindsay disse, corríamos pelos corredores do hospital. Finalmente Bandit estava perto de dar a luz, havia dito Frank pelo celular, DEBULHANDO em lágrimas.
-Eu fiquei nervoso! Uns choram pelos corredores, outros bebem. Me aceite como sou. –chegamos à sala, o doutor logo guiou-nos ao quarto de Bandit.
Frank estava do lado dela, que estava com o rosto vermelho, chorando um pouco e...Como digo isso? De pernas pra cima? Enfim, o médico estava com as mãos...Lá.
-Calma, calma! Já estamos aqui! – Lindsay segurou sua mão esquerda, fiquei parado no meio da sala, sem jeito. Bandit me olhou, apertando os olhos com dor.
-Pai, vem cá! –me estendeu a mão. Fiquei feliz de não sentir-me excluído, segurei-a, ficando ao lado de Frank, que já estava lá por gastar 40 lenços de papel.
-Doutor... –uma enfermeira entrou na sala, cochichou algo pro médico. Ele arregalou os olhos, nos olhou boquiaberto.
-Meu Deus... Podemos conversar lá fora? –o médico pediu à mim e Lindsay. Assentimos, preocupados. Do lado de fora, com a porta fechada, ele nos olhou apreensivo. – Há um...Bom, não posso falar que é um problema, mas...
-Fala logo, doutor! – Lindsay pediu apreensiva.
-Houve algum tipo de erro nos exames...Pois sua filha terá gêmeos.
Notas finais
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Bom... Acho que com o título muito sugestivo do cap. vcs já haviam premeditado que eram dois, right? Cara, me segurei pra não falar isso lá em cima. Eu sempre estrago tudo! XD dessa vez deu certo u.u
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Tentarei postar logo, pois tenho váárias idéias pra essa fic, já escrevi alguns caps AND como eu disse lá em cima, tá entrando na parte daora :3 OKSOAKSOA
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Bom, mas não dá pra continuar sem comentários. Eu escrevo pra ler as opiniões e melhorar minha escrita, né meu povo. Se eu não quisesse comentários, nem postaria aqui.
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Enfim..... Algum review??'-'
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Adoroo vcs, obrigado por acompanharem-me! :D
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bjs bjs ♥ ádios o/
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