Honey, Your Dad Fucked Me!
13 Fluffly Toy
Notas iniciais
Não, não morri. e-e
Desculpa a demora e tals U_U seee alguém ainda lê, boa leitura U_U
Pisquei meus olhos rapidamente; Um flashback passou pela minha mente, como se estivesse me lembrando de um filme que assisti;
Desde a noite que ouvi Lindsay ao celular com outro homem, até o dia que sai desta casa.
Estávamos acertados...
Ao menos eu achava isso.
E lá estava ela. Dizendo que me ama. Justamente a mulher que partiu meu coração.
-M-Meio tarde pra dizer isso... - eu disse ainda perplexo com o que ouvi; Engoli a seco; Lindsay estava com as mãos no rosto, chorando muito alto.
-Mãe, calma... — Bandit se colocou a consolá-la, me olhando com raiva.
Uma vez, eu ouvi uma frase;
"Se encontrar um obstáculo, desvia-se até poder avançar novamente."
Por vários momentos em minha vida, me baseei neste pensamento. Achei que fosse o certo.
Mas certos obstáculos são difíceis de simplesmente ignorar. Ou até mesmo, impossíveis.
Talvez eu tenha sido muito precipitado, talvez eu e Frank não devíamos ter começado esse "relacionamento", se é que se pode chamar disso.
Seria melhor se eu tivesse simplesmente saído de casa, ficado em meu apartamento, rompesse com ele e tentasse achar uma namorada, pelo menos.
Mas não.
Tinha que existir essa droga chamada "amor".
-Eu...Se tudo isso aconteceu, foi por você ter me enganado. Não aja como se eu fosse o único "culpado" aqui -eu disse de modo sério. Linsay baixou as mãos do rosto, me encarando com cara de choro. Ela fungou, me olhando com os olhos molhados, tentando secá-los. -Você quem me fez sofrer. Não se faça de vítima.
-Engraçado v-você falar que a c-culpa é m-minha...Que eu te fiz s-sofr-er e...E...Eu qu-em est-ou chorando... - sorriu de um modo que mal sei explicar; Talvez irônico, talvez triste.
-Isso é porque eu já cansei de chorar.
-Eu t-terminei com ele...Eu percebi q-que só quero você! -gritou; Bandit se afastou um pouco.
-DEPOIS DE TER TRANSADO COM ELE?
-V-VOCÊ NÃO FEZ O MESMO? -tentou retrucar, mas eu tinha plena convicção que eu mantenho a razão total;
-Quer saber? Talvez eu nunca tenha te amado -dei de ombros, ela me olhou firme, meio surpresa -Quase nenhuma garota falava comigo no colégio, nunca fui popular e você sabe bem disso. Mas daí você chegou, dizendo que gostava de mim...Eu admito, ser sempre rejeitado fez de mim uma pessoa carente.
-O-Onde quer chegar? -balançou a cabeça- Eu sei que você me amou, Gerard. Na verdade, você me ama.
-EU NÃO TE AMO.
Ela riu;
-Pois é...Como você mesmo disse, é carente. Conseqüentemente, você achou mais alguém pra preencher seu "vazio" -fez aspas com as mãos, olhando pra Frank -...Mas logo você irá perceber que, estava enganado. Vai perceber que me ama, e vai se arrepender muito. Você não ama esse garoto, Gerard, admita. Ele é jovem e imaturo, não tem o necessário pra ficar com alguém como você.
-Cale a boca -murmurei -Não adianta tentar se aproveitar da minha fragilidade pra jogar uma bomba em tudo, de vez. O que você quer, hein, Lindsay? Não vê que já está tudo destruído?
-Você destruiu tudo, amorzinho -suspirou, já calma -Cedo ou tarde, estaremos juntos de novo. Sabe disso melhor do que eu.
-Impossível -ri sarcástico -Você não deve me conhecer tão bem. Não sou masoquista.
-Você vai voltar pra esta casa.
*~—–—–——–»..x..«–——–—–—~*
-Awn. Olha pra isso, Gee — Frank disse, todo bobão, mexendo nos bracinhos de um ursinho de pelúcia rosa — É lindo!
-Não achei que estivesse tão empolgado pelo seu filhonascer. Pelas suas reações... -eu disse, apoiando o braço esquerdo no balcão branco; Estávamos em uma loja de artigos para bebês e crianças.
Ficar em lugares muito "coloridos" como este me dá dor no olho;
-Na verdade...Eu acho legal a idéia de ser pai. -deu de ombros, mexendo em uma prateleira com vários ursinhos - Apenas não queria criar esse filho com a Bandit. Mas se for meu, vou pedir a guarda pra criarmos juntos. -sorri de lado;
-Isso é completamente insano, Iero. Até parece que algum juiz aprovaria tal proposta. Tirar o filho da própria mãe pra conceber à você, que é doido da cabeça, e que está comigo, que sou o pai da B. -eu disse, tomando um gole do copinho que café que eu segurava;
-Não entendi nada -franziu a testa -Pensar nessa confusão toda me dá dor de cabeça.
-Hunf.
-Gee — se aproximou de mim, me dando um beijo leve; Sorriu me olhando — Seria um sonho criarmos esse filho juntos. Tudo que eu mais quero é ter uma família com você, e que fiquemos unidos pra sempre.
Frank é imaturo, isso é fato; Uma verdadeira criança, sempre agindo e falando sem pensar...
Mas às vezes ele quebrava minhas pernas com certas frases, ah, isso sim.
-Não há nada no mundo que eu queira mais — acariciei seu rosto e ele sorriu mais, logo continuou a olhar as coisas na loja, enquanto eu permanecia bebericando meu café;
Havia sido uma tarde muito complicada...
Lindsay disse um monte, e insistia na idéia que eu voltaria pra ela, etc. Ridículo.
Incrível como as pessoas desenvolvem um super ego apenas por pensamentos estúpidos desses;
Bandit e Lindsay ficaram conversando; Frank praticamente me arrastou da casa. Só espero que as duas não saiam nos tiros...
Eu olhava Frank, que tinha os olhos brilhando, procurando roupinhas de bebê; Aquela cena me fez sorrir intensamente. Ele escolhia as coisas sem ao menos se importar em saber se é menino ou menina...
Eu achei que devíamos esperar ao menos a barriga da Bandit crescer, ou descobrirmos o sexo do bebê.
Até porque seria estranho um menino com um vestidinho rosa.
Ele parecia animado com a idéia de criarmos nossa própria família; Nunca me disse nada sobre a família dele, mas preferi não perguntar; Seria uma péssima idéia, pois conheço o jeito dele. Logo estaria perguntando mil coisas sobre meu passado, tal do qual prefiro esquecê-lo. Acho melhor vivermos o agora e deixar o passado pra trás.
Simples assim.
Óbvio que eu jamais tiraria minha neta ou neto de Bandit...Isso seria -talvez- até pior do que eu estar com Frank;
Aposto que ela viria novamente com o discurso de que quero roubar tudo dela, etc.
Prefiro evitar isso;
Mas resolvi ficar quieto, não queria desanimar o pequeno justamente agora que nunca o vi tão feliz.
*~—–—–——–»..x..«–——–—–—~*
Alguns meses depois...
Acordei com o som do aspirador do vizinho; Xinguei mentalmente, me levantando da cama. Escovei os dentes e joguei uma água no rosto; Voltando pro quarto, sorri ao ver Frank ainda dormido. Havia sido uma longa noite.
Não, não foi por causa do sexo.
Certo, certo, fizemos “isso” também, mas enfim...
A formatura dele havia sido noite passada; Finalmente havia terminado a faculdade de medicina; Não gosto muito desse tipo de evento, mas foi realmente bom.
Eu e Frank já morávamos juntos; Achei que seria uma boa idéia. Ele vem se mostrando mais maduro ultimamente, nos amávamos cada dia mais, então não vi porque esperar.
Fui para a cozinha, preparar o café; Olhei rapidamente o calendário preso na parede. Se tudo estivesse certo, este seria o mês que minha neta ou neto nasceria...Todos os dias eu acordava nervoso, pensando nisso.
Alias, talvez Bandit estivesse tendo o bebê agora mesmo, enquanto eu fervo a água, sem ao menos saber disso.
A última vez que vi Bandit e Lindsay foi no dia que ela se formou; Aconteceu em uma data diferente da de Frank; Alias, se ele não tivesse dito, eu não saberia. Bandit não me chamou para ir.
Eu fui mesmo assim, observei tudo de longe, escondido. Eu sabia que minha presença não a agradaria, mas não poderia perder um momento tão importante desses.
“minha presença não a agradaria”
Hunf...E eu que jamais imaginei que pensaria algo do tipo...
Eu estava me sentindo extremamente mal com tudo isso...Eu não me conformava como tudo desabou tão rápido, tão...Meramente simples.
Quando eu vi Bandit no dia da cerimônia, ela estava extremamente linda; Usou um vestido comprido azul claro, seus cabelos estavam maiores e soltos...E a barriga já estava enorme.
É estranho ser pai e não participar da vida da filha em nada. Não receber ao menos uma ligação pra dizer que está viva.
Eu faria de tudo pra voltarmos a ser o que éramos antes...Mas eu sei que isso nunca vai acontecer...
Sai de meus devaneios ao ouvir o som alto do telefone; Corri pra atender, observando fumaça sair da chaleira;
-Alô? –atendi.
-P-Pai! Pai, sou eu, Bandit.
-Bandit?!
-Pai, socorro, a mamãe está morrendo.
Notas finais
Prometo tentar postar mais rápido as outras fics =/
Paciência .-.'
Obg obg! ^3^
Fale com o autor